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 14 outubroInscrição obrigatória |


O Media Smart
 com a Universidade Católica realiza no próximo dia 14 de Outubro, entre as 9:00 às 13:00 no Anfiteatro A3, no Campus da UCP, em Lisboa um Seminário sobre a importância da Imagem Corporal e da Auto Estima em Crianças e Adolescentes.

 

Este seminário visa ajudar professores e educadores a lidarem com uma problemática sensível relacionada com o impacto que a publicidade e os media têm sobre os jovens, e sobre a forma como eles se percebem a si mesmos e aos seus corpos

 

Destinatários – docentes dos JI e 1º, 2º e 3º Ciclos do ensino básico


Local: Anfiteatro A3, no Campus da UCP, em Lisboa

 

 

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 Fonte | por Laura Fleming | Edutopia |

 

A hashtag can help you create a community within and around your school library, as well as help you widen your reach beyond the school.

 

It was once known as the pound sign, but in the Digital Age # has been rebranded as the universal symbol known as the hashtag. Use of the hashtag dates back to 1988 and Internet Relay Chat (IRC) where it was used to categorize items and content into groups. Although just one simple character, the hashtag has proven to be one of the most powerful digital tools out there and is recognized globally. That’s why you should create a hashtag for your school library -- as a way to communicate with your community and extend your reach beyond your school.

 

Social media offers almost limitless opportunities to connect with people all around the world. But how do we know where to go to find people with similar goals and interests? The hashtag has been adopted by the social networks Twitter, Instagram, Facebook, Google+, Pinterest, and more. It enables groups of people who use these platforms to find like-minded people. Hashtags have become ubiquitous, and we now see them everywhere -- on screens, in businesses, and even in our schools.

The hashtag and other tools have allowed even the most connected schools to break out of their digital silos and tell their stories to audiences beyond just those who follow them on a specific social media platform. For example, two school hashtags that I follow are #leydenpride (the hashtag for Leyden High School District 212 in Illinois) and #engage109 (the hashtag for Deerfield Public School District 109, also in Illinois). It was because of their hashtags that I learned of the amazing, innovative things taking place in these two districts, and so it was from them that I learned the power of the hashtag as well. Now I follow both hashtags regularly even though I am not part of either school community.

Why Have a Hashtag?

As a thought partner for the Future Ready Librarians initiative, I know firsthand how important leading and learning with social media are for a modern-day librarian. As more and more libraries move into the Digital Age, many are turning to social media as a way to create a positive brand presence and to promote their library programs and resources. In addition to having a presence on social media platforms, there is value in creating a hashtag for your school’s library, including allowing you to expand your library’s reach. School librarians are well positioned to lead the charge of these digital efforts.

 

 

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Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho,  são os autores do livro que a Direção-Geral da Educação acaba de lançar em edição digital: “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

 

A publicação oferece aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a lecionação dos Media na sala de aula.

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 Ensina RTP |

 

As primeiras experiências de radiodifusão, feitas por Marconi em 1894, abriram caminho para as inúmeras emissões Rádio dos nossos dias. Em Portugal no ano 1923 foi criada a Sociedade Portuguesa de Amadores de Telefonia sem Fio, precursora das rádios de hoje.

 

Em Portugal as experiências com este novo meio começaram nos anos 20 do século passado. Em 1935 nasceu a Emissora Nacional de Radiodifusão, atual Antena 1. Um ano mais tarde começam as emissões experimentais da Rádio Renascença.

Após a revolução de 25 de Abril de 1974, são nacionalizadas todas as rádios em Portugal, com excepção da Rádio Renascença.

Em 1976 a Emissora Nacional passa a chamar-se Rádio Difusão Portuguesa (RDP). Desde então muitas outras rádios foram criadas em Portugal, e passaram também a ocupar um lugar importante nas emissões pela internet.

Fica a saber a história da rádio em Portugal num minuto.

 

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O projeto A Aventura de Aprender é um espaço de encontro e intercâmbio à volta das aprendizagens para descobrir que práticas, atmosferas, espaços e agentes fazem funcionar as comunidades; os seus porquês e os seus comos ou por outras palavras, os seus anseios e regras.

 

Este projeto parte de pressupostos mínimos e fáceis de formular. O primeiro tem a ver com a convicção de que o conhecimento é uma empresa colaborativa, coletiva, social e aberta. O segundo abraça a ideia de que há muito conhecimento que não surge intramuros da academia ou de qualquer das instituições canónicas especializadas na sua produção e difusão. E por último, o terceiro milita a favor de que o conhecimento é uma atividade mais de fazer que de pensar e menos argumentativa que experimental. (...)

 

Este guia didático tem por objetivo favorecer a criação de um projeto colaborativo que ligue a atividade das aulas com o que ocorre fora do recinto escolar.

 

Sem aprendizagem não há aventura, já que as tarefas de aprender e produzir são cada vez mais inseparáveis das práticas associadas ao partilhar, colaborar e cooperar. (...)

 

***

 

Quando se fala de meios de comunicação, só imaginamos infraestruturas complexas e poderosas que dispõem de edifícios, oficinas, maquinaria especializada, tecnologia avançada, uma grande equipa humana e técnica, um departamento de marketing e publicidade...

Educaram-nos na ideia de que só é possível criar uma televisão, uma rádio ou um jornal se se tiver muito dinheiro. Ora, como se demonstra neste guia, isto não é bem assim… (...)

 

Tradução livre e com ligeiras alterações a partir do guia, em espanhol.

 

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 por Manuel Pinto | fonte: Renascença |

 

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media.

 

Num dos encontros desta quadra festiva, conversava-se sobre a “onda de notícias falsas” que invadiu as redes e media sociais. Uma adolescente que seguia a conversa, mas ouvia mais do que falava, fez, a dada altura a pergunta que ninguém se tinha ainda lembrado de fazer: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”.

 

Recentemente, o presidente Barack Obama observava, sobre este fenómeno: “Se não formos sérios sobre os factos e sobre o que é verdade e o que não é (…) então temos aí um problema. Se tudo for a mesma coisa e não se estabelecerem distinções, então não saberemos o que é de preservar e aquilo por que lutar”.

 

E temos, de facto, um problema quando, como nas recentes eleições norte-americanas, vemos notícias falsas suplantarem, em repercussão, as verdadeiras.

 

Há medidas que devem ser tomadas pelos próprios media. Mas nada garante, que essas medidas tenham o alcance necessário, porque se ficarão inevitavelmente pelo lado mais imediato e óbvio, deixando de parte as mentiras oficiais ou oficiosas, as meias-verdades e, não menos, importante, os silêncios interessados, quando não a censura despudorada. E isto está, por vezes, mais presente nos grandes media do que nos media sociais.

 

É (também) por isso que se torna crucial desenvolver iniciativas sistemáticas e abrangentes que respondam à pergunta do adolescente que, sem querer, motivou este texto: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”

 

Algumas respostas decorrem de perguntas básicas ou mais exigentes: Quais são as fontes da informação? Quem a assina? Há peritos ou especialistas que comentam ou opinam? Quem são? A notícia é dada por outros media ou é um exclusivo? Neste caso, são prestados esclarecimentos sobre os processos de obtenção ou investigação do caso? Quem é beneficiado e quem é prejudicado pela matéria publicada?

 

Relativamente ao meio que veiculou a matéria: trata-se de um meio profissional, de créditos reconhecidos? Existe uma página sobre “quem somos” e/ou com contactos? O endereço da página parece confiável? Uma pesquisa sobre o título da publicação ajuda a esclarecer dúvidas?

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media. Um caminho destes permite detectar corrupção no jornalismo, mas também valorizar a qualidade e o trabalho dos verdadeiros profissionais.

 

Visto aqui.

 

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Terá lugar no dia 21 de janeiro de 2017, o II Encontro Nacional de Educação para os Media, uma iniciativa da Direção-Geral da Educação, coordenada pela Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas, em parceria com o Centro de Competência TIC da Universidade de Aveiro e a Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação. Este Encontro realizar-se-á na Escola Secundária Ferreira de Castro em Oliveira de Azeméis.

Na sequência do Encontro de 2015, este evento tem como objetivo proporcionar um espaço de reflexão e debate sobre esta temática, bem como uma oportunidade de partilha de boas práticas e desenvolvimento profissional, sendo acreditado como Formação de Curta Duração para docentes. Do programa deste evento fazem parte uma Conferência plenária, logo a seguir à sessão de abertura, um painel sobre boas práticas de Educação para os Media suportadas por investigação e, na parte da tarde, sessões paralelas de comunicações breves e Oficinas.

A participação neste Encontro é gratuita mas sujeita a inscrição, dado o número limite de vagas. O evento encontra-se certificado no âmbito das ações de curta duração de acordo com o despacho 5741/2015 de 29 de maio. As inscrições poderão ser realizadas, até ao dia 13 de janeiro, através do preenchimento de um formulário disponível em http://questionarios.dge.mec.pt/index.php/769756/lang/pt.

Para qualquer informação adicional, poderá ser enviada uma mensagem para  edumedia@dge.mec.pt ou consultada a página web do evento em http://erte.dge.mec.pt/ii-encontro-nacional-de-educacao-para-os-media.

 

Visto aqui.

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 Clique na imagem para consultar |

 

"Young Europeans” is a new tool by Eurostat, the statistical office of the European Union, which is primarily designed for young people aged 16-29. It provides the possibility to compare yourself with other young men and women in your country. (...)

 

Ler mais >>

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