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  • Está interessado(a) em encontrar formas mais eficazes de apoiar os seus alunos?
  • Deseja melhorar a frequência e reduzir o abandono?
  • Está à procura de formas de melhorar a participação dos pais na sua escola?
  • Tem um grande número de alunos cuja língua materna não é a sua língua de ensino?
  • Está a considerar a introdução de abordagens mais colaborativas para o ensino e a aprendizagem?

 

Este recurso em linha faculta-lhe uma série de materiais concebidos para o(a) ajudar!

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Girbés, J. C. (2016). [e-Book] El método definitivo para tener hijos lectores: consejos y recetas milagrosas que garantizan el éxito escolar. Barcelona, Fundación Bancaria “La Caixa” y la Fundación Jaume Bofill, 2017

 

El método definitivo para tener hijos lectores é um guia para ajudar pais e mães na estimulante tarefa de fomentar o hábito leitor das crianças. Apresenta quatro passos básicos para transmitir, com calma e sem angústia, a paixão leitora.

 

LECXIT – Leitura para o êxito educativo é um programa promovido pela Fundación Bancaria “La Caixa” y la Fundación Jaume Bofill. Trata-se de uma iniciativa pioneira que tem como objetivo incrementar o rendimento educativo das crianças mediante a melhoria da compreensão leitora.

 

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A missão dos pedagogos é procurar constantemente métodos de ensino mais eficazes e mais adaptados aos desafios do mundo moderno. As novas tecnologias são uma grande componente nesta equação. Nesta edição vamos apurar que impacto têm as novas abordagens entre os estudantes.

 

Normalmente, temos um professor que ensina numa sala de aulas e que dá trabalhos de casa aos estudantes. E se o método funcionasse ao contrário? Nos Estados Unidos, descobrimos precisamente isso: é o modelo revolucionário da “sala de aula invertida”. No liceu Warren, em Chicago, os professores começam o dia a preparar material escolar um pouco diferente do das outras escolas. “A ideia surgiu em 2006, quando dávamos aulas no Colorado. Apercebemo-nos de que os alunos tinham muitas dificuldades em compreender conteúdos básicos quando trabalhavam em casa e que a melhor altura para aprenderem era connosco na sala de aulas. A ideia é muito simples: a parte em que o professor ensina, os alunos podem ver em casa com um software específico; e os trabalhos de casa são agora feitos na escola”, explica Jon Bergman, um dos criadores do Flipped Class. (…)

Fonte.

 

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Como as neurociências contribuem para a educação escolar? 

 

O cérebro é o órgão responsável pela aprendizagem.

 

Durante a aprendizagem, educadores, professores e pais, por meio de suas práticas pedagógicas, fornecem estímulos que provocam transformações em circuitos neurais levando ao desenvolvimento e reorganização da estrutura cerebral, cuja função resulta em novos comportamentos e, portanto, em aprendizado.

 

Apesar da euforia em relação às contribuições das neurociências para a educação, é importante esclarecer que as neurociências não propõem uma nova pedagogia, mas fundamentam a prática pedagógica que já se realiza, demonstrando que estratégias pedagógicas, que respeitam a forma como o cérebro funciona, tendem a ser mais eficientes. (...)

 

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CIEAE 2016 por João Paulo Proença

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por: Dr. Wesley Hiler e Dr. Richard Paul

 

Ideas prácticas para promover el aprendizaje activo y cooperativo: 27 maneras prácticas para mejorar la instrucción

Basado en los Conceptos y Principios del Pensamiento Crítico

 

(...)"La médula del enfoque del pdf es un concepto “realista” de lo que hace falta para que una persona aprenda algo. En un sentido, mucha instrucción no es realista: “Si lo digo claramente, ellos deben comprenderlo. Si dan la contestación correcta, lo saben y lo entienden. Si les enseño qué hacer, les pido que lo hagan, y repiten lo que hice, han aprendido la destreza y la usarán cuando la necesitan. Si les digo por qué algo es cierto o es importante y ellos asienten con las cabezas y lo repiten, quiere decir que entienden la verdad o la importancia de lo que dije."" (...)

 

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"O projeto GIVE – Grupo Interpares Voluntário de Estudo - nasce no Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, no presente ano letivo, e pretende diversificar as estratégias de apoio ao estudo, promover o mérito académico dos alunos e fomentar laços de solidariedade e de partilha." Funciona em parceria com a Biblioteca Vasco de Carvalho que está ao serviço da sua comunidade escolar.

 

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DN - por Pedro Sousa Tavares

Se o mundo em que as crianças crescem é digital, o ensino caminha para lá. Só neste ano, o governo lançou iniciativa, combinando programação e jogos, para 27 mil alunos

 

Na gíria são conhecidos como "jogos sérios". E o nome diz quase tudo: são aplicações informáticas, desenvolvidas com base na mesmas tecnologias e princípios utilizados nos videojogos, mas em que o entretenimento não é o objetivo e sim um meio para um fim: ensinar. Aos poucos, estes jogos educativos vão fazendo o seu percurso nas escolas portuguesas, e já há programas que abrangem dezenas de milhares de crianças.

"A utilização de jogos digitais na promoção das aprendizagens, apesar de não estar generalizada, já é utilizada em muitas escolas portuguesas", confirma ao DN o Ministério da Educação, que dá vários exemplos da aplicação prática deste conceito.

 

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 Foto de Rui Duarte Silva. EXPRESSO

 

Artigo de Isabel Leiria e Rui Duarte Silva. 

 

Com a ‘gamificação’ do ensino, os alunos tornam-se jogadores, as aulas desafios, há pontos e medalhas. Motivar é o grande objetivo. Em Portugal já se experimenta

  

Ninguém gosta de perder, nem a feijões. Carlos Cunha, professor de Física e Química, sabe-o bem, e sabe ainda melhor que a lógica se pode aplicar aos alunos que tem à sua frente. No último período, com os estudantes do 8º C da secundária Dom Manuel Martins, em Setúbal, começou a recorrer de forma intensiva a estratégias de ensino que passam por jogos e competições. Às vezes individuais, com todos os alunos a tentar terminar a prova em 1º lugar e a ver o seu nome no pódio. Outras em que o esforço que se pede é conjunto. Se os elementos de uma equipa não fazem bem o trabalho, retiram pontos ao coletivo da turma. Ganhe quem ganhar, o professor já é um vencedor.

A estratégia tem um nome: “gamification” (‘gamificação’). Começou a ser aplicada ao mundo das empresas como forma de motivar e envolver os trabalhadores, passou para as técnicas de marketing, com os programas de fidelização (provavelmente, nunca lhe deu um nome, mas pense nas vezes em que tentou ganhar mais carimbos no cartão de hambúrgueres ou mais milhas numa companhia aérea para atingir o estatuto de cliente gold), e tem conquistado adeptos no mundo do ensino. (...)

 

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Reportagem do Jornal 8 da TVi sobre a Escola da Ponte (15.04.2015)

 

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