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Os Recursos Educativos Abertos (REA) fazem referência a materiais de ensino, aprendizagem e investigação em suporte digital de caráter gratuito, pois são publicados com uma licença aberta (Creative Commons) que permite o seu uso, adaptação e redistribuição por outros sem nenhuma restrição ou com restrições limitadas. O fenómeno dos REA é considerado de grande importância e interesse no futuro do ensino e da educação, em todos o níveis de ensino.

 

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El término competencias se ha utilizado desde 1970 en el ámbito laboral, asociándolo generalmente al desarrollo de las habilidades que requiere un profesionista para desempeñar un trabajo. Sin embargo, fue hasta 1980 que el término empezó a ser utilizado en el ámbito de la educación, y a partir de 1990, se comenzó a elaborar modelos para implementar competencias en diferentes niveles educativos, hasta abarcar todos los niveles. En años recientes este concepto ha tomado mayor relevancia dentro del ámbito educativo, por su gran potencial para transformar y hacer más eficiente el proceso de aprendizaje. (...)

 

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Sevilla : Junta de Andalucía, 2017 

 

 

<<Que difíceis são as adolescências>> Quantas vezes não teremos ouvido -ou repetido- esta expressão. Idade difícil para quem a atravessa e idade difícil também para quem a acompanha... em que crianças - até há pouco dóceis, carinhosas e comunicativas- parecem transmutar-se em outra espécie. (...)

 

Tradução livre, de um excerto, do documento em espanhol.

 

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 DGE |

 

Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória  foi homologado através do Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho, É o documento de referência para a organização de todo o sistema educativo e para o trabalho das escolas, contribuindo para a convergência e a articulação das decisões inerentes às dimensões do desenvolvimento curricular.

 

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texto de Mariana Lopes | PORVIR | documentário de Fabrício Borges |

 


 Documentário retrata o poder da linguagem para adolescentes da Fundação Casa

 

Após 27 anos de vigência do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o país ainda enfrenta o desafio de ter 2,8 milhões de jovens fora da escola. Apesar do documento garantir que todos, sem exceção, devem ter direito à educação, a baixa escolaridade e altíssima distorção idade-série de adolescentes privados de liberdade reforçam a existência de um sistema desigual. Como um convite à reflexão sobre a escolarização de meninos que cumprem medida socioeducativa em unidades da Fundação Casa, o documentário “Meninos de Palavra”, de Fabrício Borges, mostra o papel das linguagens na valorização do potencial criativo e na ampliação da autoestima de internos.

 

Em um universo “onde todos usam a havaiana azul, a mesma roupa e estão no mesmo lugar”, como diz uma das entrevistadas, o uso da palavra escrita, cantada ou encenada aparece como um caminho para expressar as individualidades dos meninos. A partir dos registros de oficinas do Projeto Educação com Arte, promovido por educadores do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária), o documentário retrata como são desenvolvidas ações de letramento com diferentes linguagens baseadas na escuta e no diálogo.

 

“Nós usamos essas ferramentas, a arte cênica, a música, o corpo, a palavra ou o teatro, para se aproximar desses meninos”, explica o arte-educador Carlos Caçapava, durante um debate sobre medidas socioeducativas realizado na última terça(18), após a exibição do documentário no CineSesc, em São Paulo (SP). Na definição dele, esse trabalho com linguagens ainda vai além da simples ação dar aulas. “É levar sensibilização para toda uma população”, aponta, ao fazer referências aos estigmas sociais muitas vezes sofridos por adolescentes privados de liberdade. (...)

 

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O Conselho Nacional de Educação lança a presente publicação: Organização Escolar: Os Agrupamentos, o último de uma série de estudos temáticos sobre o sistema de ensino (Organização escolar: o Tempo e Organização Escolar: As Turmas).

Na terceira publicação da série de estudos temáticos sobre a Organização Escolar que o Conselho Nacional de Educação tem vindo a elaborar é tratada a questão dos agrupamentos de escolas. Além da documentação técnica, considerou-se o contributo de algumas entidades com reflexão sobre esta matéria. Para o efeito, foi realizado, um pouco por todo o país, um conjunto de audições a diretores, coordenadores de estabelecimento, presidentes do Conselho Geral e representantes dos pais e família de diferentes unidades orgânicas. A amostra foi intencional e por clusters, a saber: o facto de a Unidade Orgânica estar agregada ou não, a dimensão pelo número de alunos, a dimensão pelo número de estabelecimentos, a dimensão geográfica, a tipologia do agrupamento, a tipologia de estabelecimentos agregados, a prática de estratégias diferenciadas e dinâmicas organizacionais.

Nas audições foram abordadas as evidências positivas e negativas da agregação; a gestão administrativa e pedagógica; a articulação entre níveis e ciclos de ensino; a mobilização e rentabilização de recursos; a dimensão do agrupamento; o balanço das fases de agregação e constituição do agrupamento; os desafios decorrentes da agregação; e a eventual reconfiguração da Unidade Orgânica se lhes fosse dada essa possibilidade.

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: contexto internacional, contexto português e balanço das audições.

 

 

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Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho,  são os autores do livro que a Direção-Geral da Educação acaba de lançar em edição digital: “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

 

A publicação oferece aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a lecionação dos Media na sala de aula.

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A DGEEC disponibiliza a informação estatística oficial associada ao sistema formal de educação e formação – crianças, alunos, recursos humanos e estabelecimentos de educação e ensino – relativa ao ano letivo 2015/2016.
 

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Estudo da OCDE reúne pela primeira vez indicadores sobre os primeiros anos da vida escolar e traz recomendações para mudar a escola

por Vinícius de Oliveira (PORVIR)

Pesquisas recentes mostram que os primeiros anos da vida escolar são responsáveis por formar os alicerces para o desenvolvimento de competências, do bem-estar e da aprendizagem. Até agora, o esforço de países tem sido direcionado à abertura de novas vagas na educação infantil, mas de acordo com o estudo “Starting Strong 2017″, recém-divulgado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), é preciso dar um próximo passo a mais e incluir medidas que melhorem as condições de trabalho de professores, a equidade no acesso e o uso de metodologias inovadoras.

 

Os benefícios vão além da aprendizagem. Uma educação de qualidade nesta etapa de ensino, segundo a entidade, pode ser benéfico a ponto de aumentar a participação de mulheres no mercado de trabalho, fator que tem forte correlação com altas taxas de matrícula durante a educação infantil, particularmente para mães com filhos com menos de 3 anos. Em países com alta taxa de participação feminina no mercado de trabalho (acima de 70% das mulheres entre 15 e 64 anos), como Dinamarca, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Eslovênia, e Suíça, a proporção de crianças que frequentam um centro formal de educação infantil também é mais alta. Os dados também mostram que existe uma relação entre a taxa de matrícula para meninos com 3 anos, em 2005, e um menor número de casos de obesidade infantil quando eles alcançaram 11 anos, em 2014.

 

O estudo também reúne dados sobre a carreira do professor. Na educação infantil, as exigências de qualificação têm aumentado, entretanto, os salários continuam menores do que os de professores dos níveis superiores – na média, equivale a 74%. O documento ressalta que essa é só uma parte da equação para melhorar a educação infantil. “Para atrair os melhores candidatos à sala de aula, os países precisam oferecer pagamento adequado, o que é uma evidência que a profissão é valorizada pela sociedade, mas também proporcionar um ambiente em que esses profissionais têm autonomia e papel ativo no desenvolvimento escolar”, diz o texto.

 

Nos países que integram a organização, o investimento para esta etapa de ensino atinge em média 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto). O Brasil está perto desses números. Segundo dados de 2014 divulgados pelo MEC (Ministério da Educação), o investimento público direto foi de 0,7%. Mas o dinheiro não é sinal de qualidade.

 

Segundo o diretor da OCDE Andreas Schleicher, para que as crianças consigam ter uma boa transição para os primeiros anos do fundamental, é preciso que os sistemas tenham o aluno no centro, ofereçam formação e chances de colaboração para os profissionais e um currículo devidamente alinhado com objetivos de aprendizagem.

 

Diante deste cenário, o documento faz ainda algumas recomendações:

– Salários mais altos e melhores condições de trabalho poderiam atrair ou ajudar na retenção de profissionais mais jovens. Somente 25% dos professores que estão na educação infantil têm menos de 30 anos em países como Áustria, Coreia do Sul, Japão, Nova Zelândia, Turquia e Reino Unido.

 

– Educação infantil de qualidade traz mais benefícios a crianças de baixo nível socioeconômico, especialmente por oferecer a base para um aprendizado bem-sucedido ao longo da vida e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.

 

– O engajamento familiar é fundamental: ajudar as crianças a aprenderem enquanto estão em casa e ter maior contato com a equipe escolar são fatores associados ao sucesso acadêmico no futuro e também ao desenvolvimento socioemocional.

 

– O investimento público é importante para a sustentabilidade e equidade. Sem ele, existe a possibilidade de falta de bons programas, desigualdade no acesso e a segregação de crianças dependendo de sua renda.

 

– Entender as dificuldades de uma criança para evitar lacunas de aprendizado ainda na educação infantil pode trazer benefícios no longo prazo.

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 DownloadInfoCEDI março-abril 2017 N.º 69 | IAC | N.os anteriores |

 

Discriminação racial

A lei utiliza a expressão “discriminação racial” para enquadrar todos os comporta- mentos que direta ou subtilmente, prejudiquem uma pessoa em razão da sua cor de pele, da sua nacionalidade, da sua raça ou da sua origem étnica. Em termos mais formais, entende-se por discriminação racial qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência em função da raça, cor, ascendência, origem nacional ou étnica, que tenha por objetivo ou produza como resultado a anulação ou restrição do reconhecimento, fruição ou exercício, em condições de igualdade, de direitos, liberdades e garantias ou de direitos económicos, sociais e culturais. (...)

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