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Published in 2017 by the United Nations Educational,

Scientific and Cultural OrganizationDownload

 

Foreword

Over the past years, the number of reported attacks perpetrated by violent extremist groups has risen. As we witness tragedies on all continents, we understand that violent extremism knows no boundaries and affects every society. Young people are, however, most at risk. They are the main targets of recruitment strategies and fall victim to extremist violence.

 

This phenomenon alerts us to the risk of losing a generation of youth to despair and disengagement. In the face of such threats, there is no single solution. Security responses are important, but not sufficient, and will not tackle the many underlying conditions that breed violent extremism and drive youth to join violent extremist groups. We need soft power, such as education. In particular, we need relevant, inclusive and equitable quality education. This is the sine qua non to effective action and requires countries to simultaneously implement short, medium and long-term responses.

 

To assist countries in their efforts, UNESCO has developed this publication Preventing violent extremism through education: A guide for policy-makers. The Guide also responds to the decision of UNESCO’s Executive Board at its 197th session (197 EX/Dec46) through which Member States acknowledged the importance of preventing violent extremism through education and requested that UNESCO assist them in this endeavour. (...)

 

Anon

Referência: (2018). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 1 May 2018, from http://unesdoc.unesco.org/images/0024/002477/247764e.pdf

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Hughes, Conrad ; Acedo, Clementina. Guiding Principles for Learning in the Twentyfirst Century. Ginebra: UNESCO. Oficina Internacional de Educación, 2017

 

O objetivo deste livreto é fornecer princípios orientadores para a aprendizagem no século XXI. É destinado a professores, designers de currículo, líderes escolares e outros envolvidos em todos os níveis de educação escolar e pode ser usado para qualquer faixa etária, uma vez que os princípios que ele contém são gerais o suficiente para serem aplicados em diferentes contextos. (...)

 

Ler mais >>

 

Referência: Arévalo, J. (2018). Principios rectores para el aprendizaje en el siglo XXIUniverso Abierto. Retrieved 29 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/04/24/principios-rectores-para-el-aprendizaje-en-el-siglo-xxi/

 

 

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© UNESCO 2017 | Download 

 

Including all learners and ensuring that each individual has an equal and personalized opportunity for educational progress is still a challenge in almost every country. Despite commendable progress made over the past two decades to expand access to basic education, further efforts are needed to minimize barriers to learning and to ensure that all learners in schools and other learning settings experience a genuine inclusive environment.

 

The 2030 Agenda for Sustainable Development, with its focus on leaving no one behind, provides a unique opportunity to build more inclusive and equitable societies. This should start with inclusive education systems.

 

Sustainable Development Goal (SDG) 4 on education calls for inclusive and equitable quality education and lifelong learning opportunities for all by 2030. It emphasizes inclusion and equity as laying foundations for quality education and learning. SDG 4 also calls for building and upgrading education facilities that are child-, disability-, and gender-sensitive and for providing safe, non-violent, inclusive and effective learning environments for all.

 

To achieve this ambitious goal, countries should ensure inclusion and equity in and through education systems and programs. This includes taking steps to prevent and address all forms of exclusion and marginalization, disparity, vulnerability and inequality in educational access, participation, and completion as well as in learning processes and outcomes. It also requires understanding learners’ diversities as opportunities in order to enhance and democratize learning for all students.

 

UNESCO supports government education policy-makers, practitioners and key stakeholders in their efforts to develop and implement inclusive policies, programmes and practices that meet the needs of all learners.

 

We are confident that this Guide for Ensuring Inclusion and Equity in Education will serve as a resource for countries and will contribute to accelerating efforts worldwide towards inclusive education.

 

Qian Tang,

Ph.D. Assistant Director-General for Education

 

Para saber mais:

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El programa de Comunicación e Información. [e-Book] Paris, Unesco. 

 

Prólogo

El mundo cambia rápidamente y surgen nuevos desafíos que afectan la capacidad de nuestras sociedades para crecer y prosperar. Sin embargo, para enfrentar estos desafíos en constante aumento asistimos a una creciente movilización humana y a un compromiso renovado por parte de las organizaciones internacionales como la UNESCO, que actúan para fomentar el desarrollo sostenible y ayudar a las personas a alcanzar sus aspiraciones y esperanzas.

 

Para ello ha sido necesario concentrarse en la edificación de sociedades del conocimiento sólidas en las que los ciudadanos tengan un acceso libre e igual a la información y al conocimiento, y puedan utilizarlas para liberar el potencial económico y social en cualquier parte del mundo, incluso en el pueblo más remoto de la montaña más alta. En estas sociedades, los estudiantes e investigadores tienen acceso al material educativo y a la investigación científica; las personas con discapacidad no se quedan fuera de la autopista de la información; las mujeres y las niñas se empoderan para crear la nueva generación de aplicaciones TIC que se utilizarán para luchar contra los males sociales que nos acechan; el conocimiento se preserva para las generaciones futuras; los ciudadanos tienen la libertad de expresarse en línea y fuera de ella; y los periodistas pueden tomar su pluma para difundir la verdad sin temor a represalias.

 

La combinación de estos elementos impulsará la innovación y el desarrollo. La UNESCO se moviliza por todo el planeta para asegurarse de que la edificación de estas sociedades prosiga sin descanso. Desde la fundación de la UNESCO en 1945, millones de personas se han beneficiado de su acción y la han sostenido. Sus voces, que se expresan a lo largo de estas páginas, nos recuerdan que la UNESCO es tan relevante hoy como lo fue a mediados del siglo XX y que sigue transformando vidas y comunidades a través del mundo.

Getachew Engida - Director General Adjunto de la UNESCO

 


(2017). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 21 September 2017, from http://unesdoc.unesco.org/images/002

 

Visto aqui.

 

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Dia Internacional da literacia

Uma publicação partilhada por Rede de Bibliotecas Escolares (@rbe_pt) a


 Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização, 8 de setembro de 2017
 

A alfabetização em um mundo digital 

 

As tecnologias digitais permeiam todas as esferas de nossas vidas, moldando essencialmente a forma como vivemos, trabalhamos, aprendemos e nos socializamos. 

 

Essas novas tecnologias estão abrindo novas e vastas oportunidades para melhorar nossas vidas e para que nos conectemos em âmbito mundial – mas elas também podem marginalizar aquelas pessoas que não têm habilidades essenciais, como a alfabetização, necessárias para lidar com elas. 

 

Tradicionalmente, tem-se considerado a alfabetização como um conjunto de habilidades de ler, escrever e contar, aplicadas em um determinado contexto. As sociedades do conhecimento intermediadas digitalmente estão transformando o significado de ser alfabetizado, assim como demandando mais e melhores habilidades de alfabetização. Ao mesmo tempo, em troca disso, a tecnologia pode servir para aprimorar o desenvolvimento da alfabetização. 

 

Isso deve ser compreendido em um contexto mais amplo. Em todo o mundo, 750 milhões de adultos atualmente ainda não têm nem mesmo as habilidades mais básicas de alfabetização. Cerca de 264 milhões de crianças e jovens não se beneficiam da educação escolar. Além disso, pesquisas internacionais mostram que uma expressiva parcela da população de jovens e adultos, em todo o mundo, inclusive nos países desenvolvidos, é deficiente em relação às habilidades digitais básicas necessárias para trabalhar e viver plenamente nas sociedades atuais. Suprir essa falta de habilidades é um imperativo educacional e de desenvolvimento. 

 

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) criam oportunidades para enfrentar esse desafio. Ferramentas digitais podem ajudar a ampliar o acesso à aprendizagem e a melhorar sua qualidade. Elas têm o poder de alcançar os que ainda não foram alcançados, aprimorar o acompanhamento dos progressos da alfabetização, facilitar a avaliação das habilidades e tornar mais eficientes a administração e a governança dos sistemas que desenvolvem tais habilidades. 

 

Para criar e aproveitar novas oportunidades de avanço em direção ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4), sobre educação e aprendizagem ao longo da vida para todos, nós precisamos de ações coletivas. Hoje, parcerias entre os governos, a sociedade civil e o setor privado são essenciais para promover a alfabetização em um mundo digital. Eu vejo a Aliança Global pela Alfabetização (Global Alliance for Literacy), dentro do Marco de Ação da Aprendizagem o Longo da Vida, como um modelo dos esforços concertados de que precisamos para avançar na agenda mundial e para apoiar as iniciativas nacionais de alfabetização. 

 

O Dia Internacional da Alfabetização oferece um momento para revermos os progressos e nos unirmos para enfrentar os desafios futuros. Neste ano, o evento é dedicado à melhor compreensão do tipo de alfabetização que é necessário, em um mundo digital, para se construir sociedades mais inclusivas, igualitárias e sustentáveis. Todos devem ser capazes de aproveitar ao máximo os benefícios da nova era digital, para os direitos humanos, para o diálogo e o intercâmbio, e para um desenvolvimento mais sustentável.  

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 Download | 2016 | São Paulo |

 

Em parceria com a Fundação Telefónica Vivo, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou nesta semana (20) o livro “Experiências Avaliativas de Tecnologias Digitais na Educação”. A publicação aborda iniciativas do Brasil, França, Chile, Uruguai e Argentina para medir o impacto das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) em projetos pedagógicos.

(...)  

 

 

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Saiba mais sobre os autores do livro em: https://goo.gl/wIOf2j.

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Uma mensagem para o Dia Internacional da Alfabetização 2016
 
Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do 50º aniversário do Dia Internacional da Alfabetização


Por 50 anos, o Dia Internacional da Alfabetização tem celebrado a alfabetização como uma forma de empoderamento para mulheres e homens, e para a sociedade como um todo.

Temos visto grandes progressos desde 1966, ano em que a UNESCO proclamou o Dia Internacional da Alfabetização. A população mundial aumentou de forma substancial, mas a quantidade de jovens adultos sem habilidades de leitura e escrita foi reduzida em 25% entre 1990 e 2015. Têm havido movimentos que visam a melhorar as oportunidades de alfabetização das mulheres – 43 países mostraram grandes melhorias em relação à paridade de gênero. O movimento mundial de Educação para Todos encabeçou muitas mudanças positivas.

Porém, isso não é o bastante. Hoje, existem ainda 758 milhões de adultos que não são capazes de ler ou escrever uma frase simples. Dois terços deles são mulheres. Na periferia da aldeia global, essas pessoas não recebem nenhum dos benefícios da globalização e sofrem todos os seus custos. Essas mulheres e esses homens são mais vulneráveis a problemas de saúde, à exploração e a abusos de direitos humanos. Eles também são mais propensos ao desemprego e ao recebimento de salários mais baixos. Incapazes de ler ou escrever, eles não conseguem realizar seu potencial pleno, e comunidades inteiras permanecem presas em círculos viciosos de pobreza, os quais fornecem as condições para a violência e os conflitos. (...)

                                                    

 

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Documento preparado pela Unesco, para o Foro Mundial da Educação (Coreia-2015), com a pretensão de estimular o debate político à volta do propósito da educação e da organização da aprendizagem num mundo cada vez mais complexo, incerto e contraditório. Esta publicação inspira-se numa visão humanística da educação e do desenvolvimento, ao mesmo tempo que propõe alternativas que tenham em conta: as Redes como novos espaços de aprendizagem, o impacto dos dispositivos móveis, os cursos em linha e o papel dos educadores na sociedade do conhecimento.

 

 

 

 

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Descarregar o livro completo em formato PDF

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“Esta primeira publicação da UNESCO sobre Educação para a Cidadania Global (ECG) surge em um momento em que a comunidade internacional é chamada a estabelecer uma nova agenda de desenvolvimento, que leve em consideração as implicações de desenvolvimentos socioeconômicos mais amplos e tendências emergentes para a educação em um mundo cada vez mais globalizado e interconectado. Neste momento, quando a comunidade de educação é convocada a dar passos para promover a paz, o bem-estar, a prosperidade e a sustentabilidade, espero que esta nova publicação da UNESCO obtenha sucesso em justificar por que a ECG é importante, além de oferecer a clareza conceitual e a orientação prática necessárias para sua implementação efetiva”.

 

 

(Prof. Dr. Qian Tang, diretor-geral assistente para Educação na UNESCO).

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Este relatório da UNESCO sobre Educação para a cidadania global apresenta-se como um marco de referência para uma educação que quer contribuir para o desenvolvimento dos conhecimentos, competências, valores e atitudes que as pessoas necessitam para poder participar na construção de um mundo mais inclusivo, justo e pacífico.

As recomendações compreendem todas as etapas da educação, desde a primeira infância até à vida adulta, com enfoques formais e informais, através de ações curriculares e extracurriculares. Longe de ser prescritivo, o relatório é dinâmico, aberto a sugestões, recomendando a sua adaptação geral às características locais.

 

Texto completo do relatório (inglês) - (3,5 MB)

 

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