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 Guia do professor

     

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 Atividades do aluno

    

 

Es imprescindible incluir en las aulas de todos los niveles el conocimiento, estudio, análisis, aplicación creativa y puesta en práctica de los Derechos Humanos.

 

Para ello es necesario hacerlo de forma trasversal, que encaje y se incluya en la totalidad de los temarios y currículos, que se basen en ellos los métodos y los mecanismos didácticos, que sirvan de sustento a la convivencia entre los alumnos y de fundamento de diálogo y vínculo necesario entre profesores, alumnos y toda la comunidad educativa.

 

Una buena estrategia didáctica trasversal, es la que se basa en la utilización eficaz y actualizada de los medios de comunicación, tanto como recursos didácticos en el aula como elemento que aglutina y hace posible el tratamiento de todos los temas, canaliza los afectos y sirve de proceso de aplicación de todas las habilidades.

 

Ler mais >>

 

Referência: Reserved, I. (2018). Educar para los derechos humanos a traves de los medios de comunicacionEducomunicacion.es. Retrieved 17 July 2018, from http://educomunicacion.es/Derechos%20humanos/

 

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Onde se falou da Web e do uso seguro da informação na sala de aula e na vida, de tecnologias digitais, de informação, de conhecimento e de aprendizagem. Em suma, de multiliteracias.

 

Como ensinar e aprender no mundo digital que é hoje o nosso? Como tirar partido, como abrir a porta ao saber informal na sala de aula? Como é que se transforma em conhecimento?

 

Como é que se promove, nos professores e alunos, a capacidade de autoformação  ao longo da vida?

 

Os professores dirigem as aprendizagens nas Escolas e devem por isso apropriar-se destes (novos) saberes, de forma a poderem usá-los e transmiti-los aos alunos.

 

29 de julho de 2018.
Leituras na Linha. 1.º Encontro de Bibliotecas de Cascais

 

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 Fonte |

 

Como podem os alunos ser ensinados a analisar informações e imagens, apurar o seu pensamento crítico e formar uma opinião? Como promover o entendimento e o uso racional dos media, especialmente dos media digitais?

 

Num mundo complexo, onde a informação é superabundante, instantânea e em fluxo, a educação para os media e para a informação (EMI) tornou-se uma prioridade.

 

Com esta brochura, o CLEMI deseja incentivar os professores das escolas a implementarem atividades em EMI, atendendo às suas necessidades específicas. Assim, disponibiliza 11 fichas pedagógicas e 3 fichas de interciclos. Cada uma delas fornece referências aos programas, um curso com atividades concretas, uma indicação da duração, referências para avaliação, sugestões de registos escritos e recursos. 

 

Estas fichas foram validadas e enriquecidas por um comitê pedagógico, garantindo a qualidade e a relevância do conteúdo.

 

Esta brochura também apresenta uma variedade de depoimentos que demonstram que a literacia mediática e da informação é uma prioridade educativa partilhada. 

 

Aprender a pesquisar, verificar e publicar informações com responsabilidade é fundamental para o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos. Pensado como uma ferramenta de formação e suporte à ação, espera-se que esta brochura responda efetivamente às necessidades dos professores.

 

>> Faça o download do folheto

 

Faça o download das brochuras por ciclo

Referência: Brochure "éducation aux médias et à l'information" à l'école primaire - CLEMI. (2018). CLEMI. Retrieved 24 June 2018, from https://www.clemi.fr/fr/ressources/emi-ecole-primaire.html

 

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Histórias, histórias e mais histórias


A rádio ZigZag é uma rádio online, infantil, do grupo RTP. Com transmissão diária,  24h.

 

Pode ser ouvida online, numa transmissão linear, como qualquer outra rádio. Oiça-a aqui: radiozigzag.rtp.pt

 

A rádio ZigZag tem programas, locuções e música, como se fosse uma rádio de "crescidos", mas para crianças.

 

 

Público alvo 5/9 - 1º ciclo do Ensino Básico.

 

 

As rubricas estão disponíveis em separado, online e offline, on demand. Podem ser ouvidas episódio a episódio.

 

Algumas rubricas são já utilizadas em contexto escolar, em sala de aula e nas bibliotecas escolares.

 

Inclui na programação mais de 60 conteúdos, de várias áreas. Pode explorá-los e dispiblilizá-los aos seus alunos.

 

A rádio também pode ser ouvida nos canais de tv cabo:

Meo 520 e NOS 270.

 

APPS:

  • Na App - Zig Zag Play RTP (Disponível em iOS e Android)
  • Podcast - Itunes

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 Usar os media |

 

Um sítio Web sobre educação com e para os media, com a chancela RBE, indispensável nas bibliotecas e de aplicação fácil nas salas de aula.

 

Apresentação

Os alunos pesquisam sobre matérias escolares e temas do seu interesse. Recorrem à informação disponível em fontes documentais físicas e digitais - em redes sociais, na Internet, nos media, livros, revistas, jornais. Avaliam e validam a informação recolhida, cruzando diferentes fontes, para testar a sua credibilidade.

 

Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (2017)

j) Assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo;

Despacho n.º 5908/2017 (Projeto de autonomia e flexibilidade curricular) - Princípios orientadores

O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo. 

 

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

As práticas de literacia dos media visam dotar os alunos de conhecimentos necessários para o seu uso criativo e informado. O aluno usa os media e espaços sociais de interação e comunicação de forma ética e responsável para produzir, comunicar e participar civicamente. A biblioteca escolar cria condições de acesso e oportunidades de aprendizagem, capacitando os jovens para a compreensão crítica da mensagem mediática, de forma a contribuir para a sua inclusão numa sociedade dominada pelas tecnologias e pelos media.

 

Aprender com a biblioteca escolar (2017)

A biblioteca escolar está em condições de se integrar plenamente na concretização das atuais orientações educativas, contando, para o efeito, com um dos seus documentos orientadores, o referencial Aprender com a biblioteca escolar.

 

relatório de implementação do referencial em 2016-17 evidencia que a literacia dos media é ainda pouco trabalhada pela biblioteca, na sua articulação com as várias áreas curriculares. 


A par de outras iniciativas, este sítio web, Saber usar os media, destina-se a apoiar uma abordagem dos media nas três dimensões consideradas nas estratégias de operacionalização do referencial: conhecer, refletir, produzir. Optou-se por sugestões de atividades, formuladas de modo sintético para permitirem uma primeira leitura rápida. Incluem-se as aprendizagens definidas no referencial Aprender com a biblioteca escolar, referidas apenas pelo respetivo número e somente na área da literacia dos media. São também propostas algumas possíveis ligações ao currículo.

 

A partir destas sugestões, e sempre procedendo à sua adaptação ao contexto de cada escola e de cada biblioteca, os professores bibliotecários e os docentes com quem colaboram poderão depois planificar mais detalhadamente cada atividade, recorrendo à grelha-matriz do Aprender com a biblioteca escolar.

 

Apresentação::Saber usar os media

Referência: Apresentação::Saber usar os media. (2018). Saber usar os media. Retrieved 10 May 2018, from https://media-rbe.webnode.pt/apresentacao/

 

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 ensina RTP | Fonte

 

O estudo das paisagens, da população, das atividades económicas ou dos problemas ambientais são alguns dos temas que a geografia aborda.

 

A RTP apresentou, ao longo das últimas décadas, centenas de rubricas e programas que podem complementar conhecimentos de geografia. No portal Ensina recuperam-se alguns desses documentos que fixam imagens únicas de acontecimentos ou definem conceitos.

 

Clima
Meio Natural
   Relevo
   Bacias Hidrográficas
   Litoral
Riscos e Catástrofes Naturais
   Na Atmosfera
   Na Crusta Terrestre
Mapas e Modos de Localização
População e Povoamento
   Migrações
Atividades Económicas
Transportes e Comunicações
União Europeia
Organizações Formais e Informais

 

Pode ainda, como alternativa utilizar a caixa de pesquisa livre que se encontra no topo desta página, à direita.

 

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 “Fale com livros”

 

"Fale com livros" é um projeto da Google que permite encontrar respostas em livros usando linguagem natural e Inteligência Artificial.

 

Esta nova ferramenta de pesquisa da Google responderá a qualquer pergunta lendo milhares de livros. É uma nova maneira de encontrar respostas sobre o que é perguntado na Internet, recuperando informações diretamente dos livros. Basta escrever uma pergunta no "Talk to Books" e a ferramenta, que funciona com AI, verificará cada frase de 100.000 volumes da Pesquisa de Livros do Google e gerará uma lista de possíveis respostas com a passagem correspondente em negrito.

 

A compreensão da linguagem natural evoluiu substancialmente nos últimos anos, em parte devido ao desenvolvimento de vetores de palavras que permitem que os algoritmos aprendam sobre as relações entre palavras, com base em exemplos de uso real da linguagem. Esses modelos vetoriais mapeiam frases semanticamente semelhantes aos pontos próximos com base na equivalência, similaridade ou parentesco de ideias e linguagem.

 

" Talk to Books " é uma maneira completamente nova de explorar livros que começam com o nível de oração, em vez de autor ou assunto. O sistema - na experimentação - é capaz de descobrir livros de citações que respondem às questões colocadas por um leitor em potencial, obtendo melhores resultados do que usando palavras-chave.

 

Como funciona?

O sistema usa biliões de linhas de diálogo para ensinar a uma IA como as conversas humanas reais fluem. Uma vez que a IA tenha aprendido com esses dados, ela é capaz de prever a probabilidade de uma declaração seguir outra como resposta. A técnica que ele usa para ensinar a linguagem dos computadores é chamada "aprendizagem de máquina", de modo que o programa constrói um modelo preditivo a partir de dados de entrada. A IA simplesmente leva em conta o que está escrito e analisa um conjunto de muitas respostas possíveis para encontrar as que provavelmente se seguiriam. Assim, quando uma pergunta ou declaração é escrita, o modelo examina cada frase em mais de 100.000 livros para encontrar as respostas que provavelmente seriam as seguintes numa conversa.

 

As respostas em português parecem-nos ainda limitadas.

 

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 por Maria José OliveiraObservador

 

 

Ricardo Rangel Gomes, militar do CEP, preso a 10 de abril de 1918, escreveu sobre a sua vida na Frente Ocidental. O Observador revela e publica pela primeira vez o seu “Dicionário de Campanha".

 

 

São quatro horas da tarde, mas parece noite. O nevoeiro e o fumo das armas formam uma cortina opaca que quase não lhe permite ver o chão que pisa. Ricardo está perdido, talvez nas linhas inimigas, não sabe. O gás venenoso que respirou há poucas horas começa agora a fazer-se sentir nos seus pulmões. Ricardo não consegue caminhar mais. Apesar da parca visibilidade, encontra um pequeno abrigo e é ali que quer morrer. No interior estão dois soldados alemães que, perante o estado de Ricardo e sem proferir qualquer palavra, o deixam recolher-se ali. “Eu não me importava que me fizessem mal pois naquela altura o meu gosto seria morrer”, escreverá menos de um ano mais tarde, em fevereiro de 1919, em Sintra.

 

Dentro do abrigo, com dores, com tosse, febril, Ricardo espera uma morte lenta. De lá de fora chega-lhe o som ininterrupto do troar do canhão, da metralha, das granadas e os gritos aflitivos dos homens. Dorme um sono vigilante, mas as dores parecem começar a desaparecer e sente-se um pouco mais aliviado. Ao romper da manhã percebe que é prisioneiro de guerra dos alemães. É 10 de abril de 1918.

 

Dois dias antes, Ricardo Rangel Gomes, 1º cabo de 22 anos, retornou à primeira linha de trincheiras no sector de Neuve-Chapelle, onde ele e os seus camaradas de Infantaria nº 1 tinham rendido, dia 6, o batalhão de Infantaria nº 12. Era noite cerrada, estava frio, viam-se apenas alguns minúsculos e tremeluzentes pontos de luz nas linhas da retaguarda, e lentamente começou a cair um espesso nevoeiro. Não sem alguma dificuldade, Ricardo chegou à primeira linha. Apenas 15 metros o separavam da trincheira inimiga. Tudo estava silencioso e Ricardo estranhou, pois nas noites anteriores ouvira grandes movimentações de homens nas linhas alemãs. O seu posto tinha seis foguetes luminosos (very lights), o que lhe pareceu pouco para a eventualidade de serem atacados numa noite quase sem visibilidade. Pediu então mais very lights ao comando. O pedido é-lhe negado. Que se remediassem como pudessem, responderam. Resignado, Ricardo manteve-se em vigia. Até que chegaram as quatro horas da madrugada do dia 9 de abril.

 

 

“Eram 4 horas fixas quando os inimigos rompem com um forte bombardeamento as nossas posições de artilharia com gases asfixiantes, começando também por bater as nossas linhas com uma terrível barragem de fogo. Ainda pedimos socorro à nossa artilharia, que ainda fez algum fogo mas pouco porque a maior parte das posições já estavam descobertas. Como a manhã estivesse muito enevoada quase que se não via nada. Os nossos aeroplanos não poderiam romper a atmosfera que estava nesse dia. Como já tinham passado 2 horas e com o mesmo bombardeamento ali continuámos na 1ª linha esperando ordens, mas como as comunicações estavam já todas cortadas e não havia ordenanças que fossem capaz de romper tanto fogo ali continuámos já sofrendo um grande ataque de gás debaixo de uma chapas de zinco para nos livrar simplesmente de alguma terra que caía. Quando dali a pouco vem um camarada meu pedimos auxílio porque o posto que estava à minha direita estavam todos enterrados. Imagine-se a nossa aflição. Como não podia abandonar o posto mandei 4 soldados para os auxiliar. Começaram por desenterrar os camaradas mas alguns já eram vítimas. Como um estivesse com os braços de fora, puxámos por ele mas só vieram os braços, foi sem dúvida a trincheira que tinha abatido e que lhos tinha cortado, outros gravemente feridos. Como o bombardeamento não cessasse um só minuto e os gases cada vez nos atacavam mais tivemos sem ordem de abandonar a 1ª linha que já estava quase em nível com o terreno. Ao sair do posto onde estava enterrei-me logo de lama até à cintura ficando a minha máscara inutilizada o que deu resultado de apanhar ainda alguns gases. Depois de sair daquela linha que deviam de ser umas nove e meia consegui meter-me na linha de comunicação o que também já estava muito destruída, lá fui indo de rastos até que cheguei à 2ª linha onde já havia ordem de retirar para as linhas de apoio o que imediatamente fiz para ver se conseguíamos repelir o inimigo ao entrar nas nossas linhas, mas ao chegar às linhas de apoio a barragem de fogo cada vez era mais, pois já se viam muitos dos nossos camaradas mortos e grande número de feridos o que constantemente pediam que lhes acudissem o que imediatamente se fazia.”

 

 

O caderno onde Ricardo escreveu o esboço das suas memórias, em 42 páginas @JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

 

 

As alterações na política doméstica, nomeadamente a chegada ao poder de Sidónio Pais e o acordo que firmou com Inglaterra, em janeiro de 1918, para que as duas divisões do Corpo Expedicionário Português (CEP) na Frente Ocidental fossem reduzidas a uma, sob a tutela do exército britânico, proibindo, em simultâneo, o envio de mais reforços nacionais para a guerra, não foram mencionadas explicitamente por Gomes da Costa no seu relatório sobre a batalha de La Lys. Mas foram-no veladamente: “A 2ª Divisão pagou e caro, culpas que não tinha, e lição de tal preço bom é que nos aproveite de futuro. A 2ª Divisão não pôde vencer, mas bateu-se, no geral com bravura deixando no campo de batalha perto de 50% do seu efectivo”, lê-se no documento escrito pelo comandante da 2ª Divisão a 3 de maio de 1918.

 

Nesta altura, apesar do caos e da destruição, já era possível ter um número aproximado de baixas. Segundo Gomes da Costa, dos 21.071 efectivos restaram 13.646 oficiais e praças, engrossando os números de mortos, feridos, desaparecidos e presos 7.425 homens. (...)

 

Ler mais >>

 

Oliveira, M.

Referência: Oliveira, M. (2018). Diário de um português em La Lys: “Naquela altura o meu gosto seria morrer”Observador. Retrieved 9 April 2018, from https://observador.pt/especiais/diario-de-um-portugues-em-la-lys-naquela-altura-o-meu-gosto-seria-morrer/

 

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Proyecto EDIA | 

 

 

Coleção de materiais para descarregar e passíveis de serem modificados do #ProyectoEDIA que todos os docentes podem usar, para apoiar e guiar os seus alunos e alunas, em qualquer tipo de atividade ligada ao teatro, numa escola.

 

Estes documentos permitem-nos, entre outras coisas, oferecer aos estudantes referências claras e vinculadas ao currículo para levar a cabo apresentações teatrais e de palco dentro e fora da aula e dentro e fora da escola.

 

Todos estes recursos estão incluidos dentro do REA “Lo tuyo es puro teatro”, de Lengua y Literatura durante o qual os estudiantes se convertem em leitores, críticos, escritores e realizadores de obras teatrais para aprender sobre teatro.

 

Conhecer e apreciar o teatro e os textos teatrais

 

Aprender sobre teatro (com obras teatrais)

 

Tarefas ligadas a uma representação escolar

 

Tradução livre a partir da língua espanhola, com pequenas adaptações.

 

Baz, M.

Referência: Baz, M. (2017). 12 documentos y guías de evaluación para teatro en el aula | CedecCedec.educalab.es. Retrieved 7 April 2018, from http://cedec.educalab.es/12-documentos-y-guias-de-evaluacion-para-teatro-en-el-aula/

 

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Sinopse

 

Sinopse

Os números têm de ser interrogados. Sem isso, são apenas uma sucessão inerte de algarismos e uma potencial fonte de equívocos. Partindo de tal premissa, este livro apresenta, em 22 tópicos, questões essenciais para o bom uso das estatísticas nas notícias, auxiliando na sua interpretação e comunicação.

 

Um guia prático, de fácil leitura e que se espera útil para o dia-a-dia dos jornalistas, mas também para todos os interessados em escrever sobre a sociedade em que vivemos com base em factos.

 

Referência:

este?, Q., este?, Q., Rosa, M., Garcia, R. and Santos, F.

este?, Q., este?, Q., Rosa, M., Garcia, R., & Santos, F. (2017). Que número é este? | Publicações | FFMSFundação Francisco Manuel dos Santos. Retrieved 30 March 2018, from https://ffms.pt/publicacoes/detalhe/1963/que-numero-e-este

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