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Horizon Report K12 (and how we’re leading these changes!), NHC, 2017.

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“As bibliotecas cumprem a sua promessa quando alimentam a curiosidade, nutrem a paixão e fomentam a experimentação. Desta maneira, as bibliotecas escolares podem servir como incubadoras naturais para programas inovadores, ampliando assim as capacidades das suas instituições.”

Mark Dzula

 

"Las nuevas pedagogías que aprovechan la tecnología están afectando el diseño de los espacios de aprendizaje. El aprendizaje combinado incluye una variedad de actividades tales como trabajo en grupos pequeños, actividades prácticas y trabajo individual con dispositivos informáticos. . . Las bibliotecas escolares también están en el nexo para repensar los espacios de aprendizaje porque son los espacios más grandes y a menudo menos utilizados. El aprendizaje experiencial a través de la robótica, la impresión 3D y la realidad virtual ocurre a menudo en los centros de medios de la biblioteca, requiriendo el expurgo de algunas de las obras de referencia para crear más sitio para estas actividades. 

El informe anual de K12 Horizon identifica y perfila regularmente seis tendencias clave, seis desafíos significativos y seis desarrollos en tecnología educativa que probablemente afectarán la enseñanza y el aprendizaje.

10 Tendencias clave:

 

1. Avanzar en los enfoques de aprendizaje progresivo requiere una transformación cultural . Las escuelas deben estar estructuradas para promover el intercambio de ideas e identificar modelos exitosos con un objetivo hacia la sostenibilidad.

 

2. Los estudiantes son creadores. El llegada de los espacios de fabricación (makerspaces), permiten el aprendizaje activo y la inclusión de la programación y la robótica que están proporcionando a los estudiantes oportunidades para crear y experimentar a través de formas que estimulan el pensamiento complejo. Así, los estudiantes están diseñando sus propias soluciones a los desafíos del mundo real.

 

3. El aprendizaje inter y multidisciplinario. Los currículos escolares están haciendo cada vez más conexiones claras entre temas como la ciencia y las humanidades y la ingeniería y el arte, demostrando a los estudiantes que una perspectiva y un conjunto de habilidades completas son vitales para el éxito del mundo real.

 

4. El uso generalizado de la tecnología no se traduce en el logro igual del alumno. La tecnología es un facilitador pero no por si sola compensa las brechas en el compromiso y desempeño de los estudiantes atribuibles al estatus socioeconómico, raza, etnia y género.

 

5. La medición continua del aprendizaje es esencial para comprender mejor las necesidades de los alumnos . Las tecnologías analíticas están proporcionando a los maestros, escuelas y distritos opiniones tanto individuales como holísticas sobre el aprendizaje de los estudiantes, informando de estrategias para servir a las poblaciones en riesgo e infradotadas.

 

6. La fluidez en el ámbito digital es más que entender cómo usar la tecnología . El aprendizaje debe ir más allá de la adquisición de habilidades tecnológicas aisladas para generar una comprensión profunda de los entornos digitales, permitiendo la adaptación intuitiva a nuevos contextos y la co-creación de contenido con otros.

 

7. El aprendizaje autónomo no es una tendencia – es una necesidad . Las experiencias prácticas que permiten a los estudiantes aprender haciendo cultivan la autoconciencia y la autosuficiencia a la vez que desarrollan la curiosidad. La realidad virtual y los espacios de fabricación son sólo dos vehículos para estimular estas oportunidades de inmersión.

 

8. No hay reemplazo para una buena enseñanza – el rol está evolucionando . No importa cuán útil y difundida sea la tecnología, los estudiantes siempre necesitarán guías, mentores y entrenadores para ayudarles a navegar en proyectos, generar significado y desarrollar hábitos de aprendizaje a lo largo de la vida. Las culturas escolares deben fomentar, recompensar y escalar prácticas de enseñanza eficaces.

 

9. Las escuelas priorizan el pensamiento computacional en el plan de estudios .Desarrollar habilidades que permitan a los estudiantes utilizar computadoras para recolectar datos, dividirlos en partes más pequeñas y analizar patrones será una necesidad cada vez mayor para tener éxito en nuestro mundo digital. Mientras que la programación es un aspecto de esta idea, incluso aquellos que no se dedicarán ala informática necesitarán estas habilidades para trabajar con sus futuros colegas.

 

10. Los espacios de aprendizaje deben reflejar nuevos enfoques en la educación . La omnipresencia de las pedagogías activas del aprendizaje está requiriendo un cambio en cómo se están diseñando los ambientes de aprendizaje. Las tecnologías emergentes como la creación, la realidad mixta y la Internet de las Cosas están requiriendo planes más flexibles y conectados."

 

 

Arévalo, J.
Arévalo, J. (2017). Tendencias sobre tecnologías educativas en bibliotecas escolares. Universo Abierto. Retrieved 18 September 2017, from https://universoabierto.org/2017/09/12/tendencias-sobre-tecnologias-educativas-en-bibliotecas-escolares/

 

 

 

 

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 Consultar a publicação | Agosto 2017 |

 

Editorial

Para todos os intervenientes na BE CRE de Almada a nossa estima e gratidão.

É tempo de dar voz e vez à Biblioteca Escolar. Força mobilizadora de vontades e de sonhos, que se organiza em rede de pessoas comprome das e empenhadas com a educação, a formação e a cultura. Força que atua no coração das organizações escolares, no seio dos con- textos, na especi cidade das comunidades educa vas. Força humana em rede, promotora de desenvolvimento pessoal e social, que se a rma e valoriza em interações colabora vas, que proporcionam informação, conhecimento e ideias fundamentais para (con) viver na socieda- de contemporânea, em princípios e valores de cidadania.

O Centro de Formação Almada Forma congratula-se com a honrosa oportunidade de dedicar a 14a edição da revista Almada Forma online ao tema -Biblioteca Escolar-Centro de Recursos. Na qualidade de parceiro de referência, cumpre-nos reconhecer e digni car publicamente o mérito da ação educa va, informa va, cultural e recreativa da biblioteca escolar-centro de recursos.

Esta tribuna tem o privilégio de interpelar o passado e convocar o presente para sinalizar e augurar um futuro promissor à BECRE. Como forma de celebrar o excelente serviço de 20 anos consagrados à educação, nas escolas e na comunidade educativa de Almada, rendemos homenagem a todos os coordenadores e professores bibliotecários que ousaram fazer-se à viagem, com sentido de missão, orientada por desígnios de inclusão, igualdade de oportunidades, qualidade educacional. (...)

 

Índice:

 

 

 

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 por Hermínia de Fátima Morais Almeida Pires | Orientador: Jorge Serrano2013 | Download |

 

Dissertação apresentada para a obtenção de grau de Mestre em Ciências da Educação - na especialidade de Educação Especial e Domínio Cognitivo e Motor, conferido pela Escola Superior de Educação Almeida Garrett.

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 Download |

 

Trabalho de projecto apresentado à Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação, Especialização em Animação da Leitura

Por Carla Isabel Santa Marta Bastos

Sob Orientação do/a Professora Doutora Manuela Barreto Nunes

Outubro 2010

 

RESUMO

 

Ninguém nasce leitor, no entanto desde cedo podemos contribuir para que uma criança se forme como leitor. O contacto entre a criança e o livro deve ser proporcionado desde cedo, para que esta apreenda um conjunto de características relacionadas com o acto de ler. À medida que a criança aumenta as suas leituras, mais desenvolve as suas capacidades intertextuais e mais se forma como leitor.

Formar leitores é uma responsabilidade partilhada entre a família, a escola e a Biblioteca Escolar. A família é a responsável por promover o contacto entre a criança e o livro, por lhes permitir o acesso a este e por criar situações frequentes de partilha de leituras. Por sua vez, a escola deve não só ensinar a criança a ler, mas essencialmente, criar-lhe o gosto de ler.

É necessário que as escolas proporcionem situações motivadoras que ponham a criança e o livro em permanente contacto.

 

Embora a Biblioteca Escolar seja um organismo dentro da própria escola, destaca-se no papel de formar leitores e tem nesta área uma responsabilidade acrescida. A Biblioteca Escolar deve ser dinamizada de modo a proporcionar aos alunos situações interessantes e motivadoras que os levem a ler, pois é nela que encontramos fontes de conhecimento.

 

Neste trabalho apresentamos os resultados de um projecto de investigação-acção que pretende promover a leitura junto dos mais novos, com o envolvimento dos encarregados de educação e da própria Biblioteca Escolar.

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 Revista Lusófona de Educação, 20, 65-80

Ângela Balça & Maria Adelina Fonseca | 2012

 

 

 

Resumo

 

Numa sociedade caracterizada por um crescimento ilimitado de informação, possibilitada pelas modernas tecnologias, há que necessariamente repensar o papel das Bibliotecas Escolares.

 

O presente estudo, descritivo com levantamento de dados, aborda a temática das relações entre a Biblioteca Escolar e os Docentes de uma Escola Secundária com 3.º Ciclo.

Os objectivos do estudo eram averiguar as formas de apropriação da utilização, por parte dos docentes, da Biblioteca Escolar; apurar outras possibilidades de integração / articulação da Biblioteca Escolar no desenvolvimento do currículo e das suas práticas; e saber qual a posição dos professores sobre indicadores que o Modelo de AutoAvaliação das Bibliotecas Escolares propõe no âmbito da articulação curricular da Biblioteca Escolar com as estruturas pedagógicas e os docentes.

 

Com o desenvolvimento do estudo verificou-se que os professores consideram que utilizam a biblioteca de uma forma mais participada, diversificada e frequente do que realmente acontece. Quanto à aplicação do Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares, existe um quadro favorável à sua aplicação na Escola em estudo.

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Florinda Almeida (AE de Cuba, Alentejo)

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 foto "A Bola"

 

Na sequência da promoção da escrita que a Biblioteca Escolar da Escola Secundária de Amarante tem vindo a desenvolver, no caso em articulação com o Departamento de Educação Física, a aluna Ana Filipa Gomes Ferreira ficou em 1.º lugar, a nível nacional, no Concurso literário Ética na vida e no desporto.

 

O concurso “A Ética na Vida e no Desporto”  já na sua 5.ª edição é promovido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, através do Plano Nacional de Ética no Desporto, conta com o apoio do Jornal Desportivo “A Bola”, a Direção-Geral da Educação/Desporto Escolar, a Direção - Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e o Comité Olímpico de Portugal.

 

O coordenador interconcelhio: António da Silva Pereira

com a professora bibliotecária Isabel Araújo

 

Aqui fica o texto da Ana Filipa Ferreira:

 

«AUTOGOLO

Signal Iduna Park. 19 horas, 45 minutos. Um apito curto que coloca as pernas de 22 em movimento e o coração de milhões aos saltos. Ao fundo, um muro amarelo. Quente, vibrante, impenetrável. Mágico. Verdadeiramente mágico. Um amarelo que ri e que chora. De alegria e de tristeza. Um amarelo que sente e sentido. Infalível. Um amarelo que ama e não falha. Que grita e não se cansa.

Um cai, outro perde a bola. Um lesionado e um fora de jogo assinalado.
Se eu, pequeno e despercebido pedaço de amarelo, vos pudesse dizer algo antes daquele apito curto? Não esperem um ‘boa sorte’. Pedir-vos-ia que sejam aquilo que vos torna únicos. Aquilo que são antes de serem grandes no futebol e de me arrepiarem os braços com os pés. Que sejam humanos e que não levem convosco apenas o talento que deslumbra o amarelo e o azul, o verde e o vermelho. Porque o mundo se rende a vocês. Que levem os valores que fazem de nós humanidade e que honrem o símbolo que têm ao peito. Mostrem o que é garra, paixão, foco e determinação. O que é amor, ambição e gratidão. Mas, acima de tudo, façam jus à palavra que carregam no braço 90 minutos. RESPECT. Mostrem que somos mais do que duas pernas, do que dois pés, do que assistências e do que golos. Mais do que dinheiro, somos humanos. Mais do que vitórias, somos humanidade. Lembrem-se que os vossos pés não espelham apenas a arte do futebol. Carregam ideias. E as ideias pesam tanto como uma bomba. E quando sentirem vontade de insultar, de humilhar ou até mesmo de desistir, mostrem-se verdadeiros campeões. Sejam grandes. Sejam diferentes. Sejam melhores. Sejam humanos.

 

 

 

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A Rede de Bibliotecas Escolares marcou presença no IV Encontro Internacional da Casa das Ciências através da exposição de posters, de três comunicações de professores bibliotecários e da intervenção de alunos de duas escolas que demonstraram como se faz Ciência nas suas bibliotecas.

 

Como oradores estiveram, na manhã do último dia do Encontro: José Barroco, da Escola Básica de Real, Braga, com a comunicação Simplesmátic@ - a matemática mais simples e simpática; Paulo Sousa do Agrupamento de Escolas Raul Proença, Caldas da Rainha, com a comunicação A Ciência ganha vida entre os livros e Sílvia Menezes, do Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja, Odivelas, com a comunicação O melhor de dois mundos: a leitura aliada ao pensamento computacional, programação e robótica.

 

Os resumos das comunicações e das formas de participação da RBE podem ser consultados aqui: http://www.casadasciencias.org/4encontrointernacional/conteudo/pdf/livroResumos.pdf

 

Durante um longo intervalo da parte da manhã os alunos do 1º ciclo de Odivelas explicaram e demonstraram aos participantes como trabalham a robótica e o pensamento computacional na sua biblioteca. Os alunos monitores da biblioteca da Escola Básica Galopim de Carvalho, Queluz fizeram quatro experiências integradas no projeto Newton gostava de ler! que se desenvolve no concelho de Sintra. A intervenção dos alunos das duas escolas suscitaram muito interesse.

 

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Alunos da Escola E.B. Manuel Alves (Loulé) conversam sobre o trabalho desenvolvido na biblioteca.

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O Projeto Palavras Sol Tas foi apresentado hoje no Porto Canal. Uma iniciativa das Bibliotecas Escolares do Concelho de Gondomar, que conta com o apoio do Núcleo de Educação Especial das escolas do concelho, do município e da Rede de Bibliotecas Escolares. Mais de 300 alunos de EE de Gondomar participaram no projeto, este ano.

 

 

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