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Padilla Zea, Natalia El uso educativo de los videojuegos. Sevilla : Junta de Andalucía, 2017 

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Numa sociedade onde o uso das Novas Tecnologias chegou a todos os âmbitos da vida, era questão de tempo até que estes dispositivos chegassem também às escolas. E, efetivamente, já há algum tempo que as nossas crianças usam os computadores na escola como parte do seu processo de aprendizagem.  Em casa, sem dúvida, preferem as consolas de vídeo, dispositivo tecnológico usado principalmente para o ócio. E, por algum motivo, parece que dedicam mais tempo às atividades centradas na consola que às que aparecem no computador da escola. Muitos pais, mães e professores, sem dúvida, prefeririam que fosse ao contrário porque acreditam que os jogos do computador do colégio são bons e os jogos da consola são maus. O que se pretende com este manual é desmistificar o uso dos videojogos e dar algumas chaves que nos permitam utilizá-los para favorecer o desenvolvimento educativo das nossas crianças

  • Exemplos de uso de videojogos em escolas
  • Mitos associados aos videojogos
  • Recomendações para um uso educativo dos videojogos
  • Bibliografia consultada

(Tradução livre do espanhol)

 

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Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho,  são os autores do livro que a Direção-Geral da Educação acaba de lançar em edição digital: “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

 

A publicação oferece aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a lecionação dos Media na sala de aula.

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Mayer-Schnberger, V. and K. Cukier [e-Book]  

A summary of the book Big Data:

A revolution that will transform how we live, work and think,

Kimhartman, 2013.

 

En la era de los grandes datos estamos empezando a cosechar algunos beneficios y posibilidades derivados de la gestión, utilización, procesamiento y análisis de esta ingente cantidad de dato, tales como: el seguimiento de los signos vitales para prever infecciones mortales, la predicción de incendios, conocer el mejor momento para comprar un billete de avión, viendo la inflación en tiempo real y el control de los medios de comunicación social con el fin de identificar las tendencias. Pero hay un lado oscuro de los datos grandes. ¿Serán las máquinas, y no las personas, las que toman las decisiones? ¿Cómo se regula un algoritmo? ¿Qué pasará con la privacidad? ¿Serán castigados los individuos por actos que todavía aún no  cometieron? Dos de los más respetados expertos en datos del mundo revelan la realidad de un gran mundo de datos y delinean pasos claros y realizables que equiparán al lector con las herramientas necesarias para esta próxima fase de la evolución humana.

 

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(2017). Ticpe.files.wordpress.com.

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Este documento destina-se a quem vivenciou um desastre natural e a todos aqueles que possam de alguma forma intervir ou relacionar-se com as pessoas afetadas.

 

O documento está organizado em dois grandes eixos: o primeiro referente ao Ciclo de Vida (crianças e adolescentes, adultos e pessoas idosas) e o segundo à Comunidade.

 

Para cada um dos eixos são apresentadas as respostas usuais a este tipo de eventos e recomendações sobre o que pode ser feito para ajudar a enfrentar a situação vivida.

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Dominique Boullier, F….. [e-Book] L’outre-lecture. Paris, Open edition, 2003.

 

Quando lemos na web, devemos falar de “leitura” ou “navegação”? Baseando-se em observações, os autores desta investigação mostram como a atividade do utilizador desde o ponto de vista do corpus, documento e signo têm como resultado direto as mesmas ações que obrigam a realizar uma interpretação tanto no caso da leitura, como no da navegação. Já que ambas implicam manejar, capturar e interpretam a informação em três níveis, corpo, documento, e signo.

 

Traduzido com adaptações, da fonte.

 

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Carbajo Cascón, F.  [e-Book]  

La propiedad intelectual en la sociedad de la información. Leer para descansar tranquilo.

Peñaranda de bracamonte, Salamanca, Fundación Germán Sánchez Ruipérez, 2017

 

 

La propiedad intelectual está integrada por dos clases de derechos independientes, aunque compatibles y acumulables entre sí: los derechos de autor y los derechos conexos o afines. Los derechos de autor recaen sobre creaciones intelectuales originales literarias, artísticas o científicas a las que denominamos en términos genéricos “obras”. Los derechos conexos recaen sobre “prestaciones” personales de tipo profesional (una interpretación artística o una ejecución musical) o industriales (un fonograma, una grabación audiovisual, una emisión de radio o televisión) que generalmente sirven como vehículo de expresión y difusión de una obra preexistente.

 

.epub - .pdf

 

Contenidos

I. Introducción a la propiedad intelectual. Derechos de autor y derechos afines o conexos
II. Cultura, información y mercado en la sociedad del conocimiento
III. Propiedad y acceso
IV. La adaptación de los derechos de propiedad intelectual al entorno digital. Aspectos básicos del copyright digital
V. Modelos de negocio en Internet
VI. Límites a los derechos exclusivos en Internet
VII. Conocimiento libre. Acceso abierto
VIII. La piratería digital

 

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Download | Applications of ICT in Libraries. [e-Book]  Wikibooks, 2015

 

Contents: Diploma ICTL; Advanced Diploma ICTL; Locating Information; Supporting Reader Development; Supporting Client Learning; Using ICT in Professional Practice; Safe and Legal Use of ICT; Net Navigator; Educator; Digital Culture – Online Communication; Digital Culture – Online Collaboration. 

Visto aqui.

 

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Novembro de 2016 | Download |

 

Introducción

 

El abuso sexual contra niños, niñas y adolescentes es una de las peores formas de violencia contra la niñez y adolescencia. A pesar de que constituye un problema creciente en el mundo, la mayoría de los casos no son detectados ni denunciados.

 

A diferencia del maltrato físico –cuyo diagnóstico depende de la posibilidad de ver las lesiones- y de la negligencia adulta hacia el bienestar infantil -que se diagnostica al ver niños privados de los cuidados parentales básicos (desnutridos, no escolarizados, sin cuidados médicos básicos, entre otras formas de vulneración de sus derechos)-, la detección del niño que fue o está siendo víctima de abuso sexual depende de escucharlo para saber qué pasó.

 

La importancia de escuchar al niño cuando toma la palabra radica en que su descripción frecuentemente es la más importante, poderosa y, en muchas ocasiones, la única evidencia del abuso cometido en su contra. Por ese motivo, es imprescindible prestarles atención, privacidad y escucharlos sin juzgarlos.

 

En la mayoría de los casos detectados no suele haber lesiones físicas que funcionen como indicios para determinar quién fue el agresor ni hay una conducta específica o prototípica que los niños víctimas presenten. Tampoco suele haber testigos, ya que quien comete un abuso sexual suele hacerlo a escondidas. Todos estos factores, sumados a mitos enraizados y prejuicios culturales que operan en detrimento de los niños cuando toman la palabra para develar sus padeceres, hacen que el diagnóstico y posterior denuncia sean una tarea compleja. También opera una premisa falsa que sostiene que “si no hay lesión, no hubo abuso”. Esto agrava la situación porque sin detección los niños no reciben tratamiento, ni protección ni justicia.

(...)

 

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 por Hermínia Pires | Download |

 

O contributo da biblioteca escolar para o reforço da escola inclusiva
 
"Cabe às bibliotecas escolares fornecer as melhores oportunidades de informação para que todos os indivíduos possam tirar o maior partido das suas vidas como cidadãos ativos, construtivos e independentes. " (Biblioteca RBE; 10).
 
Referência bibliográfica da página Internet [NP405-4]
PORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: O contributo da biblioteca escolar para o reforço da escola inclusiva. [Em linha]. Lisboa: RBE, atual. 02-06-2017.
 
 
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