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Blogue RBE

Sab | 17.10.09

Número de utilizadores de Internet aumentou dez vezes nos últimos 13 anos

"O número de utilizadores de Internet em Portugal Continental aumentou dez vezes nos últimos 13 anos. Em 2009, perto de 4,5 milhões de portugueses acedem regularmente à Internet, de acordo com os mais recentes dados do Bareme Internet da Marktest.
Os dados deste estudo contabilizam 4,48 milhões de indivíduos que costumam usar a Internet em Portugal Continental. Os 5,6 por cento de indivíduos que em 1997 acediam à Internet passaram, em 2009, para 53,9 por cento - mais 863 por cento do que então, indica o relatório.
A profissão dos utilizadores é ainda marcante no acesso à Internet: entre as domésticas apenas 9,1 por cento assume aceder à Web, ao passo que entre os estudantes a percentagem aumenta para 98,5 por cento.
Nota-se igualmente uma grande discrepância no que toca à idade: 96,7 por cento dos jovens entre os 15 e 17 anos já não dispensa a Internet, um valor muito acima dos 7,3 por cento de idosos com mais de 64 anos que também navegam."

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Sex | 16.10.09

A "nuvem" de livros da Google


[Foto: Wicked IS]

«No próximo ano, em todo mundo, a Google espera mudar a maneira como compramos e lemos livros através do novo conceito de cloud publishing. Os livros em edição da Google passam a ser publicados e armazenados algures na Internet, numa "nuvem" de computadores, e depois quem os compra pode andar a lê-los em qualquer lado e em qualquer dispositivo com a ajuda de uma ligação à Internet.»

Ler Mais>> Público
Qui | 15.10.09

Maria José Vitorino em entrevista à NCI






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NCI: No seu trabalho concretamente, as TIC, e as ferramentas 2.0 mais em particular, são usadas e disponibilizadas para uso dos utilizadores das bibliotecas?
Sente, neste público-alvo com que lida, que facilmente a biblioteca é trocada pela web?

Maria José Vitorino: O que sinto é que a web está cada vez mais dentro da biblioteca, e biblioteca faz a diferença quando se revela na web e com a web: são indissociáveis. Tal como as ferramentas 2.0 são indissociáveis das práticas quotidianas, quer no domínio da comunicação quer nos diferentes níveis de acesso e de produção/transformação de informação.
Quanto à real democratização do seu uso e da capacidade para as usar (literacias da informação em sentido lato), por parte quer dos serviços de biblioteca quer dos utilizadores em geral, esse é um campo em que ainda nos ressentimos de muitas falhas, desde a infoexclusão às carências de recursos materiais e de conhecimento, incluindo planeamento, formação adequada, de profissionais e de utilizadores (esta usando também a própria web 2.0, o que entre nós é raro), e consistência nas abordagens que fazemos à web, incluindo a 2.0, do ponto de vista não apenas dos interesses individuais mas também das culturas de cada instituição e das prioridades nos seus projectos de desenvolvimento.
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Newsletter de ciência da informação Nº 8, Junho de 2009
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Qua | 14.10.09

Professor bibliotecário: um retrato

Este ano, pela primeira vez, as bibliotecas escolares podem contar com professores bibliotecários, a tempo inteiro, para assegurarem a sua gestão funcional e pedagógica e garantirem que aquelas são um recurso ao serviço de todos os alunos da escola /agrupamento.
A atribuição do lugar dependeu de um processo com três fases que, de modo geral, foi resolvido pelas escolas de forma fácil e sem problemas de maior.
Embora ainda não sejam conhecidos os dados referentes à totalidade dos professores bibliotecários, foi elaborado um primeiro estudo que incide sobre 1324 professores, cujo resultado apresentamos:

 

Foram designados na fase 1, professores que têm mais de quatro pontos de formação (100 horas de formação contínua ou curso pós-graduado), experiência de coordenação de bibliotecas e domínio das TIC. Estes professores ficaram colocados nas escolas/agrupamentos a cujo quadro pertencem.
Na fase 2, num procedimento concursal levado a cabo pelas escolas, foram admitidos professores do quadro, com formação em bibliotecas. Estes professores podem ser do próprio quadro das escolas/agrupamentos ou de outros quadros, encontrando-se neste último caso destacados para um lugar a cujo quadro não pertencem.
Na fase 3, foram designados professores que embora sem formação em bibliotecas escolares, têm um perfil de competências pedagógicas e pessoais adequadas ao exercício da função.






Em relação à formação, está contemplada a formação contínua e a formação superior, na área das bibliotecas, sendo que cada 25 horas de formação contínua corresponde a 1 ponto. Quanto ao ensino superior, existem cursos pontuados com 10, 20, 25 ou 35 pontos. Considerando que o conteúdo funcional do professor bibliotecário abrange um leque muito variado de competências, as acções de formação consideradas em bibliotecas escolares foram igualmente bastante abrangentes.




Relativamente à experiência de coordenação de bibliotecas, há a considerar cerca de 50 % de recém-chegados, se se considerar que entre um e três anos de coordenação não corresponde a uma experiência muito significativa.





Qua | 14.10.09

Finlândia, 2009


Na Finlândia, a oferta de biblioteca depende da iniciativa de cada escola.
Em Junho de 2009, na Conferência I3 - Aberdeen, UK, Eeva Kurttila-Matero apresentou um estudo sobre o desenvolvimento de bibliotecas em 11 escolas finlandesas (na cidade de Oulu). A imagem é de uma das bibliotecas escolares desta cidade, na escola Myllioja. Parece que professores e directores das escolas estão a mudar a sua visão da biblioteca escolar, que deixa de ser encarada como "projecto de equipamento, mobiliário e instalação" para ser adoptada como um "modo de trabalho pedagógico instituído".

Mais informação >> 
A good school library (pdf), que H. Frantsi, Kaarina Kolu e Seija Salminen elaboraram para o Ministério da Educação finlandês (2006)
Dados sobre a rede de Bibliotecas, inc.públicas e escolares (2007)
Finnish School Library Association. Huvilinnanaukio 2A14. FI-02600 Espoo. Finland

Qua | 14.10.09

Blogues de referência na área da literatura infanto-juvenil




A leitura regular de alguns blogues pode ser uma das formas para nos mantermos actualizados do que se vai publicando na área da literatura para a infância e a juventude. Na hora de decidirmos o que vamos adquirir para as nossas bibliotecas, é bom estarmos a par das novidades e, melhor ainda, das novidades que valem a pena ser adquiridas. Também acontece, por vezes, que somos conduzidos a livros publicados 'lá fora' e que podem ser facilmente adquiridos para grande prazer dos nossos leitores pequenos e maiores. 
Alguns destes blogues também nos remetem para entrevistas com escritores, exposições, workshops que, obviamente, nos alargam os horizontes.
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Letra pequena
O livro infantil
O jardim assombrado
Prateleira-de-baixo

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