Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



computer.png

 Download |

 

"Ciência Unplugged Computer" (Computador desconectado) é um livro de 243 páginas  em espanhol com uma variedade de recursos para apresentar aos alunos o mundo da computação e programação, sem necessidade de dispositivos eletrónicos de qualquer tipo.

 

Para utilizá-lo, não é necessário ter conhecimentos prévios de informática, já que as atividades propostas partem do básico para, de forma incremental, orientar o aluno a compreender conceitos avançados de informática, programação e algoritmos.

 

Todos os exercícios são planeados para que possam ser feitos em qualquer sala de aula, pois requerem apenas lápis, papel e, no máximo, alguns cartões que são distribuídos no próprio livro. Cada exercício é acompanhado por uma série de instruções para o professor com um guia sobre como apresentá-los em sala de aula.

 

CS Unplugged é projetado para crianças a partir dos 7 anos de idade, embora alguns exercícios sejam mais recomendados para estudantes de 9 a 11 anos de idade ou mais. É, portanto, um recurso ideal para introduzir a ciência da computação na escola primária e até secundária.

 

CS Unplugged é um livro grátis. Aqui pode aceder ao seu site oficial onde encontrará todas as informações. 

 

 

Referência: Computer Science Unplugged | Code EducaLAB. (2018). Code.educalab.es. Retrieved 31 July 2018, from http://code.educalab.es/computer-science-unplugged/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

redd-angelo-12845-unsplash.jpg

 Foto de Redd Angelo em Unsplash | Ler na fonte

 
No âmbito dos trabalhos de preparação do ano letivo 2018-2019, o Ministério da Educação definiu as prioridades de atuação das Bibliotecas Escolares, que a seguir se elencam:

1. Um trabalho mais aprofundado com as escolas de 1.º ciclo, integrando as bibliotecas nas dinâmicas de trabalho em sala de aula e formando os professores titulares de turma em práticas de formação de leitores e dinamização de literacia familiar;
 

2. A implementação do referencial "Aprender com a Biblioteca Escolar", que preconiza metodologias de trabalho cooperativo entre professores, colocando a biblioteca no centro das atividades da escola e explora o trabalho dos professores bibliotecários como mediadores de aprendizagens;
 

3. A promoção de um trabalho de avaliação das literacias, através do desenvolvimento de instrumentos rigorosos para a avaliação da competência leitora;
 

4. A promoção da inovação pedagógica e da flexibilidade curricular a partir da biblioteca escolar, enquanto espaço privilegiado do cruzamento de saberes disciplinares e do acesso a múltiplos recursos;
 

5. A implementação da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, através da capacitação das bibliotecas com instrumentos de participação dos alunos no comentário aos temas da atualidade e no acesso a recursos que lhes permitam desenvolver conhecimentos e capacidade crítica;
 
 
6. O reforço das literacias digitais, através da promoção de leitura em diferentes formatos e da promoção da competência de leitura em texto e hipertexto.
 

Estas prioridades colocam as Bibliotecas Escolares no centro da escola, reforçando o seu papel enquanto instrumento de promoção de melhores aprendizagens.

Para a sua concretização, serão disponibilizadas ações de formação, recursos digitais e documentação de apoio às escolas, já a partir de setembro de 2018.
 
 
Ficheiros:

Autoria e outros dados (tags, etc)

Etiquetas:

o que é.png

 Ler na fonte |

 

Com base em pesquisas educacionais nacionais e internacionais, Porvir aponta as principais características do professor do século 21

 

A tecnologia e as novas formas de organização da sociedade trouxeram mudanças para muitas profissões. Assim como as grandes corporações começaram a repensar suas atividades, na sala de aula não poderia ser diferente. Para ensinar uma geração conectada e que vive em constante transformação, os professores também devem estar em constante atualização.

Com base em pesquisas nacionais e internacionais, o Porvir separou algumas das principais características que compõem o perfil do professor do século 21. Nem todos os atributos são novidade para quem acompanha o site, mas eles servem como ponto de partida para uma reflexão sobre as novas formas de ensinar e aprender.

 

Confira a lista:

Saber explicar bem os conteúdos
De acordo com os estudantes ouvidos pela segunda fase (2017-2018) da pesquisa “Nossa Escola em (Re)Construção”, a didática é uma das características mais valorizadas em um educador. Para 54% dos 18.844 mil jovens ouvidos, um bom  professor deve saber explicar bem os conteúdos.

 

Propor diferentes atividades nas aulas
Ainda segundo a pesquisa “Nossa Escola em (Re)Construção”, os jovens reconhecem um professor que consegue ir além da aula tradicional. Na avaliação de 31% deles, é importante propor atividades diversificadas, ou seja, ir além da aula expositiva.

 

Conviver, respeitar o aluno e cuidar da sua individualidade
Além de saber ensinar, os alunos também valorizam docentes que sabem estabelecer um diálogo harmonioso. Na pesquisa “Juventudes na escola sentidos e buscas: Por que frequentam?”, feita pelo MEC (Ministério da Educação), OEI (Organização dos Estados Interamericanos) e Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), eles evidenciam que o professor é fator decisivo contra a evasão escolar. Ele deve conviver, respeitar o aluno e cuidar da sua individualidade.

 

Acompanhar alunos com dificuldade de aprendizagem
Segundo a pesquisa “Boas Práticas em Sala de Aula”, da Fundação Lemann, que observou 70 professores que alcançaram bons resultados de aprendizagem, o acompanhamento dos alunos com dificuldade de aprendizagem está entre as cinco principais estratégias adotadas por eles. O estudo ainda aponta outras estratégias, como a facilitação do diálogo entre alunos, resolução coletiva de situações-problema, leitura frequente pelos alunos e experimentos em ciências.

 

Ser um mentor para os alunos descobrirem seus interesses e talentos
Com o crescente acesso à internet, o relatório do NMC (New Media Consortium) aponta que o professor deixa de ser a fonte primária de conhecimento e se torna fundamental no papel de orientação e mediação. Na mesma linha, a pesquisa School in 2030, do WISE (Word Summit for Education), mostra que 73% dos entrevistados acreditam que o professor terá como função orientar os alunos ao longo de suas trajetórias de aprendizagem autônoma.

 

Dominar o conteúdo, usar tecnologia e saber se comunicar
Uma pesquisa que ouviu alunos, educadores e pais de instituições parceiras do grupo Unità Educacional apontou que no campo das competências técnicas é fundamental que o professor tenha domínio do conteúdo, atualização tecnológica e capacidade de comunicação.

 

Estimular a participação dos estudantes
Conforme aponta o documento “Juventudes pela Educação: Propostas para fortalecer a participação das juventudes brasileiras em prol da melhoria da educação”, desenvolvido pelo Movimento Todos pela Educação, em parceria com o Instituto Inspirare e o Instituto Unibanco, os educadores que não conhecem e nem consideram as características e demandas dos estudantes têm dificuldade de oferecer oportunidades educativas conectadas com o seu potencial, suas limitações, seus interesses e suas necessidades.

 

Saber mediar trabalhos em grupo
O livro “Planejando o Trabalho em Grupo – Estratégias para Salas de Aula Heterogêneas”, escrito pelas pesquisadoras Elizabeth Cohen (1932-2005) e Rachel A. Lotan, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, traz estratégias para a  preparação de atividades colaborativas que impactam no aprendizado, característica considerada fundamental para um bom professor.

 

Ser paciente e se aproximar do aluno  
De acordo com o relatório Global Survey of Teacher Effectiveness (“Pesquisa global sobre efetividade do professor”), produzido pelo grupo editorial britânico Pearson, os estudantes brasileiros consideram a paciência e o bom relacionamento como umas das principais qualidades de um bom professor.

 

Referência: O que é ser um bom professor? - PORVIR. (2018). PORVIR. Retrieved 24 July 2018, from http://porvir.org/o-que-e-ser-um-bom-professor/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Neste vídeo pode (re)ver as intervenções dos participantes do evento que tiveram lugar no período da manhã: 

 

9h30 

Sessão de Abertura
· Secretário de Estado da Educação, João Costa
· Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia
· Presidente do Conselho Intermunicipal da Beira Baixa, Luís Pereira
· Presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco, António Fernandes
· Diretor do A. E. Amato Lusitano, João Belém

 

10h00 

João Costa - Secretário de Estado da Educação "Autonomia e Flexibilidade Curricular – Competências Século XXI"
Moderadora: Maria Margarida Guimarães – Diretora do Agrup. de Escolas de Vila de Rei

 

11h30 

Maria João Horta - Sub Diretora Geral de Educação (DGE)
-"Perfil do Aluno e Projetos DGE"
Moderador: António Carvalho - Diretor do Agr. de Escolas Nuno Álvares

 

12h30 

José Miguel – Diretor do CFAE EDUFOR
-"Oportunidades Educativas e boas práticas: Erasmus+ & Ambientes Educativos Inovadores"
Moderador: José Almeida- Diretor do Agr. de Escolas Verde Horizonte-Mação

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Francisco Mora · Doutor em Neurociência e Medicina

 

Doutor em Neurociências pela Universidade de Oxford e Doutor em Medicina pela Universidade de Granada, Francisco Mora é Professor de Fisiologia na Universidade Complutense de Madrid. Referência internacional em neuroeducação e autor de inúmeras publicações e livros como "Neuroeducação: você só pode aprender o que você ama", o professor Mora enfatiza a importância das emoções na aprendizagem.

 

 

Tudo o que somos, pensamos, sentimos e aprendemos é o resultado do nosso cérebro em constante interação com nosso corpo e com o meio ambiente, explica ele.

 

 

Mora, dá-nos as ferramentas e chaves básicas que a neurociência oferece para melhorar a aprendizagem e a memória, sempre do lado humano, afirmando que " Tentar ensinar sem saber como o cérebro funciona é como desenhar uma luva sem nunca ter visto uma mão. "

 

Defensor da necessidade de uma sólida educação ética e valores nas crianças, Francisco Mora argumenta que todas as mudanças importantes que ocorrem nas nossas sociedades ocidentais vão "reconhecer e aceitar que o ser humano é o que a educação faz dele", destacando especialmente o papel central dos professores que ele considera "a jóia da coroa de um país" e os arquitetos fundamentais desta tarefa.

 

 "São os professores que, além do conhecimento, transmitem os seus valores aos homens e mulheres do futuro", enfatiza. 

 

 

Referência: ¿Qué es la neuroeducación?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 11 July 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-es-la-neuroeducacion-francisco-mora/

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

ant.png

 Ouvir a entrevista |

 

Reportagem / Entrevista Manhã 1

  • O desenvolvimento da tecnologia e a circulação da informação na forma como os mais novos aprendem, na entrevista de Miguel Bastos a Marc Prensky, especialista em educação e tecnologia | 04 Jul, 2018

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Onde se falou da Web e do uso seguro da informação na sala de aula e na vida, de tecnologias digitais, de informação, de conhecimento e de aprendizagem. Em suma, de multiliteracias.

 

Como ensinar e aprender no mundo digital que é hoje o nosso? Como tirar partido, como abrir a porta ao saber informal na sala de aula? Como é que se transforma em conhecimento?

 

Como é que se promove, nos professores e alunos, a capacidade de autoformação  ao longo da vida?

 

Os professores dirigem as aprendizagens nas Escolas e devem por isso apropriar-se destes (novos) saberes, de forma a poderem usá-los e transmiti-los aos alunos.

 

29 de julho de 2018.
Leituras na Linha. 1.º Encontro de Bibliotecas de Cascais

 

Conteúdo relacionado:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Eduardo Sáenz de Cabezón · Professor e divulgador

 

Doutor em matemáticas pela Universidade de la Rioja, onde atualmente exerce como professor de Linguagens e Sistemas Informáticos, Eduardo Saénz de Cabezón realiza uma intensa divulgação das matemáticas como membro e fundador do grupo de científicos e investigadores “Big Van Científicos sobre Ruedas”. Para além disso, participa em conferências e workshops por todo o mundo contagiando com a sua paixão por esta “linguagem das ciências". O seu trabalho de investigador centra-se na área da álgebra computacional para a qual contribuiu com numerosos artigos e colaborações com matemáticos espanhóis e europeus. Aprender matemáticas converte-nos em “cidadãos mais livres, mais difíceis de manipular…Serve para compreender o mundo em que estamos mas também para nos compreendermos  a nós mesmos”, destaca este reconhecido divulgador.

 

Ver programa completo.

 

Referência: ¿Para qué sirven las matemáticas?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 18 June 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/para-que-sirven-las-matematicas-eduardo-saenz-de-cabezon/

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

finl.png

 Ler na fonte | por Cristopher Marques

 

Em permanência nos lugares cimeiros dos testes PISA, a Finlândia é apresentada como um modelo a seguir em matéria de ensino.

 

Em entrevista à RTP, a ministra finlandesa da Educação aponta os professores como chave do sucesso finlandês e defende a aposta na formação de docentes.

 

Sanni Grahn-Laasonen louva a autonomia escolar e insiste que a motivação dos alunos está relacionada com o sucesso escolar. Assume por isso o objetivo de tornar a escola "mais divertida" e sublinha que aprender passa também por deixar as crianças brincar e fazerem parte de um grupo.

 

O sucesso da educação finlandesa está associado a um sistema de ensino inteiramente gratuito, onde a escolaridade obrigatória só começa aos sete anos e as crianças passam menos tempo na escola do que em Portugal. Os trabalhos de casa são quase inexistentes e não há exames nacionais. Os professores têm autonomia para definir os recursos utilizados e não são avaliados. Todos têm mestrado, formação específica e são muitos os que não conseguem entrar nos cursos que abrem as portas à docência.

A qualidade do ensino finlandês é sublinhada nos testes de avaliação internacional PISA: desde o seu surgimento, em 2000, que a Finlândia se mantém nos lugares cimeiros. Apesar da reputação internacional do modelo finlandês, Helsínquia avançou com uma reforma educativa. O objetivo é adaptar o ensino ao século XXI, tirando proveito das novas tecnologias e privilegiando as competências em detrimento das matérias. 

Desde 2015, Sanni Grahn-Laasonen é o rosto da política de educação da Finlândia. Antes de liderar este ministério, Saani Grahn-Laasonen foi ministra do Ambiente e jornalista ao serviço do tabloide finlandês Iltalehti. É também vice-presidente do Partido da Coligação Nacional, movimento liberal-conservador filiado no Partido Popular Europeu que integra o atual Executivo finlandês.

 

“Escola Cá e Lá”. Veja a reportagem do Linha da Frente que compara o ensino em Portugal e na Finlândia



 

RTP: Qual o segredo do modelo educativo finlandês?

Sanni Grahn-Laasonen:
 Se tivesse que referir apenas um segredo do modelo de educação finlandês, diria que são os professores. Os professores finlandeses são muito respeitados pela sociedade finlandesa, estão muito motivados e bem formados, inclusive com mestrado. Damos-lhe uma grande autonomia pedagógica.

Como temos visto, o facto de termos professores com independência, tão motivados e bem formados e em quem podemos confiar traz ótimos resultados. Toda a sociedade finlandesa acredita na educação e confia nos professores.

Não há qualquer sistema de avaliação de professores. Vocês acreditam neles pela formação que lhes deram antes?


Sim. Não há exames estandardizados no sistema de ensino finlandês. Não queremos ter esse tipo de controlo feito pelo Governo ou pelo ministério. Os nossos professores são profissionais, escolhem os seus próprios materiais pedagógicos e sabemos que escolhem os melhores métodos. Este modelo tem dado muito bons resultados, como temos visto, por exemplo, nos testes PISA.

Apesar dos bons resultados avançaram recentemente com uma reforma do currículo. Quais as principais diferenças?

O mundo está a mudar muito rapidamente, o que significa que também nós temos de desenvolver a educação e trazer ideias novas. Há uma grande relação entre investigação e o desenvolvimento da educação na Finlândia. 

Com este currículo que estamos agora a implementar, queremos evidenciar não só o conhecimento mas também as competências futuras que serão necessárias. Por exemplo, usamos um modelo de ensino que se baseia no “acontecimento”. Não sei se esta é a palavra mais adequada para descrever este modelo mas o que queremos é que haja uma grande cooperação entre professores e diferentes disciplinas. Colocamos um acontecimento no centro e depois analisamo-lo através de diferentes perspetivas e disciplinas.

Além disto, trabalhamos as competências de que os alunos precisarão no futuro como o espírito crítico, as competências sociais e a comunicação.

Esta reforma curricular gera consenso na sociedade e entre partidos políticos ou é expectável que, no futuro, estas mudanças sejam revertidas?

Na Finlândia, toda a sociedade valoriza a educação. Quando desenvolvemos a educação, os profissionais, professores e investigadores estão no centro do debate. Não são os políticos. Nós, políticos, não mexemos nos currículos. São feitos por profissionais, nomeadamente professores. Damos depois uma grande autonomia aos professores e às escolas para escolherem como e quando ensinam e os materiais que utilizam. 

Regem-se pelo princípio que deve haver a mínima intervenção da política na educação?

Sim. É claro que a legislação vem do ministério e do Governo. Mas, depois disto, os municípios é que são responsáveis por organizar as escolas e a educação. Os professores têm um papel muito importante.

Em Portugal estamos também a debater a autonomia das escolas. Por onde devemos começar para dar mais autonomia às escolas?


Nunca me sinto muito confortável para dar conselhos a outros países porque acredito que as decisões devem ser tomadas pelos próprios países. O que digo sempre é que é muito importante que a formação de professores seja de grande qualidade. Se a formação for boa, os próprios professores podem tomar as decisões e serem responsáveis pela aprendizagem. (...)

 

Ler mais >>

 

Referência: RTP, N. (2018). Ministra da Educaçãoo da Finlândia. "Professores são segredo do modelo de educaçãoo"Rtp.pt. Retrieved 15 June 2018, from https://www.rtp.pt/noticias/mundo/ministra-da-educacao-da-finlandia-professores-sao-segredo-do-modelo-de-educacao_es1065459

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Victor Küppers: Porque é tão importante aprender a escutar?
Victor Küppers. Professor e escritor.

 

Ver programa completo.

 

Victor Küppers es Doctor en Humanidades y Licenciado en Administración y Dirección de Empresas. Profesor universitario y formador, Küppers es autor de libros de éxito como "El efecto Actitud" y "Vivir una vida con sentido".

 

Es un defensor absoluto del poder que tiene la ‘actitud’ para desarrollar el máximo potencial de las personas: "Tú vales tus conocimientos, tus habilidades y tu actitud, pero la actitud multiplica”, explica.

 

Víctor Küppers reivindica la importancia de aprender a escuchar para cuidar las relaciones en el mundo actual. Apasionado por la psicología positiva, su pensamiento se podría resumir en esta frase de Teresa de Calcuta: “Que nadie se acerque a ti sin que al irse se sienta un poco mejor y más feliz”. Para Küppers esta es la definición de una ‘persona espectacular’.

 

 

Referência: ¿Por qué es tan importante saber escuchar?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 12 June 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/aprender-a-escuchar-victor-kuupers/

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_