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Blogue RBE

Sex | 10.02.12

Equidade e qualidade na educação


















Imagem:  Negócios Online


Equidade e qualidade na educação: apoio às escolas e aos alunos desfavorecidos é o título do relatório publicado pela OCDE a que vários órgãos de comunicação social se referiram, ontem e hoje, alertando para o problema do "chumbo" e dos seus custos económicos, pessoais e sociais. 


Um em cada três alunos portugueses com 15 anos já ficou retido no mesmo ano lectivo pelo menos uma vez. Portugal é um dos países da OCDE com maior taxa de retenção escolar, com as escolas a gastarem 12% dos seus orçamentos com estes alunos. Os investigadores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) alertam para as desvantagens deste método de ensino que aumenta as despesas em educação e pode levar a um aumento do estigma social.
“Os custos directos para o sistema de ensino são muitos altos, incluindo um ano lectivo adicional e o atraso de um ano na entrada destes estudantes para o mercado laboral”, lê-se no relatório "Equidade e Qualidade em Educação - Apoiar estudantes e escolas desfavorecidas" hoje publicado pela OCDE. A esta desvantagem somam-se outras como: o aumento das desigualdades entre os alunos mais pobres (e que tendem a ser os mais repetentes) e os alunos com mais possibilidades e ainda o desencorajamento para estudar. 


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Sex | 10.02.12

Abandono escolar atinge quase 29%


O jornal Destak dava relevo de 1ª página, ontem, à grande taxa de abandono escolar que se regista em Portugal: 

Os 27 Estados-membros da União Europeia têm por objectivo chegar a 2020 com uma taxa de abandono escolar precoce de 10%. No entanto, os valores registados em 2010 não são animadores e Portugal ocupa a segunda pior posição, com uma taxa de quase 29%, só atrás de Malta, que tem 36,9%. 
Mesmo assim, o relatório elogia os esforços de portugueses e espanhóis, que conseguiram melhorar os resultados em relação a 2009 (31,2% em ambos os países). De salientar que a taxa de abandono escolar precoce era 14,1% na média dos 27 Estados-membros em 2010, valor que teve uma quebra de 0,3 pontos percentuais em relação a 2009. 
Bruxelas destaca que, a manter-se a tendência verificada, o objectivo traçado de reduzir esta taxa para 10% na média da União Europeia até 2020 não será alcançado. O bloco europeu não deverá também conseguir cumprir a meta de ter 40% de licenciados na população entre os 30 e os 34 anos de idade. O relatório destaca que sete Estados- membros, incluindo Portugal, têm alcançado resultados que ficam abaixo dos 25%, enquanto a média europeia se situa nos 33,6%.

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