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| Concurso de ideias | Regulamento | Cartaz | |
Aprende a descodificar o teu mundo
Este é o tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE).
Para 2016, o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 24 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal.
O concurso de ideias “Aprende a descodificar o teu mundo” é a iniciativa que a RBE lança este ano para assinalar o MIBE.
A biblioteca escolar faz parte do nosso mundo e se olharmos para ela com atenção, se percebermos o seu funcionamento, se a descodificarmos, seremos capazes de ter ideias que ajudem a torná-la (ainda) melhor.
O desafio consiste em apresentar uma ideia inovadora, que se consubstancie na criação de um produto ou ideia de melhoria de um serviço, relacionado com uma das áreas de trabalho da biblioteca escolar.
Até 31 de outubro, os alunos são desafiados a pôr a sua criatividade em ação e a apresentar uma ideia. Cada agrupamento/ escola não agrupada pode candidatar-se a este concurso, com a proposta que considerar melhor, de acordo com o regulamento anexo. A ideia vencedora, bem como os seus autores, serão premiados.
Um (Con)Tributo para a Literacia Mediática
Contribuindo para a literacia mediática, a Rede de Bibliotecas de Estarreja promove, na sua Biblioteca Municipal, nos dias 21 e 22 de outubro, as Jornadas d@ Informação '16.
O Encontro é acreditado pelo C.C.P.F.C. como Curso de Formação com a duração de 15 horas, decorrendo o período de inscrição até ao próximo dia 18 de outubro.
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É ela a poetisa do soneto. Os seus versos falam de amor, de sofrimento, de saudade, de solidão. Florbela Espanca (1894-1930) escreve o primeiro poema aos 8 anos e aos 25 publica o primeiro livro. Chamou-lhe "Livro de Mágoas", afinal a história da sua vida.
Começa a fazer versos muito cedo, aos 8 anos, quando “já as coisas da vida me davam vontade de chorar”. Desde menina, Flor Bela de Alma da Conceição Espanca vive de forma intensa e dramática. Serão sempre as emoções, os sentimentos, matéria da sua poesia, escrita intuitiva e reveladora do mais íntimo de si.
Mas esta voz feminina que ousa falar da sensualidade, não é aceite nos mais exigentes círculos literários. As críticas causam-lhe desgosto. No entanto, são muitos os admiradores, os leitores, que se identificam com o seu tom confessional. E o seu génio é confirmado e reconfirmado até hoje, nas sucessivas reedições dos seus livros. O primeiro,”Livro de Mágoas” é publicado em 1919. Quatro anos depois sai “Soror Saudade”, a monja que é para muitos uma espécie de heterónimo. (...)
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| Candidaturas em curso | Local de realização: Escola D. Carlos I em Lourel, Sintra | |
Destinatários:
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário, licenciados de outras áreas de formação que, preferencialmente, exerçam funções na área de formação do curso, por exemplo, animadores sócio culturais, bibliotecários, técnicos bibliotecários.
Objectivos:
Desenvolver competências digitais nos formandos que lhes permitam adequar os seus perfis às necessidades das
bibliotecas que dirigem.
Integrar os conhecimentos e as competências e técnicas nos contextos profissionais, como motor da animação, da difusão da informação e do conhecimento como forma de resposta aos projetos das instituições em que se inserem.
Promover o uso seletivo, analítico e crítico da informação no contexto profissional e transformá-lo autonomamente em conhecimento, desdobrando estas competências para a comunidade sob a forma de projetos articulados com o projeto educativo ou a estratégia institucional e/ou local/regional.
Desenvolver nos formandos competências de análise e avaliação de recursos digitais e informacionais que os ajudem a melhorar o acompanhamento/serviço aos utilizadores dos espaços que dirigem.
Produzir recursos digitais e definir estratégias adequadas à sua utilização no âmbito das estratégias de animação de bibliotecas.
Desenvolver nos formandos competências e atitudes pro ativas de produção e gestão de atividades e projetos inovadores relacionados com a promoção da leitura, a escrita e demais temáticas.
Promover as organizações informacionais como espaços de pluralidade linguística e encontro de culturas, gerações e espaços inclusivos de trocas de saberes e intervenção social.
Certificação:
Parceria entre a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém e o Instituto Leopoldo Guimarães, ficando a certificação a cargo da primeira instituição. São atribuídos 60 ECTS de acordo com o sistema europeu de transferência de créditos. São conferidos 35 créditos na Rede das Bibliotecas Escolares. Em acreditação para formação especializada.
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| André Marques / Observador | por Rita Cipriano | |
O Nobel da Literatura fechou a primeira noite do FOLIO, o festival literário de Óbidos. Numa entrevista conduzida por José Mário Silva, Naipaul falou do sofrimento que muitas vezes a escrita envolve.
“Não sei se era isto que querias saber…”
A resposta foi dada vezes sem conta. Aos 84 anos, V.S. Naipaul não ganhou um novo amor pelas entrevistas, muito pelo contrário. Continua a detestá-las tanto quanto detestava há 59 anos, quando lançou o primeiro livro, The Mystic Masseur. E o jornalista José Mário Silva, a quem coube conduzir a entrevista desta quinta-feira no FOLIO, sabia disso. Sentado na ponta de uma mesa estreita, parecia inseguro e a voz saia-lhe trémula. Não é que tivesse “feito um voto de silêncio” como o pai de Willie Somerset, personagem do romance de Naipaul Uma Vida Pela Metade, que fez questão de lembrar. Não, José Mário Silva estava apenas “sem palavras” por estar perante uma “figura como Vidiadhar Surajprasad Naipaul”.
V.S. Naipaul nasceu em 1932 em Trinidad e Tobago. Ansioso por se libertar da prisão que considerava ser a sua própria família, saiu de Trinidad assim que pôde, instalando-se em Inglaterra. Estudou em Oxford e trabalhou como jornalista para a BBC. Foi nos estúdios do canal de televisão que começou a escrever o primeiro livro, The Mystic Masseur, lançado em 1957, quando tinha 25 anos. Foi armado cavaleiro pela Rainha Isabel II em 1999 e recebeu o Prémio Nobel da Literatura dois anos depois, em 2001. Escreveu 30 livros de ficção, não-ficção e ensaios, muitas vezes sobre personagens isoladas, residentes num país que lhes é estranho. (...)
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