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Download | Porto, 2010 | Fonte 


«Organizado pelo Centro de Linguística da Universidade do Porto e pela Secção de Linguística do Departamento de Estudos Portugueses e Estudos Românicos da Faculdade de Letras da mesma Universidade, nos dias 22, 23 e 24 de Outubro de 2008.

O encontro tinha um duplo objectivo: por um lado, reunir investigadores nas áreas da Linguística e da Língua Portuguesas cujo trabalho se centrasse na reflexão gramatical, tanto do ponto de vista teórico como aplicado, assim como estudiosos da história das ideias gramaticais; por outro lado, homenagear Simão Cardoso, que, ao longo de 25 anos, prestou serviço na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e no Centro de Linguística da mesma Universidade e que foi autor, entre outros textos, da Historiografia Gramatical (1500-1920), uma obra que constitui um elemento precioso de trabalho para linguistas e gramáticos.

 

Como prova da amizade e do reconhecimento dos seus colegas e amigos, o primeiro dia de trabalhos do Colóquio foi-lhe dedicado e também a exposição de gramáticas organizada pela Dra. Isabel Leite e pela Prof. Dra. Fátima Silva; a exposição permitiu ver algumas “preciosidades” que fazem parte do Fundo Primitivo da Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo constituído uma ocasião única para acompanhar esse largo percurso que a Gramática, na sua diversidade, tem apresentado, um caminho da “arte” à ciência e que o Simão Cardoso tão bem soube estudar e apreciar. (...)»

 

 (visto no Facebook)

 

FICHA TÉCNICA:

Titulo: Gramática: História, Teorias, Aplicações
Organização: Ana Maria Brito
Edição: Fundação Universidade do Porto – Faculdade de Letras

ISBN: 978-972-8932-56-5
Dep. Legal: 308915/10
Execução gráfica: Tipografia Nunes Lda-Maia

 

ÍNDICE

  • Da “arte” à ciência: o caminho da Gramática - Ana Maria Brito 
  • Mudam-se os tempos, muda-se a gramática - Inês Silva Duarte
  • A consciência da dimensão imperial da Língua na produção linguístico-gramatical portuguesa - Clarinda Azevedo Maia
  • O espaço da fonologia nas descrições gramaticais - Maria Helena Mira Mateus
  • Linguagem ao longo da vida. Que implicações de que gramática em que momento? - Maria da Graça Lisboa Castro Pinto
  • La theorie Sens ↔ Texte : histoire, théorie et applications - Françoise Bacquelaine
  • O uso de conectores argumentativos num corpus de gramáticos quinhentistas - Clara Araújo Barros
  • Formas de tratamento: item gramatical no ensino do Português Língua Materna - Isabel Margarida Duarte
  • Aspectos da teoria verbal na Grammatica ingleza para uso dos Portuguezes de José Urcullu (Porto 1848)
  • Sónia Duarte Itinerário pelo ensino e aprendizagem da língua - Sónia Duarte
  • Em torno da gramática - Olívia Figueiredo
  • ‘Desagravo’ da gramática portuguesa (1820-1824) – Contribuições para uma historiografia das polémicas gramaticais em Portugal - Filomena Gonçalves 
  • Gramática: produzir significados na escrita - Carlos Gouveia
  •  Emergente: uma leitura - Ana Martins
  • Significado, Contexto e Gramática - Pedro Santos
  • Gramática Cognitiva: estruturação conceptual, arquitectura e aplicações - Augusto Soares da Silva, Hanna Battoreo Coerência_39 para Coesão**: Qual é o nosso papel no género chat? - Claúdia Silva
  • A Pedagogia dos Discursos e o Laboratório Gramatical no ensino da gramática. Uma proposta de articulação - Purificação Silvano, Sónia Rodrigues 

 

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 Observador | por Carlos Maria Bobone

 

A história dos acordos (e desacordos) ortográficos

 

A história da língua faz jus ao objecto: já muito se deu à língua sobre como se deve usá-la. Carlos Maria Bobone recorda pontos de viragem fundamentais e os vanguardistas que as protagonizaram.

 

 

 

  1. O que se escreve e o que se devia escrever
  2. Escrever como se diz
  3. Serão os “cavalos” “cadeiras”?

 

Corpo confuso e enorme, enrodilhado em heranças contraditórias e novidades, moldado por regras abstractas e experiências quotidianas, ferido constantemente por sentenças eruditas e acometido por invenções populares, tão intrincado que uma simples mudança pode revolver todo o seu edifício, custa a acreditar que possa ser usado por qualquer boca impúbere.

Mais custa, ainda, perceber como é que uma lógica tão facilmente apreendida pode ser tão difícil de explicar: qual é a lógica da língua? Como é que qualquer criança sabe entrar – com maior ou menor mestria – num jogo de símbolos, em que a junção de sons produz significados diferentes, e sábio nenhum consegue explicar cabalmente a chave do código?

 

A tarefa complica-se ainda mais no caso da escrita: já não é apenas um som que corresponde a um objecto, mas um traço, que corresponde a um som, que corresponde a um objecto. Acresce a isto que, para serem compreendidos, os traços têm de ser limitados. Isto é: o assentimento do traço que corresponde ao som tem de ser comum, tem de ter regra. Por outro lado, para que os sons tenham significado, têm de ter certas especificidades maiores do que eles. O som de cozer e coser pode ser igual, mas a escrita deve ser diferente para indicar significados diferentes. Temos, assim, um número limitado de letras, menor do que o número de sons a que têm de corresponder, e ao mesmo tempo sons iguais a que têm de corresponder letras diferentes. (...)

 

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Conteúdo relacionado:

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Vídeo informativo para introduzir o português como segunda língua no secundário e no bacharelato galegos.

Publicado a 26/04/2016

Edição e imagem: Carlos Mendes Pereira

Guião e apresentação: Olívia Pena

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De origem incerta, o ponto de exclamação é marcado pelas muitas utilidades, pouca frequência nos textos formais e visto como sinal de simpatia nas mensagens virtuais.

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Reportagem da RTP na escola sede do agrupamento de escolas António Sérgio | 12 Maio, 2015

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Documentos curriculares de referência. Documentos de apoio. Recursos.

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Visto aqui.

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O Ciberdúvidas da Língua Portuguesa volta a estar acessível, com todas as suas rubricas ativas, incluindo o consultório, em novos servidores – os do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Sendo assim, à parte os anteriores e tradicionais endereços do Ciberdúvidas, que se mantêm (https://ciberduvidas.iscte-iul.pt e www.ciberduvidas.com), o alojamento em novo servidor, do ISCTE-IUL, acrescentou um terceiro: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt

 

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O Glosario da poesía medieval galego-portuguesa (GLOSSA) constitui o primeiro repertório lexical dicionarizado, contextualizado e exaustivo do corpus da lírica profana galego-portuguesa: cantigas de amor, cantigas de amigo e cantigas de escarnho e de maldizer, para além de alguns textos de outros géneros com uma menor representação.

A primeira versão completa do glossário está acessível no site do projeto:http://glossa.gal/.

O GLOSSA nasce no seio do Grupo de Investigación Lingüística e Literaria(ILLA) da Universidade da Corunha, sob a orientação de Manuel Ferreiro como Investigador Principal e com a colaboração de outros membros do ILLA: Xosé Ramón Freixeiro Mato, Xosé Manuel Sánchez Rei, Xoán López Viñas, Leticia Eirín García e Estefanía Mosquera Castro; além de Bieito Arias Freixedo da Universidade de Vigo.

Este Glossário é realizado no âmbito dos projetos de investigação Glosario crítico da poesía medieval galego-portuguesa. I. Cantigas de amor e cantigas de amigo (ref. FFI2009-08917) e Glosario crítico da poesía medieval galego-portuguesa. II. Cantigas de escarnho e maldizer (ref. FFI2012-32801), financiados polo Ministerio de Ciencia y Tecnología e polo Ministerio de Economía y Competitividad, respetivamente, durante o período de 2010 a 2016.

 

Fonte: IILP

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