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 Calendário Regulamento

 

Tendo em conta o sucesso desta iniciativa no ano letivo de 2016-2017, a Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior voltam a organizar a eleição dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses. Às crianças e jovens será dada a possibilidade, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostaram até hoje. Miúdos a votos conta com o apoio da Comissão Nacional de Eleições, do Plano Nacional de Leitura 2027, da Pordata, da Rádio Miúdos e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

 

A iniciativa é aberta a todas as escolas, sejam públicas ou privadas, abrangendo alunos do 1º ao 9º ano de escolaridade e decorrerá durante o ano letivo de 2017-2018. É também alargada a estabelecimentos de ensino no estrangeiro que lecionem os mesmos anos de escolaridade e que tenham o Português como primeira língua. As eleições decorrerão no Dia Mundial do Livro, 23 de abril. O resultado do escrutínio, que apurará a lista dos livros que as crianças e jovens portugueses mais apreciam, segundo o ciclo de ensino que frequentam, será conhecido em junho, em data coincidente com a Feira do Livro de Lisboa. (...)

 

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A Rede de Bibliotecas Escolares disponibiliza, agora também a partir do Portal das Escolas, um conjunto de Cadernos relacionados com a gestão e atividade da Biblioteca escolar.

Descarregue-os aqui: 

 ***

Clique e aceda aos recursos disponibilizados pela RBE no Portal das Escolas

 

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No dia 30 de novembro decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian a apresentação pública e a "entrega" do projeto MILD (Manual de Instruções para a Literacia Digital) à Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Do evento destacamos a conferência de Cristóbal Cobo.

Numa sucessão de narrativas curtas, sustentadas por dados quantitativos, mostrou o poder que as histórias continuam a ter, seduzindo por completo a plateia. Falou da sociedade, da tecnologia e de multiliteracias.

 

Deixamos aqui os últimos vinte minutos da sua conferência.

  

 

Blogue: e-rgonomic

Cristóbal Cobo no Twitter: https://twitter.com/cristobalcobo

C. Cobo no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/ccobo/

 

***

 

Daniel Cassany marcou presença no evento. Falou do seu papel e consequente contributo na construção do MILD.

 

Web pessoal de Daniel Cassany

Internet en el aula | Rede social docente

10 chaves para ensinar a interpretar | Daniel Cassany 

 

***

 

A experiência do MILD em contexto escolar | Carlos Pinheiro

 

 

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 Fonte | INE |

 

Realiza-se no ano letivo 2017/18, a Competição Europeia da Estatística (European Statistics Competition – ESC), dinamizada pelo Serviço de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) e por alguns Institutos Nacionais de Estatística, entre os quais o INE de Portugal.

 

Esta iniciativa visa:
• Promover a curiosidade e o interesse dos alunos pela estatística;
• Incentivar os professores a utilizar novos materiais para ensinar estatística, incrementando a utilização de dados estatísticos oficiais e a aplicação do conhecimento adquirido;
• Mostrar aos alunos e aos professores o papel da estatística em vários aspetos da sociedade, tornando-a conhecida como um campo de estudos de nível universitário;
• Promover o trabalho de equipa e a colaboração com vista a alcançar objetivos comuns.

 

Competição Europeia da Estatística terá duas fases: a primeira, a nível nacional, apurará os finalistas para a seguinte, de âmbito europeu. Em ambas, podem participar alunos do ensino secundário (categoria A) e do 3.º ciclo do ensino básico (categoria B). As equipas terão até 3 alunos + 1 professor/ tutor.

 

No âmbito da colaboração existente entre o Instituto Nacional de Estatística e a Rede de Bibliotecas Escolares, os professores bibliotecários estarão diretamente envolvidos na promoção desta competição no seio das escolas.

 

As regras para a participação, o registo de participantes (possível a partir de 6 de novembro de 2017) e o calendário da competição estão disponíveis em: esc2018.ine.pt.

 

Os participantes não necessitarão de se deslocar, em nenhuma das fases, para fazer as avaliações.

 

As equipas vencedoras da fase europeia, em cada uma das categorias, terão as viagens pagas à cerimónia de entrega dos prémios na European Conference of Quality in Official Statistics (Q2018), que terá lugar em Cracóvia (Polónia), de 26 a 29 de junho de 2018.

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Um dia especial para as crianças, pelas crianças

 

No dia 20 de Novembro – aniversário da Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança – as crianças irão fazer ouvir as suas vozes em solidariedade para com as crianças mais desfavorecidas e vulneráveis do mundo.

 

Crianças e jovens de todo o mundo unem-se para ajudar a proteger a vida de crianças, lutar pelos seus direitos e para as ajudar a desenvolver o seu potencial máximo.

 

 

É um dia divertido com uma mensagem séria, no qual as crianças irão “assumir” papéis de grande visibilidade nas escolas, nos media, na política, no mundo dos negócios, no desporto e no entretenimento para chamar a atenção para os desafios mais prementes que a sua geração enfrenta.

 

 

Desafiamos os professores bibliotecários a dinamizar sessões sobre os Direitos da Criança, criando espaços de debate (na biblioteca, em sala de aula ou em assembleias) para as crianças e jovens expressarem a sua opinião sobre questões que afetam as suas vidas em Portugal e no mundo.

 

UNICEF Portugal disponibiliza um kit com propostas de atividades:



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 Consultar na fonte |

 

As bibliotecas são estruturas nucleares na escola, dotadas de recursos, serviços e tecnologias, capazes de contribuir para o enriquecimento do currículo e das práticas docentes. São espaços onde se lê, se tem acesso a todo o tipo de documentos, se pesquisa, se usa informação e se exploram ambientes, recursos e técnicas de aprendizagem diversificados. (Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Quadro estratégico: 2014-2020)

 

Com o objetivo de integrar novas escolas, apoiar projetos de inovação, incentivar a criação de programas de leitura de âmbito curricular e estimular a implementação de estratégias de melhoria da qualidade dos serviços digitais da biblioteca escolar, é lançada a Candidatura 2018, que decorre de 23 de outubro a 07 de dezembro de 2017.

 


Aviso de abertura

[2017.10.23]

• Integração
• Ideias com mérito
• Leituras... com a biblioteca
• Biblioteca digital


Mais informações sobre o procedimento de candidatura poderão ser solicitadas para candidatura2018@mail-rbe.org.
 

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 por Rita Pimenta | Público |

 

A Rede das Bibliotecas Escolares, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e as autoras do projecto Olimpvs.net unem-se para tornar visível a Antiguidade e “manter vivo o espírito humanista do conhecimento clássico”.

 

 

Clássicos em Rede é o nome do programa que foi lançado nesta segunda-feira para alunos do ensino básico e secundário com o propósito de aumentar os seus conhecimentos sobre a cultura clássica. Na certeza de que esta ajuda a ler o mundo de hoje. E a melhorá-lo.

 

No Museu de Lisboa — Teatro Romano sublinhou-se a vontade de levar os jovens a identificar quotidianamente a presença do conhecimento clássico, “na língua e etimologia, na herança patrimonial, nos modelos estéticos e na arte, no imaginário colectivo e no ideário que está na base das nossas sociedades”. Resumindo, “tornar a cultura clássica uma evidência para os mais jovens”, nas palavras de Teresa Santa-Clara, da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE).

 

Da iniciativa faz parte um concurso, as Olimpíadas da Cultura Clássica, em diferentes modalidades: escrita, expressão plástica e trabalhos multimédia. Os temas para este ano lectivo são Ulisses e Penélope; Minotauro e o Labirinto; Zeus e os Jogos Olímpicos. As escolas terão de se inscrever até 30 de Novembro.

 

No encontro foi lida uma mensagem do secretário de Estado da Educação, João Costa, que a dada altura se dirige directamente aos alunos, que vieram da Escola Básica de Mafra e da Escola Secundária Leal da Câmara, em Sintra: “Peço-vos que agradeçam vivamente aos vossos professores por vos darem a oportunidade de participar nesta iniciativa. Vocês têm professores muito inteligentes, que percebem o que é fundamental para a vossa formação. Peço-vos também que entendam que estudar a cultura clássica não é só estudar algo antigo e interessante (ainda que só por si isso já fosse muito bom). Estudar a cultura clássica é abrir os olhos para o que nos rodeia. A influência da cultura grega e latina está hoje presente no nosso património, na nossa língua, na nossa literatura, na forma como as nossas cidades estão organizadas, na nossa justiça e nos nossos tribunais. Até os super-heróis da Marvel estão cheios de referências à cultura clássica! Mais importante, está presente na forma como pensamos, como sentimos, como raciocinamos, como nos relacionamos. Por isso, quando hoje queremos uma sociedade mais justa e para todos, essa sociedade constrói-se com mais conhecimento, com mais cultura.”

 

O que somos e como somos

O encontro contou com a presença da coordenadora da RBE, Manuela Pargana Silva, que sublinhou a importância de explorar a forma “como os gregos e romanos olhavam para o mundo” e de estudar as suas “preocupações sobre a nossa existência, o que somos e como somos”.

 

O director da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Paulo Farmhouse Alberto, também na mesa de abertura, enalteceu esta parceria, já que considera “fascinante o universo da Antiguidade Clássica”, não duvidando de que será “uma aposta ganhadora”. Também se dirigiu directamente aos alunos, manifestando um desejo: “Talvez nos encontremos na Faculdade de Letras daqui a uns anos.”

 

As autoras da colecção Olimpvs.net (em que cinco jovens adquirem poderes dos deuses gregos), Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista do PÚBLICO, disseram querer “estender este gosto pelos clássicos a todas as escolas” e recordaram sonhos de infância, como o de quererem “ser guerreiras”. Aqui, desafiaram os alunos a “pôr os sonhos em prática”, com “trabalho e persistência”.

 

A série (editada pela Alfaguara) tem oito títulos e nasceu da percepção de que faltavam no mercado livros sobre estes temas para leitores entre os oito e 15 anos. “A mitologia está presente em muitas brincadeiras e jogos de computador e consolas, mas fora de contexto. Quando aparece um monstro com três cabeças, não é só porque dá jeito, há uma explicação”, referiu Ana Soares.

 

“Puxar a carroça”

O Centro de Estudos Clássicos esteve representado por Maria Cristina Pimentel, que salientou o potencial de “interdisciplinaridade dos estudos clássicos” e de que esta é a forma “que se deveria agir nas escolas”, fazendo pontes entre todos os saberes. Mostrou-se satisfeita por estas parcerias irem ajudando “a puxar a carroça dos clássicos”.

 

O lançamento prosseguiu, sempre com os convidados a serem apresentados por alunos, com as comunicações de Maria Catarina do Espírito Santo sobre "Ciência e cientistas na Antiguidade", e de Rui Carlos Fonseca sobre "Os feitiços de Harry Potter". Houve ainda tempo para a actuação de ex-alunos da escola de Sintra, com o texto In diebus illis. “Fizemos um curso livre de Latim na Faculdade de Letras e gostámos muito. Por isso estamos aqui”, disseram ao PÚBLICO, quase em coro.

 

Quem também estudou Latim foi o secretário de Estado da Educação, que terminava assim a sua mensagem: “Fui aluno de latim e grego. Um dia conto-vos como casei graças ao Cícero e ao latim!”

 

Pimenta. (2017). Educação. Clássicos nas escolas ajudam a ler (e a melhorar) o mundoPÚBLICO. Retrieved 1 November 2017, from https://www.publico.pt/2017/10/31/sociedade/noticia/classicos-nas-escolas-ajudam-a-ler-e-a-melhorar-o-mundo-1790939

 

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 Programa

 

Vai decorrer, no próximo dia 3 de novembro, pelas 14h30, na Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, o II Fórum Informal sobre Literacia Mediática.

 

É uma iniciativa da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) e do Grupo Informal sobre Literacia Mediática (GILM) – composto pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, a Comissão Nacional da UNESCO, o Conselho Nacional de Educação, a Direção-Geral de Educação, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, o Plano Nacional de Leitura 2027 e a Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Este encontro terá um painel subordinado ao tema “Internet, Proteção de Dados e Literacia dos Media” e contará com diversas intervenções, moderadas por Sérgio Gomes da Silva, Diretor de Serviços de Política Legislativa para os Media (SGPCM).

 

A entrada no evento é livre. Confirme a sua presença para gielm2009@gmail.com

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Para 2017, o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabeleceu o dia 23 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal.

 

Durante este mês de outubro as bibliotecas escolares têm vindo a produzir cartazes que assinalam o chamado MIBE, Mês Internacional da Biblioteca Escolar. Pode vê-los aqui:

Cartazes MIBE 2017 no Twitter
Cartazes MIBE 2017 no Facebook

 

Por outro lado, recorde-se, Ligando comunidades e culturas foi o tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE).

 

Concurso

O concurso de ideias “Ligando comunidades e culturas” é a iniciativa que a RBE lança este ano para assinalar o MIBE. O seu objetivo principal é fomentar um debate em torno do tema. Desse debate surgirão as ideias-chave e as estratégias para que a biblioteca se apresente como o lugar onde se ligam comunidades e culturas.

 

Até 3 de novembro, os alunos são desafiados a refletir, a pôr a sua criatividade em ação e a apresentar uma ideia. O desafio consiste na criação de um jogo original que permita aos utilizadores da biblioteca abordar a temática proposta para o MIBE, de uma forma aliciante e lúdica. Os participantes deverão seguir com rigor o estipulado no regulamento.

 

À ideia vencedora será atribuído o prémio Teresa Calçada.

 

Além deste desafio, as bibliotecas devem também aproveitar as propostas da IASL que constam da página dedicada ao ISLM (International School Library Month): Skype project; Bookmark Exchange Project; GiggleIT e partilha de atividades (What people are doing for ISLM).

 

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 Manuela Pargana Silva | RBE

 

O facto de termos hoje, mais do que nunca, acesso a informação, confere às bibliotecas um papel essencial na vida dos cidadãos. É essa a opinião da coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Manuela Pargana Silva, que, em conversa com a Forum Estudante, destacou tudo o que estas estruturas têm para oferecer aos estudantes portugueses. (...)

 

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