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pelo Professor João Costa, Secretário de estado da educação. 

 

Promover sucesso escolar significa promover melhores aprendizagens para todos.

 

Neste webinar apresenta-se o conjunto de medidas de política educativa em curso que concorrem para a construção de aprendizagens significativas para todos os alunos, com destaque para:

a) Educação Pré-escolar;

b) Programa Qualifica;

c) Planos de ação estratégica;

d) Formação contínua de professores;

e) Perfil do Aluno;

f) Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania;

g) Aprendizagens Essenciais;

h) Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular;

i) Modelo de avaliação;

j) Educação inclusiva.

 

Estas medidas complementam-se para dar substância ao Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, em curso desde 2016.

 

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A aprendizagem da leitura e da escrita começa muito antes da escolaridade formal, através dos contactos diários que a criança vai tendo com a linguagem escrita, nomeadamente em contexto familiar.

 

O envolvimento em práticas de literacia permite à criança desenvolver, desde muito cedo e de forma contínua, um conjunto de conhecimentos, atitudes e competências relativas à linguagem escrita que antecedem e preparam a aprendizagem formal da leitura e da escrita e que se denomina Literacia Emergente.

 

As novas orientações curriculares para o pré-escolar são muito claras nas propostas que fazem para o desenvolvimento da literacia emergente quer em contexto de sala quer na articulação com as famílias.

 

Não se querendo escolarizar o pré-escolar, é fundamental que os educadores-de-infância sejam capazes de intencionalmente identificar oportunidades para que, de modo contextualizado, lúdico e significativo para a criança, esta possa desenvolver estas competências, de que faz parte a motivação para aprendizagem da leitura e da escrita.

 

Também os professores de 1.º ciclo deverão estar a par do processo de descoberta e aquisição da leitura e da escrita, já que as competências de literacia emergente não remetem para a ideia de pré-requisitos, pelo contrário, baseiam-se na certeza de que o desenvolvimento da literacia se faz de forma continua e que beneficia de uma maior articulação e congruência entre as experiencias de aprendizagem no pré-escolar e no 1.º ciclo.

 

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Nas escolas abrangidas pelo projeto de autonomia e flexibilidade curricular (PAFC), são utilizadas as Aprendizagens Essenciais nas turmas dos anos iniciais de ciclo (1.º, 5.º, 7.º anos de escolaridade), de nível de ensino (10.º ano de escolaridade) e de 1.º ano de formação de cursos organizados em ciclos de formação.

 

As Aprendizagens Essenciais (AE) são documentos de orientação curricular base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem, conducentes ao desenvolvimento das competências inscritas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (PA).

Para cada ano e área disciplinar/disciplina, as AE elencam os conhecimentos, as capacidades e atitudes a desenvolver por todos os alunos.

 

AE e outros Documentos Curriculares em vigor

As AE foram construídas a partir dos documentos curriculares existentes (quadro sínteseensino básico/ensino secundário), que se mantêm em vigor.

 

 

 

 

Currículo do ensino básico e do ensino secundário – para a construção de aprendizagens essenciais baseadas no Perfil dos Alunos

AE | 1.º ciclo do ensino básico geral

AE | 2.º ciclo do ensino básico geral

AE | 3.º ciclo do ensino básico geral

AE | Ensino Secundário - Cursos Científico-Humanísticos

 

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 DGE |

 

Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória  foi homologado através do Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho, É o documento de referência para a organização de todo o sistema educativo e para o trabalho das escolas, contribuindo para a convergência e a articulação das decisões inerentes às dimensões do desenvolvimento curricular.

 

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PROCEDIMENTOS QUE SALVAM VIDAS!

“Brincar e nadar em segurança” é uma brochura desenvolvida pela Direção-Geral do Consumidor, com o apoio do Instituto Português da Qualidade e da Associação para a Promoção da Segurança Infantil.

Aos pais, educadores e operadores económicos recomenda-se a leitura e a partilha desta informação.

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Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho,  são os autores do livro que a Direção-Geral da Educação acaba de lançar em edição digital: “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.

 

A publicação oferece aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a lecionação dos Media na sala de aula.

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Estes Cadernos de Educação Financeira foram desenvolvidos no âmbito do “Protocolo de cooperação para a preparação de materiais didático-pedagógicos de apoio ao Referencial de Educação Financeira”, assinado em dezembro de 2014 pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal), pelo Ministério da Educação e Ciência e por quatro associações do setor financeiro (APB – Associação Portuguesa de Bancos; APS – Associação Portuguesa de Seguradores; APFIPP – Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios e ASFAC – Associação de Instituições de Crédito Especializado).

 

Os cadernos têm como objetivo apoiar alunos e professores na abordagem a temas do Referencial de Educação Financeira (REF) – elaboração de um orçamento, criação de uma poupança, realização de pagamentos, ou prevenção de riscos…

 

A ação desloca-se da família para a escola e os temas do REF são trabalhados, de forma lúdico-didática, através de histórias protagonizadas pelos alunos.

 

As histórias são exploradas por atividades que procuram explicitar e completar os saberes, as atitudes e os comportamentos inerentes à narrativa. (...)

 

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A Biblioteca Digital é composta pelos recursos editados pela DGE, inclui o acervo de documentos digitais ou digitalizados das entidades que a antecederam, e tem como principal objectivo a disponibilização de documentos na sua forma integral, para disponibilização livre.

Nesta página pode pesquisar as coleções já digitalizadas e disponíveis.

 

A Biblioteca Digital da DGE encontra-se organizada por coleções. Se pretender pesquisá-las separadamente, seleccione apenas uma. Assim poderá ver a lista de todos os títulos dessa coleção.

 

 

Nota: Pena o URL não ser amigável.

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 | DGE |

 

A educação intercultural pretende promover o reconhecimento e a valorização da diversidade como oportunidade e como fonte de aprendizagem para todos, no respeito pela multiculturalidade das sociedades atuais, bem como desenvolver a capacidade de comunicar e incentivar a interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença comum à humanidade.

 

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A Direção-Geral da Educação disponibiliza em acesso aberto uma versão em língua portuguesa do “Quadro de Referência das Competências Digitais”.

Esta tradução resulta  do trabalho desenvolvido no âmbito de um pós-doutoramento que se encontra em curso no Laboratório de Conteúdos Digitais do Centro de Investigação Didática e Tecnologia na Formação de Formadores, Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro.

Esta tradução consiste num documento de trabalho realizado no contexto da ação desenvolvida na Comissão Europeia no que diz respeito à criação de um Quadro de Referência para as Competências Digitais e que se encontra já a ser promovido em vários países europeus.

 

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