Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Olga Antunes, diretora do Agrupamento de Escolas de Constância, fala sobre o Constancioneiro e lê a carta que o secretário de estado da educação, João Costa, lhe endereçou a este propósito (3´:50´´).

 

No texto que se segue, Ana Paula Ferreira, coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, apresenta o livro e aponta as bondades do projeto que lhe deu origem, destacando ainda o excelente desempenho destes (mesmos) alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa:

 

Boa noite!

Começo por cumprimentar todos os presentes e elogiar-vos o vosso bom gosto por estarem presentes neste evento que alia a leitura à aprendizagem e que decorre num espaço tão propício à poesia.

 

Agradeço à Sra. Diretora, Dr.ª Olga Antunes, o convite para fazer a apresentação deste Constancioneiro, livro que de forma exemplar brinca com as suas origens – O Cancioneiro e Constância.

 

 

Agradeço, também, aos grandes obreiros do projeto, a professora Susana Neves, os seus magníficos poetas trovadores, os alunos das duas turmas de 10º ano do Agrupamento e, claro, ao professor bibliotecário, António Marques e à sua capacidade de incentivar a mudança, de levar os seus parceiros a tirarem partido das inúmeras possibilidades da biblioteca e de aceitarem ser e fazerem diferente na escola.

 

Tive o prazer de acompanhar a forma inovadora e colaborativa como o projeto se foi desenvolvendo e este lançamento, hoje, mostra que, tal como disse Fernando Pessoa, “o homem sonha, a obra nasce”.

 

Estou certa que o ambiente educativo inovador que se vive neste agrupamento impulsiona este tipo de projetos e gostaria que em todas as escolas do nosso país os alunos tivessem a oportunidade de experienciar a aprendizagem desta forma: enquanto ponte para uma intervenção ativa na sociedade, colocando-os perante desafios que desenvolvem a sua perseverança, o pensamento crítico e reflexivo, a autonomia.

 

 

Um verdadeiro exemplo de um projeto que desenvolve as competências definidas para os alunos à saída da escolaridade obrigatória.

 

Este projeto, decorrente de um domínio de articulação curricular, no âmbito do projeto de autonomia e flexibilidade curricular, envolveu as disciplinas de Português, Francês e Espanhol, em “estreita colaboração com a biblioteca escolar”, como é referido no posfácio.

 

 

biblioteca escolar assume neste agrupamento um papel de destaque, enquanto centro de inovação pedagógica, capaz de fomentar e difundir projetos verdadeiramente estruturantes, em parceria com as várias estruturas educativas, em prol das aprendizagens dos nossos alunos, para assim contribuir para a criação de cidadãos ativos, autónomos e responsáveis.

 

 

 

Não poderia deixar de referir o excelente desempenho destes mesmos alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O júri  atribuiu a estes nossos alunos 4 prémios, no escalão C (10, 11º e 12º anos).

 

Os prémios vão ser entregues na próxima sexta-feira.

 

 Artes/multimédia:

 1º lugar  -   Beatriz Cabeças, Inês Pedro, Laura Gonçalves

Trabalho: A Teia de Penélope, Rainha de Ítaca

 

Menção Honrosa -   Afonso Martins, João Lisboa, Ricardo Mascate, Rodrigo Sousa, Tomás Santos e Tomás Pedro

Trabalho: Os mitos do Minotauro e de Penélope 

 

 Provas escritas:

 1º lugar  - Clarisse Malheiro Junqueira

2º lugar -  Ana de Moura Lopes Velho

 

 A palavra de ordem é, sem dúvida, “ORGULHO”.

Obrigada!

***

 

Conteúdo relacionado:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

opiniao.png

 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

beestadonovo.PNG

 por António José Meneses Aires Nogueira | 2012 | Download

 

 

Resumo:

 

O ensino elementar constituiu uma das preocupações fulcrais do regime político legitimado após a Constituição de 1933, num Portugal essencialmente rural e analfabeto.

 

Neste contexto, o combate ao analfabetismo implicou o investimento na escolarização da sociedade portuguesa, no qual a Biblioteca Escolar assumiu um papel relevante. Descobrir e mapear o seu percurso e a sua missão educativa e cultural num país dominado por um governo fortemente ideológico, avesso à modernização e à diversidade, tornou-se o grande desafio do presente estudo. Mais especificamente, o tema abordado na presente dissertação é a Biblioteca Escolar no Estado Novo, um período histórico preciso, situado entre os anos 30 e os anos 70 do século XX, caracterizado, então, por um regime político autoritário e por uma sociedade que possuía como atributo mais marcante o analfabetismo real e funcional. A metodologia seguida foi a meta-análise do boletim Escola Portuguesa, periódico editado pelo Ministério da Instrução Pública, Direcção Geral do Ensino Primário, que se manteve ativo entre outubro de 1934 e outubro de 1974, praticamente ao longo de toda a vigência do Estado Novo.

 

 

 

 

Referência: Nogueira, António José Meneses Aires - A biblioteca escolar no Estado Novo [Em linha] : meta-análise do Boletim Escola Portuguesa entre 1934 e 1974. Lisboa : [s.n.], 2012. 323 p.

Autoria e outros dados (tags, etc)

mjv.png

  por ©️ Maria Jose Vitorino

 

Portugal, até 2018 Bibliotecas Escolares - Professores Bibliotecários - Breve historial da formação

 

Apresentação sucinta de alguns factos sobre a formação de professores para funções em bibliotecas escolares, incluindo a figura do professor bibliotecário criada em 2009 pela Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

A fuga da Ervilha (Sistema Digestivo) é uma das atividades desenvolvidas no Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja, Odivelas, no âmbito do projeto Infomedia – um passo para o conhecimento, distinguido pelas Ideias com Mérito em 2017.

 

Esta atividade realizou-se em articulação com os professores titulares de turma, envolvendo a leitura, a abordagem de conteúdos de Estudo do Meio e Matemática e a iniciação ao pensamento computacional e à robótica. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

princesas.jpg

 Inscrição | Programa |

 

"À democratização do acesso à escola nem sempre corresponde a democratização do sucesso, situação bem evidenciada em dois estudos que incidem nos primeiros anos de escolaridade, um nacional, Aprender a ler e a escrever em Portugal, e outro internacional, o PIRLS 2016.

 

Tendo por base os seus resultados, o decréscimo de competências de leitura, e constituindo a literacia da leitura uma competência vital para o pleno desenvolvimento e maturidade intelectual do indivíduo e para o exercício da sua cidadania, a Rede de Bibliotecas de Albergaria-a-Velha, em articulação com a RBE, elegeu a leitura e a escrita como temática nodal do seu V Encontro, procurando, através da ação das suas bibliotecas, contribuir para a melhoria das competências nestas duas áreas transversais e, simultaneamente, domínios de conteúdo da disciplina de Português."

 

Este evento, organizado pelo Município de Albergaria-a-Velha, pela sua Rede de Bibliotecas, em parceria com a RBE e o Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha, decorrerá nos dias 16 e 17 de março na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha.  

 

Inscrição online obrigatória até 8 de MARÇO de 2018 e limitada à lotação da sala. 

 

Isabel Nina

Coordenadora interconcelhia

 

*** 

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

0.png

 

O Concurso de Leitura Expressiva “Leituras na Planície” tem como objetivos a promoção da leitura e o desenvolvimento da expressão e compreensão escrita/oral e integra o Plano de Atividades da Rede de Bibliotecas de Évora (RBEV).

 

A participação no concurso está aberta a todos os alunos da cidade de Évora e organiza-se em três escalões: 1.º, 2.ºe 3.ºciclos.

 

É uma iniciativa organizada pelo Agrupamento de escolas Manuel Ferreira Patrício e pelo Agrupamento de escolas nº 4 de Évora.

Autoria e outros dados (tags, etc)

biblios.png

 Consultar publicação | Boletim Municipal, nº 244, de janeiro fevereiro

 

Em Almada, a rede de bibliotecas escolares teve o seu início em 1997. Hoje, passadas duas décadas, as crianças e jovens almadenses podem usufruir de 51 bibliotecas escolares, distribuídas pelas 11 freguesias do concelho. espaços onde se promovem a leitura e a escrita, competências fundamentais para aprendizagem. espaços onde o saber não ocupa lugar.

 

Matilde, 9 anos, é uma das jovens utilizadoras das bibliotecas escolares existentes no concelho de Almada. «Na biblioteca temos oportunidade de requisitar livros para ler, estudar, saber o que se passa à nossa volta, mas também podemos aprender informática», conta. A paixão pelos livros e gosto pela leitura são, igualmente, partilhados pelos colegas Tomás, Leonardo, Helena e Henrique, alunos do 1.º ciclo da Escola Básica Cataventos da Paz, em Cacilhas, que, desde abril de 2017, dispõe de uma biblioteca escolar. Para todos, a visita à biblioteca é sempre um momento especial. (...)

Ler mais >>

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

be.jpg

 Como realizar trabalhos escolares |

 

Apresentamos um sítio web desenvolvido especificamente para apoio à realização de trabalhos escolares. Simples, claro, conciso... acessível a todos.

 

A página é uma realização da biblioteca escolar da Escola Secundária Leal da Câmara em Rio de Mouro.

 

 

 

"Quando se entra numa biblioteca nunca se sai igual. Lá dentro está o mundo todo. Quando se vê o mundo todo fica-se sempre diferente."

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

sucesso.png

 por Samuel SilvaJornal Público |

 

A Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca está no top 5 das que no secundário mais se distinguem no “ranking alternativo”. A leitura é aposta central do seu projecto educativo.

 

“O direito de não ler.” “O direito de saltar páginas.” “O direito de não acabar um livro.” No bloco C da Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca é o colorido dos “Direitos Inalienáveis do Leitor”, enunciados por Daniel Pennac, que quebra a monotonia da parede amarelada. As frases são pintadas a grená, com excepção da primeira letra de cada uma delas, que surge destacada numa pequena tela ornamentada como uma iluminura dos escritos clássicos.

 

Um dos “O” está cortado a meio e o director, Carlos Alberto Louro, nota-o: “Às vezes algum engraçadinho estraga isto e é preciso voltar a fazer.” A escola de Ponte da Barca é a 5.ª melhor do ensino público no ranking do sucesso (a 3.ª, se forem tidas em consideração exclusivamente as escolas públicas). Mas, como todas as escolas, não é perfeita: “Também há quem se porte mal.”

 

Na hora em que os alunos regressam às aulas depois de um curto intervalo, não há ruído no amplo pátio entre as salas. O bloco C é 20 anos mais novo do que o resto da escola, construída em 1983. É aqui que estão os laboratórios, o auditório e também a biblioteca, que é uma espécie de “menina dos olhos” para a direcção e os professores.

 

A biblioteca escolar é igualmente uma peça fundamental para esta escola no Alto Minho que, desde que o Governo começou a divulgar o indicador de sucesso — que assinala escolas onde mais alunos conseguem fazer todo o ciclo de estudos sem chumbar e que permite fazer um “ranking alternativo” ao das médias de exame — tem estado entre as melhores do país.

 

ebs.png

 

Criada em 2004, a biblioteca da escola tem hoje mais de 17 mil títulos listados e é um ponto de encontro para os alunos dos vários níveis de ensino — aqui cruzam-se alunos do 7.º ao 12.º ano. Sobre estas prateleiras, assenta a estratégia da escola para obter bons resultados. “O bom aluno tem de compreender bem o que lê e saber expressar-se. Também só consegue ser bem-sucedido se for capaz de interpretar a realidade”, resume o director, Carlos Alberto Louro.

 

Foi esta a visão que a escola construiu nos últimos 13 anos. A biblioteca é a primeira das Medidas Estruturais de Acção Educativa definidas pela comunidade escolar. Desde Novembro de 2012, alunos, professores e pais promovem a leitura através de um programa semanal na Rádio Barca — a única emissora local —, que já tem mais de 200 emissões. A iniciativa valeu o prémio “Ideias com Mérito” pela Rede Nacional de Bibliotecas Escolares há dois anos.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_