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Edição Eletrónica: setembro de 2017 
ISBN: 978-989-8841-14-8 | Download

 

Nota prévia

(...)

Nos anos oitenta do séc. XX foi lançado um grande projeto de introdução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nas escolas.

O Projeto Minerva, que decorreu entre 1985 e 1994, constituiu o primeiro e mais amplo projeto alguma vez realizado em Portugal na área das TIC, envolvendo escolas de todos os níveis de ensino, institutos politécnicos e universidades, na promoção da utilização do computador como uma ferramenta educacional.

Com um percurso de trinta anos no sistema educativo português, as TIC continuam a ser um desafio permanente, quer pelo surgimento de novas plataformas, aplicações ou dispositivos móveis, quer pela discussão sobre as suas vantagens e formas de operacionalizar e mobilizar estratégias para a sua utilização, como verdadeiras ferramentas de aprendizagem.

Os projetos, programas e iniciativas que têm sido implementados nas últimas décadas, nacional e internacionalmente, destacam a importância cada vez maior da utilização das TIC em contexto educativo com o objetivo fundamental de inovar as práticas, tornando-as mais atuais e, sobretudo, que tenham uma influência positiva relevante nas aprendizagens dos alunos.

O desenvolvimento de projetos inovadores centrados na promoção e aquisição de competências digitais potenciam a melhoria das qualificações dos cidadãos nas e para as TIC, contribuindo para uma sociedade digital mais inclusiva e reduzindo as desigualdades de forma a promover a participação mais autónoma.

O ensino da computação e da linguagem de programação gráfica, desde os primeiros anos de escolaridade, ajudam a desenvolver o pensamento criativo, a literacia digital e a adquirir conceitos matemáticos e computacionais.

A discussão em torno da temática abrange diversas dimensões: histórica, axiológica, escolar, curricular, didática, contextos de aprendizagem e formação de professores, nas quais intervêm questões como a igualdade de oportunidades e a inclusão, a literacia digital, a segurança, a utilização das TIC nas diferentes disciplinas, estilos de aprendizagem e estilos de ensino, gestão e sustentabilidade das tecnologias nas escolas. (...)

 

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Ficha Técnica

Título: PISA em focus − PORTUGAL: Resolução Colaborativa de Problemas

Autoria: João Marôco, Vanda Lourenço, Rosário Mendes & Conceição Gonçalves

Edição: Instituto de Avaliação Educativa, I. P. Travessa das Terras de Sant’Ana, 15 1250-269 Lisboa

www.iave.pt - Estudos Internacionais

ISBN: 978-989-99741-7-3 Copyright © 2017 IAVE, I. P.

 

1. Resolução Colaborativa de Problemas

Em 2015, o PISA avaliou – além dos principais domínios da literacia científica, literacia de matemática e literacia de leitura – um quarto domínio: a Resolução Colaborativa de Problemas (RCP). De acordo com a OCDE1, a resolução colaborativa de problemas é uma competência crítica e necessária em contextos de educação e de trabalho. Uma boa colaboração é considerada «crucial para o sucesso dos grupos, famílias, empresas, instituições públicas, organizações e agências governamentais» (OECD, 2017, p. 133). A partir da construção cognitiva do trabalho colaborativo, dos contextos em que este pode ocorrer e das competências individuais que mobiliza, a OCDE define a competência de «Resolução Colaborativa de Problemas» como sendo:

«(...) capacidade de um indivíduo para se envolver de forma efetiva num processo onde dois ou mais agentes tentam resolver um problema, partilhando a compreensão e o esforço necessários para chegar a uma solução e reunindo os seus conhecimentos, competências e esforços para alcançar essa solução.»

(OECD, 2017, p. 134)

(...)

 

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Definições sobre os Trabalhos de Casa para Crianças

 

Trabalhos para casa


“Trabalhos para casa são todas as atividades de natureza escolar realizadas pelos alunos, fora do período do tempo de aula, noutras Instituições educativas ou em casa, a pedido do professor. (...)

 

Tal como o nome indica, trabalhos para casa, são trabalhos que se fazem em casa. Mesmo que sejam feitos noutro local, a responsabilidade deixa de ser da escola e passa a ser dos encarregados de educação”.

(...)

 

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 Download Grandi, J., J. Rose, et al. (2010). [e-Book] Greenstone: Un software libre de código abierto para la construcción de bibliotecas digitales. Experiencias en América Latina y el Caribe. Paris, Unesco.

 

Los sistemas educativos actuales tienen la necesidad de acudir a medios tecnológicos para mejorar el proceso enseñanza – aprendizaje. Uno de estos medios son los materiales didácticos multimedia. Pero ¿son realmente efectivos, para lograr el objetivo para el cual han sido diseñados?, ¿son sólo medios trasmisores de contenidos?, ¿cuál es la eficacia que tienen?

 

Podemos afirmar que para el diseño de materiales multimedia, no solo se debe pensar en cumplir los objetivos a corto plazo, sino también si los resultados que se lograrán a largo plazo tendrán algún efecto en la formación integral de la persona. Teniendo claro estos objetivos, es necesario que todo material didáctico cumplan con estándares que garanticen la efectividad. Por tanto el profesor debe conocer estos estándares y saber utilizarlos.

 

De esta manera, todo material didáctico multimedia no debe basarse en el aprendizaje memorístico sino que debe promover la construcción del conocimiento y la investigación, cumpliendo así las funciones de proporcionar información, despertar intereses, mantener una continua actividad e interacción con los materiales, orientar el aprendizaje, promoverlo a partir de los errores, ya que les debe ofrecer la posibilidad de ir mejorando poco a poco; y finalmente debe facilitar la evaluación y control de los aprendizajes tanto en forma individual como en equipo.

 

Por ello, el módulo está dividido en cuatro (4) sesiones cuyos productos acreditables en cada sesión le permitirán publicarlo en servicios web 2.0 y/o plataformas virtuales de aprendizaje:

 

En la sesión 1, conocerás los fundamentos básicos sobre el tema y explorarán los diversos recursos necesarios para el diseño, elaboración y publicación de materiales didáctico multimedia utilizando software o servicios web 2.0.

 

En la sesión 2, realizarás el diseño, elaboración y publicación de contenidos textuales e hipertextuales utilizando software o servicios web 2.0.

 

En la sesión 3, explorarás diversas bases de datos de audio. Además podrás elaborar tus propios audios o podcast utilizando software y herramientas web 2.0. A su vez, los productos acreditables serán publicados en servicios web 2.0.

 

En la sesión 4, explorarás y editarás diversas bases de datos de videos. Adicionalmente elaborarás tus propios webcast o videos utilizando software y herramientas web 2.0. A su vez, los productos acreditables serán publicados en Internet.

 

 

Gerardo Chunga Chinguel

Autor

 

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 por Rita Pimenta | Público |

 

A Rede das Bibliotecas Escolares, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e as autoras do projecto Olimpvs.net unem-se para tornar visível a Antiguidade e “manter vivo o espírito humanista do conhecimento clássico”.

 

 

Clássicos em Rede é o nome do programa que foi lançado nesta segunda-feira para alunos do ensino básico e secundário com o propósito de aumentar os seus conhecimentos sobre a cultura clássica. Na certeza de que esta ajuda a ler o mundo de hoje. E a melhorá-lo.

 

No Museu de Lisboa — Teatro Romano sublinhou-se a vontade de levar os jovens a identificar quotidianamente a presença do conhecimento clássico, “na língua e etimologia, na herança patrimonial, nos modelos estéticos e na arte, no imaginário colectivo e no ideário que está na base das nossas sociedades”. Resumindo, “tornar a cultura clássica uma evidência para os mais jovens”, nas palavras de Teresa Santa-Clara, da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE).

 

Da iniciativa faz parte um concurso, as Olimpíadas da Cultura Clássica, em diferentes modalidades: escrita, expressão plástica e trabalhos multimédia. Os temas para este ano lectivo são Ulisses e Penélope; Minotauro e o Labirinto; Zeus e os Jogos Olímpicos. As escolas terão de se inscrever até 30 de Novembro.

 

No encontro foi lida uma mensagem do secretário de Estado da Educação, João Costa, que a dada altura se dirige directamente aos alunos, que vieram da Escola Básica de Mafra e da Escola Secundária Leal da Câmara, em Sintra: “Peço-vos que agradeçam vivamente aos vossos professores por vos darem a oportunidade de participar nesta iniciativa. Vocês têm professores muito inteligentes, que percebem o que é fundamental para a vossa formação. Peço-vos também que entendam que estudar a cultura clássica não é só estudar algo antigo e interessante (ainda que só por si isso já fosse muito bom). Estudar a cultura clássica é abrir os olhos para o que nos rodeia. A influência da cultura grega e latina está hoje presente no nosso património, na nossa língua, na nossa literatura, na forma como as nossas cidades estão organizadas, na nossa justiça e nos nossos tribunais. Até os super-heróis da Marvel estão cheios de referências à cultura clássica! Mais importante, está presente na forma como pensamos, como sentimos, como raciocinamos, como nos relacionamos. Por isso, quando hoje queremos uma sociedade mais justa e para todos, essa sociedade constrói-se com mais conhecimento, com mais cultura.”

 

O que somos e como somos

O encontro contou com a presença da coordenadora da RBE, Manuela Pargana Silva, que sublinhou a importância de explorar a forma “como os gregos e romanos olhavam para o mundo” e de estudar as suas “preocupações sobre a nossa existência, o que somos e como somos”.

 

O director da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Paulo Farmhouse Alberto, também na mesa de abertura, enalteceu esta parceria, já que considera “fascinante o universo da Antiguidade Clássica”, não duvidando de que será “uma aposta ganhadora”. Também se dirigiu directamente aos alunos, manifestando um desejo: “Talvez nos encontremos na Faculdade de Letras daqui a uns anos.”

 

As autoras da colecção Olimpvs.net (em que cinco jovens adquirem poderes dos deuses gregos), Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista do PÚBLICO, disseram querer “estender este gosto pelos clássicos a todas as escolas” e recordaram sonhos de infância, como o de quererem “ser guerreiras”. Aqui, desafiaram os alunos a “pôr os sonhos em prática”, com “trabalho e persistência”.

 

A série (editada pela Alfaguara) tem oito títulos e nasceu da percepção de que faltavam no mercado livros sobre estes temas para leitores entre os oito e 15 anos. “A mitologia está presente em muitas brincadeiras e jogos de computador e consolas, mas fora de contexto. Quando aparece um monstro com três cabeças, não é só porque dá jeito, há uma explicação”, referiu Ana Soares.

 

“Puxar a carroça”

O Centro de Estudos Clássicos esteve representado por Maria Cristina Pimentel, que salientou o potencial de “interdisciplinaridade dos estudos clássicos” e de que esta é a forma “que se deveria agir nas escolas”, fazendo pontes entre todos os saberes. Mostrou-se satisfeita por estas parcerias irem ajudando “a puxar a carroça dos clássicos”.

 

O lançamento prosseguiu, sempre com os convidados a serem apresentados por alunos, com as comunicações de Maria Catarina do Espírito Santo sobre "Ciência e cientistas na Antiguidade", e de Rui Carlos Fonseca sobre "Os feitiços de Harry Potter". Houve ainda tempo para a actuação de ex-alunos da escola de Sintra, com o texto In diebus illis. “Fizemos um curso livre de Latim na Faculdade de Letras e gostámos muito. Por isso estamos aqui”, disseram ao PÚBLICO, quase em coro.

 

Quem também estudou Latim foi o secretário de Estado da Educação, que terminava assim a sua mensagem: “Fui aluno de latim e grego. Um dia conto-vos como casei graças ao Cícero e ao latim!”

 

Pimenta. (2017). Educação. Clássicos nas escolas ajudam a ler (e a melhorar) o mundoPÚBLICO. Retrieved 1 November 2017, from https://www.publico.pt/2017/10/31/sociedade/noticia/classicos-nas-escolas-ajudam-a-ler-e-a-melhorar-o-mundo-1790939

 

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Tecnologias Educativas. PLE – Entornos Personales de Aprendizaje © UPV (Universitat Politècnica de València)

 

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Content Curation for Learning: The Complete Guide from Anders Pink, [e-Book] Anders Pink, 2017.

 

Neste livro gratuito de 120 páginas abordam-se algumas questões-chave sobre a curadoria do conteúdo e o seu papel na condução da aprendizagem contínua.O livro trata questões como: Por que é a curadoria de conteúdos importante para a aprendizagem? Qual é o papel dos profissionais da aprendizagem na curadoria de conteúdos? 

Um processo em 10 passos... para aprender através de 26 exemplos práticos.

Visto aqui.

 

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 Download | Guten |

 

O estudo “Práticas de leitura digital em sala de aula” reune uma série de artigos com o intuito de mapear, disseminar e inspirar práticas de leitura digital em sala de aula.

Um dos destaques apresentados neste documento é o artigo "Uso de tecnologias digitais em sala de aula", elaborado pela especialista em multiletramento e leitura, Roxane Rojo.

*** 

 

in Apresentação:

 

O programa “Leitura digital em sala de aula” nasceu da observação da realidade de educadores cujo objetivo é desenvolver competências e o prazer da leitura nos seus alunos.

 

Como empresa com foco na área de letramento, a Guten interage diariamente com escolas e professores, além de discutir quais as principais preocupações que esses educadores têm nas suas rotinas. Nessa jornada, deparamo-nos diariamente com angústias e questões: “Como faço com que os meus alunos leiam mais?”, “Como desenvolver o hábito leitor frente a tantos “distratores” tecnológicos?”, “Por que é que eles se distanciam dos livros ao longo do tempo?”, “Será que os meus alunos leem mais ou menos que a geração anterior?”, “O que é ler no mundo digital?”.

 

Ao mesmo tempo, percebemos que a comunidade escolar ainda precisa de modelos e relatos de casos reais nos quais possa espelhar-se para inovar e, assim, começar a responder às perguntas acima. A vontade de mudança é facilmente detetada. A dificuldade maior está no momento do planeamento e execução: “O que fazer?”, “Como começar?”.

 

Foi assim que decidimos contribuir e mostrar à comunidade educadora alguns exemplos de quem está a começar ou já utiliza recursos tecnológicos voltados para a melhoria da leitura dos alunos. O objetivo do Programa é, assim, fomentar o ecossistema de experimentações na área do letramento digital, trazendo à luz as práticas de professores reais, lidando, nos seus contextos reais, com as suas limitações reais e potencialidades reais. Priorizamos o “real”, as contradições e os impasses imanentes à prática, mesmo quando em busca do “ideal”.

Procuramos disseminar experiências inspiradoras, transformações e reflexões realizadas por um grupo de educadores na sua busca por potencializar a aprendizagem e prover uma experiência leitora mais rica aos seus educandos. Dessa forma, o foco maior do Programa esteve na experimentação de aulas planeadas com recursos tecnológicos relacionados com a leitura e o letramento digital. Não promovemos um curso, mas um grupo de partilha e experimentações. (...)

 

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Adaptado do português do Brasil

(2017). Gallery.mailchimp.com. Retrieved 20 September 2017, from https://gallery.mailchimp.com/c34e670c72aa0ade921b7c20d/files/be24fb62-35ee-4603-8362-091d6d3dc92f/Praticas_em_Leitura_Digital_em_Sala_de_Aula.pdf

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 por Sébastien Turbot* | Fonte: Porvir |


Como a chegada de novas ferramentas e algoritmos pode transformar a experiência mão na massa e tornar a aprendizagem mais profunda e relevante

 

“A combinação de humanos com máquinas não é o futuro, é o presente”, disse o xadezista russo Garry Kasparov numa recente palestra TED.

 

E esse “presente” está a transformar o mundo da educação em ritmo acelerado. Com as crianças cada vez mais a usar tablets e a programação a ser incluída nos currículos nacionais por todo o mundo, a tecnologia está a tornar-se parte integrante das salas de aula, tal como o giz e o quadro negro.

 

Já testemunhámos o aumento e o impacto da tecnologia da educação, especialmente através de uma multiplicidade de plataformas de aprendizagem adaptativa, como Khan Academy e Coursera, que permitem aos alunos aprimorar as suas habilidades e conhecimento.

 

E agora a realidade virtual (VR, na sigla em inglês) e a inteligência artificial (AI, também em inglês) estão a ganhar força. Um recente relatório do grupo editorial britânico Pearson decifra como a inteligência artificial transformará positivamente a educação nos próximos anos. Segundo os autores do relatório, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está a ocorrer, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

 

Na verdade, os altos custos continuam a ser um desafio, mas o dia em que as ferramentas de inteligência artificial e realidade virtual serão tão acessíveis quanto os smartphones e os computadores de mesa não está longe.

 

 

 

 

adapatdo do português do Brasil.

 

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!
Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!. (2017). PORVIR. Retrieved 19 September 2017, from http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/

 

*Sébastien Turbot é o curador e diretor de programas globais no WISE (World Innovation Summit for Education) da Qatar Foundation. Siga-o no Twitter: @sturbot

 

 

 

 

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Teresa Calçada nas Jornadas pedagógicas da Escola Secundária Leal da Câmara. 6/9/2017.

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