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 El blogue del docente | Download |

 

Introducción

 

“El concepto de estrategias didácticas se involucra con la selección de actividades y practicas pedagógicas en diferentes momentos formativos, métodos y recursos en los procesos de Enseñanza _ Aprendizaje.”

(Velazco y Mosquera 2010)

 

Las estrategias didácticas contemplan las estrategias de aprendizaje y las estrategias de enseñanza. Por esto, es importante definir cada una. Las estrategias de aprendizaje consisten en un procedimiento o conjunto de pasos o habilidades que un estudiante adquiere y emplea de forma intencional como instrumento flexible para aprender significativamente y solucionar problemas y demandas académicas. Por su parte, las estrategias de enseñanza son todas aquellas ayudas planteadas por el docente, que se proporcionan al estudiante para facilitar un procesamiento más profundo de la información (Díaz y Hernández, 1999).

 

Es sustancial, plantear estrategias didácticas que contemplen los objetivos de Enseñanza-Aprendizaje a partir de los diversos métodos, los cuáles deben dirigirse a las necesidades particulares de cada asignatura, por lo tanto los docentes deben conocer y emplear una variedad de actividades que le permitan concretar dichos procesos apoyados de los diversos recursos web que ofrece la Educación a distancia.

 

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 ensaio de Alexandre Homem Cristo | Observador |

 

O que leva um país cujo sistema educativo o mundo se habituou a invejar a ajustar a sua estratégia? A noção de que o conhecimento já não é suficiente para os jovens. 

 

Um sistema de topo, mas em queda e desactualizado

Porque mudar um sistema educativo que, apesar de tudo, está no topo?

Uma reforma curricular para o século XXI

Incertezas quanto à reforma

So what? Quatro pontos a fixar da reforma curricular finlandesa

 

Que conhecimentos precisarão os jovens de aprender na escola para ultrapassar os desafios da sua vida futura? E, num mundo onde a informação está cada vez mais acessível e à distância de um clique, que competências deverão adquirir? Estas são perguntas necessárias, difíceis e sem resposta única, que todos os ministros da Educação se colocam hoje em dia. Em Portugal, esse processo de reflexão arrancou recentemente com o “perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória” – ou, como ficou conhecido, “perfil do aluno para o século XXI” – que o Ministério da Educação apresentou. Mas, noutros países, esse processo está já concluído.

(...)

 

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Conteúdo relacionado:

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Título: Literatura e Ensino do Português
Autores: José Augusto Cardoso Bernardes
e Rui Afonso Mateus
Revisão de texto: João Pedro George
Design: Inês Sena
Paginação: Guidesign
Impressão e acabamentos: Guide – Artes Gráficas, Lda.
ISBN: 978-989-8662-26-2
Depósito Legal 366 588/13

 

 

A discussão em torno do valor pedagógico da literatura não é um fenómeno novo. Nos últimos tempos, porém, a polémica tem vindo a subir de tom, lançando a dúvida sobre o lugar que as Humanidades, em geral, e a Literatura, em particular, devem ocupar na Escola.

 

Mais do que inventariar causas, este estudo procura sugerir vias para a resolução de um problema que se sente em boa parte dos países europeus. Contrariando as orientações exageradamente especializadas que vêm prevalecendo no domínio do Ensino da língua materna, esta proposta assenta, sobretudo, numa extensão da cultura literária do professor de Português, enquanto transmissor de conhecimentos e de entusiasmos. Finalmente, o livro que agora se publica assenta na certeza de que o contacto com a Literatura, para além dos benefícios que cada aluno dele pode colher em termos de sensibilidade e de maturação pessoal, favorece o cumprimento de um importante desígnio da Escola de hoje: a aprendizagem da cidadania, através da interpretação lúcida e informada dos livros e do mundo.

 

COORDENAÇÃO E AUTORIA

José Cardoso Bernardes e Rui Afonso Mateus

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Vídeo informativo para introduzir o português como segunda língua no secundário e no bacharelato galegos.

Publicado a 26/04/2016

Edição e imagem: Carlos Mendes Pereira

Guião e apresentação: Olívia Pena

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 ciberduvidas.pt

por Maria Regina Rocha

 

Nos últimos anos, a palavra metas tem dominado o discurso dos professores, sobretudo desde o momento em que este termo passou a estar associado aos programas, nomeadamente aos de Português: Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Básico e do Ensino Secundário [em Portugal]. Mas, neste contexto, afinal, o que são objectivos e metas?

É sabido que, com a formulação de objectivos, se descreve de uma forma genérica o que se pretende que seja atingido e que, com a formulação de metas, se especifica, se concretiza, se definem etapas, se marca o tempo, se mede (no caso de ser mensurável) a realização pretendida.

No que diz respeito ao ensino, as metas são, assim, constituídas por descritores de desempenho que apresentam precisamente as realizações que o aluno deverá revelar no final de cada ano lectivo, para que o professor, os pais e o próprio aluno saibam que a aprendizagem se está a concretizar. (...)

 

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Leading In and Beyond the Library , documento produzido pela Alliance for Excellent Education (Whashington, EUA), aborda o papel fundamental que os bibliotecários e bibliotecas escolares podem desempenhar na liderança e na transição para o paradigma digital, ao nível do ensino e da aprendizagem. 

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Dirigido a todos os interessados no tema da educação e de acesso livre, o ciclo de conferências Questões-chave da Educação [da FFMS] tem como objectivo promover o debate informado sobre temas educativos de interesse geral. As próximas, sobre o ensino profissional,  decorrerão em Lisboa  (dia 12 às 17:30, Torre do Tombo) e em Faro (dia 13 às 14:30 na Universidade do Algarve). As inscrições estão abertas aqui >>.

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(...) A educação que hoje conhecemos tem duas bases, explica o professor da FCT-UNL [Vítor Teodoro]: a da religião e a do apprenticeship - a aprendizagem por integração numa comunidade, que vem da tradição dos ofícios e dos mestres. Para Vítor Teodoro, durante o século XX, predominou o modelo religioso. A escola adoptou das igrejas o estrado e o púlpito e o professor, à semelhança do padre, começou a transmitir, expositivamente, a informação aos alunos, que a recebem de uma forma passiva. Ensina-se o grupo e não o indivíduo, o que, muitas vezes, leva a que alguns jovens não compreendam o que está a ser ensinado e percam o interesse: "Há 50 anos, as pessoas repetiam as orações em latim e não percebiam o que estavam a dizer. Hoje, acontece o mesmo com os alunos."

Há muito tempo que a escola se concentra em ensinar aos alunos as competências básicas da matemática, da escrita e da leitura. Agora, estas aprendizagens básicas já não são suficientes. No livro The global achievement gap, Tony Wagner, investigador de Inovação na Educação no Centro de Tecnologia e Empreendedorismo da Universidade de Harvard, descreve o que está a ser ensinado aos jovens nas escolas, por oposição ao que eles deveriam estar a aprender para triunfarem nas suas carreiras, numa economia global.

Wagner defende que a escola deve desenvolver sete "competências de sobrevivência" necessárias para que as crianças possam enfrentar os desafios futuros: pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas, colaboração, agilidade e adaptabilidade, iniciativa e empreendedorismo, boa comunicação oral e escrita, capacidade de aceder à informação e analisá-la e, por fim, curiosidade e imaginação.

Leia todo o artigo do Público, aqui >>

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O ranking das universidades com menos de 50 anos divulgado, há dias,  pela revista Times - Times Higher Education - colocou 3 universidades portuguesas entre as 100 melhores a nível mundial: Universidade de Aveiro, Universidade do Minho e Universidade Nova de Lisboa. Hoje, o Comité da UNESCO que está reunido no Cambodja, decidiu classificar a Universidade de Coimbra como Património Mundial. Um  motivo de orgulho e alegria para as universidades e cidadãos portugueses! E uma responsabilidade acrescida para estudantes, professores e decisores políticos!


Ler mais no Público, 22 jun.  >>

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Pode assistir em directo, no site da Fundação Francisco Manuel dos Santos, à conferência As Novas Escolas. Aceda aqui >>

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