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Francisco Mora · Doutor em Neurociência e Medicina

 

Doutor em Neurociências pela Universidade de Oxford e Doutor em Medicina pela Universidade de Granada, Francisco Mora é Professor de Fisiologia na Universidade Complutense de Madrid. Referência internacional em neuroeducação e autor de inúmeras publicações e livros como "Neuroeducação: você só pode aprender o que você ama", o professor Mora enfatiza a importância das emoções na aprendizagem.

 

 

Tudo o que somos, pensamos, sentimos e aprendemos é o resultado do nosso cérebro em constante interação com nosso corpo e com o meio ambiente, explica ele.

 

 

Mora, dá-nos as ferramentas e chaves básicas que a neurociência oferece para melhorar a aprendizagem e a memória, sempre do lado humano, afirmando que " Tentar ensinar sem saber como o cérebro funciona é como desenhar uma luva sem nunca ter visto uma mão. "

 

Defensor da necessidade de uma sólida educação ética e valores nas crianças, Francisco Mora argumenta que todas as mudanças importantes que ocorrem nas nossas sociedades ocidentais vão "reconhecer e aceitar que o ser humano é o que a educação faz dele", destacando especialmente o papel central dos professores que ele considera "a jóia da coroa de um país" e os arquitetos fundamentais desta tarefa.

 

 "São os professores que, além do conhecimento, transmitem os seus valores aos homens e mulheres do futuro", enfatiza. 

 

 

Referência: ¿Qué es la neuroeducación?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 11 July 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-es-la-neuroeducacion-francisco-mora/

 

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Manuela Pargana Silva, coordenadora nacional da RBE, fala sobre Cidadania e Leitura no século XXI.

 

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Histórias, leitura e palavra.

Comunicação de abertura de Manuela Silva, coordenadora da RBE, na abertura do 1.º Encontro de bibliotecas de Cascais.

 

 

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O Plano Nacional de Leitura em colaboração com a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), a Rede das Bibliotecas Escolares (RBE), o Camões IP, a Direção de Serviços de Ensino e Escolas Portuguesas no Estrangeiro (DSEEPE) e a RTP promoveram no ano lectivo de 2017/2018 a 12ª edição do Concurso Nacional de Leitura.

 

Referência: Plano Nacional de Leitura de 10 Jun 2018 - RTP Play - RTP. (2018). RTP Play. Retrieved 14 June 2018, from https://www.rtp.pt/play/p4720/plano-nacional-de-leitura

 

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Concurso nacional de leitura | entrega de prémios - blogue RBE

 

 

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A Biblioteca Municipal Vicente Campinas de Vila Real de Santo António acolhe na próxima quarta-feira, 13 de junho, entre as 10 e as 15 horas, a quarta edição do Concurso de Leitura do Baixo Guadiana, promovido  pela Rede de Bibliotecas do Baixo Guadiana, que engloba as bibliotecas municipais e escolares dos municípios de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

 

Destinado aos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico, o concurso contará este ano com a participação de 21 concorrentes.

 

O concurso conta com três momentos: Prova Escrita sobre a obra *Mar Me Quer* de Mia Couto; Prova de leitura em voz alta; e Prova de argumentação sobre uma obra à escolha de cada participante.

 

Anabela Baptista

Coordenadora interconcelhia

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 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

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com Teresa Calçada |

 

A necessidade e as vantagens da leitura. A importância de ler do ponto de vista pessoal e social. A leitura como direito.

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 DownloadPrimera edición 2013

 

Tenemos un yacimiento —un tesoro— de literatura que se remonta a los egipcios, a los griegos, a los romanos. Todo está allí, esta abundancia de literatura por descubrir una y otra vez para quien tenga la suerte de encontrarla. Un tesoro. Supongamos que no existiera. Qué empobrecidos, qué vacíos estaríamos.

 

Poseemos una herencia de idiomas, poemas, cuentos, relatos, que jamás se agotará. Podemos disponer de ella, siempre.

 

Tenemos un legado de cuentos, relatos de los antiguos narradores, algunos cuyos nombres co- nocemos y otros no. Los narradores retroceden más y más en el tiempo hasta un claro del bos- que donde arde una enorme hoguera, y los antiguos chamanes bailan y cantan, porque nuestro patrimonio de cuentos se originó en el fuego, la magia, el mundo de los espíritus. Y es allí donde permanece, hasta el presente.

 

Si consultamos a algún narrador moderno, nos dirá que siempre existe un momento de contacto con el fuego, con aquello que nos gusta llamar inspiración y que se remonta al pasado remoto, hasta el origen de nuestra raza, al fuego, al hielo y a los fuertes vientos que nos dieron forma y que conformaron nuestro mundo.

 

El narrador vive dentro de todos nosotros. El creador de historias siempre va con nosotros. Su- pongamos que nuestro mundo padeciera una guerra, los horrores que todos podemos imaginar con facilidad. Supongamos que las inundaciones anegaran nuestras ciudades, que el nivel de los mares se elevara..., el narrador sobrevivirá, porque nuestra imaginación nos determina, nos sus- tenta, nos crea: para bien o para mal y para siempre. Nuestros cuentos, el narrador, nos recrearán cuando estemos desgarrados, heridos e incluso destruidos. El narrador, el creador de sueños, el inventor de mitos es nuestro fénix, nuestra mejor expresión, cuando nuestra creatividad alcanza su punto máximo.

Doris Lessing Premio Nobel de Literatura 2007

 

Anon

(2018). Bibliotecas-cra.cl. Retrieved 30 March 2018, from http://www.bibliotecas-cra.cl/sites/default/files/publicaciones/avivavoz_web.pdf

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 Visto aquiDownload

 

Ensinar a ler na Europa

 

Boa parte dos que nos dedicamos ao ensino estamos de férias ou estamos a ponto de começar as férias da Páscoa. Pois se alguém  quer aproveitar o tempo para ler, apresenta-se um livro que temos consultado estes días. Intitula-se Teaching reading in Europe. Contexts policies and practices (tal como se pode inferir, está escrito em inglês). Foi publicado em 2011 pelo Eurydice e estrutura-se em três capítulos:

  1. Enfoques no ensino da leitura.
  2. Conhecimentos e competências para ensinar a ler.
  3. Promoção da leitura fora da escola.

Cada um dos capítulos estrutura-se em três partes. Na primeira, faz-se uma breve revisão da literatura académica sobre o tema. Na segunda apresentam-se dados obtidos de avaliações internacionais e, na terceira, reveem-se as políticas dos distintos países da Comunidade Europeia.

 

Enseñar a leer en Europa

Enseñar a leer en Europa. (2018). Comprensión lectora basada en evidencias. Retrieved 28 March 2018, from https://clbe.wordpress.com/2018/03/28/ensenar-a-leer-en-europa/

 

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