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 Maio 2014 | Download |

 

 

 

¿Para quién es esta guía?

 

 

 

Todas las personas implicadas en experiencias de acción social, cada cierto tiempo nos planteamos dudas y preguntas sobre nuestras prácticas, así como sobre nuestra relación y trabajo con otras personas. ¿Serán nuestras prácticas las adecuadas en este momento? ¿Por qué sucedió de esta manera con este grupo y de forma diferente con otro? ¿Por qué nuestra acción acabó transformándose en algo que no buscábamos y produjo resultados no esperados?

 

 

 

Para reflexionar y mejorar nuestras prácticas en el ámbito de la transformación social presentamos a continuación una herramienta metodológica –la sistematización– que puede ser útil no sólo para nuestro colectivo sino también para otras personas. Se trata de una herramienta que puede posibilitar que el grupo, solo o acompañado por otras personas, pueda reflexionar, cuestionarse, aprender y consensuar líneas de actuación para próximas prácticas.

 


No es una “receta”, sino una propuesta que debe ser adecuada y adaptada a cada grupo, en función de su experiencia, tiempos, recursos, etc., pero que puede facilitar no sólo la mejora de nuestras prácticas, sino el aprendizaje y el empoderamiento de todas las personas implicadas en la acción.

 

 

Esperamos por tanto, poder contribuir con esta propuesta a la mejora de nuestras prácticas en el campo de la intervención social, al empoderamiento de aquellas personas con las que trabajamos y, con todo ello, a la transformación del mundo que habitamos.

 

 in Introducción

 

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Fonte | Artigos relacionados

 

Nas escolas abrangidas pelo projeto de autonomia e flexibilidade curricular (PAFC), são utilizadas as Aprendizagens Essenciais nas turmas dos anos iniciais de ciclo (1.º, 5.º, 7.º anos de escolaridade), de nível de ensino (10.º ano de escolaridade) e de 1.º ano de formação de cursos organizados em ciclos de formação.

 

As Aprendizagens Essenciais (AE) são documentos de orientação curricular base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem, conducentes ao desenvolvimento das competências inscritas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (PA).

Para cada ano e área disciplinar/disciplina, as AE elencam os conhecimentos, as capacidades e atitudes a desenvolver por todos os alunos.

 

AE e outros Documentos Curriculares em vigor

As AE foram construídas a partir dos documentos curriculares existentes (quadro sínteseensino básico/ensino secundário), que se mantêm em vigor.

 

 

 

 

Currículo do ensino básico e do ensino secundário – para a construção de aprendizagens essenciais baseadas no Perfil dos Alunos

AE | 1.º ciclo do ensino básico geral

AE | 2.º ciclo do ensino básico geral

AE | 3.º ciclo do ensino básico geral

AE | Ensino Secundário - Cursos Científico-Humanísticos

 

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 DGE |

 

Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória  foi homologado através do Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho, É o documento de referência para a organização de todo o sistema educativo e para o trabalho das escolas, contribuindo para a convergência e a articulação das decisões inerentes às dimensões do desenvolvimento curricular.

 

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Tutorial de Google Classroom de Rosa Liarte Alcaine
 
Agora que a plataforma Google Classroom foi aberta a todos os professores vale a pena conhecê-la para eventualmente a usar, na sala de aula ou na biblioteca escolar, com os alunos.
 
O que aqui se apresenta é um tutorial atualizado e criado tendo em mente os professores. Excelente recurso para a formação inicial.
 
Se preferir pode consultar o tutorial em formato pdf.
 
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 El blogue del docente | Download |

 

Introducción

 

“El concepto de estrategias didácticas se involucra con la selección de actividades y practicas pedagógicas en diferentes momentos formativos, métodos y recursos en los procesos de Enseñanza _ Aprendizaje.”

(Velazco y Mosquera 2010)

 

Las estrategias didácticas contemplan las estrategias de aprendizaje y las estrategias de enseñanza. Por esto, es importante definir cada una. Las estrategias de aprendizaje consisten en un procedimiento o conjunto de pasos o habilidades que un estudiante adquiere y emplea de forma intencional como instrumento flexible para aprender significativamente y solucionar problemas y demandas académicas. Por su parte, las estrategias de enseñanza son todas aquellas ayudas planteadas por el docente, que se proporcionan al estudiante para facilitar un procesamiento más profundo de la información (Díaz y Hernández, 1999).

 

Es sustancial, plantear estrategias didácticas que contemplen los objetivos de Enseñanza-Aprendizaje a partir de los diversos métodos, los cuáles deben dirigirse a las necesidades particulares de cada asignatura, por lo tanto los docentes deben conocer y emplear una variedad de actividades que le permitan concretar dichos procesos apoyados de los diversos recursos web que ofrece la Educación a distancia.

 

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 ensaio de Alexandre Homem Cristo | Observador |

 

O que leva um país cujo sistema educativo o mundo se habituou a invejar a ajustar a sua estratégia? A noção de que o conhecimento já não é suficiente para os jovens. 

 

Um sistema de topo, mas em queda e desactualizado

Porque mudar um sistema educativo que, apesar de tudo, está no topo?

Uma reforma curricular para o século XXI

Incertezas quanto à reforma

So what? Quatro pontos a fixar da reforma curricular finlandesa

 

Que conhecimentos precisarão os jovens de aprender na escola para ultrapassar os desafios da sua vida futura? E, num mundo onde a informação está cada vez mais acessível e à distância de um clique, que competências deverão adquirir? Estas são perguntas necessárias, difíceis e sem resposta única, que todos os ministros da Educação se colocam hoje em dia. Em Portugal, esse processo de reflexão arrancou recentemente com o “perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória” – ou, como ficou conhecido, “perfil do aluno para o século XXI” – que o Ministério da Educação apresentou. Mas, noutros países, esse processo está já concluído.

(...)

 

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Título: Literatura e Ensino do Português
Autores: José Augusto Cardoso Bernardes
e Rui Afonso Mateus
Revisão de texto: João Pedro George
Design: Inês Sena
Paginação: Guidesign
Impressão e acabamentos: Guide – Artes Gráficas, Lda.
ISBN: 978-989-8662-26-2
Depósito Legal 366 588/13

 

 

A discussão em torno do valor pedagógico da literatura não é um fenómeno novo. Nos últimos tempos, porém, a polémica tem vindo a subir de tom, lançando a dúvida sobre o lugar que as Humanidades, em geral, e a Literatura, em particular, devem ocupar na Escola.

 

Mais do que inventariar causas, este estudo procura sugerir vias para a resolução de um problema que se sente em boa parte dos países europeus. Contrariando as orientações exageradamente especializadas que vêm prevalecendo no domínio do Ensino da língua materna, esta proposta assenta, sobretudo, numa extensão da cultura literária do professor de Português, enquanto transmissor de conhecimentos e de entusiasmos. Finalmente, o livro que agora se publica assenta na certeza de que o contacto com a Literatura, para além dos benefícios que cada aluno dele pode colher em termos de sensibilidade e de maturação pessoal, favorece o cumprimento de um importante desígnio da Escola de hoje: a aprendizagem da cidadania, através da interpretação lúcida e informada dos livros e do mundo.

 

COORDENAÇÃO E AUTORIA

José Cardoso Bernardes e Rui Afonso Mateus

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Vídeo informativo para introduzir o português como segunda língua no secundário e no bacharelato galegos.

Publicado a 26/04/2016

Edição e imagem: Carlos Mendes Pereira

Guião e apresentação: Olívia Pena

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 ciberduvidas.pt

por Maria Regina Rocha

 

Nos últimos anos, a palavra metas tem dominado o discurso dos professores, sobretudo desde o momento em que este termo passou a estar associado aos programas, nomeadamente aos de Português: Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Básico e do Ensino Secundário [em Portugal]. Mas, neste contexto, afinal, o que são objectivos e metas?

É sabido que, com a formulação de objectivos, se descreve de uma forma genérica o que se pretende que seja atingido e que, com a formulação de metas, se especifica, se concretiza, se definem etapas, se marca o tempo, se mede (no caso de ser mensurável) a realização pretendida.

No que diz respeito ao ensino, as metas são, assim, constituídas por descritores de desempenho que apresentam precisamente as realizações que o aluno deverá revelar no final de cada ano lectivo, para que o professor, os pais e o próprio aluno saibam que a aprendizagem se está a concretizar. (...)

 

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Leading In and Beyond the Library , documento produzido pela Alliance for Excellent Education (Whashington, EUA), aborda o papel fundamental que os bibliotecários e bibliotecas escolares podem desempenhar na liderança e na transição para o paradigma digital, ao nível do ensino e da aprendizagem. 

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