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"O número de utilizadores de Internet em Portugal Continental aumentou dez vezes nos últimos 13 anos. Em 2009, perto de 4,5 milhões de portugueses acedem regularmente à Internet, de acordo com os mais recentes dados do Bareme Internet da Marktest.
Os dados deste estudo contabilizam 4,48 milhões de indivíduos que costumam usar a Internet em Portugal Continental. Os 5,6 por cento de indivíduos que em 1997 acediam à Internet passaram, em 2009, para 53,9 por cento - mais 863 por cento do que então, indica o relatório.
A profissão dos utilizadores é ainda marcante no acesso à Internet: entre as domésticas apenas 9,1 por cento assume aceder à Web, ao passo que entre os estudantes a percentagem aumenta para 98,5 por cento.
Nota-se igualmente uma grande discrepância no que toca à idade: 96,7 por cento dos jovens entre os 15 e 17 anos já não dispensa a Internet, um valor muito acima dos 7,3 por cento de idosos com mais de 64 anos que também navegam."

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[Foto: Wicked IS]

«No próximo ano, em todo mundo, a Google espera mudar a maneira como compramos e lemos livros através do novo conceito de cloud publishing. Os livros em edição da Google passam a ser publicados e armazenados algures na Internet, numa "nuvem" de computadores, e depois quem os compra pode andar a lê-los em qualquer lado e em qualquer dispositivo com a ajuda de uma ligação à Internet.»

Ler Mais>> Público

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O romance A sala magenta do escritor Mário de Carvalho, publicado pela Caminho em 2008, venceu, este ano, o Prémio Literário Fernando Namora.

A anterior edição deste Prémio, instituído pela Sociedade Estoril Sol, foi ganha por Mário Cláudio com o romance Camilo Broca.

Ler mais>> Público; Colóquio Letras

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NCI: No seu trabalho concretamente, as TIC, e as ferramentas 2.0 mais em particular, são usadas e disponibilizadas para uso dos utilizadores das bibliotecas?
Sente, neste público-alvo com que lida, que facilmente a biblioteca é trocada pela web?

Maria José Vitorino: O que sinto é que a web está cada vez mais dentro da biblioteca, e biblioteca faz a diferença quando se revela na web e com a web: são indissociáveis. Tal como as ferramentas 2.0 são indissociáveis das práticas quotidianas, quer no domínio da comunicação quer nos diferentes níveis de acesso e de produção/transformação de informação.
Quanto à real democratização do seu uso e da capacidade para as usar (literacias da informação em sentido lato), por parte quer dos serviços de biblioteca quer dos utilizadores em geral, esse é um campo em que ainda nos ressentimos de muitas falhas, desde a infoexclusão às carências de recursos materiais e de conhecimento, incluindo planeamento, formação adequada, de profissionais e de utilizadores (esta usando também a própria web 2.0, o que entre nós é raro), e consistência nas abordagens que fazemos à web, incluindo a 2.0, do ponto de vista não apenas dos interesses individuais mas também das culturas de cada instituição e das prioridades nos seus projectos de desenvolvimento.
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Newsletter de ciência da informação Nº 8, Junho de 2009
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Este ano, pela primeira vez, as bibliotecas escolares podem contar com professores bibliotecários, a tempo inteiro, para assegurarem a sua gestão funcional e pedagógica e garantirem que aquelas são um recurso ao serviço de todos os alunos da escola /agrupamento.
A atribuição do lugar dependeu de um processo com três fases que, de modo geral, foi resolvido pelas escolas de forma fácil e sem problemas de maior.
Embora ainda não sejam conhecidos os dados referentes à totalidade dos professores bibliotecários, foi elaborado um primeiro estudo que incide sobre 1324 professores, cujo resultado apresentamos:

 

Foram designados na fase 1, professores que têm mais de quatro pontos de formação (100 horas de formação contínua ou curso pós-graduado), experiência de coordenação de bibliotecas e domínio das TIC. Estes professores ficaram colocados nas escolas/agrupamentos a cujo quadro pertencem.
Na fase 2, num procedimento concursal levado a cabo pelas escolas, foram admitidos professores do quadro, com formação em bibliotecas. Estes professores podem ser do próprio quadro das escolas/agrupamentos ou de outros quadros, encontrando-se neste último caso destacados para um lugar a cujo quadro não pertencem.
Na fase 3, foram designados professores que embora sem formação em bibliotecas escolares, têm um perfil de competências pedagógicas e pessoais adequadas ao exercício da função.






Em relação à formação, está contemplada a formação contínua e a formação superior, na área das bibliotecas, sendo que cada 25 horas de formação contínua corresponde a 1 ponto. Quanto ao ensino superior, existem cursos pontuados com 10, 20, 25 ou 35 pontos. Considerando que o conteúdo funcional do professor bibliotecário abrange um leque muito variado de competências, as acções de formação consideradas em bibliotecas escolares foram igualmente bastante abrangentes.




Relativamente à experiência de coordenação de bibliotecas, há a considerar cerca de 50 % de recém-chegados, se se considerar que entre um e três anos de coordenação não corresponde a uma experiência muito significativa.





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Finlândia, 2009

14.10.09

Na Finlândia, a oferta de biblioteca depende da iniciativa de cada escola.
Em Junho de 2009, na Conferência I3 - Aberdeen, UK, Eeva Kurttila-Matero apresentou um estudo sobre o desenvolvimento de bibliotecas em 11 escolas finlandesas (na cidade de Oulu). A imagem é de uma das bibliotecas escolares desta cidade, na escola Myllioja. Parece que professores e directores das escolas estão a mudar a sua visão da biblioteca escolar, que deixa de ser encarada como "projecto de equipamento, mobiliário e instalação" para ser adoptada como um "modo de trabalho pedagógico instituído".

Mais informação >> 
A good school library (pdf), que H. Frantsi, Kaarina Kolu e Seija Salminen elaboraram para o Ministério da Educação finlandês (2006)
Dados sobre a rede de Bibliotecas, inc.públicas e escolares (2007)
Finnish School Library Association. Huvilinnanaukio 2A14. FI-02600 Espoo. Finland

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A leitura regular de alguns blogues pode ser uma das formas para nos mantermos actualizados do que se vai publicando na área da literatura para a infância e a juventude. Na hora de decidirmos o que vamos adquirir para as nossas bibliotecas, é bom estarmos a par das novidades e, melhor ainda, das novidades que valem a pena ser adquiridas. Também acontece, por vezes, que somos conduzidos a livros publicados 'lá fora' e que podem ser facilmente adquiridos para grande prazer dos nossos leitores pequenos e maiores. 
Alguns destes blogues também nos remetem para entrevistas com escritores, exposições, workshops que, obviamente, nos alargam os horizontes.
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Letra pequena
O livro infantil
O jardim assombrado
Prateleira-de-baixo

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RBE


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