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 por Hermínia de Fátima Morais Almeida Pires | Orientador: Jorge Serrano2013 | Download |

 

Dissertação apresentada para a obtenção de grau de Mestre em Ciências da Educação - na especialidade de Educação Especial e Domínio Cognitivo e Motor, conferido pela Escola Superior de Educação Almeida Garrett.

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Trabalho de projecto apresentado à Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação, Especialização em Animação da Leitura

Por Carla Isabel Santa Marta Bastos

Sob Orientação do/a Professora Doutora Manuela Barreto Nunes

Outubro 2010

 

RESUMO

 

Ninguém nasce leitor, no entanto desde cedo podemos contribuir para que uma criança se forme como leitor. O contacto entre a criança e o livro deve ser proporcionado desde cedo, para que esta apreenda um conjunto de características relacionadas com o acto de ler. À medida que a criança aumenta as suas leituras, mais desenvolve as suas capacidades intertextuais e mais se forma como leitor.

Formar leitores é uma responsabilidade partilhada entre a família, a escola e a Biblioteca Escolar. A família é a responsável por promover o contacto entre a criança e o livro, por lhes permitir o acesso a este e por criar situações frequentes de partilha de leituras. Por sua vez, a escola deve não só ensinar a criança a ler, mas essencialmente, criar-lhe o gosto de ler.

É necessário que as escolas proporcionem situações motivadoras que ponham a criança e o livro em permanente contacto.

 

Embora a Biblioteca Escolar seja um organismo dentro da própria escola, destaca-se no papel de formar leitores e tem nesta área uma responsabilidade acrescida. A Biblioteca Escolar deve ser dinamizada de modo a proporcionar aos alunos situações interessantes e motivadoras que os levem a ler, pois é nela que encontramos fontes de conhecimento.

 

Neste trabalho apresentamos os resultados de um projecto de investigação-acção que pretende promover a leitura junto dos mais novos, com o envolvimento dos encarregados de educação e da própria Biblioteca Escolar.

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 Revista Lusófona de Educação, 20, 65-80

Ângela Balça & Maria Adelina Fonseca | 2012

 

 

 

Resumo

 

Numa sociedade caracterizada por um crescimento ilimitado de informação, possibilitada pelas modernas tecnologias, há que necessariamente repensar o papel das Bibliotecas Escolares.

 

O presente estudo, descritivo com levantamento de dados, aborda a temática das relações entre a Biblioteca Escolar e os Docentes de uma Escola Secundária com 3.º Ciclo.

Os objectivos do estudo eram averiguar as formas de apropriação da utilização, por parte dos docentes, da Biblioteca Escolar; apurar outras possibilidades de integração / articulação da Biblioteca Escolar no desenvolvimento do currículo e das suas práticas; e saber qual a posição dos professores sobre indicadores que o Modelo de AutoAvaliação das Bibliotecas Escolares propõe no âmbito da articulação curricular da Biblioteca Escolar com as estruturas pedagógicas e os docentes.

 

Com o desenvolvimento do estudo verificou-se que os professores consideram que utilizam a biblioteca de uma forma mais participada, diversificada e frequente do que realmente acontece. Quanto à aplicação do Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares, existe um quadro favorável à sua aplicação na Escola em estudo.

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CHIN, Melody and WALKER, Daniel. Do faculty and librarians

see information literacy in the same way? A study of alignment. ().

Librarians’ Information Literacy Annual Conference (LILAC) 2017,

April 11-14. Research Collection Library, 2017.

 

 

Publication Type

Presentation

 

Publication Date

4-2017

 

Abstract

Faculty and Librarians are two distinct professional groups each with their own subcultures, values and experiences. Hardesty (1995) noted the existence of a "faculty culture" amongst faculty members, which quite likely shapes and influences the way these individuals perceive a highly subjective concept such as Information Literacy (IL). Faculty and Librarians in higher education institutions often work together in the development of IL Programs. However, despite this collaborative relationship, it is not clear as to whether the two professional groups perceive the concept of IL similarly, or whether there exists a divide. Understanding how both professions perceive IL should be a priority, with findings from Ivey’s (2003) study revealing that a shared understanding forms one of the key elements for successful collaboration in relation to IL initiatives. This research project endeavours to shed light on this area by employing survey methodology to investigate how Faculty and Librarians at two higher education institutions in Australia and Singapore perceive the concept of IL in relation to ACRL's Framework for Information Literacy for Higher Education (ACRL, 2015), including a comparative analysis. 63 Faculty and 22 Librarians from Bond University and Singapore Management University were asked a combination of open-ended and attitude-scale type questions on the framework’s definition of IL; the six threshold concepts; and on their views on the value and impact of IL programs at their respective institutions. (...)

 

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Visto aqui. Seguir esta ligação para saber mais sobre o estudo, em Universo Abierto, pelo texto de Julio Alonso Arévalo, da Universidade de Salamanca.

 

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O Conselho Nacional de Educação lança a presente publicação: Organização Escolar: Os Agrupamentos, o último de uma série de estudos temáticos sobre o sistema de ensino (Organização escolar: o Tempo e Organização Escolar: As Turmas).

Na terceira publicação da série de estudos temáticos sobre a Organização Escolar que o Conselho Nacional de Educação tem vindo a elaborar é tratada a questão dos agrupamentos de escolas. Além da documentação técnica, considerou-se o contributo de algumas entidades com reflexão sobre esta matéria. Para o efeito, foi realizado, um pouco por todo o país, um conjunto de audições a diretores, coordenadores de estabelecimento, presidentes do Conselho Geral e representantes dos pais e família de diferentes unidades orgânicas. A amostra foi intencional e por clusters, a saber: o facto de a Unidade Orgânica estar agregada ou não, a dimensão pelo número de alunos, a dimensão pelo número de estabelecimentos, a dimensão geográfica, a tipologia do agrupamento, a tipologia de estabelecimentos agregados, a prática de estratégias diferenciadas e dinâmicas organizacionais.

Nas audições foram abordadas as evidências positivas e negativas da agregação; a gestão administrativa e pedagógica; a articulação entre níveis e ciclos de ensino; a mobilização e rentabilização de recursos; a dimensão do agrupamento; o balanço das fases de agregação e constituição do agrupamento; os desafios decorrentes da agregação; e a eventual reconfiguração da Unidade Orgânica se lhes fosse dada essa possibilidade.

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: contexto internacional, contexto português e balanço das audições.

 

 

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A DGEEC disponibiliza a informação estatística oficial associada ao sistema formal de educação e formação – crianças, alunos, recursos humanos e estabelecimentos de educação e ensino – relativa ao ano letivo 2015/2016.
 

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O estudo sobre retenção no 1.º ciclo em Portugal, da associação EPIS (Empresário pela Inclusão Social) foi da responsabilidade de uma equipa coordenada por Maria de Lurdes Rodrigues, de que fizeram parte Isabel Alçada, Teresa Calçada e João Mata. 

 

De acordo com os autores, a análise de dados permitiu concluir que o insucesso não é um fenómeno disseminado de forma regular pelas escolas do país. Se, por um lado, ele está ligado a contextos socioeconómicos mais carenciados, por outro tem também a ver com a perceção de professores e diretores que consideram como uma inevitabilidade as dificuldades persistentes que parte dos alunos demonstram na leitura e na escrita. A falta de diferenciação pedagógica e o facto de se considerar a retenção como uma oportunidade também são fatores que influenciam as escolas em que este insucesso precoce se manifesta. 

A necessária colaboração das bibliotecas escolares para a solução deste problema foi também mencionada, tendo sido referido o papel da mesma na apresentação de uma escola que conseguiu reverter a situação.

 

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 Velho Critério | por Afonso Reis Cabral | fevereiro de 2015 |

 

A urgência da cultura (entrevista)

 

Devo dizer que eu tive muita pena de deixar a matemática.

...

A perda de valores é comparável à do nosso tempo. Muito comparável.

...

Eu creio que posso responder-lhe simplesmente com uma frase de Cícero: «Quem não sabe história é sempre criança».

...

Eu não gosto de traduzir.

 

***

 

Maria Helena da Rocha Pereira é a mais famosa autoridade de estudos clássicos em Portugal. Formada em Filologia Clássica, tendo ainda ingressado em Oxford para especializar os seus estudos, foi a primeira mulher doutorada pela Universidade de Coimbra, em 1957. Não há nenhum aluno que não conheça, pelo menos, a antologia Hélade. Traduziu os grandes autores, mas confessa o seu gosto particular por Platão, Píndaro, os tragediógrafos gregos, Cícero, entre outros.

 

Recebeu-me na sua casa, em Coimbra. A arrumação metódica emparceirava com a disposição dos livros, que forravam todo o escritório. Várias distinções académicas e a lembrança de velhas amizades, como comprova uma fotografia de Eugénio de Andrade. Não podia faltar a gravura ocasional de um mocho.

 

A conversa girou à volta dos seus feitos académicos e de algumas questões da actualidade. O mote foi deixar falar quem tem experiência. Maria Helena da Rocha Pereira concordou de imediato, e com simpatia, em ceder esta entrevista. (...)

 

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O Conselho Nacional de Educação lança a segunda publicação da série ´Organização Escolar', desta vez dedicada à análise e à avaliação das diversas formas de organização e apropriação do mais escasso recurso social: o tempo. 

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: enquadramento teórico da temática, contexto nacional e internacional e organização dos horários escolares.

 

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CLUBS DE LECTURA: ¿UNA PRÁCTICA RELEVANTE HOY?

Carmen Álvarez Álvarez

 

RESUMEN

Las prácticas de lectura más relevantes en la actualidad se enmarcan en el paradigma de la lectura dialógica, dando relevancia no solo a la lectura sino también a la interacción entre lectores. Una de estas prácticas son los clubs de lectura, que en España se vienen desarrollando desde hace treinta y cinco años: en bibliotecas públicas, librerías, centros cívicos, etc. Pese a su dilatada trayectoria en la práctica, la investigación empírica sobre los clubs de lectura es prácticamente incipiente. En este artículo mostramos los resultados de una investigación cualitativa (cuestionario abierto, entrevistas en profundidad y observación participante), en la que analizamos cinco aspectos, a nuestro juicio, fundamentales: (1) la relevancia que tiene la lectura para las personas que participan en los clubs, (2) sus razones para participar en ellos, (3) las lecturas seleccionadas, (4) el desarrollo de los encuentros presenciales entre sus miembros y (5) la actualidad de los mismos y propuestas de mejora. La conclusión final es que hoy los clubs de lectura constituyen una apuesta relevante y actual.

 

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Esta obra está bajo una Licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 3.0 Unported.

Información, cultura y sociedad | ISSN (impreso) 1514-8327 | ISSN (en línea) 1851-1740
Instituto de Investigaciones Bibliotecológicas - Filo:UBA
inibi@filo.uba.arics@filo.uba.ar | INIBI 

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