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O quotidiano económico Les Echos consagrou uma das suas séries de verão de 10 artigos, a um dossiê informativo sobre a inteligência artificial sob o prisma de uma saga : Petite histoire de l’intelligence artificielle, publicado em agosto de 2017.

 

A inteligência arificial explicitada

 

Através de invenções que pontuam ritmos e avanços tecnológicos, retratos de grandes nomes da IA (pesquisadores ...), atores económicos que investiram em inovações no campo (IBM, Facebook , Google, Amazon ...), Les Echos disponibiliza uma série de artigos fascinantes para entender melhor, através de datas-chave, o que fundou e o que é inteligência artificial para melhor refletir sobre seu futuro.

 

A História da Inteligência Artificial em 10 artigos

1950 : Alan Turing imagine la machine intelligente

1956 : Et l’intelligence artificielle devint une science

1957 : Le Perceptron, première machine apprenante

1968 : Avec Kubrick, l’IA devient star de cinéma

1973 : Le premier « hiver » arrive sur l’IA

1997 : Kasparov s’incline face à Deep Blue

2011 : Avec Watson, IBM remporte « Jeopardy ! »

2013 : Les GAFA se ruent sur le « machine learning »

2016 : Google devient maître du go

2017 : Alexa, la voix d’Amazon

 

Licence : Lire la licence dans une nouvelle fenêtre Creative Commons by-nc-sa
Géographie : France

 

Referêrencia: NetPublic » Petite histoire de l’intelligence artificielle : 10 dates et articles clésNetPublic » Petite histoire de l’intelligence artificielle : 10 dates et articles clés. (2018). Netpublic.fr. Retrieved 23 April 2018, from http://www.netpublic.fr/2017/08/petite-histoire-de-l-intelligence-artificielle/ 

 

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Aconteceu no dia 18 de abril na Escola Secundária Eça de Queirós, no evento  "Novas dinâmicas em Bibliotecas Escolares: projetos inovadores", da Rede de Bibliotecas Escolares, naturalmente.

 

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Resumo

Depois de anos de alguma incerteza e muita controvérsia quanto às possíveis causas da evolução climática que arrasa o nosso tempo, sucedem-se cimeiras atrás de cimeiras, quase à velocidade de crescimento dos gases de efeito de estufa na atmosfera, para discutir o que se convencionou chamar de “alterações climáticas”! Onde, a par de cientistas, ambientalistas, sociólogos e homens da finança, emergem as figuras políticas de muitos dos países que traçam o mapa mundo atual. Tentam firmar acordos e produzir medidas que contrariem o excesso e desmesurado crescimento de CO2 antrópico na atmosfera, bem patente nas curvas de variação deste gás, monitorizadas em vários laboratórios disseminados pelo planeta, desde Mauna Loa e de Samoa, à Antártida e ao Alasca.

 

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Referência Duarte, L.V., (2018) Da última Cimeira do Clima à história evolutiva da Terra, Rev. Ciência Elem., V6(1):001

DOI http://doi.org/10.24927/rce2018.001

 

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 por José Ferreira Gomes |

 

Resumo

Convencionalmente, o abandono escolar precoce é medido pela percentagem dos jovens de 18 a 24 anos que já não estão a estudar sem terem completado o ensino secundário. Nos últimos anos, Portugal teve uma notável recuperação neste indicador. Uma extrapolação exponencial simplista permite prever que o objetivo de 10% para 2020 será atingido, estando nessa altura numa situação similar à da média europeia.

 

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26 de outubro | Teatro Thalia, Lisboa |

 

A investigação e os processos de inovação desenvolveram-se exponencialmente ao longo do século XX, acompanhando a necessidade e a tendência para a democratização do acesso ao conhecimento e dos seus benefícios para a sociedade.

Expressões como “responsabilidade social”, “investigação responsável (RRI)”, “public engagement”, “investigação colaborativa”, “co-criação” ou “ciência cidadã” constituem hoje uma evolução na forma como a ciência é pensada, criada, comunicada e apropriada.

Esta evolução, e a sua integração no paradigma da Ciência Aberta, tem criado contextos de inclusão de múltiplos atores sociais na participação ativa em processos científicos e na definição de agendas de investigação, alinhando os processos e os resultados da ciência com as expectativas, as necessidades e os desafios da sociedade.

 

É neste contexto que se realiza o Encontro Nacional de Ciência Cidadã que tem como objetivos:

·         ​Dar a conhecer os princípios e fundamentos da Ciência Cidadã.

·         Promover o aumento da participação e envolvimento dos cidadãos nas atividades científicas, na partilha e construção colaborativa do conhecimento.

·         Capacitar para a utilização, gestão, partilha e curadoria de dados de investigação.

·         Identificar, mapear e agregar iniciativas, projetos, campanhas e desafios de ciência cidadã em Portugal.

·         Alinhar com atividades transnacionais e internacionais de participação cidadã e/ou envolvimento dos cidadãos na resolução de desafios.

·         Estimular a criação de uma comunidade de Ciência Cidadã

·         Iniciar o debate para a criação de uma Estratégia Nacional para a Ciência Cidadã.

 

Está aberta, até ao dia 20 de outubro, a submissão de propostas de apresentações para o painel: 
“O Meu Projeto de Ciência Cidadã em 3 Minutos”.

Saiba mais aqui: http://www.ciencia-aberta.pt/ciencia-cidada

 

A participação no Encontro Nacional de Ciência Cidadã é gratuita mas de inscrição obrigatória.

http://www.ciencia-aberta.pt/events/encontro-nacional-de-ciencia-cidada/form

 

O Encontro Nacional de Ciência Cidadã é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e da Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.

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A Educação Científica e Desenvolvimento Económico
O IV ENCONTRO INTERNACIONAL DA CASA DAS CIÊNCIAS é uma iniciativa da Casa das Ciências - Recursos Digitais para professores.
 
Entre 10 e 12 de julho de 2017, a Casa das Ciências vai realizar pela quarta vez o seu encontro que irá reunir na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa professores interessados no ensino das Ciências, incluindo a Matemática e as Tecnologias da Informação, no ensino básico e secundário.
 
Desde a antiga Grécia que a educação assume um papel significativo na organização das sociedades e na passagem do conhecimento acumulado às novas gerações. O conhecimento científico construído de forma sistemática desde o século XVI está na base da nossa compreensão do mundo e da tecnologia que permitiu o enorme desenvolvimento económico e social que carateriza a sociedade contemporânea. A participação plena de um cidadão nesta sociedade exige uma compreensão da visão científica do mundo e do método científico que permite o progressivo aperfeiçoamento e aprofundamento desta visão.
(...)
 
Neste IV Encontro, para além das tradicionais “linhas” de formação para a Biologia, Geologia, Física, Química e Matemática, criamos espaços específicos para a Introdução às Ciências pensados nas necessidades e interesses de todos os docentes desde o Pré-Escolar ao 3º ciclo do básico e para os professores das Tecnologias da Informação/Informática. Procuramos com isto responder a muitas das solicitações que nos têm sido dirigidas ao longo dos anos.
 
 
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Charles Darwin

12.02.17

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 De Rerum Natura | por José Cerca de Oliveira |

 

Nascido em 1809, Charles Darwin tornou-se uma das mais proeminentes referências científicas de todos os tempos; hoje seria o seu 208º aniversário.

 

Contrariamente ao que é geralmente pensado, o tópico da «transmutação» dos organismos já andava nos círculos científicos da época. O avô do famoso Darwin, Erasmus Darwin, membro da «Lunar Society» (um dos mais famosos ciclos de discussão científica do século XVIII) retrata este controverso tópico na sua obra “The Botanical Garden”. Entre outras figuras mais ou menos esquecidas pela história destaca-se o curador de invertebrados do Muséum National d'Histoire Naturelle de Paris, também conhecido por cunhar o termo «biologia», o famoso Jean-Baptiste Pierre Antoine de Monet, ou Chavelier de Lamark. O feito que destaca os nomes de Charles Darwin e Alfred Russel Wallace, este último co-descobridor da teoria da selecção natural, na história é a sugestão de um mecanismo para a «transmutação» – a selecção natural.

 

Darwin e Wallace sugeriram que os organismos melhor adaptados reproduzir-se-iam mais, passando assim as suas características à próxima geração. Em contrapartida, organismos pouco adaptados reproduzir-se-iam menos (morrendo em idades mais juvenis ou esforçando-se e gastando mais recursos em actividades básicas) e as suas características seriam purgadas das espécies com o passar do tempo. A ideia para este mecanismo parece ter surgido independente a ambos os investigadores – a Darwin como resultado da sua viagem (e leituras durante ela) pelo globo a bordo do HMS Beagle; e a Wallace através de um delírio febril no meio de uma floresta tropical (nota: Wallace enviou o seu manuscrito a Darwin antes de publicar e alguns historiadores sugerem a possibilidade de Darwin se ter aproveitado de algumas ideias). No dia 1 de Junho de 1858 ambos leem um manuscrito conjunto numa reunião da Linnean Society “On the Tendency of Species to form Varieties; and on the Perpetuation of Varieties and Species by Natural Means of Selection”. Quis a história reconhecer Darwin pela publicação da “On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life” (título completo). Esta obra reúne, num argumento de mais de 500 páginas, uma argumentação estruturada a favor da ideia de selecção natural, descrevendo de experiências conduzidas por Darwin ao longo de 20 anos e ideias suas em torno dos fósseis, selecção artificial, deriva de continentes, ocorrência de subespécies e variedades, padrão de desenvolvimento, hibridização de espécies, entre outros tópicos. Em 1870 Darwin escreve a Wallace que poucas coisas o deixaram mais satisfeito do que a amizade entre os dois, pois nunca nenhum havia sentido inveja, apesar de um certo sentido de rivalidade. (...)

 

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A Revista de Ciência Elementar (RCE) é dirigida a professores e alunos, bem como ao público em geral. Esta revista recupera, por um lado, os contributos que os diferentes componentes do portal têm vindo a recolher ao longo dos últimos anos e, por outro lado, publica os melhores artigos que entretanto nos forem chegando, destinados fundamentalmente a clarificar, esclarecer e desenvolver conceitos de Ciência Elementar, sobretudo os que se encontram diretamente associados aos programas do Ensino Básico e Secundário.

 

Contando com a colaboração de uma equipa editorial de grande prestígio, segue o paradigma da metodologia de peer review para a publicação dos artigos, tendo cada um, um editor especializado responsável pela sua aceitação para publicação.

 

Novembro/ dezembro 2016.

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Abril/ outubro de 2016  

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A Sociedade Geológica de Portugal, com o apoio do Ministério de Educação, da generalidade das Universidades Portuguesas, da Agência e Rede Ciência Viva, do Geoparque Açores e da International Geoscience Educational Organization, tem o prazer de anunciar que, no ano letivo de 2016/17, terá lugar a terceira edição das “Olimpíadas Portuguesas de Geologia” (OPG 2017), na sequência do enorme êxito das duas edições anteriores, quer quanto ao número de participantes, quer quanto aos resultados obtidos pelos nossos “estudantes olímpicos” nas International Earth Science Olympiads (IESO) – uma medalha de ouro e outra de bronze no Brasil, em 2015, e duas medalhas de prata e uma de bronze no Japão, em 2016.

 

As “Olimpíadas Portuguesas de Geologia” são dirigidas aos alunos do 11º ano de escolaridade. As datas de realização das provas das três fases da competição - escolar, regional e final – serão, este ano, as seguintes: 27 de janeiro, 1 de abril e 20-21 de maio de 2017, respetivamente.

 

 

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O III ENCONTRO INTERNACIONAL DA CASA DAS CIÊNCIAS é uma iniciativa da Casa das Ciências - Recursos Digitais para professores.

Realiza-se de 11 a 13 de Julho de 2016 no Porto, nas instalações do Instituto Superior de Engenharia do Porto.

O Tema é: O ENSINO DAS CIÊNCIAS PARA A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

 

A língua oficial do Encontro é o português podendo ser aceites comunicações em castelhano e inglês.

O Encontro está acreditado como Curso de Formação pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua com o registo CCPFC/ACC-87078/16, 21 horas correspondentes a 0,8 créditos, para os grupos de recrutamento 110, 230, 500, 510, 520 e 550.

Veja as condições de frequência.

O valor da inscrição é de 55 €.

As inscrições encerram a 30 de junho de 2016, data a partir da qual não são permitidas alterações.

 

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II Encontro Internacional da Casa das Ciências

A Casa das Ciências promove o seu 1º encontro internacional

Casa das ciências

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