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Blogue RBE

Seg | 30.01.17

Já conhece a “Explorística – Aventuras na Estatística”?

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É uma exposição itinerante, composta por vários módulos interativos, com o objetivo de levar os fundamentos da Estatística e das Probabilidades às comunidades educativas, transmitindo os conceitos de forma prática e experimental.

 

Presentemente, e até ao final de fevereiro, a exposição encontra-se no Edifício Sede do Instituto Nacional de Estatística (Av. António José de Almeida, Lisboa), onde pode ser visitada das 9h às 17h.

 

A Explorística é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Estatística, com o apoio da Ciência Viva e do INE. Mais informações em: www.exploristica.com.

Seg | 30.01.17

Cadernos de Educação Financeira, DGE

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Estes Cadernos de Educação Financeira foram desenvolvidos no âmbito do “Protocolo de cooperação para a preparação de materiais didático-pedagógicos de apoio ao Referencial de Educação Financeira”, assinado em dezembro de 2014 pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal), pelo Ministério da Educação e Ciência e por quatro associações do setor financeiro (APB – Associação Portuguesa de Bancos; APS – Associação Portuguesa de Seguradores; APFIPP – Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios e ASFAC – Associação de Instituições de Crédito Especializado).

 

Os cadernos têm como objetivo apoiar alunos e professores na abordagem a temas do Referencial de Educação Financeira (REF) – elaboração de um orçamento, criação de uma poupança, realização de pagamentos, ou prevenção de riscos…

 

A ação desloca-se da família para a escola e os temas do REF são trabalhados, de forma lúdico-didática, através de histórias protagonizadas pelos alunos.

 

As histórias são exploradas por atividades que procuram explicitar e completar os saberes, as atitudes e os comportamentos inerentes à narrativa. (...)

 

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Seg | 30.01.17

Portugal na Grande Guerra

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 Ensina RTP |

 

Depois de apreender vários navios alemães atracados em portos portugueses, o país entrou oficialmente na I Guerra Mundial a 16 de março de 1916. Mas a verdade é que as tropas portuguesas há muito combatiam os alemães nas ex-colónias africanas.

 

Contexto

Desde 1914 que as tropas portuguesas se tinham envolvido em escaramuças e combates com tropas alemãs em Angola e, especialmente, em Moçambique. Apesar destes problemas nunca existiu uma declaração de guerra formal entre os dois países até 1916.

 

Quando surgiu o pedido britânico para a apreensão dos navios atracados em portos nacionais desde 1914, o governo agiu de imediato e militares da armada executaram a ação. Há muito que elementos do governo republicano defendiam a entrada no conflito até porque se temia a concretização de um acordo entre as potências beligerantes para a divisão das colónias africanas de Portugal.

 

Durante o ano de 1916 assistiu-se à mobilização e treino de cerca de 50 mil homens, constituídas em duas divisões, que começaram a embarcar para França no dia 30 de Janeiro de 1917.

 

As duas divisões cooperando com os britânicos, mas sob um comando independente, enfrentaram grandes dificuldades em várias frentes. Tiveram um treino deficiente. O fardamento, as armas e os alimentos eram fornecidos pelos ingleses, mas nem sempre era do agrado dos homens nas trincheiras.

 

Em abril de 1918 a organização militar colapsou durante a batalha de La Lys, quando várias divisões alemãs ultrapassaram as linhas portuguesas, matando, ferindo ou prendendo cerca de sete mil tropas portuguesas. O que restava das unidades foi colocado sob comando britânico e, até ao final do conflito, não voltaria a ter um papel relevante no conflito.

(in Ensina RTP)

 

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