Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Captura de ecrã 2017-10-20, às 10.15.24.png

  Fonte | por  |

 

Nos seus mais de 100 anos de história, a rádio sempre foi considerada um dos média mais democráticos, seja pela sua fácil acessibilidade, seja pela imediatez e pelo baixo custo necessário para a pôr em marcha. São todo um conjunto de vantagens que facilitam que também possa converter-se num excelente recurso para trabalhar com os estudantes diferentes habilidades e conhecimentos. Quer saber como?

 

A rádio escolar pode converter-se numa interessante actividade em que participe a escola/ agrupamento, na qual podem incluir-se alunos de diferentes ciclos e áreas curriculares, adaptando sempre a cada um os conteúdos e as metodologias. Trata-se de um recurso perfeito para introduzir, por exemplo, a metodología de projeto, já que se pode dar aos estudantes a liberdade de criar o programa que elejam com base nos seus própios interesses. Será necessário que trabalhem de forma cooperativa, repartindo as tarefas, respondendo às perguntas que lhes ocorram, descobrindo as diferentes ferramentas… definitivamente: vivendo uma aprendizagem significativa com as ondas de rádio como desculpa!

 

Para além de tudo isto, as habilidades e competências que podem trabalhar-se de forma individual são também muitas e a diferentes níveis, como o linguístico, o artístico, o musical… Para saber mais, recomenda-se a consulta, na integra, do artigo do jornalista Rafael Quintana sobre a linguagem da rádio e as suas possibilidades educativas.

 

Perde o medo à tecnología

Montar um emissor de rádio é hoje em dia mais fácil que nunca! Utilizando o formato podcast, que consiste em partilhar arquivos de áudio de curta duração, podemos gravar os programas como peças únicas e publicá-los na plataforma escolhida para que os ouvintes possam aceder aos conteúdos no momento que desejem.

 

Quanto a dispositivos necessários, será suficiente ter um telemóvel, tablet ou computador com ligação à internet; ainda que seja certo que se tivermos alguns microfones para registar as vozes, a qualidade das gravações será melhor.

 

Recomendam-se as seguintes aplicações, que podem facilitar muito o trabalho:

  • Audacity: Um programa fácil e prático para a gravação e a edição de som, que permite misturar as pistas e acrescentar diversos efeitos. Para além disso, é gratuito, e pode instalar-se tanto em Windows como em Mac e Linux.
  • SoundCloud: Nesta web podemos publicar e partilhar os podcasts tanto de maneira pública como para utilizadores concretos, para além de podermos comentar as gravações e organizá-las em álbuns.
  • Listen2myRadio: Para emitir em direto, esta é a plataforma. Nesta web poderemos ter o nosso próprio espaço para partilhar programas em streaming para os demais estudantes da escola/ agrupamento…. e para o resto do mundo!

 

Ler mais >>

 

Conteúdo relacionado:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

literaciaparaosmedia.png

  por Sandra Oliveira e Rita CaetanoDownloadCIDAC |

 

O Projeto Acima da Média

 

Os Meios de Comunicação têm um lugar central na vida dos jovens, através da televisão, internet, rádio e redes sociais. A informação está cada vez mais disponível em tempo real e em meios como os tablets ou smartphones, o que aumenta o tempo de exposição dos mais jovens. Desta forma, torna-se claro que as suas visões do mundo estão bastante ligadas com a informação que os mesmos recebem todos os dias e em qualquer lugar. No entanto, torna-se também claro que os jovens – mas também os adultos – não estão preparados para analisar criticamente toda esta quantidade de informação recebida, adotando muitas vezes uma postura passiva. Isto leva a que as visões e representações do mundo, bem como as ações, se caracterizem muitas vezes por serem o reflexo do imediatismo mediático, em vez de uma perspetiva e cidadania crítica dos eventos que nos rodeiam.

 

O Projeto “Acima da Média! Descodificação dos Média ao Serviço da Cidadania Global” tem como objetivo Dotar os jovens de capacidades para a descodificação dos Média na sua relação com o desenvolvimento de modo a contribuir para um melhor exercício da cidadania global. (...)

 

Este guia mais do que querer ser um “livro” com as respostas todas, pretende ser uma maneira de lançar pistas de reflexão e servir de apoio a organizações e educadores que queriam trabalhar e desenvolver a temática da análise crítica dos média e com “os seus” públicos. (...)

João Azevedo/CIDAC e Maria Inês Santos/Par

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

medias.png

 DownloadFonte

 

Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho,  são os autores do livro que a Direção-Geral da Educação acaba de lançar em edição digital: “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

 

A publicação oferece aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a lecionação dos Media na sala de aula.

Autoria e outros dados (tags, etc)

media.png

 Download |

 

Consulte o documento e conheça as iniciativas portuguesas na página 318.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

A Rádio Miúdos entrevista o senhor Ministro da Educação.

Onde se fala de livros, leituras e escrita.

 

Aconteceu ontem, dia 20 de abril, no evento de encerramento da 1.ª edição da iniciativa "Miúdos a Votos".

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

revista.png

 Clicar na imagem para consultar na fonte |

 

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação

ISSN: 1980-6949

 

v. 13 (2017): N. Especial - Competência Informacional e Midiática

 

Sumário

Editorial

Elisabeth Adriana Dudziak

PDF

1-3

 

Abordagem Teórica e Interlocuções da MIL

Literacias emergentes em contextos digitais

Rodrigo Eduardo Botelho-Francisco

PDF

4-26

A contribuição das pesquisas em competências infocomunicacionais ao conceito de Media and Information Literacy

Jussara Borges

PDF

27-46

O estado da arte da competência em informação (CoInfo) no Brasil: das reflexões iniciais à apresentação e descrição de indicadores de análise

Regina Celia Baptista Belluzzo

PDF

47-76

 

Educação e Didática para a MIL

O papel das bibliotecas no contexto das Tecnologias Digitais e novas formas de aprendizagem

Regina Garcia de Brito, Valéria Martin Valls

PDF

77-110

Competência Informacional e Midiática no Ensino de Biblioteconomia: Apontamentos para o Contexto Brasileiro

Gabriela Belmont de Farias

PDF PDF

111-135

Bibliotecas Públicas como lócus para a alfabetização midiática e informacional

Alberto Calil Junior

PDF

136-154

As mídias como fonte de informação: aspectos para uma avaliação crítica

Mariana Pícaro Cerigatto, Helen de Castro Silva Casarin

PDF

155-176

Metacognição no processo de letramento informacional

Kelley Cristine Gonçalves Dias Gasque

PDF

177-195

 

Políticas Públicas, Movimentos Sociais e a MIL

Contribuições das teorias feministas e dos estudos de gênero para os debates sobre alfabetização midiática e informacional

Raquel Tebaldi

PDF

196-212

Competência Informacional e Midiática: uma revisão dos principais marcos políticos expressos por declarações e documentos

Elisabeth Adriana Dudziak, Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, Adriana Cybele Ferrari

PDF

213-253

 

Experiências Relacionadas à MIL

Formação de formadores em Media and Information Literacy (MIL) para países lusófonos africanos

Fernanda Maria Melo Alves, Aida Varela

PDF

254-271

Competência em Mídia e em Informação no ensino em Biblioteconomia: um breve relato de experiência

Marianna Zattar

PDF

272-279

Humanismo e tecnologia na perspectiva da competência informacional e midiática

Aida Varela Varela, Marilene Lobo Abreu Barbosa, Maria Giovanna Guedes Farias

PDF

280-300

Competência informacional e midiática e a formação de professores de ensino fundamental: um relato de experiência

Helen de Castro Silva Casarin

PDF

301-321

 

 

____________________________________________ 

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. São Paulo.  ISSN: 1980-6949

 

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. © 2002 / Todos os direitos reservados a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. Contato: rbbd@febab.org.br 

Autoria e outros dados (tags, etc)

radio.png

 

Download .pdf 1,79MB |

 

O projeto A Aventura de Aprender é um espaço de encontro e intercâmbio à volta das aprendizagens para descobrir que práticas, atmosferas, espaços e agentes fazem funcionar as comunidades; os seus porquês e os seus comos ou por outras palavras, os seus anseios e regras.

 

Este projeto parte de pressupostos mínimos e fáceis de formular. O primeiro tem a ver com a convicção de que o conhecimento é uma empresa colaborativa, coletiva, social e aberta. O segundo abraça a ideia de que há muito conhecimento que não surge intramuros da academia ou de qualquer das instituições canónicas especializadas na sua produção e difusão. E por último, o terceiro milita a favor de que o conhecimento é uma atividade mais de fazer que de pensar e menos argumentativa que experimental. (...)

 

Este guia didático tem por objetivo favorecer a criação de um projeto colaborativo que ligue a atividade das aulas com o que ocorre fora do recinto escolar.

 

Sem aprendizagem não há aventura, já que as tarefas de aprender e produzir são cada vez mais inseparáveis das práticas associadas ao partilhar, colaborar e cooperar. (...)

 

***

 

Quando se fala de meios de comunicação, só imaginamos infraestruturas complexas e poderosas que dispõem de edifícios, oficinas, maquinaria especializada, tecnologia avançada, uma grande equipa humana e técnica, um departamento de marketing e publicidade...

Educaram-nos na ideia de que só é possível criar uma televisão, uma rádio ou um jornal se se tiver muito dinheiro. Ora, como se demonstra neste guia, isto não é bem assim… (...)

 

Tradução livre e com ligeiras alterações a partir do guia, em espanhol.

 

Conteúdo relacionado:

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mentira.jpg

 por Manuel Pinto | fonte: Renascença |

 

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media.

 

Num dos encontros desta quadra festiva, conversava-se sobre a “onda de notícias falsas” que invadiu as redes e media sociais. Uma adolescente que seguia a conversa, mas ouvia mais do que falava, fez, a dada altura a pergunta que ninguém se tinha ainda lembrado de fazer: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”.

 

Recentemente, o presidente Barack Obama observava, sobre este fenómeno: “Se não formos sérios sobre os factos e sobre o que é verdade e o que não é (…) então temos aí um problema. Se tudo for a mesma coisa e não se estabelecerem distinções, então não saberemos o que é de preservar e aquilo por que lutar”.

 

E temos, de facto, um problema quando, como nas recentes eleições norte-americanas, vemos notícias falsas suplantarem, em repercussão, as verdadeiras.

 

Há medidas que devem ser tomadas pelos próprios media. Mas nada garante, que essas medidas tenham o alcance necessário, porque se ficarão inevitavelmente pelo lado mais imediato e óbvio, deixando de parte as mentiras oficiais ou oficiosas, as meias-verdades e, não menos, importante, os silêncios interessados, quando não a censura despudorada. E isto está, por vezes, mais presente nos grandes media do que nos media sociais.

 

É (também) por isso que se torna crucial desenvolver iniciativas sistemáticas e abrangentes que respondam à pergunta do adolescente que, sem querer, motivou este texto: “E nós como é que podemos saber se uma notícia é falsa?”

 

Algumas respostas decorrem de perguntas básicas ou mais exigentes: Quais são as fontes da informação? Quem a assina? Há peritos ou especialistas que comentam ou opinam? Quem são? A notícia é dada por outros media ou é um exclusivo? Neste caso, são prestados esclarecimentos sobre os processos de obtenção ou investigação do caso? Quem é beneficiado e quem é prejudicado pela matéria publicada?

 

Relativamente ao meio que veiculou a matéria: trata-se de um meio profissional, de créditos reconhecidos? Existe uma página sobre “quem somos” e/ou com contactos? O endereço da página parece confiável? Uma pesquisa sobre o título da publicação ajuda a esclarecer dúvidas?

 

Uma efectiva literacia das notícias passa, em grande medida, por cultivar uma atitude interrogativa e crítica nos estudantes e uma progressiva compreensão das lógicas e condicionalismos dos media. Um caminho destes permite detectar corrupção no jornalismo, mas também valorizar a qualidade e o trabalho dos verdadeiros profissionais.

 

Visto aqui.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Como TVer

21.11.16

tv.png

 

 Download |

 

A televisão continua hoje a assumir uma presença significativa no quotidiano infantil, apesar das diversas mudanças no ambiente mediático. É um meio que desempenha um papel importante no processo de socialização das crianças, sendo uma fonte privilegiada de aprendizagens e de contacto com o mundo.

 

O tempo que os mais novos dedicam à TV e a outros meios de comunicação suscita, por vezes, enormes preocupações entre pais, professores e educadores, os quais nem sempre dispõem de instrumentos que permitam analisar e compreender o meio televisivo e agir sobre ele. Teme-se, por exemplo, que a TV exerça uma influência nefasta nas crianças atendendo às características de muitos dos seus programas e à falta de qualidade de alguns.

 

Com esta brochura pretende-se abordar, embora de forma breve, algumas questões essenciais sobre a relação das crianças com a televisão e deixar algumas pistas para a acção.

 

Ler mais >>

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

SINOPSE:
É essencial a uma sociedade saudável ter cidadãos que saibam interpretar o que veem, leem e ouvem. Mas também a saber produzir conteúdos, já que, agora, todos podem ser produtores de media.

 

Visto aqui.

 

Conteúdo relacionado:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Twitter_