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Quais são as tendências e as tecnologias que impulsionarão as mudanças educacionais? Quais são os desafios que consideramos solucionáveis ou difíceis de superar, e como podemos projetar estratégias para encontrar soluções efetivas?

Estas foram as questões que conduziram a pesquisa colaborativa e a discussão de um grupo de 61 especialistas que produziram o Relatório K12 Horizon sobre a adoção de tecnologia e a mudança educacional.

(...)

 

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Arévalo, J. (2017). Tendencias retos y desarrollos tecnológicos en bibliotecas escolares 2017Universo Abierto. Retrieved 14 November 2017, from https://universoabierto.org/2017/11/13/tendencias-retos-y-desarrollos-tecnologicos-en-bibliotecas-escolares-2017/

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El programa de Comunicación e Información. [e-Book] Paris, Unesco. 

 

Prólogo

El mundo cambia rápidamente y surgen nuevos desafíos que afectan la capacidad de nuestras sociedades para crecer y prosperar. Sin embargo, para enfrentar estos desafíos en constante aumento asistimos a una creciente movilización humana y a un compromiso renovado por parte de las organizaciones internacionales como la UNESCO, que actúan para fomentar el desarrollo sostenible y ayudar a las personas a alcanzar sus aspiraciones y esperanzas.

 

Para ello ha sido necesario concentrarse en la edificación de sociedades del conocimiento sólidas en las que los ciudadanos tengan un acceso libre e igual a la información y al conocimiento, y puedan utilizarlas para liberar el potencial económico y social en cualquier parte del mundo, incluso en el pueblo más remoto de la montaña más alta. En estas sociedades, los estudiantes e investigadores tienen acceso al material educativo y a la investigación científica; las personas con discapacidad no se quedan fuera de la autopista de la información; las mujeres y las niñas se empoderan para crear la nueva generación de aplicaciones TIC que se utilizarán para luchar contra los males sociales que nos acechan; el conocimiento se preserva para las generaciones futuras; los ciudadanos tienen la libertad de expresarse en línea y fuera de ella; y los periodistas pueden tomar su pluma para difundir la verdad sin temor a represalias.

 

La combinación de estos elementos impulsará la innovación y el desarrollo. La UNESCO se moviliza por todo el planeta para asegurarse de que la edificación de estas sociedades prosiga sin descanso. Desde la fundación de la UNESCO en 1945, millones de personas se han beneficiado de su acción y la han sostenido. Sus voces, que se expresan a lo largo de estas páginas, nos recuerdan que la UNESCO es tan relevante hoy como lo fue a mediados del siglo XX y que sigue transformando vidas y comunidades a través del mundo.

Getachew Engida - Director General Adjunto de la UNESCO

 


(2017). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 21 September 2017, from http://unesdoc.unesco.org/images/002

 

Visto aqui.

 

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Neste documento apresentam-se, num primeiro momento, as características da informação disponível na Internet e quais são as ferramentas e estratégias mais apropriadas para realizar pesquisas. Depois apresentam-se critérios para avaliar e selecionar informação; e por último abordam-se propostas para trabalhar essas estratégias na aula, ou na biblioteca.

 

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CHIN, Melody and WALKER, Daniel. Do faculty and librarians

see information literacy in the same way? A study of alignment. ().

Librarians’ Information Literacy Annual Conference (LILAC) 2017,

April 11-14. Research Collection Library, 2017.

 

 

Publication Type

Presentation

 

Publication Date

4-2017

 

Abstract

Faculty and Librarians are two distinct professional groups each with their own subcultures, values and experiences. Hardesty (1995) noted the existence of a "faculty culture" amongst faculty members, which quite likely shapes and influences the way these individuals perceive a highly subjective concept such as Information Literacy (IL). Faculty and Librarians in higher education institutions often work together in the development of IL Programs. However, despite this collaborative relationship, it is not clear as to whether the two professional groups perceive the concept of IL similarly, or whether there exists a divide. Understanding how both professions perceive IL should be a priority, with findings from Ivey’s (2003) study revealing that a shared understanding forms one of the key elements for successful collaboration in relation to IL initiatives. This research project endeavours to shed light on this area by employing survey methodology to investigate how Faculty and Librarians at two higher education institutions in Australia and Singapore perceive the concept of IL in relation to ACRL's Framework for Information Literacy for Higher Education (ACRL, 2015), including a comparative analysis. 63 Faculty and 22 Librarians from Bond University and Singapore Management University were asked a combination of open-ended and attitude-scale type questions on the framework’s definition of IL; the six threshold concepts; and on their views on the value and impact of IL programs at their respective institutions. (...)

 

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Visto aqui. Seguir esta ligação para saber mais sobre o estudo, em Universo Abierto, pelo texto de Julio Alonso Arévalo, da Universidade de Salamanca.

 

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Padilla Zea, Natalia El uso educativo de los videojuegos. Sevilla : Junta de Andalucía, 2017 

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Numa sociedade onde o uso das Novas Tecnologias chegou a todos os âmbitos da vida, era questão de tempo até que estes dispositivos chegassem também às escolas. E, efetivamente, já há algum tempo que as nossas crianças usam os computadores na escola como parte do seu processo de aprendizagem.  Em casa, sem dúvida, preferem as consolas de vídeo, dispositivo tecnológico usado principalmente para o ócio. E, por algum motivo, parece que dedicam mais tempo às atividades centradas na consola que às que aparecem no computador da escola. Muitos pais, mães e professores, sem dúvida, prefeririam que fosse ao contrário porque acreditam que os jogos do computador do colégio são bons e os jogos da consola são maus. O que se pretende com este manual é desmistificar o uso dos videojogos e dar algumas chaves que nos permitam utilizá-los para favorecer o desenvolvimento educativo das nossas crianças

  • Exemplos de uso de videojogos em escolas
  • Mitos associados aos videojogos
  • Recomendações para um uso educativo dos videojogos
  • Bibliografia consultada

(Tradução livre do espanhol)

 

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Lowry, C. (2016). [e-Book] Choosing & Using Sources: A Guide to Academic Research. Ohio, The Ohio State University, 2016

 

A seleção e o uso de fontes é um processo chave para a escrita e a investigação académica, desde a formulação da pergunta de investigação até à seleção de boa informação e o seu uso eficaz nas tarefas de investigação. Outros capítulos cobrem a compreensão dos tipos de fontes, a pesquisa da informação e a prevenção do plágio. Cada capítulo inclui questionários e atividades para reforçar conceitos básicos e ajuda à sua aplicação. Também dispõe de apêndices para referências rápidas sobre ferramentas de pesquisa, princípios básicos de direitos de autor e uso justo.

 

O livro oferece uma introdução exaustiva às fontes relacionadas com a escrita e investigação académica. Com a exceção do primeiro capítulo relativo às estratégias de pesquisa de informação, o resto do livro centra-se nas fontes, que são relevantes para qualquer tipo de escrita académica, não só de documentos de investigação. O livro é adequado para todas as disciplinas e para una ampla audiência. Está escrito com clareza e dirigido aos estudantes universitários. O índice detalhado facilita a localização de informação específica e inclui hiperligações para uma navegação fácil*.

 

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Visto aqui.

 

*Tradução livre da língua espanhola.

 

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Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação

ISSN: 1980-6949

 

v. 13 (2017): N. Especial - Competência Informacional e Midiática

 

Sumário

Editorial

Elisabeth Adriana Dudziak

PDF

1-3

 

Abordagem Teórica e Interlocuções da MIL

Literacias emergentes em contextos digitais

Rodrigo Eduardo Botelho-Francisco

PDF

4-26

A contribuição das pesquisas em competências infocomunicacionais ao conceito de Media and Information Literacy

Jussara Borges

PDF

27-46

O estado da arte da competência em informação (CoInfo) no Brasil: das reflexões iniciais à apresentação e descrição de indicadores de análise

Regina Celia Baptista Belluzzo

PDF

47-76

 

Educação e Didática para a MIL

O papel das bibliotecas no contexto das Tecnologias Digitais e novas formas de aprendizagem

Regina Garcia de Brito, Valéria Martin Valls

PDF

77-110

Competência Informacional e Midiática no Ensino de Biblioteconomia: Apontamentos para o Contexto Brasileiro

Gabriela Belmont de Farias

PDF PDF

111-135

Bibliotecas Públicas como lócus para a alfabetização midiática e informacional

Alberto Calil Junior

PDF

136-154

As mídias como fonte de informação: aspectos para uma avaliação crítica

Mariana Pícaro Cerigatto, Helen de Castro Silva Casarin

PDF

155-176

Metacognição no processo de letramento informacional

Kelley Cristine Gonçalves Dias Gasque

PDF

177-195

 

Políticas Públicas, Movimentos Sociais e a MIL

Contribuições das teorias feministas e dos estudos de gênero para os debates sobre alfabetização midiática e informacional

Raquel Tebaldi

PDF

196-212

Competência Informacional e Midiática: uma revisão dos principais marcos políticos expressos por declarações e documentos

Elisabeth Adriana Dudziak, Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, Adriana Cybele Ferrari

PDF

213-253

 

Experiências Relacionadas à MIL

Formação de formadores em Media and Information Literacy (MIL) para países lusófonos africanos

Fernanda Maria Melo Alves, Aida Varela

PDF

254-271

Competência em Mídia e em Informação no ensino em Biblioteconomia: um breve relato de experiência

Marianna Zattar

PDF

272-279

Humanismo e tecnologia na perspectiva da competência informacional e midiática

Aida Varela Varela, Marilene Lobo Abreu Barbosa, Maria Giovanna Guedes Farias

PDF

280-300

Competência informacional e midiática e a formação de professores de ensino fundamental: um relato de experiência

Helen de Castro Silva Casarin

PDF

301-321

 

 

____________________________________________ 

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. São Paulo.  ISSN: 1980-6949

 

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. © 2002 / Todos os direitos reservados a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. Contato: rbbd@febab.org.br 

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por Ana Paula Gonçalves.

 

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466 - Literacia da Informação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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