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 Ensina RTP |

 

As primeiras experiências de radiodifusão, feitas por Marconi em 1894, abriram caminho para as inúmeras emissões Rádio dos nossos dias. Em Portugal no ano 1923 foi criada a Sociedade Portuguesa de Amadores de Telefonia sem Fio, precursora das rádios de hoje.

 

Em Portugal as experiências com este novo meio começaram nos anos 20 do século passado. Em 1935 nasceu a Emissora Nacional de Radiodifusão, atual Antena 1. Um ano mais tarde começam as emissões experimentais da Rádio Renascença.

Após a revolução de 25 de Abril de 1974, são nacionalizadas todas as rádios em Portugal, com excepção da Rádio Renascença.

Em 1976 a Emissora Nacional passa a chamar-se Rádio Difusão Portuguesa (RDP). Desde então muitas outras rádios foram criadas em Portugal, e passaram também a ocupar um lugar importante nas emissões pela internet.

Fica a saber a história da rádio em Portugal num minuto.

 

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O projeto A Aventura de Aprender é um espaço de encontro e intercâmbio à volta das aprendizagens para descobrir que práticas, atmosferas, espaços e agentes fazem funcionar as comunidades; os seus porquês e os seus comos ou por outras palavras, os seus anseios e regras.

 

Este projeto parte de pressupostos mínimos e fáceis de formular. O primeiro tem a ver com a convicção de que o conhecimento é uma empresa colaborativa, coletiva, social e aberta. O segundo abraça a ideia de que há muito conhecimento que não surge intramuros da academia ou de qualquer das instituições canónicas especializadas na sua produção e difusão. E por último, o terceiro milita a favor de que o conhecimento é uma atividade mais de fazer que de pensar e menos argumentativa que experimental. (...)

 

Este guia didático tem por objetivo favorecer a criação de um projeto colaborativo que ligue a atividade das aulas com o que ocorre fora do recinto escolar.

 

Sem aprendizagem não há aventura, já que as tarefas de aprender e produzir são cada vez mais inseparáveis das práticas associadas ao partilhar, colaborar e cooperar. (...)

 

***

 

Quando se fala de meios de comunicação, só imaginamos infraestruturas complexas e poderosas que dispõem de edifícios, oficinas, maquinaria especializada, tecnologia avançada, uma grande equipa humana e técnica, um departamento de marketing e publicidade...

Educaram-nos na ideia de que só é possível criar uma televisão, uma rádio ou um jornal se se tiver muito dinheiro. Ora, como se demonstra neste guia, isto não é bem assim… (...)

 

Tradução livre e com ligeiras alterações a partir do guia, em espanhol.

 

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 por Manuel Pinto | fonte: Renascença |

 

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media.

 

Num dos encontros desta quadra festiva, conversava-se sobre a “onda de notícias falsas” que invadiu as redes e media sociais. Uma adolescente que seguia a conversa, mas ouvia mais do que falava, fez, a dada altura a pergunta que ninguém se tinha ainda lembrado de fazer: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”.

 

Recentemente, o presidente Barack Obama observava, sobre este fenómeno: “Se não formos sérios sobre os factos e sobre o que é verdade e o que não é (…) então temos aí um problema. Se tudo for a mesma coisa e não se estabelecerem distinções, então não saberemos o que é de preservar e aquilo por que lutar”.

 

E temos, de facto, um problema quando, como nas recentes eleições norte-americanas, vemos notícias falsas suplantarem, em repercussão, as verdadeiras.

 

Há medidas que devem ser tomadas pelos próprios media. Mas nada garante, que essas medidas tenham o alcance necessário, porque se ficarão inevitavelmente pelo lado mais imediato e óbvio, deixando de parte as mentiras oficiais ou oficiosas, as meias-verdades e, não menos, importante, os silêncios interessados, quando não a censura despudorada. E isto está, por vezes, mais presente nos grandes media do que nos media sociais.

 

É (também) por isso que se torna crucial desenvolver iniciativas sistemáticas e abrangentes que respondam à pergunta do adolescente que, sem querer, motivou este texto: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”

 

Algumas respostas decorrem de perguntas básicas ou mais exigentes: Quais são as fontes da informação? Quem a assina? Há peritos ou especialistas que comentam ou opinam? Quem são? A notícia é dada por outros media ou é um exclusivo? Neste caso, são prestados esclarecimentos sobre os processos de obtenção ou investigação do caso? Quem é beneficiado e quem é prejudicado pela matéria publicada?

 

Relativamente ao meio que veiculou a matéria: trata-se de um meio profissional, de créditos reconhecidos? Existe uma página sobre “quem somos” e/ou com contactos? O endereço da página parece confiável? Uma pesquisa sobre o título da publicação ajuda a esclarecer dúvidas?

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media. Um caminho destes permite detectar corrupção no jornalismo, mas também valorizar a qualidade e o trabalho dos verdadeiros profissionais.

 

Visto aqui.

 

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Terá lugar no dia 21 de janeiro de 2017, o II Encontro Nacional de Educação para os Media, uma iniciativa da Direção-Geral da Educação, coordenada pela Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas, em parceria com o Centro de Competência TIC da Universidade de Aveiro e a Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação. Este Encontro realizar-se-á na Escola Secundária Ferreira de Castro em Oliveira de Azeméis.

Na sequência do Encontro de 2015, este evento tem como objetivo proporcionar um espaço de reflexão e debate sobre esta temática, bem como uma oportunidade de partilha de boas práticas e desenvolvimento profissional, sendo acreditado como Formação de Curta Duração para docentes. Do programa deste evento fazem parte uma Conferência plenária, logo a seguir à sessão de abertura, um painel sobre boas práticas de Educação para os Media suportadas por investigação e, na parte da tarde, sessões paralelas de comunicações breves e Oficinas.

A participação neste Encontro é gratuita mas sujeita a inscrição, dado o número limite de vagas. O evento encontra-se certificado no âmbito das ações de curta duração de acordo com o despacho 5741/2015 de 29 de maio. As inscrições poderão ser realizadas, até ao dia 13 de janeiro, através do preenchimento de um formulário disponível em http://questionarios.dge.mec.pt/index.php/769756/lang/pt.

Para qualquer informação adicional, poderá ser enviada uma mensagem para  edumedia@dge.mec.pt ou consultada a página web do evento em http://erte.dge.mec.pt/ii-encontro-nacional-de-educacao-para-os-media.

 

Visto aqui.

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 Clique na imagem para consultar |

 

"Young Europeans” is a new tool by Eurostat, the statistical office of the European Union, which is primarily designed for young people aged 16-29. It provides the possibility to compare yourself with other young men and women in your country. (...)

 

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 Feedly | RSS do blogue RBE |

 

Feedly é um leitor de noticias RSS para smartphones e tablets. A melhor maneira de seguir os seus blogues favoritos, sítios de notícias, vídeos do youtube, podcasts e revistas. Feedly mostra todas as nossas notícias favoritas num só lugar e rapidamente o conteúdo dos feeds RSS de notícias e blogues se transformam em conteúdos que se carregam rapidamente e pelos quais se navega de forma intuitiva e fácil. É uma experiência próxima da consulta de uma revista personalizada.

 

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  • RSS deste blogue: http://blogue.rbe.mec.pt/data/rss

 

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Download .pdf | Fundação Telefónica - Espanha |

 

O título desta obra Si lo vives, lo compartes, refere-se à necessidade que têm os jovens de contar as suas experiências pessoais e grupais, partilhando fotos, vídeos ou ligações, com as pessoas do seu círculo íntimo, tudo isto em tempo real graças aos dispositivos móveis. (...)

 

Nombre autor: VV.AA.
Fecha: 18-10-2016

 

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 NetPublic |

 

Facebook Live? Cette expression s’est imposée en quelques mois dans le monde du Web en 2016 : il s’agit d’un groupe de fonctionnalités offertes par le fameux réseau social pour diffuser de la vidéo en direct que ce soit via un compte profil Facebook ou une page Facebook.

Facebook Live permet avec simplicité via l’application (en situation de mobilité) et/ou le service en ligne du populaire réseau social numérique non seulement de diffuser de la vidéo et du son en direct mais aussi d’interagir avec les utilisateurs de la plateforme via le système habituel de commentaires…

 

Comment échanger et interagir en mode direct vidéo

Il s’agit là d’une nouvelle façon de concevoir l’échange avec des internautes et mobinautes que ce soit pour un projet de communication et/ou de marketing aussi bien pour une entreprise, une institution, une association ou un groupe projet.

 

Facebook direct : Mode d’emploi

Pour maîtriser Facebook Live, acquérir des connaissances et des compétences quant à l’usage de la vidéo en direct sur ce réseau social numérique, rien de mieux qu’un mode d’emploi.

Le blog Webmarketing & Com a proposé dès septembre 2016, un guide complet de Facebook Live en 7 parties afin de mieux saisir les subtilités de l’outil mais également dans un souci d’optimisation de l’utilisation de la vidéo en direct sur Facebook.

Exemples, stratégies et bonnes pratiques constituent ce dossier complet pour utiliser Facebook Live :

 

Guide complet en 7 parties pour se lancer sur Facebook Live

Le guide complet pour se lancer sur Facebook Live (1re partie),

Comment lancer son Facebook Live (2e partie),

Facebook Live : Comment bien optimiser ses vidéos pour augmenter leur viralité (3e partie),

5 idées de contenus sur Facebook Live pour booster votre marketing et votre communication (4e partie),

Facebook Live : Donnez plus de vie à votre Live (5e partie),

Facebook Live : Les outils indispensables pour réussir votre Facebook  Live (6e partie),

Facebook Live : Monétisez vos vidéos Facebook Live (7e partie).

 

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La innovación pendiente from Ineverycreamx on Vimeo.

 

Comparto esta entrevista realizada por @ineverycrea en #BETTLatam además de un extracto de la entrevista publicada en la Revista Mexicana de la Comunicación (@MexComunicacion). Ambas entrevistas giran en torno a la nueva publicación de acceso abierto: “La Innovación Pendiente: Reflexiones (y Provocaciones) sobre educación, tecnología y conocimiento“.

 

Es fácil pensar que la irrupción de nuevos gadgets como las tabletas y los smartphones puede ayudar en los salones de clases. Y en parte es verdad. El problema es que muchas veces las políticas educativas solo se centran en dichas tecnologías dejando de lado lo más sustancial: La era digital ha cambiado los usos sociales, las formas de aprender y las formas de generar conocimiento. La educación que realmente coadyuve a generar una sociedad del conocimiento tiene como gran pendiente innovar en la forma de evaluar a los alumnos.

 

En entrevista para RMC, Cristóbal Cobo habla sobre el concepto de la sociedad del conocimiento, los retos de América Latina en materia de educación y su más reciente libro La innovación pendiente. Reflexiones sobre educación, tecnología y conocimiento. Se trata de uno de los académicos que más ha ahondado en la coyuntura de estos tres elementos. Sus libros Aprendizaje Invisible. Hacia una nueva ecología de la educación y Planeta Web 2.0. Inteligencia colectiva o medios fast food son libros de referencia en el campo. (...)

 

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