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 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

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com Teresa Calçada |

 

A necessidade e as vantagens da leitura. A importância de ler do ponto de vista pessoal e social. A leitura como direito.

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 DownloadPrimera edición 2013

 

Tenemos un yacimiento —un tesoro— de literatura que se remonta a los egipcios, a los griegos, a los romanos. Todo está allí, esta abundancia de literatura por descubrir una y otra vez para quien tenga la suerte de encontrarla. Un tesoro. Supongamos que no existiera. Qué empobrecidos, qué vacíos estaríamos.

 

Poseemos una herencia de idiomas, poemas, cuentos, relatos, que jamás se agotará. Podemos disponer de ella, siempre.

 

Tenemos un legado de cuentos, relatos de los antiguos narradores, algunos cuyos nombres co- nocemos y otros no. Los narradores retroceden más y más en el tiempo hasta un claro del bos- que donde arde una enorme hoguera, y los antiguos chamanes bailan y cantan, porque nuestro patrimonio de cuentos se originó en el fuego, la magia, el mundo de los espíritus. Y es allí donde permanece, hasta el presente.

 

Si consultamos a algún narrador moderno, nos dirá que siempre existe un momento de contacto con el fuego, con aquello que nos gusta llamar inspiración y que se remonta al pasado remoto, hasta el origen de nuestra raza, al fuego, al hielo y a los fuertes vientos que nos dieron forma y que conformaron nuestro mundo.

 

El narrador vive dentro de todos nosotros. El creador de historias siempre va con nosotros. Su- pongamos que nuestro mundo padeciera una guerra, los horrores que todos podemos imaginar con facilidad. Supongamos que las inundaciones anegaran nuestras ciudades, que el nivel de los mares se elevara..., el narrador sobrevivirá, porque nuestra imaginación nos determina, nos sus- tenta, nos crea: para bien o para mal y para siempre. Nuestros cuentos, el narrador, nos recrearán cuando estemos desgarrados, heridos e incluso destruidos. El narrador, el creador de sueños, el inventor de mitos es nuestro fénix, nuestra mejor expresión, cuando nuestra creatividad alcanza su punto máximo.

Doris Lessing Premio Nobel de Literatura 2007

 

Anon

(2018). Bibliotecas-cra.cl. Retrieved 30 March 2018, from http://www.bibliotecas-cra.cl/sites/default/files/publicaciones/avivavoz_web.pdf

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 Visto aquiDownload

 

Ensinar a ler na Europa

 

Boa parte dos que nos dedicamos ao ensino estamos de férias ou estamos a ponto de começar as férias da Páscoa. Pois se alguém  quer aproveitar o tempo para ler, apresenta-se um livro que temos consultado estes días. Intitula-se Teaching reading in Europe. Contexts policies and practices (tal como se pode inferir, está escrito em inglês). Foi publicado em 2011 pelo Eurydice e estrutura-se em três capítulos:

  1. Enfoques no ensino da leitura.
  2. Conhecimentos e competências para ensinar a ler.
  3. Promoção da leitura fora da escola.

Cada um dos capítulos estrutura-se em três partes. Na primeira, faz-se uma breve revisão da literatura académica sobre o tema. Na segunda apresentam-se dados obtidos de avaliações internacionais e, na terceira, reveem-se as políticas dos distintos países da Comunidade Europeia.

 

Enseñar a leer en Europa

Enseñar a leer en Europa. (2018). Comprensión lectora basada en evidencias. Retrieved 28 March 2018, from https://clbe.wordpress.com/2018/03/28/ensenar-a-leer-en-europa/

 

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Herrada-Valverde, G., & Herrada-Valverde, R. (2017) | Download

 

Resumen

Este artículo revisa algunas de las investigaciones más destacadas el ámbito de la lectura de hipertexto.

 

Al objeto de identificar los factores y variables que influyen en la comprensión lectora de este tipo de formato textual, se revisan y analizan diferentes definiciones de hipertexto, así como los aspectos que inciden en las características de cada documento hipertextual, entre los que se encuentran la granularidad de sus nodos, el número y el tipo de enlaces, su estructura global, y las ayudas a la navegación.

 

Además, se abordan las tareas y procesos específicos asociados a la comprensión lectora de textos hipervinculados, haciendo especial hincapié en la selección del orden de lectura, que es el principal proceso que diferencia la lectura multilineal de hipertexto de la lectura lineal de texto impreso.

 

A tenor del análisis realizado, se puede concluir que dichos factores tendrán efectos diferentes en términos de carga cognitiva de los lectores dependiendo del conocimiento de domino que estos posean. Sobre este particular, se observa que la cohesión textual es un elemento de gran importancia para la comprensión del hipertexto en lectores con bajo conocimiento de dominio.

 

Herrada-Valverde, G. and Herrada-Valverde, R.

Herrada-Valverde, G., & Herrada-Valverde, R. (2017). Factores que influyen en la comprensión lectora de hipertexto. Ocnos: Revista De Estudios Sobre Lectura16(2), 7-16. Retrieved from https://www.revista.uclm.es/index.php/ocnos_2017.16.2.1287/pdf

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 Ler na fonte: DN | por Agência LUSA 

 

A Semana da Leitura arranca na segunda-feira com uma iniciativa no metro de Lisboa e termina em 09 de março, tendo como lema "Liberta o leitor que há em ti!", divulgou hoje o Ministério da Educação.

O ministério tutelado por Tiago Brandão Rodrigues adianta, num comunicado, que o Plano Nacional de Leitura 2027 celebra entre 05 e 09 de março a Semana da Leitura, cujo objetivo é "envolver, de forma dinâmica, a sociedade civil no prazer da leitura como ato comunicativo, em constante diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências", com várias atividades de norte a sul do país.

"A Semana da Leitura inicia-se esta segunda-feira, 05 de março, com uma viagem no metropolitano de Lisboa, pelas 10:30, entre as estações do Senhor Roubado e Marquês de Pombal, com uma leitura encenada pelos atores do Teatro Umbigo", iniciativa que conta com a presença do secretário de Estado da Educação, João Costa.

O governante irá depois para a escola secundária Carvalho Figueiredo, em Loures, onde às 12:00 haverá um diálogo com a banda desenhada, através da autora Joana Mosi.

Na terça-feira, 06 de março, com o apoio do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, decorrerá uma conversa com um investigador junto dos alunos do Agrupamento de Escolas da Sr.ª da Hora, Matosinhos, que aborda a importância da leitura na ciência. No dia 08, a mesma experiência será repetida no Observatório Astronómico de Lisboa.

Entretanto, em 07 de março, o Jardim Botânico da Ajuda, em Lisboa, aproveita a ocasião para comemorar os seus 250 anos de vida convidando os 'urban sketchers' a desenhar no espaço e a conversar com os visitantes sobre as histórias detrás das imagens.

No último dia, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, marca presença no Festival Literário de Nelas, distrito de Viseu.

"Paralelamente, em centenas de escolas e municípios de todo o país decorrem jornadas literárias e/ou atividades de promoção do livro e da leitura, indo ao encontro da missão desta Semana da Leitura 2018", conclui o ministério.

 

Nacional - Semana da Leitura arranca na segunda-feira com iniciativa no metro de Lisboa

Nacional - Semana da Leitura arranca na segunda-feira com iniciativa no metro de Lisboa. (2018). DN. Retrieved 5 March 2018, from https://www.dn.pt/lusa/interior/semana-da-leitura-arranca-na-segunda-feira-com-iniciativa-no-metro-de-lisboa-9161095.html

 

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 Durant, David. “Reading in a Digital Age“. 

The Charleston Briefing, Ann Arbor, Michigan:

University of Michigan, 2017

 

Como está a mudar a leitura no ambiente digital? Como continuará a mudar? Caminhamos para um futuro completamente digital? O livro impresso tem apesar de tudo um lugar no ambiente de leitura digital? Importa o formato? Que nos dizem os leitores que querem? Esta breve monografia oferece a bibliotecários, editores, provedores e outros, uma descrição geral destes temas chave, assim como conselhos sobre como as suas instituições devem abordar a controvérsia impresso vs. digital.

 

Tradução livre do espanhol.

 

Visto aqui:

Arévalo, J. (2018). La lectura en la era digital. Universo Abierto. Retrieved 12 January 2018, from https://universoabierto.org/2018/01/06/la-lectura-en-la-era-digital/

 

 

 

 

 

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 RBE |

 

O aLer+ 2027, iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL) e da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), destina-se a apoiar escolas que pretendam desenvolver um ambiente integral de leitura, centrado na melhoria da compreensão leitora e no prazer de ler, tendo por base novas estratégias e práticas, não só em contextos formais de aprendizagem, mas, também, noutros contextos de socialização da leitura, digitais, não formais e informais.

 

A fase zero do aLer+ 2027 partiu da identificação, com base em critérios pré-definidos, de um conjunto de agrupamentos/ escolas não agrupadas que se constituiu como grupo de partida para esta nova etapa do Programa.

 

De forma a prosseguir a sua execução, é solicitado às escolas sede dos agrupamentos/ escolas não agrupadas selecionadas, que submetam, até 22 de janeiro de 2018, no SIPNL, um Plano de Ação que, excecionalmente, terá uma duração de 2 anos: 2017-18 e 2018-19. 

 


Veja também: Arquivo do projeto 2008-2017
 

 

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Nombre autor: Francisco Cruces (Dir.), Gemma Lluch, Remedios Zafra, Julián López García, Gloria G. Durán, Jorge Moreno Andrés, Romina Colombo, Nuria Esteban, Anna Esteve, Virginia Calvo y Maite Monar 
Fecha: 01-09-2017

Fundación Telefónica | España

 

Descripción:

El panorama de la lectura está cambiando y lo hace a la velocidad de la luz. Sin embargo, lejos de desaparecer, los libros reviven gracias a la reinvención de la lectura, que se aleja del canon culto heredado de los siglos pasados y se hibrida con los nuevos dispositivos y las nuevas formas de lectura aparecidas en la sociedad en la que vivimos, la sociedad digital.

 

De esta forma aparecen diversas y plurales nuevas formas de leer que se suman a la lectura individual. La lectura se hace más social, holista, activa, afectiva y corporal; marcada por una relación indisociable con la escritura, la interactividad, la sociabilidad, la imagen, la oralidad, el ritual, la educación sentimental, el espacio cotidiano, la movilidad, la proliferación de dispositivos, la fragmentación de los tiempos y la multiplicación de ocasiones y motivos para leer.

 

Fonte

 

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 Regulamento e calendário |

 

Esta iniciativa do Plano Nacional de Leitura 2027, conta com a colaboração da Rede das Bibliotecas Escolares, da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), do Camões IP, da Direção de Serviços de Ensino e Escolas Portuguesas no Estrangeiro (DSEEPE) e da RTP.

 

Com o objetivo de estimular hábitos de leitura e pôr à prova competências de expressão escrita e oral junto da população escolar, o universo do concurso é alargado, na atual edição, a todos os níveis de ensino básico e secundário. 

 

 

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