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Ensina RTP |

 

O poema de David Mourão-Ferreira dito pela atriz Beatriz Batarda. Um encontro com a poesia para ver, ouvir e ler aqui.

 

“E por vezes”

 

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos  E por vezes

 

encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes

 

ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites   não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos

 

E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos

 

***

 

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Como saber se o seu filho é vítima de "bullying"? Tiina Mäkelä, coordenadora do programa “KiVa”

 

Ver o programa completo.

 

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Normas APA.  Sexta Edición. [e-Book]   Bogotá, Centro de Escritura Javeriano, 2018.

 

Para elaborar um trabalho académico, é necessário utilizar fontes de informação de acordo com o tema que se deseje trabalhar.

 

Do mesmo modo, é necessário que na apresentação dos documentos académicos se citem todas as fontes consultadas. É muito importante ter em conta que a citação para o desenvolvimento de alguns escritos é obrigatória, de outra forma, o texto poderia-se considerar como plágio. Esta falta refere-se à utilização de produções escritas ou orais de outras pessoas dentro de um texto sem as citar devidamente. De acordo com o anterior, existem vários tipos de normas que regulam  a apresentação de textos académicos. Uma das mais utilizadas internacionalmente são as Normas APA, desenvolvidas pela Associação Americana de Psicologia, que indica  requerimentos específicos de trabalhos científicos no que se refere a conteúdo, estilo, edição, citação, referenciação, apresentação de tabelas e imagens, etc.

 

Que fique claro que as normas APA estão concebidas para a apresentação de artigos científicos, de maneira que se devem adaptar com as mínimas alterações necessárias para a apresentação de textos como ensaios ou teses.

 

No texto apresentam-se as considerações mais relevantes da sexta edição das normas APA (2010), pelo que se deve entender que o conteúdo exposto no presente documento é produto do Centro de Escritura Javeriano para facilitar o seu uso. Se o utilizador quer mais informação sugere-se que recorra ao manual completo ou a http://www.apastyle.org

 

Tradução livre do espanhol.

 

Fonte:

Arévalo, J. (2018). Normas APA.  Sexta EdiciónUniverso Abierto. Retrieved 13 February 2018, from https://universoabierto.org/2018/02/12/normas-apa-sexta-edicion/

 

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por José Ramón Gamo. Neuropsicólogo infantil e professor


"Precisamos de professores que gerem mentalidade de crescimento nas crianças", José R. Gamo

 

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 por Aline Flor | Público | Download Guiões

 

CIG publica quinto Guião de Educação, dirigido ao ensino secundário, para ajudar os professores a ensinar com uma perspectiva de género. Aos docentes de oito disciplinas pede-se que sublinhem o contributo de mulheres para cada uma das áreas.

 

“Muitas vezes falo-lhes, por exemplo, em termos de poesia do facto de haver mais homens nos manuais, mesmo quando temos imensas poetisas com muita qualidade. Por que é que os manuais estão cheios de homens? Eu discuto isso com os alunos e noto que às vezes as miúdas se viram para os colegas e dizem ‘Estás a ver? Eu bem tinha razão!’”.

 

Trazer uma perspectiva de género para a sala de aula é um desafio para muitos educadores, mas para Sara Barbosa, professora do ensino secundário no Agrupamento de Escolas Monte da Lua, em Sintra, é um trabalho que compensa. “Eles normalmente gostam de debater os assuntos, sobretudo as raparigas. Elas sentem-se muito validadas.”

 

(...)

 

Ler mais >>

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O projeto “Literacias na escola: formar os parceiros da biblioteca”, concebido pelos professores bibliotecários dos três agrupamentos de escolas públicas do concelho de Cantanhede e em implementação desde 2013, consiste na planificação e implementação de um programa, sistémico e de longo prazo, de desenvolvimento de competências em literacias da informação e digital. “Saber transformar a informação em conhecimento e ser capaz de mobilizar e de atualizar de forma útil e flexível o conhecimento continuam a ser finalidades fundamentais de qualquer sistema de ensino”, eis a ambição dos seus mentores que o promovem através das 8 bibliotecas escolares que integram a Rede Concelhia de Bibliotecas de Cantanhede (RBC).

 

Apoiado pela RBE, em 2015, no âmbito da candidatura Ideias com Mérito, o projeto integra duas dimensões: uma já decorrida, a formação creditada de educadores e professores, e a contínua produção de recursos. Concebidos para promover e consolidar competências em literacia da informação e literacia digital, assumem vários formatos: guias, tutoriais, tutoriais em vídeo, infografias, listas de verificação e fichas de atividades, sendo pesquisáveis por tipo de literacia, por ciclo de ensino, por assunto e por tipo de documento.

 

Em 2017 começaram a desenvolver-se ações de formação para os alunos sob a forma de MOOC (Massive Open Online Course), encontrando-se já disponíveis cinco: “Respeitar os direitos de autor: as referências bibliográficas”; “Direitos de autor e referências bibliográficas – nível avançado”; “Apresentar os resultados de uma investigação | Os trabalhos escritos”; “Segurança digital” e “Conhecer o livro”.

 

Estes cursos de formação online, que abrangem vários níveis de ensino, desde o 1.º CEB até ao Ensino Secundário, encontram-se alojados na plataforma Moodle do AE Lima-de-Faria e acessíveis a qualquer utilizador, de forma autónoma, flexível e gratuita.

 

***

 

Aqui fica o notável trabalho desenvolvido pelos professores bibliotecários de Cantanhede, nomeadamente os seus MOOCs que estão ao alcance de todos (por favor, entre como visitante):

e o sítio web,

Aprendiz de Investigador - Aprender no século XXI | Literacias na escola: formar parceiros da biblioteca

 

Isabel Nina

Coordenadora interconcelhia

 

 

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Em escolas que se caraterizam hoje pela heterogeneidade dos seus alunos deixou de ser possível continuar a defender a ideia que educar, nesses contextos, é ensinar tudo a todos, como se todos fossem um só.

 

Se esta é uma afirmação relativamente consensual, importa reconhecer que deixa de haver consenso quando perguntamos o que se entende por diferenciar práticas, projetos e atividades pedagógicas ou como é que isso se faz no quotidiano de uma sala de aula. A saber: Como é que entendemos a diferença no mundo em que vivemos? A diferença é um problema ou uma propriedade?

 

São objetivos que orientam este webinar:

a. Refletir sobre as diferentes conceções de diferenciação curricular e pedagógica que, hoje, tendem a suportar as representações dos professores sobre a problemática da diferenciação;

b. Identificar algumas propostas de intervenção nos domínios da gestão curricular, da gestão e organização do trabalho pedagógico e da avaliação.

 

O webinar começa com a temática da Diferenciação curricular e pedagógica – Das abordagens assistencialistas e compensatórias à abordagem inclusiva. Comparando-se os pressupostos, as implicações curriculares, pedagógicas e avaliativas dos projetos de diferenciação assistencialista, compensatório e inclusivo, constata-se que a diferenciação tanto pode ser um ato de empoderamento dos alunos, do ponto de vista das aprendizagens e formação, como, pelo contrário, pode constituir um ato de discriminação capaz de, em nome do reconhecimento das diferenças, legitimar as desigualdades e contribuir para as tornar aceitáveis.

 

Depois aborda a Diferenciação curricular e pedagógica – Das respostas desejáveis às respostas possíveis. Apresenta-se um conjunto de estratégias e de dispositivos que possibilitam a concretização de um projeto de diferenciação de caráter inclusivo, os desafios relacionados com a gestão diferenciada dos objetivos escolares, da organização do espaço e do tempo de aprendizagem e sobre modalidades de apoio educativo.

 

A reflexão sobre a avaliação e os diferentes modos de a concretizar, de forma congruente com uma visão inclusiva da Escola fecham este webinar.

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 por Isabel NinaTexto completo


Resumo

 

A presente comunicação tem como principais objetivos evidenciar a importância da formação, do trabalho articulado e colaborativo na área da Educação para os Média e apresentar algumas boas práticas, promovidas em diferentes contextos de intervenção, de entre os quais se destaca o da biblioteca escolar.

O Programa da Rede de Bibliotecas Escolares alicerça o seu trabalho em três documentos estruturantes – o Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar, o referencial Aprender com a Biblioteca Escolar e o Quadro Estratégico 2014-2020 – todos eles destacando a importância da formação para as literacias da leitura, dos média e da informação.
 
No Aprender com a Biblioteca Escolar, referencial orientador das aprendizagens específicas a promover pela biblioteca escolar, a literacia dos média surge como uma das três literacias basilares. No entanto, tem-se vindo a constatar que desde o início da fase experimental da implementação daquele referencial, no ano letivo de 2012-2013, até à sua generalização, no ano letivo de 2015-2016, a literacia dos média é a menos dinamizada. Ora, foi precisamente este problema que nos fez despertar para a necessidade de compreender o motivo de tal situação e, posteriormente, contribuir para a sua melhoria.

Dada a publicação, em 2014, do Referencial de Educação para os Media para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário, colocou-se-nos outra questão: por que não fomentar o diálogo entre os dois referenciais, tendo em conta que ambos se complementam?
 
 
(...) procurámos promover ações que conciliassem os dois referenciais e potenciassem o trabalho articulado entre a biblioteca escolar e a sala de aula, pelo que apresentamos sumariamente algum do trabalho desenvolvido nesta área e que foi muito gratificante.

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No dia 15 de janeiro, 322 comunidades educativas juntaram-se em torno desta conferência e desenvolveram, também elas, inúmeras atividades.

 

Contudo, o “Dia do Perfil dos Alunos” marca, apenas, o início de outras dinâmicas na escola que conduzam à reflexão crítica, ao trabalho colaborativo e à renovação das práticas pedagógicas, promotoras de uma escola melhor.

 

Este vídeo, a par de outros recursos didáticos, pode ser usado para dinamizar este movimento em torno do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Fonte.

 

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 Fonte: DGE AtividadesApresentação

 

O Ministério da Educação, em colaboração com a Federação Nacional de Associações de Estudantes dos Ensinos Básico e Secundário, desafia todas as escolas a participarem, no dia 15 de janeiro de 2018, num amplo debate nacional com o objetivo de refletir sobre como organizar a escola e o ensino, com vista à concretização do Perfil dos Alunos no Final da Escolaridade Obrigatória.

 

Perfil dos Alunos, homologado pelo Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho, configura o que se pretende que os jovens alcancem no final da escolaridade obrigatória, sendo, para tal, determinante o compromisso da escola e de todos os que lá trabalham, das famílias e encarregados de educação, dos decisores políticos e da sociedade em geral. Neste sentido, julga-se oportuno e importante desenvolver uma iniciativa que promova a apropriação deste documento por todos aqueles que, de uma forma ou outra, têm intervenção na educação dos jovens portugueses e a reflexão focada em soluções concretas de organização da escola e do ensino, que visem a consecução do Perfil dos Alunos.

 

Neste dia 15 de janeiro realizar-se-á uma Conferência Nacional em Lisboa e, em simultâneo, as escolas associam-se localmente, num movimento que se pretende de âmbito nacional. A ideia é que, por um dia, as escolas suspendam a sua rotina diária e possam acompanhar a Conferência Nacional, em direto, via internet, organizar Conferências Locais e desenvolver outras atividades.

 

As escolas deverão inscrever-se nesta iniciativa no site do evento, onde também se disponibiliza o Programa, sugestões de atividades e documentos de apoio.

 

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