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 Ver cronologia | Ensina RTP |

 

Entre D. Afonso Henriques, que se proclamou rei em 1139, e D. Manuel II, destituído em 1910 após a revolução republicana, Portugal conheceu quatro dinastias em quase 800 anos de história.

 


Conheça os reis e as rainhas de Portugal numa cronologia que assinala também alguns acontecimentos que tiveram impacto no reino. Nesta cronologia assinalamos o período em que viveram e o período em reinaram. Para além das informações básicas existem também, informações complementares em vídeo ou áudio sobre a quase totalidade destes monarcas.

 

Saiba como viveram ou morreram, a forma como chegaram ou perderam o poder e também algumas das intrigas e problemas familiares que marcaram as vidas dos nossos reis.

 

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 Ensina RTP |

 

As primeiras experiências de radiodifusão, feitas por Marconi em 1894, abriram caminho para as inúmeras emissões Rádio dos nossos dias. Em Portugal no ano 1923 foi criada a Sociedade Portuguesa de Amadores de Telefonia sem Fio, precursora das rádios de hoje.

 

Em Portugal as experiências com este novo meio começaram nos anos 20 do século passado. Em 1935 nasceu a Emissora Nacional de Radiodifusão, atual Antena 1. Um ano mais tarde começam as emissões experimentais da Rádio Renascença.

Após a revolução de 25 de Abril de 1974, são nacionalizadas todas as rádios em Portugal, com excepção da Rádio Renascença.

Em 1976 a Emissora Nacional passa a chamar-se Rádio Difusão Portuguesa (RDP). Desde então muitas outras rádios foram criadas em Portugal, e passaram também a ocupar um lugar importante nas emissões pela internet.

Fica a saber a história da rádio em Portugal num minuto.

 

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 Clique na imagem para consultar a cronologia | Ensina RTP |

 

A conquista de Ceuta, em 1415, marca o início de uma época de expansão portuguesa no mundo. Alcançado o objectivo de tomar aquela cidade do norte de África, Portugal estava em condições de prosseguir para sul, em busca de novos territórios.

 

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FCSH +Lisboa |

 

No ar desde novembro, já tem mais de 300 entradas que divulgam o conhecimento gerado pela História, as Ciências Musicais, os Estudos Portugueses, as Ciências da Comunicação, a História da Arte, a Sociologia e outras ciências sociais e humanas. Esta marca da FCSH/NOVA na cidade é um recurso para bibliotecas escolares, de Lisboa ou de qualquer ponto do país. A partir destes links, abaixo, abra as peças e fique a saber mais…

 

  • O autor da célebre expressão Há Mar e Mar, há ir e voltar, o poeta Alexandre O´Neill, é apontado como o fundador do movimento surrealista português.

 

  • O jornal A Bola, fundado em 1945, é o único jornal que persiste na sua sede original, na Travessa da Queimada nº 47, no Bairro Alto.

 

  • Além de luxuosas moradias, quatro das quais receberam prémios Valmor, o arquiteto Ventura Terra deixou a sua marca em muitos edifícios civis da cidade, entre eles vários Liceus.

 

  • Em 1514,  um viajante nobre da Flandres a caminho de Jerusalém ficou impressionado com os elefantes que se passeavam pacificamente em ruas de Lisboa onde se concentravam ofícios e mercadores.

 

  • Houve 12 filmes de Hollywood que tiveram Lisboa como território nos anos da II Guerra Mundial.

 

  • Em 1848, o Chiado, local de vivência burguesa entre hotéis e restaurantes, livrarias e lojas de moda, espetáculos de rua e a ópera no São Carlos, tornou-se a primeira zona iluminada a gás da capital.

 

  • O pão e o vinho, que simbolizavam a mesa da Eucaristia, era o que havia de comum entre a mesa do rei D. João III (1502-1557) e a alimentação do povo.

 

  • A primeira contagem populacional próxima do conceito moderno de recenseamento, feita em 1801, revelou que a diocese de Lisboa era a segunda maior do país, a seguir a Braga.

 

  • Houve tempos em que as estátuas eram móveis. Por exemplo, a estátua do deus Neptuno (1771), originalmente colocada no Chiado, foi deslocada quatro vezes até se fixar no Largo D. Estefânia.

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 Ensina RTP |

 

Depois de apreender vários navios alemães atracados em portos portugueses, o país entrou oficialmente na I Guerra Mundial a 16 de março de 1916. Mas a verdade é que as tropas portuguesas há muito combatiam os alemães nas ex-colónias africanas.

 

Contexto

Desde 1914 que as tropas portuguesas se tinham envolvido em escaramuças e combates com tropas alemãs em Angola e, especialmente, em Moçambique. Apesar destes problemas nunca existiu uma declaração de guerra formal entre os dois países até 1916.

 

Quando surgiu o pedido britânico para a apreensão dos navios atracados em portos nacionais desde 1914, o governo agiu de imediato e militares da armada executaram a ação. Há muito que elementos do governo republicano defendiam a entrada no conflito até porque se temia a concretização de um acordo entre as potências beligerantes para a divisão das colónias africanas de Portugal.

 

Durante o ano de 1916 assistiu-se à mobilização e treino de cerca de 50 mil homens, constituídas em duas divisões, que começaram a embarcar para França no dia 30 de Janeiro de 1917.

 

As duas divisões cooperando com os britânicos, mas sob um comando independente, enfrentaram grandes dificuldades em várias frentes. Tiveram um treino deficiente. O fardamento, as armas e os alimentos eram fornecidos pelos ingleses, mas nem sempre era do agrado dos homens nas trincheiras.

 

Em abril de 1918 a organização militar colapsou durante a batalha de La Lys, quando várias divisões alemãs ultrapassaram as linhas portuguesas, matando, ferindo ou prendendo cerca de sete mil tropas portuguesas. O que restava das unidades foi colocado sob comando britânico e, até ao final do conflito, não voltaria a ter um papel relevante no conflito.

(in Ensina RTP)

 

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Mário Soares

13.01.17
 

Mário Soares. Fotografia de Eduardo Gageiro.

Uma foto publicada por Rede de Bibliotecas Escolares (@rbe_pt) a

 

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 Mário Soares, o lutador | por Maria João Avillez | OBSERVADOR |

 

Maria João Avillez lembra as lutas, as vitórias, as derrotas, os apetites, os gostos, os gozos, as amizades e as confidências de um homem que reconciliou, juntou e reuniu Portugal.

 

  1. Liberdade, Democracia, Europa
  2. Nunca desistiu, sempre resistiu
  3. O maior dos espectáculos políticos
  4. Presidente-Rei
  5. Sempre igual a si mesmo
  6. A vida era para ser bem vivida
  7. “Você não percebeu nada!”
  8. África nunca lhe interessou
  9. Amizade. Palavra pesada
  10. Aquela noite em que (não) se despediu

(...)

 

Ler mais >>

 

Mário Soares na imprensa (pode ser necessário fazer scroll):

 

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 por Carlos Maria Babone | Observador |

 

Quem foram os Braganças antes de reinarem?

 

D. João IV foi aclamado rei de Portugal a 1 de Dezembro de 1640 e a coroa foi entregue à Casa de Bragança até 1910. Como é que esta linhagem de nobres conquistou influência no país e na Europa?

 

  1. Uma casa portuguesa
  2. As divisões
  3. Próximos do fim
  4. Os heróis e os desafios
  5. Maus ventos de Espanha

 

Qualquer curioso pela História Europeia, por mais distraído ou mais surdo que seja, já ouviu falar da progressiva erosão do feudalismo ao longo da Idade Moderna. Por processos mais naturais nuns casos, mais impostos noutros, por vezes pela secagem de uma árvore genealógica outrora frutuosa, outras vezes pela atracção da corte, muito mais apetecível do que longas extensões de terra estéril; certo é que, por umas causas ou por outras, a modernidade vai sepultando com os anos o senhor feudal. O guerreiro refina ou degenera em cortesão, o senhor prefere os serões palacianos à solidão rural, a convivência entre pares ao temor entre os súbditos, e o rei suspira de alívio por ter os seus nobres entretidos em bulhas de precedências e não em guerras de independência. (...)

 

Ler mais >>

 

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Vipasca Antiga é um aplicativo 3D que permite ao utlizador navegar pela área de mineração romana que hoje está presente em Aljustrel (Portugal): Download (1.2 GB).

No Museu Municipal da vila aljustrelense, foi apresentada no dia 27 de julho, às 18.00 horas, a reconstrução virtual do povoado de Vipasca, e da mina romana de Aljustrel, sob o título “Vipasca Antiga”.

Este trabalho resulta da pesquisa de doutoramento de Alex Martire, da Universidade de S. Paulo, no Brasil, sob a orientação da Professora Doutora Maria Isabel Fleming, intitulada "Ciberarqueologia em Vipasca: o uso de tecnologias para a reconstrução-simulação interativa arqueológica", com a consultoria de Artur Martins, arqueólogo e diretor do Museu Municipal de Aljustrel.

Este é mais um aporte importante ao projeto Parque Mineiro de Aljustrel, que permitirá conhecer de forma virtual e interativa a realidade da mina no período romano.

 

Texto da Rádio Pax, com pequenas adaptações.

 

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foto de Daniel Rocha. artigo de Nicolau Ferreira no PÚBLICO.

 

É a primeira sistematização da censura de livros médicos pela Inquisição em Portugal - um dos casos expurgados foi o de uma freira que se dizia ter engravidado no banho. Está também em marcha um inventário dos livros de ciência nas bibliotecas dessa altura. O lugar deste objecto na cultura científica nacional começa a ser desvendado

 

O "lápis" da censura nos séculos XVI e XVII era a tinta ferrogálica. Se estivesse muito concentrada, a tinta utilizada na expurgação de uma obra podia queimar o papel. Se fosse em menor quantidade, as palavras censuradas voltavam a ser legíveis. De qualquer forma, esta vertente da Inquisição afectava a leitura das obras, dando-lhes uma conotação insidiosa de pecado e culpa. A literatura técnica e científica em Portugal não escapou a este controlo, como os livros de Amato Lusitano, médico judeu português que fugiu da Península Ibérica.

 

"Qualquer expurgação perturba a confiança na leitura de livros de ciência - um acto que passa pelo desejo de querer saber mais", defende Hervé Baudry, do Centro de História da Cultura da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. O efeito que a censura teve no desenvolvimento científico e cultural do país é ainda difícil de contabilizar, diz o historiador francês, orador num workshop sobre as bibliotecas e livros científicos dos séculos XV a XVIII na Biblioteca Nacional, em Lisboa. Mas Hervé Baudry está apenas no início de um projecto de investigação sobre aquilo a que chama de "biblioteca limpa", ou seja, a expurgação de livros dos séculos XVI e XVII.

 

 

 

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