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Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho,  são os autores do livro que a Direção-Geral da Educação acaba de lançar em edição digital: “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

 

A publicação oferece aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a lecionação dos Media na sala de aula.

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Consulte o documento e conheça as iniciativas portuguesas na página 318.

 

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A Rádio Miúdos entrevista o senhor Ministro da Educação.

Onde se fala de livros, leituras e escrita.

 

Aconteceu ontem, dia 20 de abril, no evento de encerramento da 1.ª edição da iniciativa "Miúdos a Votos".

 

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Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação

ISSN: 1980-6949

 

v. 13 (2017): N. Especial - Competência Informacional e Midiática

 

Sumário

Editorial

Elisabeth Adriana Dudziak

PDF

1-3

 

Abordagem Teórica e Interlocuções da MIL

Literacias emergentes em contextos digitais

Rodrigo Eduardo Botelho-Francisco

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4-26

A contribuição das pesquisas em competências infocomunicacionais ao conceito de Media and Information Literacy

Jussara Borges

PDF

27-46

O estado da arte da competência em informação (CoInfo) no Brasil: das reflexões iniciais à apresentação e descrição de indicadores de análise

Regina Celia Baptista Belluzzo

PDF

47-76

 

Educação e Didática para a MIL

O papel das bibliotecas no contexto das Tecnologias Digitais e novas formas de aprendizagem

Regina Garcia de Brito, Valéria Martin Valls

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77-110

Competência Informacional e Midiática no Ensino de Biblioteconomia: Apontamentos para o Contexto Brasileiro

Gabriela Belmont de Farias

PDF PDF

111-135

Bibliotecas Públicas como lócus para a alfabetização midiática e informacional

Alberto Calil Junior

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136-154

As mídias como fonte de informação: aspectos para uma avaliação crítica

Mariana Pícaro Cerigatto, Helen de Castro Silva Casarin

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155-176

Metacognição no processo de letramento informacional

Kelley Cristine Gonçalves Dias Gasque

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177-195

 

Políticas Públicas, Movimentos Sociais e a MIL

Contribuições das teorias feministas e dos estudos de gênero para os debates sobre alfabetização midiática e informacional

Raquel Tebaldi

PDF

196-212

Competência Informacional e Midiática: uma revisão dos principais marcos políticos expressos por declarações e documentos

Elisabeth Adriana Dudziak, Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, Adriana Cybele Ferrari

PDF

213-253

 

Experiências Relacionadas à MIL

Formação de formadores em Media and Information Literacy (MIL) para países lusófonos africanos

Fernanda Maria Melo Alves, Aida Varela

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254-271

Competência em Mídia e em Informação no ensino em Biblioteconomia: um breve relato de experiência

Marianna Zattar

PDF

272-279

Humanismo e tecnologia na perspectiva da competência informacional e midiática

Aida Varela Varela, Marilene Lobo Abreu Barbosa, Maria Giovanna Guedes Farias

PDF

280-300

Competência informacional e midiática e a formação de professores de ensino fundamental: um relato de experiência

Helen de Castro Silva Casarin

PDF

301-321

 

 

____________________________________________ 

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. São Paulo.  ISSN: 1980-6949

 

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. © 2002 / Todos os direitos reservados a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. Contato: rbbd@febab.org.br 

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O projeto A Aventura de Aprender é um espaço de encontro e intercâmbio à volta das aprendizagens para descobrir que práticas, atmosferas, espaços e agentes fazem funcionar as comunidades; os seus porquês e os seus comos ou por outras palavras, os seus anseios e regras.

 

Este projeto parte de pressupostos mínimos e fáceis de formular. O primeiro tem a ver com a convicção de que o conhecimento é uma empresa colaborativa, coletiva, social e aberta. O segundo abraça a ideia de que há muito conhecimento que não surge intramuros da academia ou de qualquer das instituições canónicas especializadas na sua produção e difusão. E por último, o terceiro milita a favor de que o conhecimento é uma atividade mais de fazer que de pensar e menos argumentativa que experimental. (...)

 

Este guia didático tem por objetivo favorecer a criação de um projeto colaborativo que ligue a atividade das aulas com o que ocorre fora do recinto escolar.

 

Sem aprendizagem não há aventura, já que as tarefas de aprender e produzir são cada vez mais inseparáveis das práticas associadas ao partilhar, colaborar e cooperar. (...)

 

***

 

Quando se fala de meios de comunicação, só imaginamos infraestruturas complexas e poderosas que dispõem de edifícios, oficinas, maquinaria especializada, tecnologia avançada, uma grande equipa humana e técnica, um departamento de marketing e publicidade...

Educaram-nos na ideia de que só é possível criar uma televisão, uma rádio ou um jornal se se tiver muito dinheiro. Ora, como se demonstra neste guia, isto não é bem assim… (...)

 

Tradução livre e com ligeiras alterações a partir do guia, em espanhol.

 

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 por Manuel Pinto | fonte: Renascença |

 

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media.

 

Num dos encontros desta quadra festiva, conversava-se sobre a “onda de notícias falsas” que invadiu as redes e media sociais. Uma adolescente que seguia a conversa, mas ouvia mais do que falava, fez, a dada altura a pergunta que ninguém se tinha ainda lembrado de fazer: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”.

 

Recentemente, o presidente Barack Obama observava, sobre este fenómeno: “Se não formos sérios sobre os factos e sobre o que é verdade e o que não é (…) então temos aí um problema. Se tudo for a mesma coisa e não se estabelecerem distinções, então não saberemos o que é de preservar e aquilo por que lutar”.

 

E temos, de facto, um problema quando, como nas recentes eleições norte-americanas, vemos notícias falsas suplantarem, em repercussão, as verdadeiras.

 

Há medidas que devem ser tomadas pelos próprios media. Mas nada garante, que essas medidas tenham o alcance necessário, porque se ficarão inevitavelmente pelo lado mais imediato e óbvio, deixando de parte as mentiras oficiais ou oficiosas, as meias-verdades e, não menos, importante, os silêncios interessados, quando não a censura despudorada. E isto está, por vezes, mais presente nos grandes media do que nos media sociais.

 

É (também) por isso que se torna crucial desenvolver iniciativas sistemáticas e abrangentes que respondam à pergunta do adolescente que, sem querer, motivou este texto: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”

 

Algumas respostas decorrem de perguntas básicas ou mais exigentes: Quais são as fontes da informação? Quem a assina? Há peritos ou especialistas que comentam ou opinam? Quem são? A notícia é dada por outros media ou é um exclusivo? Neste caso, são prestados esclarecimentos sobre os processos de obtenção ou investigação do caso? Quem é beneficiado e quem é prejudicado pela matéria publicada?

 

Relativamente ao meio que veiculou a matéria: trata-se de um meio profissional, de créditos reconhecidos? Existe uma página sobre “quem somos” e/ou com contactos? O endereço da página parece confiável? Uma pesquisa sobre o título da publicação ajuda a esclarecer dúvidas?

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media. Um caminho destes permite detectar corrupção no jornalismo, mas também valorizar a qualidade e o trabalho dos verdadeiros profissionais.

 

Visto aqui.

 

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Como TVer

21.11.16

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A televisão continua hoje a assumir uma presença significativa no quotidiano infantil, apesar das diversas mudanças no ambiente mediático. É um meio que desempenha um papel importante no processo de socialização das crianças, sendo uma fonte privilegiada de aprendizagens e de contacto com o mundo.

 

O tempo que os mais novos dedicam à TV e a outros meios de comunicação suscita, por vezes, enormes preocupações entre pais, professores e educadores, os quais nem sempre dispõem de instrumentos que permitam analisar e compreender o meio televisivo e agir sobre ele. Teme-se, por exemplo, que a TV exerça uma influência nefasta nas crianças atendendo às características de muitos dos seus programas e à falta de qualidade de alguns.

 

Com esta brochura pretende-se abordar, embora de forma breve, algumas questões essenciais sobre a relação das crianças com a televisão e deixar algumas pistas para a acção.

 

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SINOPSE:
É essencial a uma sociedade saudável ter cidadãos que saibam interpretar o que veem, leem e ouvem. Mas também a saber produzir conteúdos, já que, agora, todos podem ser produtores de media.

 

Visto aqui.

 

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LITERACIA4MAIO oportunAidade_convite.jpg

Hemeroteca Municipal de Lisboa [Clique na imagem para ler o texto]

Esta iniciativa tem como objetivo: desenvolver uma ação que facilite a relação das pessoas com a Internet...

Intega-se no âmbito do projeto 7 dias com os MEDIA.

 

Entrada gratuita mediante inscrição prévia a partir de 4 de abril: hemeroteca@cm-lisboa.pt. Telf.: 218 172 430

 

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