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Forum RBE

15.06.09
Os nossos treze anos

Treze anos é um bom tempo para relembrar como tudo começou e o que até então conseguimos realizar no âmbito da Rede de Bibliotecas Escolares em Portugal.
É um tempo de balanço, avaliação e também de comemorações. Tempo para pensar sobre as coisas boas que aconteceram na nossa roda viva de trabalho, em prol da construção de uma rede de interesses especialmente dedicada à leitura e à organização de espaços atractivos que favorecessem ainda mais o incentivo e a mobilização para o belo prazer do acto de ler.
No início tudo parecia mais um sonho, mas acreditamos na frase do Chico Buarque que diz “está provado, quem espera nunca alcança”. Por isso, arregaçámos as mangas e fomos fundo no nosso sonho, abrimos portas e janelas, conversamos com quem passava e percebemos que muitos tinham a mesma utopia que nós. Ler mais >>

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Mesa redonda

15.06.09









Literacia da informação


Os nossos colegas de língua castelhana, de aquém e de além-mar, já transformaram o conceito num acrónimo: ALFIN é o termo utilizado para designar aquilo que em Portugal, adoptando a palavra de origem inglesa, chamamos mais vulgarmente de literacia da informação, mas que não será desadequado chamar de ALFabetização INformacional. De acordo com os standards da AASL (American Association of School Librarians) para o estudante do século XXI (AASL_LearningStandards.pdf (Objecto application/pdf) ) , os alunos que são alfabetizados em informação acedem-lhe de forma mais efectiva e eficaz, avaliam-na de modo crítico e competente e usam-na adequada e criativamente. Hoje em dia, o trabalho de proporcionar um acesso equitativo, quer físico quer intelectual, aos recursos de informação e às ferramentas necessárias à aprendizagem no ambiente agradável e propício ao conhecimento das bibliotecas escolares, requer que nestas também esteja assegurada a existência de um corpo de professores bibliotecários que assegure o tratamento adequado da informação, bem como a formação nas estratégias necessárias ao uso da informação nos seus mais variados formatos e meios de transmissão, e naturalmente à sua transformação em conhecimento útil e criativo. A colaboração com o restante corpo docente da escola é essencial para que esta prática seja efectiva, aproximando o trabalho do bibliotecário do trabalho do professor e vice-versa.

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BiblioRede

15.06.09







RBE 10 anos
Depoimento do Professor Doutor Marçal Grilo


É sempre difícil fazer um depoimento sobre um tema que nos é muito caro e com o qual estamos relacionados de forma particular. O Programa das Bibliotecas Escolares lançado em 1996 e que portanto completa agora dez anos de existência é uma daquelas iniciativas a que me orgulho muito de ter o meu nome ligado. Uma Escola sem Biblioteca é como uma Biblioteca sem livros, ou seja, a Escola para o ser realmente tem que dispor de uma espaço onde “reina” o livro e onde cada um pode dedicar-se à leitura, ao estudo, à reflexão e à aprendizagem. Leitura esta que deve incluir uma grande diversidade de temas, sejam das matérias inscritas nos curricula escolares, seja de tudo o que em forma de livro possa merecer o interesse dos alunos ou dos professores. ler mais >>

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Almanaque

14.06.09







O livro e a roda

«Na história da nossa espécie, na história do “homo sapiens”, o livro é um fenómeno antropológico análogo, em substância, à invenção da roda. O livro, nascido não tanto para que déssemos conta das nossas origens quanto das possibilidades intrínsecas do “homo sapiens”, é um meio de transporte através do espaço da experiência, à velocidade da página que se volta

Joseph Brodsky, Nobel da Literatura em 1987

Frenckellin K., cartaz

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Volta ao mundo

13.06.09


Brasil, 2008
Letramento informacional : função do bibliotecário escolar

De muita emoção e saber se vêm tecendo bibliotecas escolares em cada Estado do Brasil, em caminho com tanto de árduo como de tenaz. À boa maneira brasileira, nunca faltam sorrisos como os da foto de Katharina Berg (S. Paulo, 2008). Ao centro, justo destaque para Bernadete Campello, Prémio IASL 2008, sempre activa a partir da Universidade Federal de Minas Gerais. Em Março publicou mais um livro, precisamente com o título deste post.

Em Portugal, usa-se Literacia da Informação, em castelhano Alfabetización Informacional ALFIN, em francês Maîtrise de l’information, no Brasil Letramento informacional, em inglês Information Literacy IL. O conceito comum corresponde ao logo escolhido pela Unesco (2008), e.é essencial a quem trabalha em bibliotecas, escolares ainda mais, em qualquer idioma.

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Almanaque

13.06.09


Bibliotecas escolares, ¿para qué?
Explica os passos para a construção de uma biblioteca escolar, espaço nuclear do actual sistema de ensino. A sua narração epistolar, em forma de correspondência através de correio electrónico, entre as três autoras, permite ao leitor considerar todas as questões relativas à implementação e funcionamento da biblioteca escolar. >>



BARÓ, Mónica ; MAÑÁ, Teresa ; VELLOSILLO, Inmaculada - Bibliotecas escolares, para qué?. Madrid : Anaya, 2004. 206p. ISBN 84-667-1309-3

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BiblioRede

12.06.09







EB1 São Martinho da Cortiça, Arganil, 2009

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Almanaque

12.06.09


Como Pinóquio aprendeu a ler
Na escola, Pinóquio aprendeu a ler, mas não se transformou num leitor. Isto porque, apesar de ter aprendido a descodificar o alfabeto, não aprendeu a ler em profundidade. O que faltaria a Pinóquio para aprender a ler de uma forma que lhe permitisse pensar?



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Volta ao Mundo

11.06.09







França, 2
009. CDIs & BCDs


Acompanhe a vida activa, mas nem sempre fácil das bibliotecas escolares francesas na revista
Intercdi (1996- ).

No ensino secundário, as escolas francesas valorizam os seus CDI (Centre de Documentation et Information), criados por circular de 1973. A da imagem fica em Versailles, num Liceu.




Os mais pequenos usam as BCD (Bibliothèque Centre de Documentation). Parece que já em 1862 um Ministro francês declarava indispensável a BCD em todas as escolas primárias. Surgiriam em normativos oficiais em… 1984! A da imagem, com os seus dossiers temáticos, fica em Grenoble.


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Mesa Redonda

11.06.09


A Biblioteca escolar pode ser o motor da mudança na Escola. O acesso à informação local e global, bem como às capacidades e competências que permitem lidar com a informação encontra aqui seu lugar de excelência. Isto significa que os estudantes, crianças e adolescentes, podem através da biblioteca escolar atingir um elevado grau de sucesso educativo. Assim o atesta Keith Curry Lance , coordenador de vários estudos sobre a relação entre as bibliotecas escolares e o sucesso educativo; segundo este investigador americano, “… o nível de desenvolvimento do projecto da biblioteca escolar é um indicador seguro da performance do aluno (…) [e] o sucesso escolar do aluno também está relacionado (…) com a forma como a equipa da biblioteca se envolve em actividades de formação em literacia da informação (…).” Vale a pena ler Proof of the Power: Quality Library Media Programs Affect Academic Achievement e consultar os resultados das diversas pesquisas realizadas em Library Research Service Impact Studies .

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RBE


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