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Entrevista do jornalista José Carlos Vasconcelos ao escritor José Saramago, sobre a sua vida pessoal, a obra literária, e o momento que se vive em Portugal no pós 25 de abril de 1974.

 

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Ariana Cosme | Setembro 2018Download do estudo

 

INTRODUÇÃO
Este é um documento através do qual se torna público o Estudo Avaliativo do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), um projeto desenvolvido em regime de experiência pedagógica, por 226 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas (Cf. Anexo 1)1, da rede pública e privada de ensino, cujos órgãos de direção/administração e gestão manifestaram interesse e decidiram implementar.

 

Foi ao abrigo do Despacho no 5908/2017, publicado Diário da República n.o 128/2017, Série II de 2017-07-05, que durante o ano letivo de 2017/18 se desenvolveu o referido projeto, em regime experimental, o qual constitui o objeto da avaliação que se partilha através deste relatório.

 

Nesta sequência, promoveu-se um estudo avaliativo compreensivo (modelo orientado para a gestão in Worthen e Sanders, 1987) daquele projeto, tendo como preocupação central a identificação e disponibilização de informação relevante para a fundamentação de decisões de gestão por parte do Ministério da Educação (Afonso, 2005).

 

Assim, mais do que medir, descrever ou julgar (Guba e Lincoln, 1989), pretendia-se contribuir para estimular os atores educativos no terreno, levando-os a participar nesse processo de modo a que, como defendia Kemmis (1988), a avaliação possa ser entendida como um processo através do qual se projetam, obtêm, conferem e organizam informações e argumentos que resultam da reflexão sobre o problema em debate.

 

Na linha de Natércio Afonso (2005), este estudo avaliativo teve como preocupação central “a recolha de informação fiável e sistemática sob aspetos específicos da realidade social usando procedimentos empíricos com o intuito de gerar e interrelacionar conceitos que permitem interpretar essa realidade” (p. 14). (...)

 

Estratégias para aprender melhor. Barbara Oakley, educadora e escritora

Ver programa completo.

 

Barbara Oakley é professora de engenharia na Oakland University em Rochester, uma académica ilustre com o Prémio de Aprendizagem Digital Global Ramón e Cajal da Universidade McMaster. É diretora do curso "Aprendendo a aprender" do Coursera, o maior curso on-line do mundo. 

 

Oakley é uma das referências internacionais sobre neuroeducação e vencedora de vários prémios de ensino, como o Prêmio Chester F. Carlson da Sociedade Americana de Educação em Engenharia. 

 

Nos seus livros "A Mind for Numbers" e "Mindshift", oferece as chaves para descobrir nosso potencial oculto graças à aprendizagem. 

 

Oakley teve uma vida cheia de aventuras. Foi nomeada capitã do exército dos Estados Unidos, Trabalhou como especialista em comunicações na Estação do Pólo Sul na Antártida e trabalhou na tradução a bordo de barcos de pesca no Mar de Bering.

 

A Dr. Oakley  convida-nos a sair de nossa zona de conforto para desenvolver novas habilidades e flexibilidade de trabalho: "Uma qualidade que nos ajudará a adaptar-nos a um mundo em constante mudança", diz ela.

Referência: Estrategias para aprender mejor. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 19 November 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/estrategias-para-aprender-mejor-barbara-oakley/

 

 

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Saber mais |

Face ao crescimento de discursos de ódio e que incentivam à divisão, é urgente que sejamos cada vez mais pessoas a agir contra as injustiças e a manifestar o nosso apoio a todas as pessoas que se encontram em perigo por fazerem o que está certo. Atualmente, o espaço de ação da sociedade civil é cada vez mais reduzido. Consequentemente, os riscos de agir pelos direitos humanos são particularmente evidenciados por um grupo muito especial: as mulheres.

 

As defensoras de direitos humanos em todo o mundo atuam em difíceis condições e enfrentam níveis de ameaças e violência sem precedentes. Estas são alvo frequente de campanhas de discriminação, incluindo violência sexual, ameaças, assédio e difamação, apenas pelo seu género. São intimidadas, detidas e muitas vezes assassinadas, sobretudo quando desafiam estereótipos, estruturas de poder e lucro, normas religiosas e valores conservadores ou a sociedade patriarcal. Um pouco por todo o mundo, as mulheres estão a liderar a resistência. São as líderes que precisamos para um mundo que avança a passos largos para o extremismo.

 

É a elas que se dedica esta edição da Maratona de Cartas. Deixemo-nos inspirar pela sua coragem e responderemos ao ódio com amor e resistência!

 

Conheça os 5 casos selecionados, solicite todo o material que pretende para a divulgação e recolha de assinaturas e encontre o kit de apresentação do projeto em www.amnistia.pt/euassino.

 

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Download | Veja também: Anexo I [XLS] 

Linhas orientadoras para a formalização de uma política de constituição e desenvolvimento da coleção.

 



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