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A RBE esteve na Iniciativa Portuguesa sobre a Governação da Internet, dia 29 de setembro. A Iniciativa  abordou com profundidade as questões relacionadas com o Regulamento Geral de Proteção de Dados, que estão na ordem do dia.

 

O Regulamento vai influenciar a vida das instituições e empresas, públicas e privadas, passando pelas escolas e pela vida de cada um de nós, como cidadão.  

 

Para percebermos melhor esta problemática publicamos a intervenção de Raquel Alexandra B. Castro, do Centro de Investigação Jurídica da Faculdade de Direito, da Universidade de Lisboa, que integrou o painel: "Liberdade de expressão, pegada digital e privacidade na Internet" 

 

 

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 por Karla Pequenino | Público |


As autoridades italianas divulgaram há poucos dias o caso de uma modelo britânica raptada em Julho, em Milão, para ser leiloada online, na chamada dark web. O criminoso acabou por desistir do esquema e entregou a vítima no consulado britânico, depois de o leilão ser ignorado (ninguém fez uma oferta). Em Março, a Europol, o serviço europeu de polícia, classificou esta parte da Internet como uma das maiores ferramentas dos criminosos, descrevendo-a como o motor da criminalidade organizada na União Europeia.

 

 

O que é a dark web?
Uma pequena parte da World Wide Web, infame por ser utilizada por visitantes do mercado negro online. Resume-se a um conjunto de redes encriptadas (conhecidas como darknets) que estão intencionalmente escondidas da Internet visível através de sistemas de encriptação.Como tal, não se encontram sites da dark web através de pesquisas em motores de busca, ou ao escrever o endereço de IP em browsers normais.

 

É díficil encontrar a origem do conteúdo alojado nestas redes, visto que apenas podem ser acedidas através de software e configurações específicas. “A dark web pode ser vista como uma máscara da actividade ilegal na Internet”, diz Jorge Alcobia, director executivo da Multicert, uma empresa de segurança informática portuguesa. “É o contrário da chamada Internet visível, em que se conhecem os certificados de segurança, credenciações e máquinas utilizadas. Na dark web, os servidores, o domínio e a origem da informação são disfarçados, tornando-se um sítio apelativo a criminosos.”

 

A dark web foi alvo de atenção mediática em 2015, quando os dados extraídos do ciberataque ao site Ashley Madison (uma rede social para ajudar pessoas interessadas em trair os parceiros) foram aí disponibilizados. 

 

 

É o mesmo que a deep web?
Não. A dark web é uma pequena parte da deep web que, por sua vez, inclui todos os sites da Internet que não se podem encontrar através dos motores de busca. Integra informação online escondida por palavras-passe, ou que apenas pode ser acedida através de software específico. Muitos dos conteúdos da deep web não têm nada de ilegal.

  

 

O que se encontra na dark web?
Conteúdo ilegal, mas não só. Várias pessoas – agências segurança, autoridades, activistas a lidar com informação sensível e jornalistas – utilizam a dark web porque oferece uma camada de segurança extra que cobre a sua identidade, e permite maior segurança e privacidade. Porém, a rede é conhecida pelos mercados negros online, onde se podem comprar drogas, documentos ilegais, serviços de assassinato, e pornografia infantil.Também se encontram serviços que prometem trocar a divisa digital bitcoin por outras moedas, visto que as bitcoins são muito utilizadas em transacções ilegais por facilitar o anonimato dos utilizadores. 

 

De acordo com um relatório de 2017 da Europol, 57% das páginas da dark web contêm conteúdo ilegal. “A maioria do conteúdo na dark web não é legal”, diz Jorge Alcobia. “Sem ser para fins de investigação, não vejo motivos para alguém se dar ao trabalho de utilizar uma plataforma que mascara a identidade de IP e a máquina que estão a utilizar para uma simples navegação na Internet,” refere.

 

Um dos primeiros mercados ilegais a operar na dark web foi a plataforma Silk Road, que vendia vários produtos ilícitos, particularmente estupefacientes. Em 2012, as vendas anuais rondavam os 22 milhões de dólares. Foi desmantelado em 2013, porque as autoridades encontraram o criador, Ross Ulbricht, em flagrante delito a aceder à área de administração do Silk Road numa biblioteca pública em São Francisco, nos Estados Unidos. (...)

 

 

 

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Este software de inteligência artificial consegue automatizar tarefas rotineiras. Facebook e Microsoft prometem investir em força nesta tecnologia nos próximos anos.

por Paulo Matos (jornalista)

 

Apesar de já existirem há muito, os bots vieram recentemente para a ribalta, uma vez que tanto Facebook como Microsoft revelaram que vão apostar forte nesta tecnologia nos próximos anos. Algo que fez várias pessoas levantar o sobrolho e perguntar: mas, afinal, o que é um bot? É um software de inteligência artificial concebido para automatizar tarefas repetitivas e que seguem um padrão, ou seja, como se fossem desempenhadas por um robot. Alguns exemplos práticos: adicionar um compromisso ao calendário ou fazer uma reserva para jantar.

 

Atualmente, os bots estão a ser utilizados pelas empresas para lidar com uma variedade de pedidos dos clientes que anteriormente requeriam uma chamada telefónica para um interlocutor humano. No futuro, deverá assistir-se a um incremento exponencial dos chatbots, que estão inseridos dentro das apps de mensagens e simulam conversas, isto é, respondem de uma forma que dá a ilusão de que se está a interagir com um humano.

 

Por exemplo, Mark Zuckerberg revelou recentemente que vai abrir o código da app Messenger para que programadores possam criar chatbots que se integram neste serviço de mensagens. «Nunca mais terão de ligar para call centers», salientou o CEO. Mas a Microsoft promete não ficar atrás e Satya Nadella, o líder da empresa, afirmou que «os bots são as novas apps», revelando que a assistente pessoal Cortana irá facilitar a integração de bots de terceiros.

 

Mas o mundo dos bots não é um mar de rosas, pois a capacidade de simular uma conversa com um humano faz com que esta tecnologia também seja utilizada para manipulação na Internet. Por exemplo, ao navegar online é provável que se depare com alguns bots que são usados para gerar comentários automaticamente, promover discussões ou tentar redirecionar para outros sites. É por isso que, muitas vezes, temos de recorrer ao sistema CAPTCHA (aquele que nos obriga a digitar uma determinada palavra antes de consumarmos uma ação), que é uma forma de teste de Turing usado para distinguir humanos de bots com pouca inteligência artificial.

 

Nota: Este conteúdo foi originalmente publicado na Exame Informática nº 252

 

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|Fórum Picoas | Lisboa | 28 de outubro | 9h30 |

 

 

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia, no âmbito do Fórum para a Sociedade da Informação – Governação da Internet (FSI – GI), pretende recolher contributos para Portugal apresentar no IGF 2016, o Fórum Mundial que irá decorrer no México, em dezembro, sob o tema “Enabling Inclusive and Sustainable Growth”.

 

Para impulsionar a reflexão e o debate nacional, a nível multissetorial, em torno do futuro da Governação da Internet irá realizar-se no próximo dia 28 de outubro, em Lisboa, o Workshop intitulado “Privacidade na Internet | Direitos e Responsabilidades, que Futuro?”

 

Estará em foco o artigo 8.º do Regulamento (UE) 2016/679, sobre as «condições aplicáveis ao consentimento de crianças em relação aos serviços da sociedade da informação», e o qual define como sendo lícito o tratamento de dados pessoais decorrente da oferta direta de serviços da sociedade de informação a crianças com pelo menos 16 anos, sendo necessário autorização parental para crianças com idade inferior.

 

Esta sessão pretende ver abordado e debatido um conjunto de ideias que permitam apoiar a decisão política, bem como iniciativas e instrumentos de disseminação e sensibilização de boas práticas para a proteção dos dados e utilização segura e informada da internet.

 

Participe, registe-se gratuitamente aqui.

 

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escolavirtual.pt

por Luís Pereira

 

Se está na net, não significa necessariamente que seja verdade. Conspirações, celebridades que morrem, imagens manipuladas, traduções erróneas em vídeos, entre outros, fazem parte dos conteúdos que encontramos na Internet.

 

Considerando que se trata de uma fonte de informação absolutamente relevante, convém estar atento e alertar os mais pequenos para importância de usarmos de uma certa desconfiança sempre que estamos online. Muitos desses enganos acontecerão porque alguém iniciou um boato mais ou menos inócuo, mas outros são o resultado de manipulações com algum interesse escondido.

O Google, o motor de busca mais popular nas nossas pesquisas, é mais complexo do que aparenta, permitindo buscas sobre um assunto, por exemplo, em jornais ou limitar a pesquisa a artigos científicos. Quanto melhor se conhecer essas ferramentas, bem como a sua lógica, melhor uso podemos fazer da informação que nos chega. Na verdade, compreender a forma como a web se organiza, e como pode ser manuseada, representa uma importante vantagem no nosso mundo, onde a informação, consumida e partilhada, é cada vez mais um fator crítico.

No final do ano passado, um relatório da entidade reguladora dos media do Reino Unido dava conta de que somente cerca de 30% dos jovens inquiridos era capaz de distinguir um anúncio de um link relevante numa pesquisa no Google. Dados como este revelam que, para além do acesso, as crianças precisam de ser instigadas a estar atentas aos detalhes quando fazem pesquisas na internet. Seguem-se alguns tópicos de conversa para ajudar as crianças a compreender como funciona a web. (...)

 

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A Carta de Direitos Humanos e Princípios para a Internet abarca todo o âmbito de direitos humanos contidos na Declaração Universal de Direitos Humanos e outros documentos que compõem a Carta Internacional de Direitos Humanos da ONU. Trata-se do resultado do trabalho de muitas pessoas e organizações ao longo dos anos e vem crescendo na medida em que outros começam a aplicar suas 21 cláusulas para situações específicas. (...)

 

Leia e baixe o documento aqui.

 

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Os vídeos do 3.º Fórum para a Sociedade da Informação: Governação da Internet 2014, que se realizou em Lisboa a 4 de junho, estão disponíveis na página do Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e dos outros organizadores do evento, a ISOC Portugal e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia. O Fórum  debateu alguns dos principais desafios relativos à Governação da Internet: cibersegurança; direitos fundamentais e liberdade de expressão na Internet; neutralidade da Internet; inclusão, literacia e acessibilidade digitais; direitos de autor; perspetivas de evolução da Internet nos próximos anos.

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Vai ter lugar no dia 4 de junho, no Pavilhão do Conhecimento (Lisboa) a 3ª edição do Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet, que tem como objectivo principal informar e debater, sob uma perspectiva nacional, alguns dos aspectos principais da discussão actual a nível mundial sobre a Governação da Internet, nomeadamente:

  • Mass Survaillance e Privacidade
  • Direitos fundamentais e liberdade de expressão na Internet
  • Neutralidade da Internet
  • Inclusão, Literacia e acessibilidade digitais
  • Direitos de autor
  • Como vai evoluir a Internet nos próximos anos?

A participação é gratuita mas de inscrição obrigatória, aqui >>

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