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O Conselho Nacional de Educação lança a presente publicação: Organização Escolar: Os Agrupamentos, o último de uma série de estudos temáticos sobre o sistema de ensino (Organização escolar: o Tempo e Organização Escolar: As Turmas).

Na terceira publicação da série de estudos temáticos sobre a Organização Escolar que o Conselho Nacional de Educação tem vindo a elaborar é tratada a questão dos agrupamentos de escolas. Além da documentação técnica, considerou-se o contributo de algumas entidades com reflexão sobre esta matéria. Para o efeito, foi realizado, um pouco por todo o país, um conjunto de audições a diretores, coordenadores de estabelecimento, presidentes do Conselho Geral e representantes dos pais e família de diferentes unidades orgânicas. A amostra foi intencional e por clusters, a saber: o facto de a Unidade Orgânica estar agregada ou não, a dimensão pelo número de alunos, a dimensão pelo número de estabelecimentos, a dimensão geográfica, a tipologia do agrupamento, a tipologia de estabelecimentos agregados, a prática de estratégias diferenciadas e dinâmicas organizacionais.

Nas audições foram abordadas as evidências positivas e negativas da agregação; a gestão administrativa e pedagógica; a articulação entre níveis e ciclos de ensino; a mobilização e rentabilização de recursos; a dimensão do agrupamento; o balanço das fases de agregação e constituição do agrupamento; os desafios decorrentes da agregação; e a eventual reconfiguração da Unidade Orgânica se lhes fosse dada essa possibilidade.

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: contexto internacional, contexto português e balanço das audições.

 

 

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Foi aprovado no dia 19 de abril de 2017, em Sessão Plenária do CNE, o parecer sobre o perfil do aluno para o século XXI. 

Consulte aqui o Parecer e o respetivo Relatório Técnico:

Parecer 'Perfil do aluno para o século XXI'

Relatório Técnico 'Perfil do Aluno: Competências para o século XXI'

 
 
 

 

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O Conselho Nacional de Educação lança a segunda publicação da série ´Organização Escolar', desta vez dedicada à análise e à avaliação das diversas formas de organização e apropriação do mais escasso recurso social: o tempo. 

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: enquadramento teórico da temática, contexto nacional e internacional e organização dos horários escolares.

 

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O seminário Alargamento da Escolaridade Obrigatória: contextos e desafios teve como objetivo identificar e refletir sobre as várias dimensões da escolaridade obrigatória e assinalar problemas e desafios, nomeadamente:

 

Equidade e sucesso e inclusão de crianças e jovens com necessidades educativas especiais

Mobilização social para o sucesso educativo

Diferenciação de percursos e aprendizagens

Orientação escolar e profissional/decisão

Organização escolar

 

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 Foram ontem (6/12) publicados os resultados da sexta edição do teste internacional PISA, desenvolvido pela OCDE, com o intuito de avaliar a literacia de jovens de 15 anos de todo o mundo nas áreas da Leitura, Matemática e Ciências, contribuindo assim para a recolha de informação sobre o desempenho e características dos sistemas educativos de vários países e economias.

Na edição do PISA 2015, os alunos portugueses melhoram os resultados em todas as áreas (Matemática, Leitura e Ciências), confirmando a consistência da evolução positiva dos resultados em Portugal que se verifica desde 2000 (a primeira edição do teste internacional PISA). Considerando apenas os 35 países/economias que integram a OCDE, dos 72 participantes no estudo, Portugal alcança agora as seguintes posições: 17.º a Ciências com 501 pontos, 18.º em Leitura com 498 pontos e 22.º a Matemática com 492 pontos, ficando acima da média da OCDE em todos os domínios.

Para mais informações e dados sobre os resultados PISA 2015 pode visitar o site da OCDE sobre o PISA e respetivos relatórios.

Para outras análises e resultados dos sucessivos testes PISA de 2000 a 2012, pode também consultar o projeto resultante da parceria entre o Conselho Nacional de Educação e a Fundação Francisco Manuel dos Santos, que se dedica ao estudo e análise dos dados PISA: Projeto aQeduto.

 

Notícia publicada no sítio web do CNE e reproduzida com a devida vénia aqui, na íntegra, com ligeiríssimas alterações.

 

Notícias relacionadas:

 

Para os mais novos:

 

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CNE

 

Foi aprovada na 126.ª Sessão Plenária do Conselho Nacional de Educação, com uma abstenção, a recomendação sobre 'A Condição Docente e Políticas Educativas'.

 

Nota Prévia

Inicialmente concebido como um documento de trabalho para uma base comum de informação e conhecimento sobre a condição docente, o conjunto de debates e reflexões desenvolvido na 5a Comissão Especializada Permanente permitiu a construção de uma visão partilhada e consensualizada, que agora se apresenta sob a forma de Recomendação, centrada nos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário. (...)

 

Relatório Ténico | A Condição Docente: contributos para uma reflexão

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 Conselho Nacional de Educação

 

Foi aprovado por unanimidade, na 126.ª Sessão Plenária do Conselho Nacional de Educação, o parecer sobre 'Organização da escola e promoção do sucesso escolar'.

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 CNE

O Conselho Nacional de Educação lança publicação: Organização Escolar: As Turmas, a primeira de uma série de estudos temáticos sobre o sistema de ensino. Esta série de estudos pretende contribuir para um melhor conhecimento dos desafios da Educação e para a qualificação das políticas públicas de educação. Os três primeiros estudos serão dedicados à organização escolar, começando pelas turmas, seguindo-se o tempo escolar e os agrupamentos de escolas.

 

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: evolução legislativa, reflexão produzida pelo CNE, contexto internacional, análise da situação atual e formulação de novos cenários, concluindo com uma revisão da literatura sobre a temática.

 

'Organização escolar: as turmas'

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O Conselho Nacional de Educação (CNE) tem manifestado, desde sempre, a preocupação e a importância que atribui à avaliação e qualidade do sistema educativo, vertida na elaboração de pareceres e recomendações, organização de seminários e promoção de estudos. Desde 2002 que o CNE acompanha o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário com as competências que lhe foram atribuídas pela Lei nº 31/2002, de 20 de dezembro, de apreciação das normas relativas ao processo de autoavaliação das escolas, ao plano anual das ações inerentes à avaliação externa e aos resultados dos processos de avaliação interna e externa, e a apresentação de propostas de melhoria do sistema educativo. Para a sua concretização, o CNE confere geralmente a uma das suas comissões especializadas a responsabilidade da reflexão e debate sobre esta matéria.

Nessa medida, o programa de avaliação externa das escolas (AEE), que tem vindo a ser concretizado pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), tem merecido um acompanhamento empenhado e sistemático por parte do Conselho, desde a apresentação dos resultados da fase piloto da Avaliação Externa das Escolas, feita em sede de Sessão Plenária do CNE, pelo Coordenador do Grupo de Trabalho para a Avaliação das Escolas, até hoje.

O Seminário 'Avaliação Externa das Escolas', organizado em parceria com o Instituto de Educação da Universidade do Minho e a Inspeção-Geral da Educação e Ciência, surge deste contexto. Neste seminário pretendeu-se debater e identificar as consequências e os efeitos da AEE, quer junto das escolas, quer ao níveldas instâncias responsáveis pelas formulação e execução de políticas. Nessa medida, para além da apresentação do relatório intercalar do segundo ciclo de avaliação externa das escolas, pretendeu-se dar resposta às seguintes questões: O que dizem os estudos sobre avaliação externa? Quais as reações das escolas ao relatório (os contraditórios)? O que dizem os diretores das escolas e os investigadores? Qual o futuro do modelo de avaliação externa?

 

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A evolução do sistema de ensino superior tem trazido para o debate público temas com particular interesse, como por exemplo, os critérios de seleção dos estudantes portugueses e as tendências recentes da mobilidade dos estudantes.

Dos 50 000 estudantes que frequentavam o ensino superior nos finais da década de 1970, Portugal passou a registar perto de 400 000 estudantes, em 2011/2012. Contudo, esse valor tem vindo a decrescer e em 2013/2014 encontravam-se inscritos no ensino superior 362 200 estudantes. Dados recentes evidenciam ainda que cerca de 8600 dos estudantes, inscritos em 2011 pela primeira vez no ensino superior, abandonaram o sistema um ano mais tarde. A realidade traduzida por estes indicadores representa um desafio novo para um sistema que pretende melhorar os níveis de qualificação da população portuguesa. Quando comparada com a média europeia (36,8%), a percentagem da população com ensino superior fica aquém em 7,6 pp. Face à meta definida pela União Europeia no Programa “Educação e Formação 2020” que pretende atingir, pelo menos, 40% dos cidadãos com idades compreendidas entre os 30 a 34 anos, a distância ainda é maior.

Com a realização do seminário “Acesso ao Ensino Superior: Desafios para o Século XXI”, organizado em parceria com a Universidade de Évora, o Conselho Nacional de Educação procurou promover uma reflexão alargada com base em resultados de investigação e estimular o diálogo e o debate plural e construtivo entre especialistas de diversas instituições de ensino superior e dirigentes das organizações representativas do setor.

 

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