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De origem incerta, o ponto de exclamação é marcado pelas muitas utilidades, pouca frequência nos textos formais e visto como sinal de simpatia nas mensagens virtuais.
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Sónia Calheiros - Visão |
Nova metodologia de aprendizagem junta num baralho de cartas todas as formas de comunicação. Ideal para crianças e adultos com necessidades especiais comunicarem de forma universal
Esqueça uma cartada, ao fim do dia, com os amigos. As EKUI Cards não são para jogar à sueca, à bisca ou crapô. São 26 cartas, em vez das 52 do baralho francês, e no lugar dos quatro naipes está o alfabeto convencional, o alfabeto fonético, a língua gestual portuguesa e o Braille. “É a primeira vez, em Portugal, que crianças surdas, cegas, com autismo, disléxicas ou com qualquer outra limitação física ou cognitiva podem aprender o alfabeto, ao mesmo tempo, na mesma sala de aula”, explica Celmira Macedo, inventora da primeira linha de material lúdico/didático inclusivo na Península Ibérica. “Sei que também existe algo parecido no Brasil, mas não tão completo como as EKUI.” (...)
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A AO NORTE vai organizar, em colaboração com a Câmara Municipal de Viana do Castelo e o Centro de Formação Contínua de Viana do Castelo, uma ação de formação, destinada a Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário, com os seguintes objetivos:
• Promover estratégias de aplicação dos filmes com ligação aos conteúdos específicos de cada disciplina, promovendo a interdisciplinaridade;
• Conhecer os principais géneros fílmicos;
• Identificar linguagem cinematográfica;
• Conhecer alguns momentos decisivos da História do Cinema;
• Aprofundar a reflexão crítica.
MODALIDADE: Curso de Formação
DURAÇÃO: 25H presenciais
CREDITAÇÃO: 1 CRÉDITO
DESTINATÁRIOS: Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário
FORMADORA: Isa Catarina Mateus
FORMADORA CONVIDADA: Graça Lobo
ENTIDADES: Câmara Municipal de Viana do Castelo I Associação AO NORTE I Centro de Formação Contínua de Viana do Castelo
LOCAL: Escola Superior de Educação de Viana do Castelo
DIAS/HORÁRIO:
Abril: 11, 12, 13, 14, 15 (18:00 – 21:00) / 16 (14:00 às 19:00)
Maio: 14 (11:00 – 13:00 e 14:00 – 17:00)
INSCRIÇÃO, até quinta-feira, 31 de março: Gratuita, em http://www.cfcvc.edu.pt/
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Foto de Rui Duarte Silva. EXPRESSO |
Artigo de Isabel Leiria e Rui Duarte Silva.
Com a ‘gamificação’ do ensino, os alunos tornam-se jogadores, as aulas desafios, há pontos e medalhas. Motivar é o grande objetivo. Em Portugal já se experimenta
Ninguém gosta de perder, nem a feijões. Carlos Cunha, professor de Física e Química, sabe-o bem, e sabe ainda melhor que a lógica se pode aplicar aos alunos que tem à sua frente. No último período, com os estudantes do 8º C da secundária Dom Manuel Martins, em Setúbal, começou a recorrer de forma intensiva a estratégias de ensino que passam por jogos e competições. Às vezes individuais, com todos os alunos a tentar terminar a prova em 1º lugar e a ver o seu nome no pódio. Outras em que o esforço que se pede é conjunto. Se os elementos de uma equipa não fazem bem o trabalho, retiram pontos ao coletivo da turma. Ganhe quem ganhar, o professor já é um vencedor.
A estratégia tem um nome: “gamification” (‘gamificação’). Começou a ser aplicada ao mundo das empresas como forma de motivar e envolver os trabalhadores, passou para as técnicas de marketing, com os programas de fidelização (provavelmente, nunca lhe deu um nome, mas pense nas vezes em que tentou ganhar mais carimbos no cartão de hambúrgueres ou mais milhas numa companhia aérea para atingir o estatuto de cliente gold), e tem conquistado adeptos no mundo do ensino. (...)
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