Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



blogue Letra pequena, de Rita Pimenta

Ninguém deixa a Inês vestir-se de azul, mas ela quer ir bonita à festa do Ricardo. É mais um Livro para Escutar do Letra Pequena, contado pelo autor, António Mota. (Também pode ser escutado e visto no site do Público.)

 

O conto que deu título ao livro Histórias às Cores foi lido no estúdio do PÚBLICO. Nesta história fala-se de uma menina que foi convidada para ir à festa de anos do Ricardo. “Ela gostava muito do Ricardo, queria ir muito bonita.” Mas as amigas não concordaram com a cor da roupa que Maria Inês queria usar: azul. Afinal, as cores também se discutem.

 

Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?

Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?

 

José Saramago

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

O livro Era Uma Vez Uma Raiva veio de São Paulo. Por isso pediu-se a duas crianças brasileiras que lhe emprestassem a voz e o sotaque para mais um Livros para Escutar. Os irmãos Maria Clara Amaral, de nove anos, e Enzo Amaral, de 13, leram o livro de Blandina Franco e José Carlos Lollo.

 

Já se tinha escrito sobre ele no Letra pequena e na página Crianças da edição do Público de 14 de Janeiro.

 

Texto reproduzido da fonte com adaptações.

 

Conteúdo relacionado:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

livros.png

 Letra pequena de Rita Pimenta | blogues | Público

… mas não substituem a leitura em papel. Convidamos autores, ilustradores, tradutores e às vezes as respectivas proles para nos emprestarem a voz. Basta clicar na capa de cada um dos livros e ver o que acontece. (Se não acontecer nada, experimente mudar de browser. Se não resultar, envie-nos um comentário a reclamar.)

 

Nas versões mais antigas, só gravávamos as vozes. Nas mais recentes, a começar no livro Eu Acredito, de David Machado e Alex Gozblau, já filmámos as leituras. Mas as ilustrações estiveram sempre lá. Ou seja, cá. (...)

 

Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

pnl.png

 PNL

 

O Plano Nacional de Leitura disponibiliza uma biblioteca de livros digitais para as seguintes faixas etárias:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

viaje.png

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assim trabalham as escolas mais inovadoras do mundo.

Nome do autor: Alfredo Hernando
Data: 02-02-2016

Descrição:

As tecnologias da informação estão a transformar a educação, configurando novos modos de trabalho na aula, de pesquisa de informação e de aprendizagem colaborativa, para o que são necessárias novas competências. Viaje a la escuela del siglo XXI é um guia para exploradores de inovações educativas no qual Alfredo Hernando nos ajuda a descobrir as escolas mais inovadoras do mundo. Para além de nos dar a conhecer novas metodologias educativas, este livro pretende encorajar o leitor para que seja ele mesmo a fazer a sua própia viagem rumo à inovação através de 80 ações concretas.

Fonte.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

labcom.png

 

 

 

 

 

 

O Laboratório de Comunicação On-line (Labcom) da Universidade da Beira Interior, na  Covilhã, disponibiliza em PDF, gratuitamente, todas as suas publicações, dedicadas ao campo dos media e da comunicação. O projeto editorial intitula-se Livros Labcom e apresentas as seguintes coleções: estado da arte, teorias da comunicação, pesquisas em comunicação, jornalismo, cinema e multimédia, e comunicação estratégica.

Autoria e outros dados (tags, etc)

guiadeportugal.png

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) lançou, no início deste mês, a sua primeira edição em formato ebook, o Guia de Portugal.

Concebido por Raul Proença, o Guia de Portugal foi originalmente editado em cinco volumes, divididos em oito tomos, entre 1924 e 1969, e pretende ser simultaneamente um minucioso roteiro do país, um repertório artístico e uma obra de sóbria literatura descritiva. O histórico registo aborda Portugal de norte a sul, com textos de autores como Afonso Lopes Vieira, António Sérgio, Aquilino Ribeiro, Jaime Cortesão, Júlio Dantas, Raúl Brandão, Reynaldo dos Santos, Egas Moniz, Eugénio de Castro, João de Barros, Orlando Ribeiro, Vergílio Correia, Vitorino Nemésio, José Régio, Miguel Torga e Raúl Lino, que também foi responsável pela imagem gráfica do Guia. (...)

Os vários tomos, agora disponíveis em ebook, podem ser comprados ou alugados, por períodos de 3, 60 ou 180 dias, nos sites ebooks.gulbenkian.pt e www.montra.gulbenkian.pt e são compatíveis com qualquer dispositivo com acesso à internet e a um browser, seja um telefone, tablet ou computador, com preços que variam entre 1€ e 9€.

 

O plano de edições digitais da FCG prevê a publicação de um conjunto de 26 obras onde se incluem autores como Ájax, Sófocles, Anthony Giddens, Agustina Bessa-Luís e Eduardo Lourenço.

Autoria e outros dados (tags, etc)

sr empreende.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Betweien, uma empresa que surgiu a partir da Universidade do Minho,  oferece uma das suas edições digitais,  O senhor empreendedorismo,  a todas as bibliotecas escolares que manifestem interesse em o receber. 

Os professores bibliotecários que quiserem fazer a encomenda gratuita do referido e-book podem fazê-lo, até 25 de dezembro, utilizando a hiperligação para o efeito, aqui >>.

O senhor empreendedorismo é a primeira obra de Narciso Moreira e conta com o prefácio de António Câmara.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

image.jpg

«[...] Hasta hace poco, un libro solo nos pedía un poco de tranquilidad y tiempo para leerlo, pero parece que internet nos ha vuelto más impacientes y nos ha quitado capacidad de concentración. ¿Cree que la tecnología está alterando el proceso de la lectura? Creo que no. Es cierto que hay estas escuelas de opinión que dicen que supuestamente estamos más distraídos, que no nos concentramos, que no profundizamos. Yo, en cambio, creo que simplemente estamos generando nuevos hábitos de lectura. A lo largo de la historia de la humanidad, siempre que ha aparecido un nuevo formato o soporte se han dicho todo tipo de herejías en su contra. Sucedió con la aparición de la imprenta e incluso con los primeros pergaminos. Esta nueva manera de leer en pantallas es muy diferente a la lectura lineal en papel. Nos permite saltar de pantalla en pantalla, de enlace en enlace, de un texto a un audio y de un audio a un vídeo… pero la verdad es que todavía no hemos aprendido a leer correctamente de esa manera, seguimos aún con hábitos de lectura de la tecnología papel (el papel para mí es una tecnología). Pero vamos a leer completamente igual en cuanto a profundización, análisis y desde el punto de vista de la comprensión. Lo que pasa es que hay que volver a aprender esta nueva forma de lectura.

[...] ¿El libro en papel impreso va camino de convertirse en un artículo de coleccionista? Yo creo que sí. Va a ser un artículo de coleccionista y lo estamos viendo en formatos similares como periódicos en papel. Yo cada vez leo menos periódicos en papel, aunque me siga gustando. La experiencia de lectura de un periódico de papel para aquellas personas que lo hemos disfrutado es muy agradable, muy amable. Pero es que en Twitter estás teniendo la última actualización de aquello que estás leyendo en papel. Lo mismo va a pasar con los libros en papel. Seguirán existiendo, pero no van a tener presencia dominante en la sociedad. La mayoría de personas leeremos en pantallas todo tipo de contenidos, como novela, no ficción, poesía o ensayo y de vez en cuando leeremos libros en papel. A mí, por ejemplo, la lectura en pantalla de una novela gráfica todavía no me satisface. Leer un ensayo, una novela en pantallas me parece idóneo. No echo de menos el papel para nada. Además puedo hacer un montón de cosas, como ampliar letra, subrayar, tomar notas o llevar esas notas a otro lado para utilizarlas para un artículo. Le veo mil ventajas. Pero a la novela gráfica, no. Pierde mucho en pantalla. Va a ser eso. Los dos formatos van a convivir durante un tiempo pero, cada día más, veremos como el peso dominante de la lectura en pantallas se irá comiendo la lectura en papel y no hay más que bajar al metro de ciudades como Madrid, Barcelona o Bilbao y ver cada vez más gente leyendo en móviles, pantallas, tabletas, que personas con un periódico o libro de papel.»

 

Ler mais em BUMAYÉ >>

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter





Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D