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por Cristóbal Cobo

 

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 por Vítor Tomé - CIAC - Universidade do Algarve Download |

 

Redes sociais: perceções de aprendizagem em ambiente formal, não‑formal e informal por parte de jovens, seus encarregados de educação e seus professores 

 

Resumo

 As redes sociais online (RSO) são ferramentas com potencial no desenvolvimento da literacia digital, focada na aquisição de competências técnicas, de análise crítica e de práticas de formação, contextualmente situada em contextos de aprendizagem formal e informal complementares.

 

Apresentamos neste artigo os resultados de uma investigação que visou compreender se há condições para concretizar o potencial das RSO, pelo que inquirimos jovens portugueses (10‑16), seus professores e encarregados de educação (EE), a que se seguiram entrevistas de grupos focais e entrevistas semiestruturadas, seguindo o design dos métodos mistos.

 

Os professores reconhecem potencial pedagógico às RSO, mas consideram, tal como os alunos e os EE, que a aprendizagem com recurso às RSO ocorre sobretudo no contexto informal, que veem como quase estanque em relação ao formal, não se sentindo preparados para os integrar no caso específico das RSO.

 

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No dia 30 de novembro decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian a apresentação pública e a "entrega" do projeto MILD (Manual de Instruções para a Literacia Digital) à Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Do evento destacamos a conferência de Cristóbal Cobo.

Numa sucessão de narrativas curtas, sustentadas por dados quantitativos, mostrou o poder que as histórias continuam a ter, seduzindo por completo a plateia. Falou da sociedade, da tecnologia e de multiliteracias.

 

Deixamos aqui os últimos vinte minutos da sua conferência.

  

 

Blogue: e-rgonomic

Cristóbal Cobo no Twitter: https://twitter.com/cristobalcobo

C. Cobo no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/ccobo/

 

***

 

Daniel Cassany marcou presença no evento. Falou do seu papel e consequente contributo na construção do MILD.

 

Web pessoal de Daniel Cassany

Internet en el aula | Rede social docente

10 chaves para ensinar a interpretar | Daniel Cassany 

 

***

 

A experiência do MILD em contexto escolar | Carlos Pinheiro

 

 

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A aprendizagem da leitura e da escrita começa muito antes da escolaridade formal, através dos contactos diários que a criança vai tendo com a linguagem escrita, nomeadamente em contexto familiar.

 

O envolvimento em práticas de literacia permite à criança desenvolver, desde muito cedo e de forma contínua, um conjunto de conhecimentos, atitudes e competências relativas à linguagem escrita que antecedem e preparam a aprendizagem formal da leitura e da escrita e que se denomina Literacia Emergente.

 

As novas orientações curriculares para o pré-escolar são muito claras nas propostas que fazem para o desenvolvimento da literacia emergente quer em contexto de sala quer na articulação com as famílias.

 

Não se querendo escolarizar o pré-escolar, é fundamental que os educadores-de-infância sejam capazes de intencionalmente identificar oportunidades para que, de modo contextualizado, lúdico e significativo para a criança, esta possa desenvolver estas competências, de que faz parte a motivação para aprendizagem da leitura e da escrita.

 

Também os professores de 1.º ciclo deverão estar a par do processo de descoberta e aquisição da leitura e da escrita, já que as competências de literacia emergente não remetem para a ideia de pré-requisitos, pelo contrário, baseiam-se na certeza de que o desenvolvimento da literacia se faz de forma continua e que beneficia de uma maior articulação e congruência entre as experiencias de aprendizagem no pré-escolar e no 1.º ciclo.

 

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jornais.png

 por Ingrid Mosquera Gende | Fonte |


Podemos destacar duas formas essenciais de usar os jornais na aula. Por um lado, mediante a leitura, manipulação e trabalho com jornais existentes e, por outro lado, mediante a criação de jornais por parte dos alunos. Duas atividades complementares que podem ser tratadas individualmente, dadas as possibilidades que permitem.

 

jornal como instrumento de trabalho ou recurso didático serve para desenvolver uma aprendizagem global e transversal, podendo englobar, como veremos, distintos assuntos e levando a que os estudantes sejam capazes de observar a realidade desde diferentes pontos de vista, assim como refletir, igualmente, sobre a objetividade e a subjetividade das informações. A quantidade de atividades que podem realizar-se a partir dele são muito variadas.

 

Portanto, centrando a nossa atenção na introdução dos jornais na aula, talvez a primeira pergunta que pode surgir é que jornais utilizar e em que idades começar com este tipo de atividades. (...)

 

Ler mais >>

 

Guía básica para utilizar el periódico como recurso didáctico en el aula

Guía básica para utilizar el periódico como recurso didáctico en el aula. (2017). El Blog de Educación y TIC. Retrieved 17 October 2017, from http://blog.tiching.com/guia-basica-utilizar-periodico-recurso-didactico-aula/

 

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Competencias de YALSA para bibliotecarios que trabajan con los
jóvenes: Los adolescentes se merecen lo mejor. Chicago: Yalsa, 2010

 

Yalsa ([Associação de Serviços Bibliotecários para Jovens] ) desenvolveu este conjunto de competências a primeira vez em 1981, foram revistos em 1998, em 2003 e novamente em 2010. Essas competências podem ser usadas como indicadores de avaliação, como uma ferramenta para melhorar o serviço, como base para o desenvolvimento do programa de estudos bibliotecários escolares, tanto num ambiente de formação de pessoal, como um conjunto de diretrizes para usar ao falar sobre a importância de serviços de biblioteca, para os adolescentes.

 

Outros recursos de interesse para as bibliotecas escolares e jovens

 

Traduzido do espanhol, com adaptações.

Visto aqui.

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UNESCO.png

El programa de Comunicación e Información. [e-Book] Paris, Unesco. 

 

Prólogo

El mundo cambia rápidamente y surgen nuevos desafíos que afectan la capacidad de nuestras sociedades para crecer y prosperar. Sin embargo, para enfrentar estos desafíos en constante aumento asistimos a una creciente movilización humana y a un compromiso renovado por parte de las organizaciones internacionales como la UNESCO, que actúan para fomentar el desarrollo sostenible y ayudar a las personas a alcanzar sus aspiraciones y esperanzas.

 

Para ello ha sido necesario concentrarse en la edificación de sociedades del conocimiento sólidas en las que los ciudadanos tengan un acceso libre e igual a la información y al conocimiento, y puedan utilizarlas para liberar el potencial económico y social en cualquier parte del mundo, incluso en el pueblo más remoto de la montaña más alta. En estas sociedades, los estudiantes e investigadores tienen acceso al material educativo y a la investigación científica; las personas con discapacidad no se quedan fuera de la autopista de la información; las mujeres y las niñas se empoderan para crear la nueva generación de aplicaciones TIC que se utilizarán para luchar contra los males sociales que nos acechan; el conocimiento se preserva para las generaciones futuras; los ciudadanos tienen la libertad de expresarse en línea y fuera de ella; y los periodistas pueden tomar su pluma para difundir la verdad sin temor a represalias.

 

La combinación de estos elementos impulsará la innovación y el desarrollo. La UNESCO se moviliza por todo el planeta para asegurarse de que la edificación de estas sociedades prosiga sin descanso. Desde la fundación de la UNESCO en 1945, millones de personas se han beneficiado de su acción y la han sostenido. Sus voces, que se expresan a lo largo de estas páginas, nos recuerdan que la UNESCO es tan relevante hoy como lo fue a mediados del siglo XX y que sigue transformando vidas y comunidades a través del mundo.

Getachew Engida - Director General Adjunto de la UNESCO

 


(2017). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 21 September 2017, from http://unesdoc.unesco.org/images/002

 

Visto aqui.

 

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 Kids and Family Reading Report, [e-Book]  Scholastic, 2017 | Download |

 

En la celebración del Día Internacional de la Alfabetización, Scholastic tiene una gran noticia: los niños están leyendo.  la encuesta indica que hasta el 86% de los niños  piensan que la lectura es una clave importante para su metas futuras. Además, tanto los niños como los padres mostraron cierto grado de conciencia sobre la diversidad al seleccionar libros, y los hogares desglosados ​​por raza y etnia tuvieron números favorables cuando se trata elegir una amplia variedad de opciones de lectura.

 

En el año 2016, Scholastic, junto a YouGov, llevó a cabo su investigación biannual para explorar las actitudes y los comportamientos en torno a los libros de lectura para niños y familias. Los resultados esta investigación, basados en un muestreo de muestras de 2,718 padres y niños, incluyendo 632 padres de niños de edad 0-5; padres de niños de 6 a 6 años; y de 6 a 17 de la misma vivienda. (...)

 

Ler mais >>

Texto de Julio Alonso Arévalouniversoabierto.org

 

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Dia Internacional da literacia

Uma publicação partilhada por Rede de Bibliotecas Escolares (@rbe_pt) a


 Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização, 8 de setembro de 2017
 

A alfabetização em um mundo digital 

 

As tecnologias digitais permeiam todas as esferas de nossas vidas, moldando essencialmente a forma como vivemos, trabalhamos, aprendemos e nos socializamos. 

 

Essas novas tecnologias estão abrindo novas e vastas oportunidades para melhorar nossas vidas e para que nos conectemos em âmbito mundial – mas elas também podem marginalizar aquelas pessoas que não têm habilidades essenciais, como a alfabetização, necessárias para lidar com elas. 

 

Tradicionalmente, tem-se considerado a alfabetização como um conjunto de habilidades de ler, escrever e contar, aplicadas em um determinado contexto. As sociedades do conhecimento intermediadas digitalmente estão transformando o significado de ser alfabetizado, assim como demandando mais e melhores habilidades de alfabetização. Ao mesmo tempo, em troca disso, a tecnologia pode servir para aprimorar o desenvolvimento da alfabetização. 

 

Isso deve ser compreendido em um contexto mais amplo. Em todo o mundo, 750 milhões de adultos atualmente ainda não têm nem mesmo as habilidades mais básicas de alfabetização. Cerca de 264 milhões de crianças e jovens não se beneficiam da educação escolar. Além disso, pesquisas internacionais mostram que uma expressiva parcela da população de jovens e adultos, em todo o mundo, inclusive nos países desenvolvidos, é deficiente em relação às habilidades digitais básicas necessárias para trabalhar e viver plenamente nas sociedades atuais. Suprir essa falta de habilidades é um imperativo educacional e de desenvolvimento. 

 

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) criam oportunidades para enfrentar esse desafio. Ferramentas digitais podem ajudar a ampliar o acesso à aprendizagem e a melhorar sua qualidade. Elas têm o poder de alcançar os que ainda não foram alcançados, aprimorar o acompanhamento dos progressos da alfabetização, facilitar a avaliação das habilidades e tornar mais eficientes a administração e a governança dos sistemas que desenvolvem tais habilidades. 

 

Para criar e aproveitar novas oportunidades de avanço em direção ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4), sobre educação e aprendizagem ao longo da vida para todos, nós precisamos de ações coletivas. Hoje, parcerias entre os governos, a sociedade civil e o setor privado são essenciais para promover a alfabetização em um mundo digital. Eu vejo a Aliança Global pela Alfabetização (Global Alliance for Literacy), dentro do Marco de Ação da Aprendizagem o Longo da Vida, como um modelo dos esforços concertados de que precisamos para avançar na agenda mundial e para apoiar as iniciativas nacionais de alfabetização. 

 

O Dia Internacional da Alfabetização oferece um momento para revermos os progressos e nos unirmos para enfrentar os desafios futuros. Neste ano, o evento é dedicado à melhor compreensão do tipo de alfabetização que é necessário, em um mundo digital, para se construir sociedades mais inclusivas, igualitárias e sustentáveis. Todos devem ser capazes de aproveitar ao máximo os benefícios da nova era digital, para os direitos humanos, para o diálogo e o intercâmbio, e para um desenvolvimento mais sustentável.  

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Os Recursos Educativos Abertos (REA) fazem referência a materiais de ensino, aprendizagem e investigação em suporte digital de caráter gratuito, pois são publicados com uma licença aberta (Creative Commons) que permite o seu uso, adaptação e redistribuição por outros sem nenhuma restrição ou com restrições limitadas. O fenómeno dos REA é considerado de grande importância e interesse no futuro do ensino e da educação, em todos o níveis de ensino.

 

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