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A Educação Científica e Desenvolvimento Económico
O IV ENCONTRO INTERNACIONAL DA CASA DAS CIÊNCIAS é uma iniciativa da Casa das Ciências - Recursos Digitais para professores.
 
Entre 10 e 12 de julho de 2017, a Casa das Ciências vai realizar pela quarta vez o seu encontro que irá reunir na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa professores interessados no ensino das Ciências, incluindo a Matemática e as Tecnologias da Informação, no ensino básico e secundário.
 
Desde a antiga Grécia que a educação assume um papel significativo na organização das sociedades e na passagem do conhecimento acumulado às novas gerações. O conhecimento científico construído de forma sistemática desde o século XVI está na base da nossa compreensão do mundo e da tecnologia que permitiu o enorme desenvolvimento económico e social que carateriza a sociedade contemporânea. A participação plena de um cidadão nesta sociedade exige uma compreensão da visão científica do mundo e do método científico que permite o progressivo aperfeiçoamento e aprofundamento desta visão.
(...)
 
Neste IV Encontro, para além das tradicionais “linhas” de formação para a Biologia, Geologia, Física, Química e Matemática, criamos espaços específicos para a Introdução às Ciências pensados nas necessidades e interesses de todos os docentes desde o Pré-Escolar ao 3º ciclo do básico e para os professores das Tecnologias da Informação/Informática. Procuramos com isto responder a muitas das solicitações que nos têm sido dirigidas ao longo dos anos.
 
 
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Charles Darwin

12.02.17

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 De Rerum Natura | por José Cerca de Oliveira |

 

Nascido em 1809, Charles Darwin tornou-se uma das mais proeminentes referências científicas de todos os tempos; hoje seria o seu 208º aniversário.

 

Contrariamente ao que é geralmente pensado, o tópico da «transmutação» dos organismos já andava nos círculos científicos da época. O avô do famoso Darwin, Erasmus Darwin, membro da «Lunar Society» (um dos mais famosos ciclos de discussão científica do século XVIII) retrata este controverso tópico na sua obra “The Botanical Garden”. Entre outras figuras mais ou menos esquecidas pela história destaca-se o curador de invertebrados do Muséum National d'Histoire Naturelle de Paris, também conhecido por cunhar o termo «biologia», o famoso Jean-Baptiste Pierre Antoine de Monet, ou Chavelier de Lamark. O feito que destaca os nomes de Charles Darwin e Alfred Russel Wallace, este último co-descobridor da teoria da selecção natural, na história é a sugestão de um mecanismo para a «transmutação» – a selecção natural.

 

Darwin e Wallace sugeriram que os organismos melhor adaptados reproduzir-se-iam mais, passando assim as suas características à próxima geração. Em contrapartida, organismos pouco adaptados reproduzir-se-iam menos (morrendo em idades mais juvenis ou esforçando-se e gastando mais recursos em actividades básicas) e as suas características seriam purgadas das espécies com o passar do tempo. A ideia para este mecanismo parece ter surgido independente a ambos os investigadores – a Darwin como resultado da sua viagem (e leituras durante ela) pelo globo a bordo do HMS Beagle; e a Wallace através de um delírio febril no meio de uma floresta tropical (nota: Wallace enviou o seu manuscrito a Darwin antes de publicar e alguns historiadores sugerem a possibilidade de Darwin se ter aproveitado de algumas ideias). No dia 1 de Junho de 1858 ambos leem um manuscrito conjunto numa reunião da Linnean Society “On the Tendency of Species to form Varieties; and on the Perpetuation of Varieties and Species by Natural Means of Selection”. Quis a história reconhecer Darwin pela publicação da “On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life” (título completo). Esta obra reúne, num argumento de mais de 500 páginas, uma argumentação estruturada a favor da ideia de selecção natural, descrevendo de experiências conduzidas por Darwin ao longo de 20 anos e ideias suas em torno dos fósseis, selecção artificial, deriva de continentes, ocorrência de subespécies e variedades, padrão de desenvolvimento, hibridização de espécies, entre outros tópicos. Em 1870 Darwin escreve a Wallace que poucas coisas o deixaram mais satisfeito do que a amizade entre os dois, pois nunca nenhum havia sentido inveja, apesar de um certo sentido de rivalidade. (...)

 

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A Revista de Ciência Elementar (RCE) é dirigida a professores e alunos, bem como ao público em geral. Esta revista recupera, por um lado, os contributos que os diferentes componentes do portal têm vindo a recolher ao longo dos últimos anos e, por outro lado, publica os melhores artigos que entretanto nos forem chegando, destinados fundamentalmente a clarificar, esclarecer e desenvolver conceitos de Ciência Elementar, sobretudo os que se encontram diretamente associados aos programas do Ensino Básico e Secundário.

 

Contando com a colaboração de uma equipa editorial de grande prestígio, segue o paradigma da metodologia de peer review para a publicação dos artigos, tendo cada um, um editor especializado responsável pela sua aceitação para publicação.

 

Novembro/ dezembro 2016.

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Abril/ outubro de 2016  

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A Sociedade Geológica de Portugal, com o apoio do Ministério de Educação, da generalidade das Universidades Portuguesas, da Agência e Rede Ciência Viva, do Geoparque Açores e da International Geoscience Educational Organization, tem o prazer de anunciar que, no ano letivo de 2016/17, terá lugar a terceira edição das “Olimpíadas Portuguesas de Geologia” (OPG 2017), na sequência do enorme êxito das duas edições anteriores, quer quanto ao número de participantes, quer quanto aos resultados obtidos pelos nossos “estudantes olímpicos” nas International Earth Science Olympiads (IESO) – uma medalha de ouro e outra de bronze no Brasil, em 2015, e duas medalhas de prata e uma de bronze no Japão, em 2016.

 

As “Olimpíadas Portuguesas de Geologia” são dirigidas aos alunos do 11º ano de escolaridade. As datas de realização das provas das três fases da competição - escolar, regional e final – serão, este ano, as seguintes: 27 de janeiro, 1 de abril e 20-21 de maio de 2017, respetivamente.

 

 

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O III ENCONTRO INTERNACIONAL DA CASA DAS CIÊNCIAS é uma iniciativa da Casa das Ciências - Recursos Digitais para professores.

Realiza-se de 11 a 13 de Julho de 2016 no Porto, nas instalações do Instituto Superior de Engenharia do Porto.

O Tema é: O ENSINO DAS CIÊNCIAS PARA A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

 

A língua oficial do Encontro é o português podendo ser aceites comunicações em castelhano e inglês.

O Encontro está acreditado como Curso de Formação pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua com o registo CCPFC/ACC-87078/16, 21 horas correspondentes a 0,8 créditos, para os grupos de recrutamento 110, 230, 500, 510, 520 e 550.

Veja as condições de frequência.

O valor da inscrição é de 55 €.

As inscrições encerram a 30 de junho de 2016, data a partir da qual não são permitidas alterações.

 

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II Encontro Internacional da Casa das Ciências

A Casa das Ciências promove o seu 1º encontro internacional

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Conversas na Aldeia Global - Manifesto para a Ciência em Portugal, por Manuel Heitor e Alexandre Quintanilha | quinta-feira - 03 de dezembro, 21h30 | Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras.

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Aproveite as férias para visitar a Galeria de Zoologia do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra.

Sabia que há [ali] milhares de animais à sua espera, aves e borboletas com cores deslumbrantes, esqueletos de diferentes animais que certamente desconhece?

 

Até 26 de setembro, aos sábados, às 16h30, a Galeria está de portas abertas.

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A Rede de Bibliotecas Escolares faz-se eco da mensagem de Rosalia Vargas, diretora do Pavilhão do Conhecimento, e convida as bibliotecas escolares a associarem-se à homenagem a Mariano Gago, em particular as bibliotecas escolares que integram o projeto Newton gostava de ler, uma iniciativa ligada aos Centros Ciência Viva:

 

 

A Ciência Viva, criada por José Mariano Gago em 1996, associa-se à iniciativa de homenagem dos portugueses e da comunidade científica, [hoje], dia 20 de Abril, às 12.00.

Por todo o país, centros de investigação e outras instituições fazem uma pausa de 5 minutos nas suas actividades, com concentração no exterior, junto aos respectivos edifícios. No âmbito desta homenagem foi criada uma página na internet para recolha de testemunhos que documentem a vida e legado de José Mariano Gago.

A Ciência Viva acolhe integralmente esta iniciativa e apela a uma ampla participação, convidando à partilha de testemunhos no endereço www.marianogago.org.

Um abraço de profunda solidariedade neste sentimento comum de grande perda.

Rosalia Vargas

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Para assinalar o Dia Internacional da Mulher, que se celebra todos os anos a 8 de março, o Pavilhão do Conhecimento inaugura nesse dia uma exposição de fotografia, Mulheres na Ciência, dedicada a 20 cientistas portuguesas com trabalho relevante na sua geração e área de pesquisa.

 

 Portugal é um dos países da Europa onde é maior a percentagem de mulheres que se dedicam à investigação e esse facto não é estranho aos excelentes resultados que a ciência e a tecnologia portuguesas têm alcançado nas últimas duas décadas, com muitas investigadoras portuguesas a merecer altas distinções internacionais. (...) Em Portugal, 46% dos investigadores são mulheres.

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