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O estudo “Práticas de leitura digital em sala de aula” reune uma série de artigos com o intuito de mapear, disseminar e inspirar práticas de leitura digital em sala de aula.

Um dos destaques apresentados neste documento é o artigo "Uso de tecnologias digitais em sala de aula", elaborado pela especialista em multiletramento e leitura, Roxane Rojo.

*** 

 

in Apresentação:

 

O programa “Leitura digital em sala de aula” nasceu da observação da realidade de educadores cujo objetivo é desenvolver competências e o prazer da leitura nos seus alunos.

 

Como empresa com foco na área de letramento, a Guten interage diariamente com escolas e professores, além de discutir quais as principais preocupações que esses educadores têm nas suas rotinas. Nessa jornada, deparamo-nos diariamente com angústias e questões: “Como faço com que os meus alunos leiam mais?”, “Como desenvolver o hábito leitor frente a tantos “distratores” tecnológicos?”, “Por que é que eles se distanciam dos livros ao longo do tempo?”, “Será que os meus alunos leem mais ou menos que a geração anterior?”, “O que é ler no mundo digital?”.

 

Ao mesmo tempo, percebemos que a comunidade escolar ainda precisa de modelos e relatos de casos reais nos quais possa espelhar-se para inovar e, assim, começar a responder às perguntas acima. A vontade de mudança é facilmente detetada. A dificuldade maior está no momento do planeamento e execução: “O que fazer?”, “Como começar?”.

 

Foi assim que decidimos contribuir e mostrar à comunidade educadora alguns exemplos de quem está a começar ou já utiliza recursos tecnológicos voltados para a melhoria da leitura dos alunos. O objetivo do Programa é, assim, fomentar o ecossistema de experimentações na área do letramento digital, trazendo à luz as práticas de professores reais, lidando, nos seus contextos reais, com as suas limitações reais e potencialidades reais. Priorizamos o “real”, as contradições e os impasses imanentes à prática, mesmo quando em busca do “ideal”.

Procuramos disseminar experiências inspiradoras, transformações e reflexões realizadas por um grupo de educadores na sua busca por potencializar a aprendizagem e prover uma experiência leitora mais rica aos seus educandos. Dessa forma, o foco maior do Programa esteve na experimentação de aulas planeadas com recursos tecnológicos relacionados com a leitura e o letramento digital. Não promovemos um curso, mas um grupo de partilha e experimentações. (...)

 

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Adaptado do português do Brasil

(2017). Gallery.mailchimp.com. Retrieved 20 September 2017, from https://gallery.mailchimp.com/c34e670c72aa0ade921b7c20d/files/be24fb62-35ee-4603-8362-091d6d3dc92f/Praticas_em_Leitura_Digital_em_Sala_de_Aula.pdf

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A tecnologia faz sentido quando nos facilita a ação e nos faz poupar tempo. O Canva, a ferramenta gráfica que se apresenta, cumpre estes desígnios... no PC ou no portátil, funciona na Web. Existe em app para iPhone e iPad. Grátis, claro.

 

É intuitivo e apresenta-se com um modelo de uso drag and drop, onde podemos selecionar formas, fundos e frames num banco de imagens e escolher entre fontes, muito bem conseguidas, para inserir textos. Como se não bastasse, Canva.com disponibiliza alguns templates prontos, para inspiração ou adaptação. 

 

O Canva é útil e prático no que respeita à composição de imagens no dia a dia, seja um post ou a alteração de capa no Facebook, uma imagem a ser partilhada no Instagram, a promoção de algum item no site da biblioteca, um banner promocional, o programa de um evento, ou ainda um qualquer mapa mental...

 

Registe-se no serviço, em https://www.canva.com/ e comece a compôr.

 

O Canva é uma ferramenta útil para as bibliotecas escolares.

 

App para iPad

 

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Recursos Digitais WikicCêcias | Banco de Imagens | Ciência Elementar

 

Os recursos resultam do trabalho de professores de várias escolas, que escolheram, estudaram, ensaiaram e criticaram materiais disponíveis na Casa das Ciências. A Casa das Ciências espera que os recursos educativos que disponibiliza sejam úteis para o trabalho a desenvolver em sala de aula...

 

Os recursos encontram-se organizados por área disciplinar e vão desde o pré-escolar ao 12.º ano.

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A Rede de Bibliotecas Escolares disponibiliza no portal das escolas sugestões de recursos para apoio ao currículo.

 

 

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 Pordata Kids |

 

Descubra por que é que este site pode ser uma ferramenta útil para alunos e professores.

 

Fichas de trabalho

As perguntas apresentadas no site ajudam os professores a complementar as suas aulas com informações estatísticas atualizadas e rigorosas sobre o país. As fichas de trabalho são uma ferramenta de aprendizagem muito útil.
 
Kit curiosidades
Uma caixa com 100 “Sabias que…”, com uma linguagem acessível e adequada aos alunos do 3º ao 6º ano, sobre a sociedade em que vivemos para partilhar na sala de aula. Escolha um aluno diferente todos os dias para ler em voz alta a curiosidade e a colar no póster, no tema respectivo.
 
Ações na sala de aula
A Pordata Quiz é um jogo didático e divertido para descobrir na sala de aula muitos números estatísticos de Portugal e da Europa! Marque uma visita da Pordata Quiz à sua escola e leve os seus alunos numa viagem pela cidade Pordata.

 

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O portal RTP Ensina partilha o desafio dos professores na educação e formação de alunos. Na preparação do ano escolar, disponibiliza artigos que apoiam o trabalho dos professores e acrescentam interesse às matérias curriculares.

 

 

Dispondo de um acervo único, que resulta de oitenta anos de produção de programas de televisão e de rádio, a RTP oferece às escolas a possibilidade de consultarem entrevistas únicas, séries documentais ou pequenas rubricas específicas sobre a língua portuguesa .

 

Nesta área do Português, apresenta programas como Grandes Livros, Palavras Ditas ou Cuidado com a Língua!. E ainda escritores que em discurso direto falam dos seus livros e do processo criativo. São muitos que aqui têm biografia feita: José Saramago, Agustina, Lídia Jorge, e outros lusófonos, entre os quais Clarice Lispector, Pepetela ou Agualusa.

 

Para melhor consultar estas matérias, basta escolher o tema na lista abaixo. Alternativamente pode sempre utilizar a caixa de pesquisa livreno topo da página Ensina RTP à direita.

 Texto replicado da fonte com pequenas alterações.

 

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 in PORVIR |

 

A tecnologia permite o acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para isso é preciso que os professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para os seus alunos. Eles devem estar alinhados com os objetivos de aprendizagem previstos no currículo, ter consistência e fidedignidade, além de serem simples e intuitivos.

Levando em conta estes parâmetros, elencam-se 9 fatores que devem ser levados em conta ao longo do processo de seleção:

 

1) O conteúdo possui alinhamento com o currículo?
Aqui o professor precisa definir previamente o conteúdo pedagógico para o qual necessita dos recursos e delimitar os objetivos de aprendizagem que deseja alcançar. Feito isso, ele deve analisar se o recurso responde claramente aos objetivos, se está adequado ao público-alvo, se é relevante, preciso e confiável. Por fim, é preciso verificar se as atividades fazem sentido para os objetivos traçados.

 

2) O conteúdo é de qualidade e adequado ao propósito?
Para responder a essa questão, o professor deve verificar se o conteúdo é central e relevante dentro da experiência de aprendizagem. Objetos como imagens, áudio e vídeos devem ser adequados ao público e ao contexto de uso. Eles também devem ser de qualidade gráfica e sonora que permitam fácil entendimento nas diferentes plataformas. O documento do CIEB alerta, ainda, que devem ser evitados recursos com conteúdos com parcialidade política, religiosa ou étnica, preconceitos, material ofensivo ou omissões.

 

3) Possibilita métodos pedagógicos inovadores, promovendo engajamento e facilitando a aprendizagem?
Um dos benefícios dos conteúdos digitais é a grande variedade de tipos (texto, áudio, vídeo, imagens, páginas de internet interativas, aplicativos e jogos), que oferecem múltiplas oportunidades de escolha para aprender. O professor é quem deve planear a melhor forma de aproveitar essa diversidade, baseado no perfil dos alunos. Isso pode acontecer por meio de métodos como ensino híbrido, sala de aula invertida, ensino adaptativo, aprendizagem através de desafios, projetos, aprendizagem personalizada, dentre outros. Na seção glossário, do Porvir, encontra a definição de cada uma dessas estratégias.

 

4) Possui formas efetivas de avaliar a aprendizagem?
Um recurso educacional deve mostrar se o aluno conseguiu ou não alcançar os objetivos de aprendizagem propostos. Isso pode ser feito através de pequenas atividades incorporadas em diferentes etapas, de uma avaliação informal no final, de uma autoavaliação ou através de atividades em pares e em grupos. Também é possível fazer uma avaliação formal, que mede o nível de desenvolvimento alcançado pelo aluno durante e/ou após o uso do recurso em comparação ao seu conhecimento prévio.

 

 

 

Adaptado do português do Brasil.

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 Fonte | por Laura Fleming | Edutopia |

 

A hashtag can help you create a community within and around your school library, as well as help you widen your reach beyond the school.

 

It was once known as the pound sign, but in the Digital Age # has been rebranded as the universal symbol known as the hashtag. Use of the hashtag dates back to 1988 and Internet Relay Chat (IRC) where it was used to categorize items and content into groups. Although just one simple character, the hashtag has proven to be one of the most powerful digital tools out there and is recognized globally. That’s why you should create a hashtag for your school library -- as a way to communicate with your community and extend your reach beyond your school.

 

Social media offers almost limitless opportunities to connect with people all around the world. But how do we know where to go to find people with similar goals and interests? The hashtag has been adopted by the social networks Twitter, Instagram, Facebook, Google+, Pinterest, and more. It enables groups of people who use these platforms to find like-minded people. Hashtags have become ubiquitous, and we now see them everywhere -- on screens, in businesses, and even in our schools.

The hashtag and other tools have allowed even the most connected schools to break out of their digital silos and tell their stories to audiences beyond just those who follow them on a specific social media platform. For example, two school hashtags that I follow are #leydenpride (the hashtag for Leyden High School District 212 in Illinois) and #engage109 (the hashtag for Deerfield Public School District 109, also in Illinois). It was because of their hashtags that I learned of the amazing, innovative things taking place in these two districts, and so it was from them that I learned the power of the hashtag as well. Now I follow both hashtags regularly even though I am not part of either school community.

Why Have a Hashtag?

As a thought partner for the Future Ready Librarians initiative, I know firsthand how important leading and learning with social media are for a modern-day librarian. As more and more libraries move into the Digital Age, many are turning to social media as a way to create a positive brand presence and to promote their library programs and resources. In addition to having a presence on social media platforms, there is value in creating a hashtag for your school’s library, including allowing you to expand your library’s reach. School librarians are well positioned to lead the charge of these digital efforts.

 

 

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 Maio 2014 | Download |

 

 

 

¿Para quién es esta guía?

 

 

 

Todas las personas implicadas en experiencias de acción social, cada cierto tiempo nos planteamos dudas y preguntas sobre nuestras prácticas, así como sobre nuestra relación y trabajo con otras personas. ¿Serán nuestras prácticas las adecuadas en este momento? ¿Por qué sucedió de esta manera con este grupo y de forma diferente con otro? ¿Por qué nuestra acción acabó transformándose en algo que no buscábamos y produjo resultados no esperados?

 

 

 

Para reflexionar y mejorar nuestras prácticas en el ámbito de la transformación social presentamos a continuación una herramienta metodológica –la sistematización– que puede ser útil no sólo para nuestro colectivo sino también para otras personas. Se trata de una herramienta que puede posibilitar que el grupo, solo o acompañado por otras personas, pueda reflexionar, cuestionarse, aprender y consensuar líneas de actuación para próximas prácticas.

 


No es una “receta”, sino una propuesta que debe ser adecuada y adaptada a cada grupo, en función de su experiencia, tiempos, recursos, etc., pero que puede facilitar no sólo la mejora de nuestras prácticas, sino el aprendizaje y el empoderamiento de todas las personas implicadas en la acción.

 

 

Esperamos por tanto, poder contribuir con esta propuesta a la mejora de nuestras prácticas en el campo de la intervención social, al empoderamiento de aquellas personas con las que trabajamos y, con todo ello, a la transformación del mundo que habitamos.

 

 in Introducción

 

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Download | Porto, 2010 | Fonte 


«Organizado pelo Centro de Linguística da Universidade do Porto e pela Secção de Linguística do Departamento de Estudos Portugueses e Estudos Românicos da Faculdade de Letras da mesma Universidade, nos dias 22, 23 e 24 de Outubro de 2008.

O encontro tinha um duplo objectivo: por um lado, reunir investigadores nas áreas da Linguística e da Língua Portuguesas cujo trabalho se centrasse na reflexão gramatical, tanto do ponto de vista teórico como aplicado, assim como estudiosos da história das ideias gramaticais; por outro lado, homenagear Simão Cardoso, que, ao longo de 25 anos, prestou serviço na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e no Centro de Linguística da mesma Universidade e que foi autor, entre outros textos, da Historiografia Gramatical (1500-1920), uma obra que constitui um elemento precioso de trabalho para linguistas e gramáticos.

 

Como prova da amizade e do reconhecimento dos seus colegas e amigos, o primeiro dia de trabalhos do Colóquio foi-lhe dedicado e também a exposição de gramáticas organizada pela Dra. Isabel Leite e pela Prof. Dra. Fátima Silva; a exposição permitiu ver algumas “preciosidades” que fazem parte do Fundo Primitivo da Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo constituído uma ocasião única para acompanhar esse largo percurso que a Gramática, na sua diversidade, tem apresentado, um caminho da “arte” à ciência e que o Simão Cardoso tão bem soube estudar e apreciar. (...)»

 

 (visto no Facebook)

 

FICHA TÉCNICA:

Titulo: Gramática: História, Teorias, Aplicações
Organização: Ana Maria Brito
Edição: Fundação Universidade do Porto – Faculdade de Letras

ISBN: 978-972-8932-56-5
Dep. Legal: 308915/10
Execução gráfica: Tipografia Nunes Lda-Maia

 

ÍNDICE

  • Da “arte” à ciência: o caminho da Gramática - Ana Maria Brito 
  • Mudam-se os tempos, muda-se a gramática - Inês Silva Duarte
  • A consciência da dimensão imperial da Língua na produção linguístico-gramatical portuguesa - Clarinda Azevedo Maia
  • O espaço da fonologia nas descrições gramaticais - Maria Helena Mira Mateus
  • Linguagem ao longo da vida. Que implicações de que gramática em que momento? - Maria da Graça Lisboa Castro Pinto
  • La theorie Sens ↔ Texte : histoire, théorie et applications - Françoise Bacquelaine
  • O uso de conectores argumentativos num corpus de gramáticos quinhentistas - Clara Araújo Barros
  • Formas de tratamento: item gramatical no ensino do Português Língua Materna - Isabel Margarida Duarte
  • Aspectos da teoria verbal na Grammatica ingleza para uso dos Portuguezes de José Urcullu (Porto 1848)
  • Sónia Duarte Itinerário pelo ensino e aprendizagem da língua - Sónia Duarte
  • Em torno da gramática - Olívia Figueiredo
  • ‘Desagravo’ da gramática portuguesa (1820-1824) – Contribuições para uma historiografia das polémicas gramaticais em Portugal - Filomena Gonçalves 
  • Gramática: produzir significados na escrita - Carlos Gouveia
  •  Emergente: uma leitura - Ana Martins
  • Significado, Contexto e Gramática - Pedro Santos
  • Gramática Cognitiva: estruturação conceptual, arquitectura e aplicações - Augusto Soares da Silva, Hanna Battoreo Coerência_39 para Coesão**: Qual é o nosso papel no género chat? - Claúdia Silva
  • A Pedagogia dos Discursos e o Laboratório Gramatical no ensino da gramática. Uma proposta de articulação - Purificação Silvano, Sónia Rodrigues 

 

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