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 Ler na fonte |

 

A Rede de Bibliotecas Escolares estabeleceu uma parceria com a revista Fórum Estudante

 

A revista, com periodicidade mensal divulga, desde setembro, ações relevantes no âmbito da promoção da leitura (atividades, projetos, boas práticas), realizadas pelas bibliotecas escolares do continente.

 

A revista tem como público-alvo os alunos e professores do ensino secundário, dando especial atenção às propostas formativas para estes alunos, bem como às múltiplas ofertas do ensino universitário para prosseguimento de estudos.

 

Paralelamente, lança discussão sobre temas da atualidade, passatempos, tecnologia, escolas, cinema e atividades realizadas pelas diversas “Academias Fórum” – experiências pedagógicas inovadoras e gratuitas com apoio de vários Institutos Politécnicos do país, nas quais os alunos interessados se podem inscrever.

 

A revista é publicada nos formatos impresso e digital, sendo distribuída pelas bibliotecas escolares das Escolas Secundárias e disponibilizada online.

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 Consultar publicação | Boletim Municipal, nº 244, de janeiro fevereiro

 

Em Almada, a rede de bibliotecas escolares teve o seu início em 1997. Hoje, passadas duas décadas, as crianças e jovens almadenses podem usufruir de 51 bibliotecas escolares, distribuídas pelas 11 freguesias do concelho. espaços onde se promovem a leitura e a escrita, competências fundamentais para aprendizagem. espaços onde o saber não ocupa lugar.

 

Matilde, 9 anos, é uma das jovens utilizadoras das bibliotecas escolares existentes no concelho de Almada. «Na biblioteca temos oportunidade de requisitar livros para ler, estudar, saber o que se passa à nossa volta, mas também podemos aprender informática», conta. A paixão pelos livros e gosto pela leitura são, igualmente, partilhados pelos colegas Tomás, Leonardo, Helena e Henrique, alunos do 1.º ciclo da Escola Básica Cataventos da Paz, em Cacilhas, que, desde abril de 2017, dispõe de uma biblioteca escolar. Para todos, a visita à biblioteca é sempre um momento especial. (...)

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 Inscrições | Programa

 

 

O II Seminário da Rede de Bibliotecas de Condeixa  intitulado: “Veni, Legi, Vici: Já os romanos o sabiam – Leitura(s) com Memóri@(s)”, realiza-se a 2 e 3 de março de 2018, em Condeixa-a-Nova. Trata-se de uma realização, em parceria, da Câmara Municipal de Condeixa, do Agrupamento de Escolas de Condeixa, da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Formação Nova Ágora

 

Nesta edição, dando-se ênfase às “Leitura(s) com Memóri@(s)”, renova-se o debate em torno de fundamentos da educação/formação no século XXI, das multiliteracias, mas também da narrativa literária, memória histórica e leitura ao serviço da herança patrimonial (material e imaterial) de um povo, enquanto garante de princípios de democraticidade e cidadania.

 

A informação encontra-se no sítio da Rede de Bibliotecas de Condeixa: https://goo.gl/xiSV1f, que vai sendo atualizada, com a informação sobre as comunicações.

 

Inscrições abertas, até 16 de fevereiro.

 

Helena Duque

Coordenadora interconcelhia

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 por Samuel SilvaJornal Público |

 

A Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca está no top 5 das que no secundário mais se distinguem no “ranking alternativo”. A leitura é aposta central do seu projecto educativo.

 

“O direito de não ler.” “O direito de saltar páginas.” “O direito de não acabar um livro.” No bloco C da Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca é o colorido dos “Direitos Inalienáveis do Leitor”, enunciados por Daniel Pennac, que quebra a monotonia da parede amarelada. As frases são pintadas a grená, com excepção da primeira letra de cada uma delas, que surge destacada numa pequena tela ornamentada como uma iluminura dos escritos clássicos.

 

Um dos “O” está cortado a meio e o director, Carlos Alberto Louro, nota-o: “Às vezes algum engraçadinho estraga isto e é preciso voltar a fazer.” A escola de Ponte da Barca é a 5.ª melhor do ensino público no ranking do sucesso (a 3.ª, se forem tidas em consideração exclusivamente as escolas públicas). Mas, como todas as escolas, não é perfeita: “Também há quem se porte mal.”

 

Na hora em que os alunos regressam às aulas depois de um curto intervalo, não há ruído no amplo pátio entre as salas. O bloco C é 20 anos mais novo do que o resto da escola, construída em 1983. É aqui que estão os laboratórios, o auditório e também a biblioteca, que é uma espécie de “menina dos olhos” para a direcção e os professores.

 

A biblioteca escolar é igualmente uma peça fundamental para esta escola no Alto Minho que, desde que o Governo começou a divulgar o indicador de sucesso — que assinala escolas onde mais alunos conseguem fazer todo o ciclo de estudos sem chumbar e que permite fazer um “ranking alternativo” ao das médias de exame — tem estado entre as melhores do país.

 

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Criada em 2004, a biblioteca da escola tem hoje mais de 17 mil títulos listados e é um ponto de encontro para os alunos dos vários níveis de ensino — aqui cruzam-se alunos do 7.º ao 12.º ano. Sobre estas prateleiras, assenta a estratégia da escola para obter bons resultados. “O bom aluno tem de compreender bem o que lê e saber expressar-se. Também só consegue ser bem-sucedido se for capaz de interpretar a realidade”, resume o director, Carlos Alberto Louro.

 

Foi esta a visão que a escola construiu nos últimos 13 anos. A biblioteca é a primeira das Medidas Estruturais de Acção Educativa definidas pela comunidade escolar. Desde Novembro de 2012, alunos, professores e pais promovem a leitura através de um programa semanal na Rádio Barca — a única emissora local —, que já tem mais de 200 emissões. A iniciativa valeu o prémio “Ideias com Mérito” pela Rede Nacional de Bibliotecas Escolares há dois anos.

 

 

 

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O Prémio Escolar AEPC 2018 insere-se no âmbito da celebração de 2018 como Ano Europeu do Património Cultural, o qual recebeu o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República. 

 

Trata-se de uma iniciativa do Coordenador Nacional do AEPC 2018, em parceria com o Centro de Investigação para Tecnologias Interativas (CITI-UNL) e Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), que conta com a participação das seguintes entidades: 

 

  • Ministério da Educação 
  • Ministério da Cultura 
  • Fundação Calouste Gulbenkian 
  • Plano Nacional de Leitura 
  • Rede de Bibliotecas Escolares

 

Este concurso visa promover o conhecimento do património cultural europeu nas suas múltiplas dimensões e mutações, dinamizando iniciativas que garantam a sua sustentabilidade e proteção, assim como o diálogo entre diferentes realidades culturais.

 

Convidam-se todas as escolas a participar. 

 

Para saber mais sobre o regulamento consulte: http://www.citi.pt/sites/peaepc 
e no Facebook: https://www.facebook.com/premioescolaraepc2018/

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Meninos do Planeta da Luz, um livro resultado da implementação do projeto Todos Juntos Podemos Ler no Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio, Esposende, venceu o prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2017.

 

Os alunos dos três ciclos do ensino básico do agrupamento, através do projeto Todos Juntos Podemos Ler, puderam vivenciar práticas de inclusão e respeito pela diferença. Desafiados pelos professores, as crianças e jovens escreveram e ilustraram histórias para os seus colegas e amigos com Currículo Específico Individual (CEI). São histórias de fantasia, de mundos de príncipes e de princesas, de amigos, escritas com textos simples, curtos, em letra maiúscula e acompanhadas de Símbolos Pictográficos para a Comunicação (SPC) de modo a poderem ser lidas e compreendidas por todas as crianças com CEI.

 

O projeto Todos Juntos Podemos Ler, apoiado pela Rede de Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Leitura e a Direção de Serviços da Educação Especial e Apoios Socioeducativos, tem contribuído para que, nas escolas portuguesas, as bibliotecas escolares se transformem em bibliotecas inclusivas, onde todas as crianças, sem exceção, têm oportunidade de ler e de serem mais felizes.

 

O Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio, criado em 2012 pela CASES, destina-se a homenagear pessoas singulares e coletivas que, em cada ano, se distingam na Economia Social. A categoria Trabalhos de Âmbito Escolar visa premiar trabalhos da comunidade escolar, ao nível do primeiro, segundo e terceiro ciclos do ensino básico, ensino secundário e profissional, que envolvam alunos e professores na vivência e difusão de teorias e práticas de Economia Social.

 

Raquel Ramos

Coordenadora interconcelhia

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 Programas e informação | Inscrição | Ação de curta duração

 

A Rede de Bibliotecas de Vila de Rei realiza mais uma edição dos Encontros Documentais- 2018, sob o tema Aproximar e Conhecer. Os Encontros realizam-se em 3 dias, cada um dedicado a uma área, como é habitual: 24 de janeiro- Arquivos; 21 de fevereiro, Museus e 11 de abril, Bibliotecas.

 

Cada dia terá certificação como Ação de Curta Duração (6h00/dia), para os inscritos que pretendam.

 

Lucília Santos

Coordenadora interconcelhia

 

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 Autora: Joana de Sá | Fonte: JDS Advogados

 

Aplica-se a todas as empresas que tratem de dados pessoais, ou seja, que realizem operações que envolvam dados de pessoas singulares. Estas alterações afetam também todas as empresas que façam o seu negócio com cidadãos da UE, mesmo que a empresa esteja sediada fora da União.

 

Qualquer organização/empresa responsável pelo tratamento de dados responde pelos danos causados por um tratamento que viole o regulamento, sendo obrigado a indemnizar a pessoa que tenha sofrido danos materiais ou imateriais devido a essa violação. 

 


DE QUE DADOS ESTAMOS A FALAR?


Informação relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável. Inclui dados genéticos e dados biométricos. Conceito de identificável inclui o nome, número de identificação, dados de localização, identificadores por via eletrónica, bem como um ou mais elementos específicos da identidade física, fisiológica, genética, mental, económica, cultural ou social dessa pessoa singular. Tratamento inclui não só a recolha, mas também todo o “manuseamento”. 

 

ALTERAÇÕES AO REGULAMENTO


Algumas das inovações do sobredito diploma – Regulamento (EU) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27/04/2016:

 

Coimas máximas de 20 milhões de euros ou 4% do volume de negócios anual do grupo empresarial;


Substituição das notificações à CNPD por um sistema onde são as empresas que têm de decidir sozinhas se determinado tratamento é legal ou não, os conceitos de privacy by design e privacy by default;


Obrigação de implementação de medidas de segurança adequadas, como por exemplo mecanismos de encriptação;


Obrigação de designar um encarregado para a proteção de dados, a alteração das regras sobre obtenção de consentimento, novos direitos atribuídos aos titulares dos dados;


Implementação do direito de portabilidade, a criação de obrigações acrescidas para os subcontratados;


Obrigações de notificação relativas a violações de dados pessoais. 

 

NOVOS TERMOS DE SEGURANÇA


Privacy by design
Privacidade desde a conceção, significa que a cada novo processo de negócios ou serviço que use dados pessoais, deve-se ter em conta a proteção desses mesmos dados. Na prática, significa que o departamento tecnologias e informação (TI) tem de dar importância à privacidade durante todo o ciclo de vida do desenvolvimento ou processos de tratamento de dados pessoais.

 

Privacy by default
Significa que as configurações de privacidade aplicam-se automaticamente quando um cliente adquire um novo produto ou serviço. Noutras palavras, não deverá ser necessária qualquer alteração manual para que as configurações de privacidade sejam aplicadas a todos os novos titulares de dados pessoais de um determinado sistema. 

 

Accountability
Exige que seja implementado um programa de conformidade capaz de monitorizar a conformidade em toda a organização e demonstrar às autoridades de proteção de dados e aos titulares dos dados que toda esta informação pessoal está em segurança.

 

Oposição ao profiling
Os titulares dos dados têm direito a opor-se ao uso de profiling, ou seja, qualquer forma automatizada de processamento de informação pessoal, com o objetivo de avaliar e tipificar indivíduos com base nos seus dados pessoais.

 

Privacy impact assessments
Permite que a organização encontre problemas nas fases iniciais de qualquer projeto, reduzindo os custos associados e danos à reputação que poderiam acompanhar uma violação das leis e regulamentos de proteção de dados.

 

 

PASSOS A SEGUIR PARA O CUMPRIMENTO DO RGPD

 

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AS VERIFICAÇÕES QUE DEVEMOS FAZER

 

  • Onde estão os dados pessoais?
  • Sistemas? Papel? Estão atualizados?
  • Possuímos um registo organizado?
  • Temos consentimento dos titulares de dados com todos os requisitos do RGPD?
  • Estamos preparados para dar resposta a todos os direitos dos titulares de dados?
  • Os sistemas garantem a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados?
  • Conseguimos detetar qualquer violação de dados logo que ocorra e comunicá-la em 72 horas?
  • Temos políticas e procedimentos que permitam avaliar e gerir os riscos?
  • Conseguimos recolher evidências e demonstrar que cumprimos com o RGPD?
  • E enquanto processador de dados por conta de terceiros, cumprimos o RGPD?
  • Já nomeámos um Encarregado da Proteção dos Dados (DPO)? 

 

SABIA QUE...

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Tal como referido, a aplicação da legislação comunitária em análise está agendada já para Maio, pelo que se revela urgente a consciencialização e formação dos principais sujeitos abrangidos por este novo regulamento, bem assim como que se iniciem as operações tendentes à implementação das boas práticas e regras de regulação e funcionamento que permitam o cumprimento do RGPD.

 

JDSadvogados | Janeiro 2018

 

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 Fonte: Internet SeguraRegulamento

 

Ganha uma câmara desportiva ou um tablet e mais uma estadia numa Pousada de Juventude!

 

Participa no passatempo Dia da Internet Mais Segura 2018!

 

Para comemorar o dia da Internet Mais Segura o Centro Internet Segura convida-te a criar uma fotografia junto do cartaz da Linha Internet Segura “Aceita o Desafio!”.

 

Procura o cartaz na tua escola ou numa Loja PontoJA perto de ti!

 

Dá asas à tua criatividade! Queremos fotos originais, composições divertidas, que mereçam muitos likes. Podes utilizar montagens, aplicar os filtros de que mais gostas ou até criar distorções gráficas, desde que respeites as normas do passatempo.

 

Deves ter entre 13 e 30 anos e antes de fazer e enviar a tua foto lê atentamente o Regulamento do passatempo  para que a tua participação seja considerada válida!

 

As fotos, onde não devem aparecer pessoas que possam ser identificadas, deverão ser publicadas no Facebook, na página/perfil do Centro Internet Segura, no período de 22 de janeiro a 01 de fevereiro de 2018 e o respetivo link enviado para o email: internetsegura@fct.pt .

 

A lista dos/as vencedores/as do passatempo será divulgada a partir das 16 horas do dia 01 de Fevereiro de 2018, no Facebook Internet Segura e IPDJ/ Portal da Juventude, no Site Internet Segura e no Portal da Juventude.

 

Os prémios serão entregues durante o evento de celebração do Dia da Internet Mais Segura a ter lugar em Braga, a 6 de Fevereiro de 2018 em local a confirmar, e onde os vencedores poderão conhecer e tirar fotos com os actores que integram a peça “Identidade Digital 2.0”: Alexandre da Silva, Pedro Górgia e Tiago Aldeia.

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 Fonte: ERTE |

 

No âmbito da 9.ª Edição do concurso "Conta-nos uma história!", serão realizados, a partir do mês de janeiro e por todo o país, workshops sobre temas como narrativas digitais, produção áudio e vídeo, dinamizados pelos Centros de Competência TIC, associados à DGE.

 

Com esta iniciativa pretende-se fomentar a criação de projetos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo.

 

As datas, bem como os formulários de inscrição para estas sessões de formação, estão disponíveis na página da iniciativa.

Para mais informações, consulte: http://erte.dge.mec.pt/concurso-conta-nos-uma-historia.

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