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Blogue RBE

Qui | 15.11.12

A Fundação José Saramago celebra os 90 anos do escritor


























A Fundação José Saramago inicia, amanhã, a comemoração dos 90 anos que o escritor completaria a 16 de novembro. O programa começa às 12:00 na Casa dos Bicos, sede da Fundação e tem o seu ponto forte na proclamação de 16 de novembro de 2012 como o 1º Dia do Desassossego. Lemos no Manifesto que a Fundação, inspirada no escritor, escreveu para este dia:

Escrevo para desassossegar, não quero leitores conformados, passivos, resignados”, disse José Saramago pelos cantos do mundo e, pela última vez, na apresentação de “Caim”, para muitos mais do que um romance, um grito para romper com a indiferença.
Nunca a sociedade precisou tanto de seres humanos desassossegados, capazes de mostrar coletivamente a inquietação e, a partir dela, elaborar alternativas que nos devolvam a racionalidade. O Dia do Desassossego é uma chamada de atenção. Somos seres pensantes e queremos viver enquanto tal. Não somos massa, nem um número, nem uma estatística, e muito menos um rebanho dirigido. Somos homens e mulheres capazes das maiores proezas, incluindo a de sorrir em tempos sombrios, porque decidimos que ninguém nos gela o sangue nem nos corta a respiração.
(...)
Neste Dia do Desassossego, quando José Saramago faria 90 anos, contemplemos o espetáculo do mundo pela sua mão. Caminhemos com “O Ano da Morte de Ricardo Reis” pelas ruas de Lisboa e, em cada esquina descrita, paremos para pensar, de cabeça levantada.
Somos cidadãos desassossegados, gente que pensa e tem coração para sentir a força da beleza, da bondade e dos argumentos.
Saiamos à rua neste 16 de novembro, desassossegados mas não vencidos, com as nossas capacidades despertas, a nossa sensibilidade afinada, seres de palavras, de memória e de gratidão.
O desassossego será uma forma de romper todos os cercos.
                                   
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Qui | 15.11.12

"O Edifício da Alegria" é o título do colóquio dedicado a Eduardo Prado Coelho
















Imagem:Colóquio O edifício da alegria





Considerado por Eduardo Lourenço, seu amigo e interlocutor privilegiado, como “o melhor de todos nós” pela capacidade de integrar os diversos saberes, pela atenção à evolução do pensamento nas suas múltiplas disciplinas e pela alegria com que partilhava e problematizava o mundo em devir, Eduardo Prado Coelho foi um caso raro no meio intelectual português, utilizando a imprensa para colocar à disposição de muitos o que era conhecido por poucos.

Hoje e amanhã, o colóquio que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian, com o título O Edifício da Alegria,  pretende refletir e problematizar alguns dos temas constantes na escrita de Eduardo Prado Coelho: a crítica e a sua possibilidade, a contaminação do real pela filosofia, as artes e a contemporaneidade.


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Qui | 15.11.12

“Newton gostava de ler!” em Sintra




O projeto Newton gostava de ler!  que este ano se alargou a Sintra, teve início no dia 24 de Setembro com uma sessão pública de apresentação na Biblioteca Municipal, em que estiveram presentes todos os parceiros (Fábrica Ciência Viva de Aveiro, RBE, Centro Ciência Viva de Sintra e Câmara Municipal de Sintra), os diretores , professores bibliotecários e outros docentes dos dez agrupamentos/escolas envolvidos e também técnicos da Biblioteca Municipal de Sintra.
Depois da realização da sessão de formação relativa ao 1º módulo, A lâmpada de gelo, decorrem agora as sessões nas bibliotecas escolares. A expectativa era grande e os alunos têm reagido  com o interesse e entusiasmo esperados, tanto relativamente à obra de que foram lidos excertos, Os mistérios de Casimiro de António Pocinho, como quanto aos resultados da experiência.

Isabel Mendinhos
Coordenadora interconcelhia