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E o Nobel regressou ao romance | por Isabel Lucas, Público

 

Evitando a polémica dos últimos dois anos, a Academia Sueca deu o prémio a um escritor de romances. Kazuo Ishiguro não gera paixões mas sossega quem acha que o Nobel andava a negar o cânone: é um inglês tranquilo que transporta a tradição para uma literatura que quer arriscar.

 

É o regresso ao romance. Constatação óbvia depois de ouvir o nome do inglês Kazuo Ishiguro como vencedor do Nobel da Literatura de 2017. Depois da jornalista bielorussa Svetlana Alexievich, em 2015, e do músico norte-americano Bob Dylan, em 2016. Não é literatura, é jornalismo, ouviu-se sobre a primeira. Não é literatura, são letras de canções, escutou-se sobre o segundo, com o mundo literário a dividir-se sobre se se poderá considerar poesia o que Dylan escreve. Quem gosta de apostar assegurou que 2017 seria o ano do regresso ao romance canónico com a atribuição do Nobel a um nome inquestionável. Não há dúvida: ao escolher Ishiguro, a Academia Sueca premiou um romancista, mas, como ironizou ontem Salman Rushdie, satisfeito com a escolha, ele também toca viola e escreve letras para canções. O Nobel não veio, no entanto, por isso, mas pelos seus "romances de grande força emocional, que revelam o abismo da nossa ilusória sensação de ligação ao mundo", como explicou Sara Danius, secretária permanente da Academia perante uma audiência que reagiu de forma morna, e a desilusão de todos os que antecipavam que este ano o prémio seria para um dos eternos nobelizáveis, como Philip Roth, Joyce Carol Oates, Ismaïl Kadaré, Javier Marías ou António Lobo Antunes. Como se Kazuo Ishiguro não fosse suficientemente sonante para que o Nobel da Literatura recuperasse das polémicas anteriores. (...)

 

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 Expresso | por Margarida Mota | 1927-2014 |

 

 

Vão ser anos de solidão

 

Nasceu na Colômbia e morreu no México. Gabriel García Márquez, Nobel da Literatura em 1982, sofria de problemas respiratórios há vários anos. Esta quinta-feira, aos 87 anos, já não resistiu. Vão ser anos de solidão: não haverá mais livros novos dele para nos acompanhar. Como não houve nos últimos 10 anos. 

Em março, Gabriel García Márquez tinha estado hospitalizado durante nove dias, na sequência de uma infeção pulmonar e problemas urinários. Estava convalescente em casa desde 8 de abril.

Tratado carinhosamente por "Gabo", ultrapassou um cancro linfático, diagnosticado em 1999. Segundo o jornal colombiano "El Nuevo Siglo", a última aparição pública foi a 6 de março, data do seu aniversário. Assomou à porta de casa, na cidade do México, para saudar admiradores e jornalistas. Segundo o jornal colombiano "El Nuevo Siglo", recebeu flores e pastéis e cantou com os repórteres que o visitavam. (...)

 

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| André Marques / Observador | por Rita Cipriano |

 

O Nobel da Literatura fechou a primeira noite do FOLIO, o festival literário de Óbidos. Numa entrevista conduzida por José Mário Silva, Naipaul falou do sofrimento que muitas vezes a escrita envolve.

 

“Não sei se era isto que querias saber…”

A resposta foi dada vezes sem conta. Aos 84 anos, V.S. Naipaul não ganhou um novo amor pelas entrevistas, muito pelo contrário. Continua a detestá-las tanto quanto detestava há 59 anos, quando lançou o primeiro livro, The Mystic Masseur. E o jornalista José Mário Silva, a quem coube conduzir a entrevista desta quinta-feira no FOLIO, sabia disso. Sentado na ponta de uma mesa estreita, parecia inseguro e a voz saia-lhe trémula. Não é que tivesse “feito um voto de silêncio” como o pai de Willie Somerset, personagem do romance de Naipaul Uma Vida Pela Metade, que fez questão de lembrar. Não, José Mário Silva estava apenas “sem palavras” por estar perante uma “figura como Vidiadhar Surajprasad Naipaul”.

 

V.S. Naipaul nasceu em 1932 em Trinidad e Tobago. Ansioso por se libertar da prisão que considerava ser a sua própria família, saiu de Trinidad assim que pôde, instalando-se em Inglaterra. Estudou em Oxford e trabalhou como jornalista para a BBC. Foi nos estúdios do canal de televisão que começou a escrever o primeiro livro, The Mystic Masseur, lançado em 1957, quando tinha 25 anos. Foi armado cavaleiro pela Rainha Isabel II em 1999 e recebeu o Prémio Nobel da Literatura dois anos depois, em 2001. Escreveu 30 livros de ficção, não-ficção e ensaios, muitas vezes sobre personagens isoladas, residentes num país que lhes é estranho. (...)

 

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José Saramago

12.07.16

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 Foto de Andre Kosters/LUSA | Observador | José Saramago morreu a 18 de junho de 2010, em Lanzarote, onde vivia com Pilar del Río |

 

Cinco anos após a morte, ainda há Saramago por descobrir

 

por Sara Otto Coelho (18.06.2015)


No dia em que passam cinco anos sobre a morte do Nobel da Literatura, publicam-se notas inéditas sobre "Ensaio sobre a Lucidez". E Pilar del Río descobriu uma peça de teatro. Achava que conhecia tudo?

 

Pilar del Río mata o mistério. “Não há mais romances inéditos” de José Saramago, disse em entrevista ao Observador, na véspera de se completarem cinco anos desde a morte do Nobel português da Literatura. O que não quer dizer que não existam textos ainda guardados à espera de serem lidos pela primeira vez por olhos curiosos. Esta quinta-feira, a Fundação José Saramago publica um número especial da revista Blimunda, dedicado à memória do escritor que morreu na ilha espanhola de Lanzarote, a 18 de junho de 2010, com notas inéditas que mostram como nasceu Ensaio sobre a Lucidez.

 

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O romancista francês Patrick Modiano é o vencedor do Nobel da Literatura deste ano. Para justificar a decisão, a Real Academia de Artes Sueca diz, em comunicado, apenas uma frase: “pela arte da memória com que ele evocou o mais incompreensível dos destinos humanos e pôs a descoberto da vida no mundo da ocupação”. [...] Considerado um dos mais importantes escritores franceses e autor de uma vasta obra, Patrick Modiano foi distinguido recentemente com o Grande Prémio Nacional das Letras e com o Prémio Margerite-Duras. Editado em Portugal pela "Grandes Autores", "O Horizonte" é o seu romance mais recente.

 

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Imagem: Ionline





Prémio Nobel da Literatura de 2013 para Alice Munro, mestre na escrita de contos e, por isso mesmo, considerada a "Tchekov canadiana". Tem seis livros publicados em Portugal, na Editora Relógio d'Água. Pode ler a notícia do Jornal I, aqui >> .

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Imagem: Sicnoticias




Mo Yan é o escritor chinês a quem foi hoje atribuído o Prémio Nobel da Literatura. 

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(Andrei Romanenko/Wikimedia Commons)
 
O poeta sueco Tomas Tranströmer é o Prémio Nobel da Literatura de 2011, anunciado hoje em Estocolmo pela Academia Sueca.


Tomas Tranströmer escreve sobre a morte, a história, a memóra e é conhecido pelas suas metáforas. É um poeta que tem uma produção pequena, "não é prolixo", disse no final do anúncio o secretário da Academia, o historiador Peter Englund, embora esteja traduzido em várias línguas.
Ler mais no Público, 6 outubro  >>

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Imagem: Substantivo Plural
Mario Vargas Llosa é o vencedor do Prémio Nobel da Literatura 2010.
 
Uma distinção que vem reconhecer a vitalidade e qualidade de um autor pertencente a um universo literário, o latino-americano, já com diversos escritores galardoados com o Nobel:
 
Gabriela Mistral - 1945, Chile
Juan Ramón Jiménez - 1956, Venezuela
Miguel Angel Asturias - 1967, Guatemala
Pablo Neruda - 1971, Chile
Gabriel Garcia Marquez - 1982, Colômbia
Octavio Paz - 1990, México
Mario Vargas Llosa - 2010, Perú
 
Ler mais em:
The Nobel Prize in Literature 2010 >>
Mario Vargas Llosa >>

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[Foto: yüting (creative commons)]

 

Um belíssimo apanhado de Herta Müller, a escritora nascida romena e naturalizada alemã, que ganhou o Nobel da Literatura 2009.

 

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                  Nobelprize.org

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