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Eduardo Sáenz de Cabezón · Professor e divulgador

 

Doutor em matemáticas pela Universidade de la Rioja, onde atualmente exerce como professor de Linguagens e Sistemas Informáticos, Eduardo Saénz de Cabezón realiza uma intensa divulgação das matemáticas como membro e fundador do grupo de científicos e investigadores “Big Van Científicos sobre Ruedas”. Para além disso, participa em conferências e workshops por todo o mundo contagiando com a sua paixão por esta “linguagem das ciências". O seu trabalho de investigador centra-se na área da álgebra computacional para a qual contribuiu com numerosos artigos e colaborações com matemáticos espanhóis e europeus. Aprender matemáticas converte-nos em “cidadãos mais livres, mais difíceis de manipular…Serve para compreender o mundo em que estamos mas também para nos compreendermos  a nós mesmos”, destaca este reconhecido divulgador.

 

Ver programa completo.

 

Referência: ¿Para qué sirven las matemáticas?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 18 June 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/para-que-sirven-las-matematicas-eduardo-saenz-de-cabezon/

 

 

 

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 Ler na fonte | por Cristopher Marques

 

Em permanência nos lugares cimeiros dos testes PISA, a Finlândia é apresentada como um modelo a seguir em matéria de ensino.

 

Em entrevista à RTP, a ministra finlandesa da Educação aponta os professores como chave do sucesso finlandês e defende a aposta na formação de docentes.

 

Sanni Grahn-Laasonen louva a autonomia escolar e insiste que a motivação dos alunos está relacionada com o sucesso escolar. Assume por isso o objetivo de tornar a escola "mais divertida" e sublinha que aprender passa também por deixar as crianças brincar e fazerem parte de um grupo.

 

O sucesso da educação finlandesa está associado a um sistema de ensino inteiramente gratuito, onde a escolaridade obrigatória só começa aos sete anos e as crianças passam menos tempo na escola do que em Portugal. Os trabalhos de casa são quase inexistentes e não há exames nacionais. Os professores têm autonomia para definir os recursos utilizados e não são avaliados. Todos têm mestrado, formação específica e são muitos os que não conseguem entrar nos cursos que abrem as portas à docência.

A qualidade do ensino finlandês é sublinhada nos testes de avaliação internacional PISA: desde o seu surgimento, em 2000, que a Finlândia se mantém nos lugares cimeiros. Apesar da reputação internacional do modelo finlandês, Helsínquia avançou com uma reforma educativa. O objetivo é adaptar o ensino ao século XXI, tirando proveito das novas tecnologias e privilegiando as competências em detrimento das matérias. 

Desde 2015, Sanni Grahn-Laasonen é o rosto da política de educação da Finlândia. Antes de liderar este ministério, Saani Grahn-Laasonen foi ministra do Ambiente e jornalista ao serviço do tabloide finlandês Iltalehti. É também vice-presidente do Partido da Coligação Nacional, movimento liberal-conservador filiado no Partido Popular Europeu que integra o atual Executivo finlandês.

 

“Escola Cá e Lá”. Veja a reportagem do Linha da Frente que compara o ensino em Portugal e na Finlândia



 

RTP: Qual o segredo do modelo educativo finlandês?

Sanni Grahn-Laasonen:
 Se tivesse que referir apenas um segredo do modelo de educação finlandês, diria que são os professores. Os professores finlandeses são muito respeitados pela sociedade finlandesa, estão muito motivados e bem formados, inclusive com mestrado. Damos-lhe uma grande autonomia pedagógica.

Como temos visto, o facto de termos professores com independência, tão motivados e bem formados e em quem podemos confiar traz ótimos resultados. Toda a sociedade finlandesa acredita na educação e confia nos professores.

Não há qualquer sistema de avaliação de professores. Vocês acreditam neles pela formação que lhes deram antes?


Sim. Não há exames estandardizados no sistema de ensino finlandês. Não queremos ter esse tipo de controlo feito pelo Governo ou pelo ministério. Os nossos professores são profissionais, escolhem os seus próprios materiais pedagógicos e sabemos que escolhem os melhores métodos. Este modelo tem dado muito bons resultados, como temos visto, por exemplo, nos testes PISA.

Apesar dos bons resultados avançaram recentemente com uma reforma do currículo. Quais as principais diferenças?

O mundo está a mudar muito rapidamente, o que significa que também nós temos de desenvolver a educação e trazer ideias novas. Há uma grande relação entre investigação e o desenvolvimento da educação na Finlândia. 

Com este currículo que estamos agora a implementar, queremos evidenciar não só o conhecimento mas também as competências futuras que serão necessárias. Por exemplo, usamos um modelo de ensino que se baseia no “acontecimento”. Não sei se esta é a palavra mais adequada para descrever este modelo mas o que queremos é que haja uma grande cooperação entre professores e diferentes disciplinas. Colocamos um acontecimento no centro e depois analisamo-lo através de diferentes perspetivas e disciplinas.

Além disto, trabalhamos as competências de que os alunos precisarão no futuro como o espírito crítico, as competências sociais e a comunicação.

Esta reforma curricular gera consenso na sociedade e entre partidos políticos ou é expectável que, no futuro, estas mudanças sejam revertidas?

Na Finlândia, toda a sociedade valoriza a educação. Quando desenvolvemos a educação, os profissionais, professores e investigadores estão no centro do debate. Não são os políticos. Nós, políticos, não mexemos nos currículos. São feitos por profissionais, nomeadamente professores. Damos depois uma grande autonomia aos professores e às escolas para escolherem como e quando ensinam e os materiais que utilizam. 

Regem-se pelo princípio que deve haver a mínima intervenção da política na educação?

Sim. É claro que a legislação vem do ministério e do Governo. Mas, depois disto, os municípios é que são responsáveis por organizar as escolas e a educação. Os professores têm um papel muito importante.

Em Portugal estamos também a debater a autonomia das escolas. Por onde devemos começar para dar mais autonomia às escolas?


Nunca me sinto muito confortável para dar conselhos a outros países porque acredito que as decisões devem ser tomadas pelos próprios países. O que digo sempre é que é muito importante que a formação de professores seja de grande qualidade. Se a formação for boa, os próprios professores podem tomar as decisões e serem responsáveis pela aprendizagem. (...)

 

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Referência: RTP, N. (2018). Ministra da Educaçãoo da Finlândia. "Professores são segredo do modelo de educaçãoo"Rtp.pt. Retrieved 15 June 2018, from https://www.rtp.pt/noticias/mundo/ministra-da-educacao-da-finlandia-professores-sao-segredo-do-modelo-de-educacao_es1065459

 

 

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Victor Küppers: Porque é tão importante aprender a escutar?
Victor Küppers. Professor e escritor.

 

Ver programa completo.

 

Victor Küppers es Doctor en Humanidades y Licenciado en Administración y Dirección de Empresas. Profesor universitario y formador, Küppers es autor de libros de éxito como "El efecto Actitud" y "Vivir una vida con sentido".

 

Es un defensor absoluto del poder que tiene la ‘actitud’ para desarrollar el máximo potencial de las personas: "Tú vales tus conocimientos, tus habilidades y tu actitud, pero la actitud multiplica”, explica.

 

Víctor Küppers reivindica la importancia de aprender a escuchar para cuidar las relaciones en el mundo actual. Apasionado por la psicología positiva, su pensamiento se podría resumir en esta frase de Teresa de Calcuta: “Que nadie se acerque a ti sin que al irse se sienta un poco mejor y más feliz”. Para Küppers esta es la definición de una ‘persona espectacular’.

 

 

Referência: ¿Por qué es tan importante saber escuchar?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 12 June 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/aprender-a-escuchar-victor-kuupers/

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Assim afeta o sono o rendimento escolar | Juan Antonio Madrid · Cronobiólogo e Catedrático de Fisiologia

 

De Juan Antonio Madrid bien podría decirse que es un “relojero del sueño humano”y uno de los investigadores con mayor producción científica a nivel mundial en el campo de los “ritmos circadianos". Catedrático de Fisiología y Especialista en Cronobiología por la Universidad Pierre y Marie Curie de París, Juan Antonio Madrid dirige actualmente el Laboratorio de Cronobiología (Cronolab) de la Universidad de Murcia, una institución especializada en la investigación del reloj biológico y cómo sus alteraciones impactan en la salud de las personas.

 

El Laboratorio Cronolab forma parte del CIBER de Fragilidad y Envejecimiento Saludable CIBERFES (Instituto de Salud Carlos III). Este experto afirma que “una de las principales causas del fracaso escolar es también la falta de sueño de nuestros jóvenes”. Las consecuencias de los cada vez más habituales trastornos del sueño, las recomendaciones para mejorarlo o los falsos mitos, son algunos de los temas que Juan Antonio Madrid repasa en este video en el que nos ofrece la realización de un test para medir la calidad de nuestro sueño. (...)

 

Ver programa completo.

 

Referência: Así afecta el sueño al rendimiento escolar. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 30 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/asi-afecta-el-sueno-al-rendimiento-escolar-juan-antonio-madrid/

 

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Podem as crianças em grupo, com acesso à Internet, aprender sozinhas? Sugata Mitra, cientista e professor

 

Doutor em física e professor de tecnologia educativa da Universidade de Newcastle (Reino Unido), Sugata Mitra salta para a fama internacional quando a TED, organização que promove a tecnologia, a educação e o desenho elegeu a sua conferência como a mais inspiradora e com mais potencial de mudança, no ano 2013. 

 

A sua história conta a experiência de um jovem e brilhante físico que há quase 20 anos coloca um computador com ligação à internet num muro de um subúrbio de Nova Deli, perto da sua sala de aula, e se pergunta: conseguirão aquelas crianças, sem educação, aprender por si mesmas? As gravações com câmara escondida mostraram ao professor Mitra que as crianças jogaram no computador, aprenderam a usá-lo e para além disso ensinaram as outras sem a intervenção de nenhum adulto. 

 

À sua história chamou-se "Hole in the Wall" (Buraco na Parede) e inspirou parte do argumento do filme que ganhou o Óscar, 'Slumdog Millionaire'. Mitra avançou nas suas investigações o que denominou como educação minimamente invasiva e reproduziu o teste noutros lugares da Índia e do mundo. Os resultados? A capacidade de auto-aprendizagem das crianças com o uso da Internet e as novas tecnologias é surpreendente.

 

Hoje, a sua proposta educativa conhece-se como SOLE (siglas em inglês de Self Organised Learning Environments), ambientes de aprendizagem auto-organizados e conta com experiências em escolas de mais de 50 países.

 

Tradução livre do espanhol.

 

 

¿Puede un grupo de niños con acceso a internet aprender solos?

Referência: ¿Puede un grupo de niños con acceso a internet aprender solos?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 23 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/puede-un-grupo-de-ninos-con-acceso-a-internet-aprender-solos-sugata-mitra/

 

 

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 foto JN | por Alexandre Inácio |

 

José Jorge Teixeira, professor de Física e Química na escola secundária Júlio Martins, em Chaves, foi eleito o melhor professor de Portugal. O dinheiro do prémio servirá para desenvolver o projeto que criou noutras escolas do país.

 

As suas aulas "começam sempre com bom humor, pelo porquê das coisas", garantiu esta tarde após receber os 30 mil euros de prémio do Global Teacher Prize Portugal, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. José Jorge Teixeira é professor há 24 anos e um dos seus principais objetivos é conciliar o ensino formal e informal para cativar os alunos. Aos docentes, deixou uma mensagem: a tecnologia e os recursos não são tudo, "temos a nossa cabeça e a nossa imaginação para do pouco fazermos muito".

 

Há 12 anos, o docente fundou na Secundária Fernão de Magalhães, o Clube do Ensino Experimental das Ciências (CEEC): a partir da matéria, os alunos debatem ideias e criam um novo produto. A experiência é depois revelada à comunidade escolar. Este ano, por exemplo, os alunos estão a desenvolver um instrumento que permita a captação de água a partir do vapor. O objetivo, explicou o professor, é conseguir-se desenvolver plantas "autónomas", quase sem rega. O dinheiro do prémio, explicou aos jornalistas, será para replicar o seu projeto noutras escolas do país.

 

"Trabalhamos 22 horas letivas e inúmeras não letivas. Antes de vir para aqui já dei aulas de segunda, de terça, de quarta, de quinta? Estou esgotado!", afirmou José Teixeira, manifestando-se igualmente feliz.

(...)

 

 

Ler mais >>

 

Inácio, A. and Inácio, A.

Referência: Inácio, A., & Inácio, A. (2018). Professor de Chaves eleito o melhor de PortugalJN. Retrieved 19 May 2018, from https://www.jn.pt/nacional/interior/professor-de-chaves-eleito-o-melhor-de-portugal-9348102.html

 

 

 

 

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Porque é que as crianças deviam aprender filosofia? | Jordi Nomen

 

Jordi Nomen é professor de Filosofía na Escuela Sadako de Barcelona e autor do livro ‘El niño filósofo. Cómo ayudar a los niños a pensar por sí mismos’.

 

Nomen, explica-nos neste vídeo o sentido que tem a filosofia na educação das crianças destacando o valor das perguntas para as fazer pensar: ‘temos muitas respostas, mas fazem-nos falta as perguntas e isso não está no Google’, afirma. Defensor do papel das humanidades, Jordi Nomen destaca o papel da literatura, da música e filosofia na educação e afirma que ‘renunciar às humanidades é renunciar à humanidade’.

 

Visualizar o programa completo. | A filosofia faz-nos críticos, criativos e cuidadosos

 

 

¿Por qué los niños deberían aprender Filosofía?

Referência: ¿Por qué los niños deberían aprender Filosofía?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 18 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/por-que-los-ninos-deberian-aprender-filosofia-jordi-nomen/

 

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Dados administrativos das escolas públicas, desde o pré-escolar ao ensino secundário, dos dois últimos anos letivos

No âmbito do Simplex+ o Ministério da Educação disponibiliza o BIME – Plataforma de Informação Edu que agrega informação administrativa relativa às escolas públicas, divulgando um conjunto de dados úteis ao cidadão relativamente às escolas públicas nos dois últimos anos letivos.

 

Pode encontrar os dados administrativos aqui.

 

Mais informação útil:

 

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 Usar os media |

 

Um sítio Web sobre educação com e para os media, com a chancela RBE, indispensável nas bibliotecas e de aplicação fácil nas salas de aula.

 

Apresentação

Os alunos pesquisam sobre matérias escolares e temas do seu interesse. Recorrem à informação disponível em fontes documentais físicas e digitais - em redes sociais, na Internet, nos media, livros, revistas, jornais. Avaliam e validam a informação recolhida, cruzando diferentes fontes, para testar a sua credibilidade.

 

Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (2017)

j) Assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo;

Despacho n.º 5908/2017 (Projeto de autonomia e flexibilidade curricular) - Princípios orientadores

O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo. 

 

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

As práticas de literacia dos media visam dotar os alunos de conhecimentos necessários para o seu uso criativo e informado. O aluno usa os media e espaços sociais de interação e comunicação de forma ética e responsável para produzir, comunicar e participar civicamente. A biblioteca escolar cria condições de acesso e oportunidades de aprendizagem, capacitando os jovens para a compreensão crítica da mensagem mediática, de forma a contribuir para a sua inclusão numa sociedade dominada pelas tecnologias e pelos media.

 

Aprender com a biblioteca escolar (2017)

A biblioteca escolar está em condições de se integrar plenamente na concretização das atuais orientações educativas, contando, para o efeito, com um dos seus documentos orientadores, o referencial Aprender com a biblioteca escolar.

 

relatório de implementação do referencial em 2016-17 evidencia que a literacia dos media é ainda pouco trabalhada pela biblioteca, na sua articulação com as várias áreas curriculares. 


A par de outras iniciativas, este sítio web, Saber usar os media, destina-se a apoiar uma abordagem dos media nas três dimensões consideradas nas estratégias de operacionalização do referencial: conhecer, refletir, produzir. Optou-se por sugestões de atividades, formuladas de modo sintético para permitirem uma primeira leitura rápida. Incluem-se as aprendizagens definidas no referencial Aprender com a biblioteca escolar, referidas apenas pelo respetivo número e somente na área da literacia dos media. São também propostas algumas possíveis ligações ao currículo.

 

A partir destas sugestões, e sempre procedendo à sua adaptação ao contexto de cada escola e de cada biblioteca, os professores bibliotecários e os docentes com quem colaboram poderão depois planificar mais detalhadamente cada atividade, recorrendo à grelha-matriz do Aprender com a biblioteca escolar.

 

Apresentação::Saber usar os media

Referência: Apresentação::Saber usar os media. (2018). Saber usar os media. Retrieved 10 May 2018, from https://media-rbe.webnode.pt/apresentacao/

 

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Foreword

 

In July 2017, Portugal officially adopted Legislative Order no. 5908/2017, which allows Portuguese schools to join a project called the "Project for Autonomy and Curriculum Flexibility (PACF)" on a voluntary basis. PACF provides schools with the necessary conditions to manage the curriculum while also integrating practices that promote better learning.

 

The PACF is being implemented as a pilot project during the 2017-2018 school year. Beginning in September 2017, over 200 schools joined the pilot. Per Portugal’s request, the OECD has conducted a review of the project. The purpose of the review is to explore how the project supports schools in effectively exercising autonomy and greater flexibility as they redesign their curricula according to the goals delineated in the Students' Profile by the End of Compulsory Schooling.

 

The Students' Profile by the End of Compulsory Schooling is a guiding document that describes the principles, vision, values and competences the country wishes Portuguese students to have by the time they finish compulsory schooling. In this review, the OECD examines how Portugal can support schools and teachers in adapting existing subjects, curricula and learning to incorporate the goals set out in the student profile. To this end, it delivers an independent analysis of the overall strategy, curriculum design and implementation of the PACF, as well as the first results of the pilot project. The review documents the process under the pilot programme and the status of its implementation in schools.

 

The analysis uses the curriculum design principles identified by the OECD Education 2030 project as a reference. The report provides policy insights and advice to Portuguese authorities at all levels of government, as well as practitioners and other stakeholders. The aim is to help them to ensure high-quality curriculum design and implementation. The report is also intended to help other OECD member countries and non-member economies understand the Portuguese process of redesigning learning models. 

(...)

 

Anon

Referência: (2018). Oecd.org. Retrieved 4 May 2018, from http://www.oecd.org/education/2030/Curriculum-Flexibility-and-Autonomy-in-Portugal-an-OECD-Review.pdf

 

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