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Blogue RBE

Ter | 07.01.14

O cérebro leitor na era digital





Um artigo de  Ferris Jabr, The Reading Brain in the Digital Age: The Science of Paper versus Screens, publicado na Scientific American, referindo que, apesar da popularidade crescente da leitura em écrã,  os estudos sugerem que a leitura em papel ainda possui vantagens únicas.


«In a viral YouTube video from October 2011 [ver acima] a one-year-old girl sweeps her fingers across an iPad's touchscreen, shuffling groups of icons. In the following scenes she appears to pinch, swipe and prod the pages of paper magazines as though they too were screens. When nothing happens, she pushes against her leg, confirming that her finger works just fine—or so a title card would have us believe.

The girl's father, Jean-Louis Constanza, presents "A Magazine Is an iPad That Does Not Work" as naturalistic observation—a Jane Goodall among the chimps moment—that reveals a generational transition. "Technology codes our minds," he writes in the video's description. "Magazines are now useless and impossible to understand, for digital natives"—that is, for people who have been interacting with digital technologies from a very early age.

Perhaps his daughter really did expect the paper magazines to respond the same way an iPad would. Or maybe she had no expectations at all—maybe she just wanted to touch the magazines. Babies touch everything. Young children who have never seen a tablet like the iPad or an e-reader like the Kindle will still reach out and run their fingers across the pages of a paper book; they will jab at an illustration they like; heck, they will even taste the corner of a book. Today's so-called digital natives still interact with a mix of paper magazines and books, as well as tablets, smartphones and e-readers; using one kind of technology does not preclude them from understanding another.

Nevertheless, the video brings into focus an important question: How exactly does the technology we use to read change the way we read? (...)»


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Seg | 06.01.14

Eusébio, o rei da bola















A excelência, o virtuosismo, a "expertise" numa área profissional merecem sempre a nossa profunda admiração e respeito, ainda mais quando à mestria técnica e profissional se alia a simplicidade no trato e a contenção e modéstia de quem sabe, como soube Eusébio, quanto é vã a glória, o poder ou o dinheiro. Mas como os heróis não morrem, ficarão o exemplo, as imagens, os testemunhos e um conjunto de leituras que podem ser enriquecedoras para os mais velhos e os mais novos.

Sex | 03.01.14

Os DRM (digital rights management) em Portugal












Imagem: Exame Informática





Escreve a Exame Informática que, em Portugal,  só uma empresa respeita os direitos de autor no que diz respeito a publicações em suporte digital, os chamados DRM (digital right management). Mas a própria lei e a sua viabilidade são problemáticas.

«Desde 2004 que os produtores de conteúdos estão obrigados a disponibilizar junto da IGAC os meios que permitem desbloquear sistemas anticópia de filmes, músicas ou ebooks, mas só uma empresa respeitou a lei.

Hoje, um utilizador que queira migrar os livros que tem no Kindle, da Amazon, para o Nook, da Barnes & Noble, ou para o iPad, da Apple, depara-se com duas opções: 1) procura na Internet um programa que desbloqueie os sistemas de gestão direitos de autor de obras em formato eletrónico (DRM, de Digital Rights Management); ou 2) solicita à Inspeção-Geral de Atividades Culturais (IGAC) os meios que permitem a desbloquear os sistemas de DRM para situações em que a cópia é legal e está contemplada pela lei. A primeira opção, provavelmente mais popularizada, é ilegal à luz da lei portuguesa e pode ser punida com uma pena de um ano de prisão; a segunda é legal, mas tem um forte constrangimento: mesmo que os portugueses aderissem em massa a esta opção, dificilmente conseguiriam obter os meios necessários para desbloquear o DRM das respetivas bibliotecas. E isto porque apenas um produtor de conteúdos forneceu esses meios à IGAC e está em conformidade com a lei que é aplicada aos produtores de filmes, DVD e livros desde 2004.» (...)


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Sex | 03.01.14

Os livros também lêem os leitores












Imagem: The New York Times/ Technology 





Na era da internet não são só os leitores que lêem os livros;  os livros eletrónicos também podem ler o percurso e o rasto de dados que os seus leitores vão acumulando.

Before the Internet, books were written — and published — blindly, hopefully. Sometimes they sold, usually they did not, but no one had a clue what readers did when they opened them up. Did they skip or skim? Slow down or speed up when the end was in sight? Linger over the sex scenes?


A wave of start-ups is using technology to answer these questions — and help writers give readers more of what they want. The companies get reading data from subscribers who, for a flat monthly fee, buy access to an array of titles, which they can read on a variety of devices. The idea is to do for books what Netflix did for movies and Spotify for music. (...)


Ler mais no The New York Times/ Technology, 25 dez. >>