Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



reis.png

 Ver cronologia | Ensina RTP |

 

Entre D. Afonso Henriques, que se proclamou rei em 1139, e D. Manuel II, destituído em 1910 após a revolução republicana, Portugal conheceu quatro dinastias em quase 800 anos de história.

 


Conheça os reis e as rainhas de Portugal numa cronologia que assinala também alguns acontecimentos que tiveram impacto no reino. Nesta cronologia assinalamos o período em que viveram e o período em reinaram. Para além das informações básicas existem também, informações complementares em vídeo ou áudio sobre a quase totalidade destes monarcas.

 

Saiba como viveram ou morreram, a forma como chegaram ou perderam o poder e também algumas das intrigas e problemas familiares que marcaram as vidas dos nossos reis.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

O-Bobo.png

 Luso-Livros |

 

Autor: Alexandre Herculano
Ano de lançamento: 1843
Género: Romance Histórico

 

Número de Páginas: 263
Formatos Disponíveis: .epub .pdf
Idioma: Português Europeu (Pt-Pt)

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

ifla.png

  

Está disponível o guia para o desenvolvimento de coleções de recursos eletrónicos em bibliotecas da IFLA.

 

O documento, está disponível para download em língua portuguesa, com tradução de Tatiana Sanches.

Autoria e outros dados (tags, etc)

escola.png

 

  • Está interessado(a) em encontrar formas mais eficazes de apoiar os seus alunos?
  • Deseja melhorar a frequência e reduzir o abandono?
  • Está à procura de formas de melhorar a participação dos pais na sua escola?
  • Tem um grande número de alunos cuja língua materna não é a sua língua de ensino?
  • Está a considerar a introdução de abordagens mais colaborativas para o ensino e a aprendizagem?

 

Este recurso em linha faculta-lhe uma série de materiais concebidos para o(a) ajudar!

Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

mooc.png

 

No âmbito do projeto Ideias com mérito, "Literacias na escola: formar os parceiros da biblioteca", os professores bibliotecários estão a promover um MOOC (Massive Open Online Course) subordinado ao tema "Referências Bibliográficas".

 

 

Alojado na plataforma Moodle do Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, este recurso está disponível a todos, bastando entrar como visitante.

 

O curso está organizado para alunos do ensino básico, mas é útil para qualquer interessado, podendo ser um precioso instrumento de apoio para que os alunos consolidem a aprendizagem na elaboração de referências bibliográficas com a norma APA - 6.ª edição.

 

Isabel Nina

Coordenadora interconcelhia

Autoria e outros dados (tags, etc)

hist.png

 Clique na imagem para consultar a cronologia | Ensina RTP |

 

A conquista de Ceuta, em 1415, marca o início de uma época de expansão portuguesa no mundo. Alcançado o objectivo de tomar aquela cidade do norte de África, Portugal estava em condições de prosseguir para sul, em busca de novos territórios.

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

+lisboa.png

FCSH +Lisboa |

 

No ar desde novembro, já tem mais de 300 entradas que divulgam o conhecimento gerado pela História, as Ciências Musicais, os Estudos Portugueses, as Ciências da Comunicação, a História da Arte, a Sociologia e outras ciências sociais e humanas. Esta marca da FCSH/NOVA na cidade é um recurso para bibliotecas escolares, de Lisboa ou de qualquer ponto do país. A partir destes links, abaixo, abra as peças e fique a saber mais…

 

  • O autor da célebre expressão Há Mar e Mar, há ir e voltar, o poeta Alexandre O´Neill, é apontado como o fundador do movimento surrealista português.

 

  • O jornal A Bola, fundado em 1945, é o único jornal que persiste na sua sede original, na Travessa da Queimada nº 47, no Bairro Alto.

 

  • Além de luxuosas moradias, quatro das quais receberam prémios Valmor, o arquiteto Ventura Terra deixou a sua marca em muitos edifícios civis da cidade, entre eles vários Liceus.

 

  • Em 1514,  um viajante nobre da Flandres a caminho de Jerusalém ficou impressionado com os elefantes que se passeavam pacificamente em ruas de Lisboa onde se concentravam ofícios e mercadores.

 

  • Houve 12 filmes de Hollywood que tiveram Lisboa como território nos anos da II Guerra Mundial.

 

  • Em 1848, o Chiado, local de vivência burguesa entre hotéis e restaurantes, livrarias e lojas de moda, espetáculos de rua e a ópera no São Carlos, tornou-se a primeira zona iluminada a gás da capital.

 

  • O pão e o vinho, que simbolizavam a mesa da Eucaristia, era o que havia de comum entre a mesa do rei D. João III (1502-1557) e a alimentação do povo.

 

  • A primeira contagem populacional próxima do conceito moderno de recenseamento, feita em 1801, revelou que a diocese de Lisboa era a segunda maior do país, a seguir a Braga.

 

  • Houve tempos em que as estátuas eram móveis. Por exemplo, a estátua do deus Neptuno (1771), originalmente colocada no Chiado, foi deslocada quatro vezes até se fixar no Largo D. Estefânia.

Autoria e outros dados (tags, etc)

cad_ed_financ_1_ciclo.png

 Clicar na imagem para download

cad_ed_financ_2_ciclo_s.png

 

 

Estes Cadernos de Educação Financeira foram desenvolvidos no âmbito do “Protocolo de cooperação para a preparação de materiais didático-pedagógicos de apoio ao Referencial de Educação Financeira”, assinado em dezembro de 2014 pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal), pelo Ministério da Educação e Ciência e por quatro associações do setor financeiro (APB – Associação Portuguesa de Bancos; APS – Associação Portuguesa de Seguradores; APFIPP – Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios e ASFAC – Associação de Instituições de Crédito Especializado).

 

Os cadernos têm como objetivo apoiar alunos e professores na abordagem a temas do Referencial de Educação Financeira (REF) – elaboração de um orçamento, criação de uma poupança, realização de pagamentos, ou prevenção de riscos…

 

A ação desloca-se da família para a escola e os temas do REF são trabalhados, de forma lúdico-didática, através de histórias protagonizadas pelos alunos.

 

As histórias são exploradas por atividades que procuram explicitar e completar os saberes, as atitudes e os comportamentos inerentes à narrativa. (...)

 

Ler mais >>

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

portugal.png

 Ensina RTP |

 

Depois de apreender vários navios alemães atracados em portos portugueses, o país entrou oficialmente na I Guerra Mundial a 16 de março de 1916. Mas a verdade é que as tropas portuguesas há muito combatiam os alemães nas ex-colónias africanas.

 

Contexto

Desde 1914 que as tropas portuguesas se tinham envolvido em escaramuças e combates com tropas alemãs em Angola e, especialmente, em Moçambique. Apesar destes problemas nunca existiu uma declaração de guerra formal entre os dois países até 1916.

 

Quando surgiu o pedido britânico para a apreensão dos navios atracados em portos nacionais desde 1914, o governo agiu de imediato e militares da armada executaram a ação. Há muito que elementos do governo republicano defendiam a entrada no conflito até porque se temia a concretização de um acordo entre as potências beligerantes para a divisão das colónias africanas de Portugal.

 

Durante o ano de 1916 assistiu-se à mobilização e treino de cerca de 50 mil homens, constituídas em duas divisões, que começaram a embarcar para França no dia 30 de Janeiro de 1917.

 

As duas divisões cooperando com os britânicos, mas sob um comando independente, enfrentaram grandes dificuldades em várias frentes. Tiveram um treino deficiente. O fardamento, as armas e os alimentos eram fornecidos pelos ingleses, mas nem sempre era do agrado dos homens nas trincheiras.

 

Em abril de 1918 a organização militar colapsou durante a batalha de La Lys, quando várias divisões alemãs ultrapassaram as linhas portuguesas, matando, ferindo ou prendendo cerca de sete mil tropas portuguesas. O que restava das unidades foi colocado sob comando britânico e, até ao final do conflito, não voltaria a ter um papel relevante no conflito.

(in Ensina RTP)

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

trailer.png

 fonte: Leer.es | Visionar tutorial | Descarregar o guia |

 

Outra forma de olhar e interpretar a literatura.

 

A educação literária e o fomento da leitura requerem novas técnicas e ferramentas que facilitem o trabalho educativo na sala de aula aos professores. Este guia propõe a realização de um trailer a partir da leitura de um livro como instrumento que integra as tecnologias no ensino.

 

O objetivo principal desta proposta é motivar os alunos durante a aula, captar a sua atenção e mostrar-lhes que os livros podem ser uma fonte de prazer, ligando-os à cultura visual contemporânea.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter





Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D