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Os jardins-de-infância do Agrupamento de Escolas de Seia aceitaram o desafio da biblioteca escolar: trabalhar a coleção da obra Alana à descoberta do Mundo da escritora Alice Cardoso.

O desafio proposto resultou num trabalho que recebeu os melhores elogios por parte da escritora e de todos que tiveram a oportunidade de o apreciar.

Coube a cada jardim-de-infância escolher uma parte do mundo e vestir a personagem. O resultado foi a construção de várias bonecas “ALANAS” com diversos materiais, representando os oceanos e todos os continentes. Estes figuraram da seguinte forma: a Europa foi representada pelos jardins-de-infância de Travancinha, Eirô, Sabugueiro, Tourais e Vila Verde que, respetivamente, expuseram Portugal (regiões da Nazaré e Madeira), Espanha e Inglaterra; a África foi retratada pelos jardins-de-infância de Santiago e Santa Marinha; a América do Norte foi exibida pelo jardim-de-infância de S. Martinho; a América do Sul foi representada pelo jardim-de-infância de Pinhanços; a Ásia mostrada pelos jardins-de-infância do Carvalhal da Loiça e de Santa Comba que decoraram as suas Alanas representando a China e a Índia; a Oceânia foi exibida pelo jardim-de-infância do Eirô que nos mostrou a Austrália; e os Oceanos foram exibidos pelo jardim-de-infância de Pinhanços.

As várias Alanas reinventadas e respetivos objetos permitiram desenvolver múltiplas áreas de conteúdo e atingir as metas curriculares definidas para a Educação Pré-Escolar.

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O que é Creative Commons? Livro de 2013 de Sérgio Branco e Walter Brito, faz uma discussão sobre o que fundamenta o surgimento das licenças Creative Commons (particularmente a sua motivação prática), explicando como funcionam e para que servem.

 

Visto aqui.

 

Ligações relacionadas:

Distrito de Viseu e concelho de Tondela.

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O "Pinocchio", de Harold Lentz, 1932. Veja aqui outros títulos em exposição | por Vasco Rosa | Observador

 

Uma nova exposição em Lisboa (para ver até ao dia 9 de setembro) conta a história do livro pop up, objecto tridimensional que agora vive uma segunda idade de ouro. Vasco Rosa foi ver e ler.

 

Verdadeiramente fascinantes pela engenharia de papel, manufactura exigente e capacidade sugestiva da imaginação de crianças e adultos, os livros pop-up alcançaram na última década uma sofisticação espampanante, que a par e passo parece desafiar-se a si mesma para alcançar resultados ainda mais surpreendentes, empurrando para a mais longínqua e tosca pré-história os seus antepassados, os livros “mecânicos” seiscentistas ou alguns livros infantis do tempo da Rainha Vitória. Fala-se de uma segunda idade de ouro.

 

Muito activo, o norte-americano Robert James Sabuda, 51, é hoje a estrela máxima desse firmamento criativo que há pouco mais de um século afirmou o livro também como objecto tridimensional. As primeiras versões, rudimentares ainda (um a quatro pop-ups por livro, isolados do texto), foram produzidas na Inglaterra e na Alemanha, mas em poucos anos o género entusiasmou criadores, editores e públicos por toda a Europa, tendo na Checoslováquia, com o austríaco Vojteck Kubasta (1914-92), um dos seus expoentes. O zootropo, o praxinoscópio e a lanterna mágica, rasgando um novo mercado para o entretenimento infantil, parecem ter levado os editores livreiros a reflectir e investir em livros híbridos capazes de aproximar a leitura em voz alta, para crianças, da moda das “pantominas luminosas”, dos pequenos teatrinhos de papel colorido ou recortado, mas também da diversão nos novos luna-parques: alguns livros foram então arquitectados como pequenos carrocéis-harmónio, ou túneis (peep-show). Curiosamente, os peep-shows permitiam espreitar para duas grandes realizações de engenharia da época: The Thames Tunnel Peepshow (1847) e Crystal Palace Peepshow Tunnel Book (1851). Muito mais tarde, também a coroação da rainha Isabel II, em 1953, foi assinalada com uma edição deste tipo, incluindo quatro “imagens pop-up realistas” da capital do império britânico. O livro deixava de ser só texto, ou apenas texto e imagem, e tornava-se escultura. (...)

 

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Rosalind, E. and H. Janet (2013). [e-Book]

What is Qualitative Interviewing?, Bloomsbury Academic, 2013.

 

O que é uma entrevista qualitativa? A importância das boas práticas na compreensão e realização de entrevistas qualitativas no âmbito da posição filosófica e metodológica adequada.

Rosalind Edwards e Janet Holland dão explicações claras e concisas de uma série de filosofias e teorias de como conduzir uma investigação por meio de entrevistas. Numa série de capítulos curtos explicam e ilustram uma gama de tipos e práticas da entrevista. 

 

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