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Blogue RBE

Sex | 12.03.10

Serviços de referência por tecnologias móveis


As questões pertinentes colocadas por Kelly Brouillard, bibliotecária na Texas Woman's University, a propósito da sua biblioteca estar a equacionar usar mensagens de texto e tecnologias móveis  para responder a quem recorre aos serviços de referência:

My library is considering text messaging to answer our Ask a Librarian questions. For those libraries already using text messaging, how are you implementing this service?

From the research I've done thus far it looks like most libraries are doing one of 2 things:

1. Subscribing to Mosio's Text a Librarian OR

2. Receiving and responding to text messages from a library owned cell phone or smart phone

In your experience, what are the positives and negatives of these two options? Any success stories you'd like to share? Stories where it went horribly wrong? Has anyone else implemented a different method of texting in their library?

Also, are set hours for providing the service better than leaving it open to the library's hours of operation? How have your patrons (specifically students and faculty at universities) responded to the service? Did it require a lot of marketing by the library? Any feedback on texting service would be greatly appreciated!


Ler mais sobre:
TWU Libraries
Mosio's Text a Librarian
@twu.edu>@twu.edu>
Sex | 12.03.10

A televisão nas creches e nos jardins de infância


A comunicação social divulgou muito recentemente os resultados de um inquérito da Deco sobre o horário e actividades das crianças nas creches e nos jardins de infância, salientando este dado:  quase um terço das crianças portuguesas passa mais de nove horas por dia nas creches e a esmagadora maioria ocupa parte do tempo a ver televisão em jardins de infância (...).

Comparativamente com Espanha, Bélgica e Itália, que realizaram um estudo semelhante, Portugal é o país com maior percentagem de crianças a ver televisão nas creches/jardins de infância.

Sabemos, do ponto de vista neurológico, a importância vital que têm os estímulos adequados, nos primeiros 6 anos de vida das crianças, para o desenvolvimento futuro das suas capacidades intelectuais. Estudos efectuados no terreno também concluem que os mais pequenos que crescem a ouvir histórias aprendem com maior facilidade e rapidez a ler, a escrever ou a realizar operações matemáticas.

Preocupa-nos, pois, que a televisão seja uma forma relevante de ocupação do tempo na educação pré-escolar, esvaziando-a da sua função essencial de desenvolver a imaginação, o raciocínio e outras faculdades.
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