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 por José Manuel Burgueño | Ler artigo na fonte

 

Não estão limitadas a ambientes eleitorais: notícias falsas têm sido usadas há muitos séculos em períodos de guerra ou para justificar decisões difíceis. Desde o início dos tempos, a disseminação de informações distorcidas tem sido um recurso útil para qualquer esfera de poder que busque um objetivo

 

Hillary Clinton, a grande prejudicada pelo acumular de mentiras que foram espalhadas durante as eleições nos EUA que eventualmente deram o poder a Donald Trump, disse em dezembro de 2016 o que agora se tornou claro que "as assim - chamadas notícias falsas podem ter consequências no mundo real ". Dois erros: não é que elas possam ter consequências, é um facto que as têm; e não é agora quando isso foi evidenciado porque sempre, desde o começo dos tempos, tem sido assim.

(...)

 

A universalização das ferramentas de difusão, a sua facilidade de uso e a sua gratuidade multiplicam a capacidade de divulgação dessas notícias distorcidas.

(...)

 

Falsas notícias sempre serviram para obter apoio para medidas difíceis ou mobilizar as pessoas de acordo com certos interesses. A criação de um ambiente hostil para os judeus no final do século XVI em Espanha está documentada

(...)

 

Ler mais >>

 

Referência: Fake news, un fenómeno nuevo con siglos de historia | Telos Fundación Teléfonica. (2018). Telos Fundación Teléfonica. Retrieved 16 July 2018, from https://telos.fundaciontelefonica.com/fake-news-fenomeno-nuevo-siglos-historia/

 

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Manuela Pargana Silva, coordenadora nacional da RBE, fala sobre Cidadania e Leitura no século XXI.

 

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Onde se falou da Web e do uso seguro da informação na sala de aula e na vida, de tecnologias digitais, de informação, de conhecimento e de aprendizagem. Em suma, de multiliteracias.

 

Como ensinar e aprender no mundo digital que é hoje o nosso? Como tirar partido, como abrir a porta ao saber informal na sala de aula? Como é que se transforma em conhecimento?

 

Como é que se promove, nos professores e alunos, a capacidade de autoformação  ao longo da vida?

 

Os professores dirigem as aprendizagens nas Escolas e devem por isso apropriar-se destes (novos) saberes, de forma a poderem usá-los e transmiti-los aos alunos.

 

29 de julho de 2018.
Leituras na Linha. 1.º Encontro de Bibliotecas de Cascais

 

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 Viver com dignidade e ter possibilidades de escolha

 

Neste Dia Mundial dos Refugiados - que se celebra hoje, dia 20 de junho - lembramos que os direitos humanos deveriam ser uma garantia para todas e todos.

Para incentivar as/os educadoras/es a assinalar este dia, deixam-se algumas inspirações:

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Mais duas partilhas interessantes:

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Eduardo Sáenz de Cabezón · Professor e divulgador

 

Doutor em matemáticas pela Universidade de la Rioja, onde atualmente exerce como professor de Linguagens e Sistemas Informáticos, Eduardo Saénz de Cabezón realiza uma intensa divulgação das matemáticas como membro e fundador do grupo de científicos e investigadores “Big Van Científicos sobre Ruedas”. Para além disso, participa em conferências e workshops por todo o mundo contagiando com a sua paixão por esta “linguagem das ciências". O seu trabalho de investigador centra-se na área da álgebra computacional para a qual contribuiu com numerosos artigos e colaborações com matemáticos espanhóis e europeus. Aprender matemáticas converte-nos em “cidadãos mais livres, mais difíceis de manipular…Serve para compreender o mundo em que estamos mas também para nos compreendermos  a nós mesmos”, destaca este reconhecido divulgador.

 

Ver programa completo.

 

Referência: ¿Para qué sirven las matemáticas?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 18 June 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/para-que-sirven-las-matematicas-eduardo-saenz-de-cabezon/

 

 

 

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 por P. José Maria Brito, sj | Fonte

 

Assinala-se neste 13 de maio o 52º Dia das Comunicações Sociais. A mensagem do Papa Francisco aborda a temática das "fake news." Nesta reflexão, lembramos que as notícias tanto podem ser falseadas por quem as escreve, como por quem as lê

 

Aquela voz misturava espanto, desilusão e talvez um pouco de mágoa. Uma mágoa tenuemente enraivecida. Chegara de um desses locais que a guerra traz aos telejornais e aos vídeos viralmente partilhados nas redes socais e desabafava: “como é possível que as notícias que aqui se difundem fiquem tão longe da realidade.” E acrescentava: “querem tudo a preto e branco, reduzido às velhas histórias de índios e cobóis.”

 

Muitas notícias têm o selo de garantia de credíveis agências internacionais, são insuspeitas de serem “fake“. E, no entanto, estão prisioneiras da lógica da pressa, da avidez da difusão a que corresponde a avidez apressada do consumo.

 

Cada um de nós, sentado à frente do ecrã do seu computador, deslizando o dedo na superfície do telemóvel ou vendo TV, não pode, por si só, mudar a qualidade do jornalismo.

 

Mas as notícias tanto podem ser falseadas por quem as escreve, como por quem as lê. Não se trata de desresponsabilizar os media. Trata-se de entender que o consumo e a partilha acrítica de informação são pasto fértil para o fogo da deturpação e da mentira.

 

Como podemos exercer de um modo mais exigente a leitura das notícias tornando-a mais verdadeira?

 

1. Distinguir as fontes e situar os factos

Há um cada vez maior número de sites a difundir informação de notícias e muitas delas trazem a nota do escândalo ou da tragédia. Zangas entre famosos, mortes ocultadas, crimes de corrupção por descobrir. Ora, se uma notícia é dada por um site relativamente desconhecido, talvez se possa fazer um breve “zapping” por sites credíveis verificando se há vestígio da dita informação. Outra pequenina coisa que pode ajudar é verificar a data das notícias. Por vezes, são difundidas como atuais notícias com quatro ou cinco anos…

 

Devido às suas responsabilidades, algumas personalidades públicas tornam-se, em dados momentos, foco de um maior escrutínio por parte dos media. Isso é bom para a democracia. Mas há que estar atento. A pressa de fechar edições e se adiantar à concorrência pode levar a tropeções. Lembro-me de notícias sobre o doutoramento do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, na altura da crise dos contratos de associação. Uma leitura atenta da notícia levava a perceber que o que de menos certo pudesse ter existido, já tinha há muito sido corrigido pelo ministro. Por isso, a notícia foi extemporânea. Utilizá-la na contestação das escolas com contrato de associação ao Governo não teria sido apenas um tiro no pé, mas fomentar um jornalismo apressado que se alimenta à custa de emoções primárias e não discernidas.

 

2. A verdade existe…

O prefixo pós é amplamente utilizado: pós-modernidade, pós-humanidade, pós-verdade. Associado a ele aparece a ideia de superação, ultrapassagem de limites, libertação de ataduras. Há nestes movimentos boa matéria de reflexão. A verdade e o modo como esta é discernida, através de uma consciência culturalmente situada, não admite conclusões quimicamente puras. Mas deixar que a verdade se transforme em mera convenção cultural, simples deliberação de maiorias ou de grupos de pressão, é matar a possibilidade de que haja critérios que permitam distinguir o que existe daquilo que não existe, o bem do mal.

 

A objetividade total no relato de um facto é impossível, podemos apenas exigir honestidade. Mas, da subjetividade do relato não se pode deduzir a morte do facto. Acreditar que a verdade existe, recusar o subjetivismo total é um bom antídoto para não alinhar em leituras falseadoras da realidade.

 

3. … e o cinzento também

A verdade existe, mas nós não a podemos captar de um modo definitivo. Uma das nossas grandes tentações é a simplificação, reduzindo a complexidade da vida a etiquetas comodistas: bons e maus, progressistas e conservadores, santos e pecadores. Esta simplificação sossega o espírito, mata o cinzento, mas adormece a consciência. Exime-nos de buscar com paciência a causa das coisas. Impede-nos de aceitar os meios-tons da vida. Compreender o mundo dá trabalho.

 

É bom lembrar que o Facebook e o Google vão registando os nossos hábitos, apreendendo os nossos gostos e preconceitos e que, por isso, acabam por nos dar muito daquilo que queremos ver. É, por isso, necessário uma saudável auto-suspeita que nos leve a perguntar: não estou apenas a ver aquilo que me querem mostrar, a deixar que me envolvam na minha bolha preguiçosa?

 

 

 

sj, P., Pires, J., sj, P., Vala, J., Carvalho, R., Carvalho, R. and Pereira, I.

Referência: sj, P., Pires, J., sj, P., Vala, J., Carvalho, R., Carvalho, R., & Pereira, I. (2018). O falso consumo das notícias - Ponto SJPonto SJ. Retrieved 12 May 2018, from https://pontosj.pt/especial/o-falso-consumo-das-noticias/

 

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 Fonte |

 

Reforma de 2018 das regras de proteção de dados da UE


As regras de proteção de dados mais rigorosas conferem aos cidadãos um maior controlo sobre os seus dados pessoais e condições mais equitativas às empresas.

 

Sobre o regulamento e a proteção de dados

Contexto

A partir de 25 de maio de 2018, com a entrada em vigor do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, passará a existir um conjunto único de regras de proteção de dados para todas as empresas ativas na UE, independentemente da sua localização.

Regras de proteção de dados mais rigorosas significam

  • um maior controlo dos cidadãos sobre os seus dados pessoais
  • condições mais equitativas para as empresas

Biblioteca

Comunicação

Orientações da Comissão relativas à aplicação direta do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados a partir de 25 de maio de 2018

 

Cidadãos

Proteção de dados reforçada para os cidadãos europeus

Descarregar PDF - 221.8 KB

 

Assuma o controlo dos seus dados

Descarregar PDF - 583.1 KB

 

Empresas

 Regras melhores para as empresas europeias

Descarregar PDF - 339.3 KB

 

 Successful application of the Data Protection Reform: a concerted effort

Descarregar PDF - 225.9 KB

 

 Next steps

Descarregar PDF - 218.9 KB

 

 General Data Protection Regulation: ensuring its enforcement

Descarregar PDF - 227.2 KB
 

Reforma de 2018 das regras de proteção de dados da UE

Referência: Reforma de 2018 das regras de proteção de dados da UE. (2018). Comissão Europeia - European Commission. Retrieved 10 May 2018, from https://ec.europa.eu/commission/priorities/justice-and-fundamental-rights/data-protection/2018-reform-eu-data-protection-rules_pt#library

 

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 Consultar na fonte: euronews

 

O Dia da Europa, observado a 9 de Maio de cada ano, marca a apresentação da Declaração de Schuman, em 1950, que propunha a criação de uma Comunidade do Carvão e do Aço Europeia, precursora da atual União Europeia.

 

 

 

Qual a ideia desta comunidade?

A ideia da comunidade era que os membros fundadores – França, Alemanha, Itália, Holanda, Bélgica e Luxemburgo – unissem esforços e recursos inerentes ao comércio do carvão e do aço para criar um mercado comum ao serviço do seus interesses, ganhando assim direitos de importação e de exportação.

O objetivo, em grande parte puramente económico, foi traçado e defendido pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman, de origem luxemburguesa, cinco anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.

Mas este projeto estava igualmente dotado de ambições políticas. A ideia era reunir os diferentes agentes económicos da França e da Alemanha para reduzir o risco de conflitos no futuro.

Na declaração lê-se: “A solidariedade de produção assim alcançada deixa claro que qualquer guerra entre a França e a Alemanha se torna não só impensável como também materialmente impossível.”

 

O que aconteceu depois?

O tratado que rege a comunidade foi assinado em Paris em 1951 e entrou em vigor no ano seguinte.

O projeto inicial permitiu aprofundar a integração económica desses países e criar depois a Comunidade Económica Europeia, com a assinatura do Tratado de Roma em 1958.

O Acto Único Europeu de 1985 fixou o objectivo de criar um único mercado comum, enquanto o Tratado de Maastricht em 1992 viu o nascimento da União Europeia, em seguida, com 12 países, definindo o caminho para a atual União Económica e Monetária.

 

Quem comemora o Dia da Europa?

Um olhar rápido online nas principais instituições da União Europeia revela muitos artigos de fundo ou tweets no Dia da Europa.

O site dedicado para a Europa europeday.europa.eu anuncia atividades em todo o bloco, para comemorar. Quase metade dos festejos têm lugar na Bélgica, país sede da União Europeia.

Nesta fase do projeto, acentua-se a impressão de que a burocracia de Bruxelas é um complexa e incomprensível para a maioria dos cidadãos, numa altura em que o bloco enfrenta desafios colossais, em torno da migração, segurança e economia.

Num ano em que o Brexit está na agenda europeia depois de consumada a vontade expressa em referendo no Reino Unido; em que a França estremeceu, juntamente com outros países europeus, com a comoção de uma onda de populismo e de extrema-direita a radicalizar posições em eleições preponderantes para o futuro da UE, o certo é a invevitabilidade de um reformismo transversal à estrutura europeia.

Do pensamento de um homem nascido luxemburguês e consumado Homem de Estado em França, R. Schuman, até aos 28 países que embarcam hoje numa aventura coletiva, não se sabe como a história acaba e se acaba.

 

O que é o Dia da Europa e quem o comemora?

Referência: O que é o Dia da Europa e quem o comemora?. (2018). euronews. Retrieved 9 May 2018, from http://pt.euronews.com/2018/05/09/o-que-e-o-dia-da-europa-e-quem-o-comemora

 

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por Ana Paula Alves Esperto | Download | 2013

 

Resumo

O presente estudo descreve e avalia as potencialidades e as dificuldades de uma iniciativa de ativismo centrada na resolução de problemas associados a questões socio-científicas (QSC), na promoção da literacia científica e no desenvolvimento de competências essenciais para o exercício de uma cidadania participada, interventiva e responsável. O estudo incidiu em 28 alunos de uma turma do sétimo ano do Ensino Básico, que realizaram atividades de resolução de problemas contextualizadas em situações do quotidiano, relacionadas com problemas sociais enquadrados no âmbito da temática, Educação Rodoviária.

 

Foi adotada uma metodologia de investigação mista, com orientação interpretativa, onde o investigador investiga a sua própria prática através da aplicação de uma proposta didática em contexto natural. Os instrumentos utilizados na recolha de dados incluem, a redação de notas de campo, os registos escritos (trabalhos dos alunos e respetivas apresentações), os questionários que foram aplicados antes e depois da intervenção (pré e pós teste) e as transcrições de entrevistas em grupo focal no final da intervenção. Os dados foram analisados com o objetivo de avaliar as potencialidades e as dificuldades de iniciativas de ativismo centradas na resolução de problemas associados a QSC e no desenvolvimento de competências.

(...)

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RBE


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