Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



esboço.jpg

 Esboço de Guernica

 

Há 80 anos, a tragédia de Guernica foi a glória de Picasso

 

“Piedade e terror em Picasso. O caminho até Guernica” é a exposição do Museu Reina Sofia que assinala a data histórica. Recuamos a 1937, até aos motivos do bombardeamento e às origens da pintura.

 

(por José Carlos Fernandes)

  1. Pré-história do bombardeamento aéreo
  2. Depois de 1918
  3. A Legião Condor
  4. Guernica, 26 de Abril de 1937
  5. Factos alternativos
  6. Um génio em bloqueio criativo
  7. As guerras civis de Picasso
  8. Guernica depois de 1937
  9. Duas ironias da história

Conta-se que quando, durante a II Guerra Mundial, um oficial alemão que visitava o estúdio de Picasso, em Paris, ao ver uma reprodução fotográfica de Guernica, perguntou ao pintor “Foi você que fez isto?”, Picasso terá respondido “Não, foram vocês”.

Não se sabe se este diálogo foi efectivamente travado e, a tê-lo sido, em que ano terá decorrido. Seja como for, quando os alemães ocuparam Paris, a 14 de Junho de 1940, já o mundo percebera que Guernica tinha sido “apenas” um ensaio preliminar para um novo tipo de guerra assente no poder devastador dos bombardeiros e na legitimação do ataque a populações civis.

Porém, o bombardeamento de Guernica ficou firmemente implantada no imaginário como um ponto de viragem no percurso da humanidade (ou melhor, da desumanidade), em boa parte graças ao quadro que Picasso pintou e que agora está no centro de uma exposição em Madrid(ver 80 anos de Guernica: Grande exposição sobre Picasso em Madrid). Recordamos a história de ambos, inevitavelmente ligados pela História.

 

Pré-história do bombardeamento aéreo

Mal a aviação nasceu, logo aos espíritos empreendedores e pragmáticos ocorreu que o novo engenho poderia ter aplicações militares. Ainda no tempo dos mais-leves-do-que-o-ar, os austríacos foram pioneiros ao lançar bombas sobre Veneza a partir de balões, em 1849, durante a Guerra Italiana da Independência. O primeiro aparelho mais-pesado-do-que-o-ar deu o seu salto de gafanhoto em 1903 e em 1909 já Giulio Douhet, um oficial do Exército italiano, vaticinava que, tal como o mundo estava consciente da importância do domínio do mar, “no futuro próximo seria igualmente crucial obter a mesma supremacia nos ares”.

Seria também um italiano a protagonizar o primeiro bombardeamento aéreo de que há notícia, dois anos depois, no conflito que opunha a Itália ao Império Otomano na Líbia: a 1 de Novembro de 1911, um monolugar Taube, de fabrico austríaco, pilotado pelo tenente Giulio Gavotti, lançou quatro granadas Cipelli, de cerca de 2 Kg cada, sobre as linhas otomanas.

(...)

 

Ler mais >>

 

Referência: Fernandes, J. (2018). Há 80 anos, a tragédia de Guernica foi a glória de PicassoObservador. Retrieved 24 July 2018, from https://observador.pt/especiais/ha-80-anos-a-tragedia-de-guernica-foi-a-gloria-de-picasso/

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

 

"Júlio Pomar - O Risco" é um documentário biográfico sobre um dos mais importantes pintores portugueses contemporâneos. Ao longo de 59 minutos acompanhamos o percurso do artista através do seu testemunho na primeira pessoa e com depoimentos de pessoas de vários quadrantes da sociedade, entre eles António Lobo Antunes, Siza Vieira, Mário Soares, Vasco Graça Moura, vários críticos de arte, galeristas, entre outros.

 

Documentário "Júlio Pomar - O Risco"

Referência: Documentário "Júlio Pomar - O Risco". (2018). YouTube. Retrieved 24 May 2018, from https://www.youtube.com/watch?v=_wd-yj0hkCQ&feature=share

 

 Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

amadeo.png

 Público | por Luísa Soares de Oliveira |

 

Amadeo, uma história tão portuguesa

A recriação da exposição de 1916 de Amadeo de Sousa-Cardozo chega a Lisboa.

 

Passaram cem anos. Mudaram as mentalidades, os hábitos visuais, os gostos, os paradigmas artísticos, e a própria definição do que a arte é. E talvez por isso Raquel Henriques da Silva e Marta Soares, historiadoras da arte, tenham decidido recriar na medida do possível a exposição que Amadeo de Souza-Cardoso fez em 1916 no Porto, primeiro, nos jardins de Passos Manuel, e em Lisboa, mais tarde, nas instalações da Liga Naval. Como nessa altura, a exposição que vemos hoje começou no Porto, embora no Museu de Soares dos Reis. Vem agora para Lisboa para ser mostrada nos novos espaços do Museu do Chiado, a pouco mais de 500 metros de onde inicialmente esteve, no Palácio do Calhariz, em frente ao elevador da Bica. (...)

 

Ler mais >>

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

Almada Negreiros

02.02.17

AN.png

 Observador | por Rita Cipriano |

 

Os olhos de Almada não eram dele, eram da Modernidade

 

Quase 25 anos depois da última grande exposição, o nome de Almada Negreiros vai voltar a forrar as paredes da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Fomos espreitar os últimos preparativos.

 

1 O menino d’olhos de gigante
2 O Almada do humor, o Almada do cinema
3 “Lá vem a nau catrineta, que tem muito para contar…”
4 Uma maneira de ser moderno
5 Celebrar Almada fora de portas

 

Foi há quase 25 anos que a Fundação Calouste Gulbenkian recebeu a última grande exposição dedicada a José de Almada Negreiros, poeta, pintor, performer, “futurista e tudo”. Foi por este motivo que “surgiu esta vontade” de montar uma nova mostra antológica, que mostrasse o artista nas suas mais variadas vertentes. José de Almada Negreiros: Uma maneira de ser moderno será inaugurada já no próximo dia 3 de fevereiro e apresentará ao público mais de 400 obras, muitas delas inéditas.

 

Ler mais >>

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

Amadeo de Souza-Cardoso : l’exposition

« IMPRESSIONNISTE, CUBISTE, FUTURISTE, ABSTRACTIONNISTE… », AMADEO DE SOUZA-CARDOSO N’EST SURTOUT D’AUCUNE ÉCOLE. LE JEUNE HOMME, FLAMBOYANT ET HABITÉ, ARRIVE À PARIS AU DÉBUT DU XXÈME SIÈCLE. IL FRÉQUENTE TRÈS VITE TOUTE L’AVANT-GARDE ARTISTIQUE DE L’ÉPOQUE, DE MODIGLIANI À BRANCUSI, ET SON TRAVAIL EST SALUÉ PAR LA CRITIQUE. HELENA DE FREITAS, COMMISSAIRE DE L’EXPOSITION, NOUS PRÉSENTE LE PARCOURS EXCEPTIONNEL D’UN ARTISTE PORTUGAIS PLURIEL ET LIBRE. UN HOMME, DISPARU À 30 ANS, DONT L’ŒUVRE INTENSE ET COLORÉ A TROP LONGTEMPS ÉTÉ TENU À L’ABRI DES REGARDS.

 

Ligações relacionadas:

Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:


Era Uma Vez Um Menino Chamado Nadir
Texto Agostinho Santos
Ilustrações Nadir Afonso
Edição Âncora Editora e Fundação Nadir Afonso

Era uma vez um menino que esteve mesmo para se chamar Orlando, mas acabou por se chamar Nadir. Era uma vez um jovem que queria estudar Pintura, mas acabou por se inscrever em Arquitectura. Finalmente, era uma vez um homem que se tornou arquitecto, pintor e famoso.
Esta é a história de Nadir Afonso, aqui contada pela mão do jornalista e artista plástico Agostinho Santos. A ilustrar a biografia do pintor-arquitecto, de 93 anos, que trabalhou com Le Corbusier e com Oscar Niemeyer, estão os seus próprios trabalhos. Diferentes técnicas e linguagens podem ser apreciadas enquanto se descobre a emocionante vida do artista. (...)
Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_