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Como podem os alunos ser ensinados a analisar informações e imagens, apurar o seu pensamento crítico e formar uma opinião? Como promover o entendimento e o uso racional dos media, especialmente dos media digitais?

 

Num mundo complexo, onde a informação é superabundante, instantânea e em fluxo, a educação para os media e para a informação (EMI) tornou-se uma prioridade.

 

Com esta brochura, o CLEMI deseja incentivar os professores das escolas a implementarem atividades em EMI, atendendo às suas necessidades específicas. Assim, disponibiliza 11 fichas pedagógicas e 3 fichas de interciclos. Cada uma delas fornece referências aos programas, um curso com atividades concretas, uma indicação da duração, referências para avaliação, sugestões de registos escritos e recursos. 

 

Estas fichas foram validadas e enriquecidas por um comitê pedagógico, garantindo a qualidade e a relevância do conteúdo.

 

Esta brochura também apresenta uma variedade de depoimentos que demonstram que a literacia mediática e da informação é uma prioridade educativa partilhada. 

 

Aprender a pesquisar, verificar e publicar informações com responsabilidade é fundamental para o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos. Pensado como uma ferramenta de formação e suporte à ação, espera-se que esta brochura responda efetivamente às necessidades dos professores.

 

>> Faça o download do folheto

 

Faça o download das brochuras por ciclo

Referência: Brochure "éducation aux médias et à l'information" à l'école primaire - CLEMI. (2018). CLEMI. Retrieved 24 June 2018, from https://www.clemi.fr/fr/ressources/emi-ecole-primaire.html

 

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folheto.png

Hughes, Conrad ; Acedo, Clementina. Guiding Principles for Learning in the Twentyfirst Century. Ginebra: UNESCO. Oficina Internacional de Educación, 2017

 

O objetivo deste livreto é fornecer princípios orientadores para a aprendizagem no século XXI. É destinado a professores, designers de currículo, líderes escolares e outros envolvidos em todos os níveis de educação escolar e pode ser usado para qualquer faixa etária, uma vez que os princípios que ele contém são gerais o suficiente para serem aplicados em diferentes contextos. (...)

 

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Referência: Arévalo, J. (2018). Principios rectores para el aprendizaje en el siglo XXIUniverso Abierto. Retrieved 29 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/04/24/principios-rectores-para-el-aprendizaje-en-el-siglo-xxi/

 

 

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Webber, S.

Referência: Webber, S. (2018). Official launch of the new Information Literacy definition #ILdefinition #lilac18Information-literacy.blogspot.pt. Retrieved 6 April 2018, from https://information-literacy.blogspot.pt/2018/04/official-launch-of-new-information.html

 

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 guia.png

Lanning, Scott. “Concise Guide to Information Literacy“. 2nd. ed.  Santa Barbara, California : Libraries Unlimited, 2017 | Download

 

Guía concisa de Alfabetización informacional

Referência: Guía concisa de Alfabetización informacional. (2018). Universo Abierto. Retrieved 5 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/03/27/guia-concisa-de-alfabetizacion-informacional/amp/

 

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conetivismo.jpg

Ledesma Ayora, Marco. “Del conductismo, cognitivismo y constructivismo al conectivismo para la educación” [eBook] Quito: Editorial Jurídica del Ecuador, 2015. ISBN 978-9978-17-431-9

 

É  possível que  o  potencial  da  era  conetiva   esteja a  alterar  os  cérebros  dos  seres  humanos?

 

As conexões neuronais e tecnológicas estão a obligar as tecnologias da aprendizagem a criar e difundir os seus conhecimentos para a era digital.

 

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 Download Digital Toolkit | 2017

 

Quais são as tendências e as tecnologias que impulsionarão as mudanças educacionais? Quais são os desafios que consideramos solucionáveis ou difíceis de superar, e como podemos projetar estratégias para encontrar soluções efetivas?

Estas foram as questões que conduziram a pesquisa colaborativa e a discussão de um grupo de 61 especialistas que produziram o Relatório K12 Horizon sobre a adoção de tecnologia e a mudança educacional.

(...)

 

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Arévalo, J. (2017). Tendencias retos y desarrollos tecnológicos en bibliotecas escolares 2017Universo Abierto. Retrieved 14 November 2017, from https://universoabierto.org/2017/11/13/tendencias-retos-y-desarrollos-tecnologicos-en-bibliotecas-escolares-2017/

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El programa de Comunicación e Información. [e-Book] Paris, Unesco. 

 

Prólogo

El mundo cambia rápidamente y surgen nuevos desafíos que afectan la capacidad de nuestras sociedades para crecer y prosperar. Sin embargo, para enfrentar estos desafíos en constante aumento asistimos a una creciente movilización humana y a un compromiso renovado por parte de las organizaciones internacionales como la UNESCO, que actúan para fomentar el desarrollo sostenible y ayudar a las personas a alcanzar sus aspiraciones y esperanzas.

 

Para ello ha sido necesario concentrarse en la edificación de sociedades del conocimiento sólidas en las que los ciudadanos tengan un acceso libre e igual a la información y al conocimiento, y puedan utilizarlas para liberar el potencial económico y social en cualquier parte del mundo, incluso en el pueblo más remoto de la montaña más alta. En estas sociedades, los estudiantes e investigadores tienen acceso al material educativo y a la investigación científica; las personas con discapacidad no se quedan fuera de la autopista de la información; las mujeres y las niñas se empoderan para crear la nueva generación de aplicaciones TIC que se utilizarán para luchar contra los males sociales que nos acechan; el conocimiento se preserva para las generaciones futuras; los ciudadanos tienen la libertad de expresarse en línea y fuera de ella; y los periodistas pueden tomar su pluma para difundir la verdad sin temor a represalias.

 

La combinación de estos elementos impulsará la innovación y el desarrollo. La UNESCO se moviliza por todo el planeta para asegurarse de que la edificación de estas sociedades prosiga sin descanso. Desde la fundación de la UNESCO en 1945, millones de personas se han beneficiado de su acción y la han sostenido. Sus voces, que se expresan a lo largo de estas páginas, nos recuerdan que la UNESCO es tan relevante hoy como lo fue a mediados del siglo XX y que sigue transformando vidas y comunidades a través del mundo.

Getachew Engida - Director General Adjunto de la UNESCO

 


(2017). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 21 September 2017, from http://unesdoc.unesco.org/images/002

 

Visto aqui.

 

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download .pdf | download .epub | fonte |

 

Neste documento apresentam-se, num primeiro momento, as características da informação disponível na Internet e quais são as ferramentas e estratégias mais apropriadas para realizar pesquisas. Depois apresentam-se critérios para avaliar e selecionar informação; e por último abordam-se propostas para trabalhar essas estratégias na aula, ou na biblioteca.

 

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CHIN, Melody and WALKER, Daniel. Do faculty and librarians

see information literacy in the same way? A study of alignment. ().

Librarians’ Information Literacy Annual Conference (LILAC) 2017,

April 11-14. Research Collection Library, 2017.

 

 

Publication Type

Presentation

 

Publication Date

4-2017

 

Abstract

Faculty and Librarians are two distinct professional groups each with their own subcultures, values and experiences. Hardesty (1995) noted the existence of a "faculty culture" amongst faculty members, which quite likely shapes and influences the way these individuals perceive a highly subjective concept such as Information Literacy (IL). Faculty and Librarians in higher education institutions often work together in the development of IL Programs. However, despite this collaborative relationship, it is not clear as to whether the two professional groups perceive the concept of IL similarly, or whether there exists a divide. Understanding how both professions perceive IL should be a priority, with findings from Ivey’s (2003) study revealing that a shared understanding forms one of the key elements for successful collaboration in relation to IL initiatives. This research project endeavours to shed light on this area by employing survey methodology to investigate how Faculty and Librarians at two higher education institutions in Australia and Singapore perceive the concept of IL in relation to ACRL's Framework for Information Literacy for Higher Education (ACRL, 2015), including a comparative analysis. 63 Faculty and 22 Librarians from Bond University and Singapore Management University were asked a combination of open-ended and attitude-scale type questions on the framework’s definition of IL; the six threshold concepts; and on their views on the value and impact of IL programs at their respective institutions. (...)

 

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Visto aqui. Seguir esta ligação para saber mais sobre o estudo, em Universo Abierto, pelo texto de Julio Alonso Arévalo, da Universidade de Salamanca.

 

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videojogos.png

Padilla Zea, Natalia El uso educativo de los videojuegos. Sevilla : Junta de Andalucía, 2017 

Download | Fonte |

 

Numa sociedade onde o uso das Novas Tecnologias chegou a todos os âmbitos da vida, era questão de tempo até que estes dispositivos chegassem também às escolas. E, efetivamente, já há algum tempo que as nossas crianças usam os computadores na escola como parte do seu processo de aprendizagem.  Em casa, sem dúvida, preferem as consolas de vídeo, dispositivo tecnológico usado principalmente para o ócio. E, por algum motivo, parece que dedicam mais tempo às atividades centradas na consola que às que aparecem no computador da escola. Muitos pais, mães e professores, sem dúvida, prefeririam que fosse ao contrário porque acreditam que os jogos do computador do colégio são bons e os jogos da consola são maus. O que se pretende com este manual é desmistificar o uso dos videojogos e dar algumas chaves que nos permitam utilizá-los para favorecer o desenvolvimento educativo das nossas crianças

  • Exemplos de uso de videojogos em escolas
  • Mitos associados aos videojogos
  • Recomendações para um uso educativo dos videojogos
  • Bibliografia consultada

(Tradução livre do espanhol)

 

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