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Resumo


As crianças portuguesas de três-oito anos estão a crescer em lares apetrechados com dispositivos móveis, individualizados, de pequeno porte e ecrãs tácteis, com aplicações diversificadas.

 

Apesar desta ecologia digital, o primeiro inquérito nacional sobre como as crianças estão a crescer entre ecrãs (N= 656), realizado para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), em 2016, contraria pressuposições de um boom tecnológico. Apenas 38% dos pais reportam que as crianças usam a internet e prevalece uma mediação centrada no controlo e na restrição.

 

 

Este texto apresenta e discute resultados desse inquérito e do estudo qualitativo em 20 famílias cujas crianças acedem a meios digitais, centrando-se nas competências digitais.


Estas incluem competências tradicionais (ler, escrever e contar), e outras relacionadas com acesso e uso das tecnologias digitais (Sefton-Green, Marsh, Erstad & Flewitt, 2016).

 

Castro, T., Ponte, C., Jorge, A. and Batista, S.

Referência: Castro, T., Ponte, C., Jorge, A., & Batista, S. (2017). Crescendo entre ecrãs: competências digitais de crianças de três a oito anos. CECS - Publicações / Ebooks0(0), 144-157. Retrieved from http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/article/view/2671/2579

 

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 fonte: SAPOTEK |

 

Ontem, 2 de abril, foi o dia internacional de verificação dos factos, marcado logo a seguir ao dia das mentiras. O Poynter Institute criou um site onde agrega a informação sobre fact checking.

 

O site Fact-Checking Day resulta de uma iniciativa que junta várias organizações para criar uma rede internacional de verificação de informação e que pretende que este seja um trabalho distribuído e colaborativo, onde todos participem.

 

A partilha de notícias falsas tem-se tornado uma preocupação global e o site reúne várias ferramentas que podem ser usadas por todos os internautas para fazer verificação de informação, e ainda cursos e materiais para estudantes e professores usarem nas aulas.

 

Há ainda um quiz para quem quiser testar os seus conhecimentos e capacidade de detectar fake news.

 

Artigo reproduzido da fonte com pequenas alterações.

 

Referência: 

Verificar os factos para evitar fake news. Há um site que ensina como fazer - SAPO Tek

Verificar os factos para evitar fake news. Há um site que ensina como fazer - SAPO Tek. (2018). SAPO Tek. Retrieved 3 April 2018, from https://tek.sapo.pt/extras/site-do-dia/artigos/verificar-os-factos-para-evitar-fake-news-ha-um-site-que-ensina-como-fazer

 

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A "Agenda de atividades de transliteracia" acaba de ser publicada e pode ser descarregada gratuitamente aqui.

 

Ver um videoclipe dos Moby ou recorrer à fotografia para pensar o uso que fazemos dos media; usar videojogos para aprender história ou refletir sobre problemas mundiais; vestir a pele de um publicitário ou de um jornalista. Eis algumas das 15 sugestões de atividades que os professores encontram na publicação Levar os media para a escola, editada pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS-UM).

 

Trata-se de uma série de propostas didáticas que não precisam de grandes recursos para serem realizadas em contexto escolar e que vêm acompanhadas de vários recursos e questões chave para auxiliar os professores na sua implementação. (...)

 

As anteriores agendas, também disponíveis para download gratuito, intitulam-se: 25+UM: Agenda de Atividades de Educação para os Media; Agenda de Atividades de Literacia Digital e Agenda de Atividades: Os Media e a Crise dos Refugiados.

 

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Magalhães, R.

Magalhães, R. (2018). 15 ideias para “Levar os media para a escola”. Agenda de atividades de transliteraciaCecs.uminho.pt. Retrieved 23 March 2018, from http://www.cecs.uminho.pt/15-ideias-para-levar-os-media-para-a-escola-agenda-de-atividades-de-transliteracia/

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Habilidades para aprender a vivir en el siglo XXI, Esther Wojcicki  (professora e jornalista)

 

Ver o programa completo.

 

Esther Wojcicki
Periodista y profesora en Palo Alto High School (California, EEUU) durante más de 30 años, Esther Wojciki está considerada como una pionera mundial en el estudio de la alfabetización mediática aplicada a la educación.

Desde 1984 dirige el programa más importante de educación mediática de EEUU. Junto a la creatividad, el pensamiento crítico y la colaboración, Wojciki reivindica la importancia de la comunicación como una de las principales habilidades que deben enseñarse en las escuelas para lograr un aprendizaje más significativo en el siglo XXI.

Wojcicki es también un referente en la exploración de la relación entre educación y tecnología. Actualmente es vicepresidenta de la organización mundial de licencias Creative Commons y presidenta de la Fundación de amigos de Lurdes Mutola para la promoción de la educación de las niñas en Mozambique. Además, y entre otras posiciones, es consultora de la Fundación Carnegie para el Avance de la Enseñanza y colabora en diferentes medios de comunicación como la revista TIME.

 

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Acabou de receber um pedido de amizade numa rede social e o nome do perfil é-lhe familiar? "Boas notícias, poderá não ser um perfil falso. Mas tenha o cuidado de analisar o perfil." O conselho é da investigadora Luzia Pinheiro, da Universidade do Minho, que reuniu dez passos para identificar um perfil falso numa rede social

 

Ver na fonte.

 

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 por Isabel NinaTexto completo


Resumo

 

A presente comunicação tem como principais objetivos evidenciar a importância da formação, do trabalho articulado e colaborativo na área da Educação para os Média e apresentar algumas boas práticas, promovidas em diferentes contextos de intervenção, de entre os quais se destaca o da biblioteca escolar.

O Programa da Rede de Bibliotecas Escolares alicerça o seu trabalho em três documentos estruturantes – o Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar, o referencial Aprender com a Biblioteca Escolar e o Quadro Estratégico 2014-2020 – todos eles destacando a importância da formação para as literacias da leitura, dos média e da informação.
 
No Aprender com a Biblioteca Escolar, referencial orientador das aprendizagens específicas a promover pela biblioteca escolar, a literacia dos média surge como uma das três literacias basilares. No entanto, tem-se vindo a constatar que desde o início da fase experimental da implementação daquele referencial, no ano letivo de 2012-2013, até à sua generalização, no ano letivo de 2015-2016, a literacia dos média é a menos dinamizada. Ora, foi precisamente este problema que nos fez despertar para a necessidade de compreender o motivo de tal situação e, posteriormente, contribuir para a sua melhoria.

Dada a publicação, em 2014, do Referencial de Educação para os Media para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário, colocou-se-nos outra questão: por que não fomentar o diálogo entre os dois referenciais, tendo em conta que ambos se complementam?
 
 
(...) procurámos promover ações que conciliassem os dois referenciais e potenciassem o trabalho articulado entre a biblioteca escolar e a sala de aula, pelo que apresentamos sumariamente algum do trabalho desenvolvido nesta área e que foi muito gratificante.

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  Fonte | por  |

 

Nos seus mais de 100 anos de história, a rádio sempre foi considerada um dos média mais democráticos, seja pela sua fácil acessibilidade, seja pela imediatez e pelo baixo custo necessário para a pôr em marcha. São todo um conjunto de vantagens que facilitam que também possa converter-se num excelente recurso para trabalhar com os estudantes diferentes habilidades e conhecimentos. Quer saber como?

 

A rádio escolar pode converter-se numa interessante actividade em que participe a escola/ agrupamento, na qual podem incluir-se alunos de diferentes ciclos e áreas curriculares, adaptando sempre a cada um os conteúdos e as metodologias. Trata-se de um recurso perfeito para introduzir, por exemplo, a metodología de projeto, já que se pode dar aos estudantes a liberdade de criar o programa que elejam com base nos seus própios interesses. Será necessário que trabalhem de forma cooperativa, repartindo as tarefas, respondendo às perguntas que lhes ocorram, descobrindo as diferentes ferramentas… definitivamente: vivendo uma aprendizagem significativa com as ondas de rádio como desculpa!

 

Para além de tudo isto, as habilidades e competências que podem trabalhar-se de forma individual são também muitas e a diferentes níveis, como o linguístico, o artístico, o musical… Para saber mais, recomenda-se a consulta, na integra, do artigo do jornalista Rafael Quintana sobre a linguagem da rádio e as suas possibilidades educativas.

 

Perde o medo à tecnología

Montar um emissor de rádio é hoje em dia mais fácil que nunca! Utilizando o formato podcast, que consiste em partilhar arquivos de áudio de curta duração, podemos gravar os programas como peças únicas e publicá-los na plataforma escolhida para que os ouvintes possam aceder aos conteúdos no momento que desejem.

 

Quanto a dispositivos necessários, será suficiente ter um telemóvel, tablet ou computador com ligação à internet; ainda que seja certo que se tivermos alguns microfones para registar as vozes, a qualidade das gravações será melhor.

 

Recomendam-se as seguintes aplicações, que podem facilitar muito o trabalho:

  • Audacity: Um programa fácil e prático para a gravação e a edição de som, que permite misturar as pistas e acrescentar diversos efeitos. Para além disso, é gratuito, e pode instalar-se tanto em Windows como em Mac e Linux.
  • SoundCloud: Nesta web podemos publicar e partilhar os podcasts tanto de maneira pública como para utilizadores concretos, para além de podermos comentar as gravações e organizá-las em álbuns.
  • Listen2myRadio: Para emitir em direto, esta é a plataforma. Nesta web poderemos ter o nosso próprio espaço para partilhar programas em streaming para os demais estudantes da escola/ agrupamento…. e para o resto do mundo!

 

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  por Sandra Oliveira e Rita CaetanoDownloadCIDAC |

 

O Projeto Acima da Média

 

Os Meios de Comunicação têm um lugar central na vida dos jovens, através da televisão, internet, rádio e redes sociais. A informação está cada vez mais disponível em tempo real e em meios como os tablets ou smartphones, o que aumenta o tempo de exposição dos mais jovens. Desta forma, torna-se claro que as suas visões do mundo estão bastante ligadas com a informação que os mesmos recebem todos os dias e em qualquer lugar. No entanto, torna-se também claro que os jovens – mas também os adultos – não estão preparados para analisar criticamente toda esta quantidade de informação recebida, adotando muitas vezes uma postura passiva. Isto leva a que as visões e representações do mundo, bem como as ações, se caracterizem muitas vezes por serem o reflexo do imediatismo mediático, em vez de uma perspetiva e cidadania crítica dos eventos que nos rodeiam.

 

O Projeto “Acima da Média! Descodificação dos Média ao Serviço da Cidadania Global” tem como objetivo Dotar os jovens de capacidades para a descodificação dos Média na sua relação com o desenvolvimento de modo a contribuir para um melhor exercício da cidadania global. (...)

 

Este guia mais do que querer ser um “livro” com as respostas todas, pretende ser uma maneira de lançar pistas de reflexão e servir de apoio a organizações e educadores que queriam trabalhar e desenvolver a temática da análise crítica dos média e com “os seus” públicos. (...)

João Azevedo/CIDAC e Maria Inês Santos/Par

 

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Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho,  são os autores do livro que a Direção-Geral da Educação acaba de lançar em edição digital: “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

 

A publicação oferece aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a lecionação dos Media na sala de aula.

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Consulte o documento e conheça as iniciativas portuguesas na página 318.

 

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