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Introducción

La presente publicación, escrita colectivamente entre muchas miradas, es una invitación a reflexionar acerca de los desafíos y oportunidades que surgen de las prácticas digitales por parte de las nuevas generaciones.

 

Se gesta a partir del trabajo colaborativo entre el Centro de Estudios Fundación Ceibal (Uruguay), la red Digitally Connected integrada por el Berkman Klein Center de la Universi- dad de Harvard y Unicef (Estados Unidos), el Instituto de Comunicación e Imagen de la Universidad de Chile (Chile), la Facultad de Información y Comunicación de la Universidad de la República (Uruguay) y el Grupo de Estudios en internet, Comercio electrónico, Telecomunicaciones e Informática (GECTI) de la Universidad de Los Andes (Colombia).

 

El proyecto nace hace más de un año y medio cuando el equipo editorial se propuso construir un libro que sirviera como espacio de diálogo y material de apoyo al público interesado en las prácticas digitales de niños, niñas, adolescentes y jóvenes. Nuestra idea era elaborar un texto que fuese accesible, de fácil lectura y que representara las múltiples voces del contexto latinoamericano.

 

Establecimos que el eje central de la publicación debía ser la inclusión social. La heterogeneidad socioeconómica y la riqueza cultural y geográfica que caracteriza nuestro continente podía permitirnos reunir diversas prácticas, estrategias e iniciativas para explorar nuevas formas de inclusión social.

(...)

 

Confiamos en que el libro constituirá un insumo para la reflexión y el conocimiento acerca del rol que ocupan las nuevas gene- raciones en la sociedad actual. De este mismo modo invitamos a la difusión y promoción de las iniciativas con el objetivo de continuar activando procesos de inclusión social mediada por tecnologías di- gitales en un continente que queremos ver cada día más conectado.

 

Referência: Cobo, C; Cortesi, S; Brossi, L; Doccetti, S; Lombana, A; Remolina, N; Winocur, R, y Zucchetti, A. (Eds.). (2018). Jóvenes, transformación digital y formas de inclusión en América Latina. Montevideo, Uruguay: Penguin Random House.

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 por Juan Cruz | ler na fonte

 

grupo ERI da Universidade de Valência é uma das equipas de pesquisa de leitura mais produtivas de Espanha. Uma das suas linhas de pesquisa é a compreensão de textos na internet e, anteriormente, comentei alguns dos seus trabalhos:  Os problemas dos nativos digitais com textos digitais e a compreensão de hipertextos . Uma de suas últimas publicações é O desenvolvimento de habilidades de leitura na Internet baseadas na compreensão de adolescentes.

 

Este artigo descreve uma investigação em que foram coletados dados de 558 alunos do 1º ao 4º do ESO. Foram avaliados: a compreensão de textos numa tarefa complexa realizada em linha, a navegação realizada na tarefa, a frequência de leitura na internet (com objetivos sociais ou de informação), a leitura de palavras, a capacidade de leitura com textos impressos e a autoeficácia percebida no uso de computadores e da internet.

 

A variável que apresentou maior correlação com a compreensão dos textos na Internet foi a compreensão dos textos impressos, seguida da capacidade de descodificação (medida pelo teste de separação de palavras), da autoeficácia percebida no uso de computadores e da Internet e do uso da internet para procurar informações. O uso da internet com um objetivo social não se correlacionou com a compreensão de textos na internet.

 

No modelo de regressão construído pelos autores, incluíram-se outras variáveis ​​como o curso, género ou tipo de navegação realizado durante a tarefa de leitura na internet. As variáveis ​​que contribuíram para a explicação dos resultados da compreensão na internet foram: compreensão dos textos impressos, uso da internet com objetivos informacionais, número de questões a que eles decidiram responder, tempo gasto na navegação e leitura dos conteúdos (o qual foi relacionado negativamente com compreensão), número de visitas a páginas relevantes dividido pelo número total de visitas, curso e género (melhor compreensão em meninas).

 

Os autores apontam três implicações educacionais deste trabalho, quais sejam:

 

  1. A compreensão de textos impressos está intimamente relacionada com a compreensão de textos na internet, portanto, deve ser trabalhada de forma sólida.
  2. As habilidades de navegação proporcionam uma melhoria adicional ao que pode ser previsto a partir da compreensão dos textos impressos, pelo que o seu desenvolvimento deve ser considerado e planeado na escola.
  3. O uso da internet para fins sociais não se traduz numa melhor compreensão dos textos da internet, ao passo que o seu uso como ferramenta de aquisição de informações o faz. Portanto, devemos promover esse tipo de uso entre adolescentes.

 

Tradução livre a partir do espanhol.

 

Factores que influyen en la comprensión de textos en internet. Algunos datos de adolescentes.

Referência: Factores que influyen en la comprensión de textos en internet. Algunos datos de adolescentes.. (2018). Comprensión lectora basada en evidencias. Retrieved 4 May 2018, from https://clbe.wordpress.com/2018/05/02/factores-que-influyen-en-la-comprension-de-textos-en-internet-algunos-datos-de-adolescentes/amp/

 

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Herrada-Valverde, G., & Herrada-Valverde, R. (2017) | Download

 

Resumen

Este artículo revisa algunas de las investigaciones más destacadas el ámbito de la lectura de hipertexto.

 

Al objeto de identificar los factores y variables que influyen en la comprensión lectora de este tipo de formato textual, se revisan y analizan diferentes definiciones de hipertexto, así como los aspectos que inciden en las características de cada documento hipertextual, entre los que se encuentran la granularidad de sus nodos, el número y el tipo de enlaces, su estructura global, y las ayudas a la navegación.

 

Además, se abordan las tareas y procesos específicos asociados a la comprensión lectora de textos hipervinculados, haciendo especial hincapié en la selección del orden de lectura, que es el principal proceso que diferencia la lectura multilineal de hipertexto de la lectura lineal de texto impreso.

 

A tenor del análisis realizado, se puede concluir que dichos factores tendrán efectos diferentes en términos de carga cognitiva de los lectores dependiendo del conocimiento de domino que estos posean. Sobre este particular, se observa que la cohesión textual es un elemento de gran importancia para la comprensión del hipertexto en lectores con bajo conocimiento de dominio.

 

Herrada-Valverde, G. and Herrada-Valverde, R.

Herrada-Valverde, G., & Herrada-Valverde, R. (2017). Factores que influyen en la comprensión lectora de hipertexto. Ocnos: Revista De Estudios Sobre Lectura16(2), 7-16. Retrieved from https://www.revista.uclm.es/index.php/ocnos_2017.16.2.1287/pdf

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Book Trailer do livro: “Uma aventura em Conímbriga”, das escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Produção: Rede de Bibliotecas Escolares). O Book Trailer foi apresentado no II Seminário Rede de Bibliotecas de Condeixa “Veni, Legi, Vici: Já os Romanos o Sabiam – Leitura(s) com Memóri@a(s)”, no dia 2 de março de 2018. Uma iniciativa, em parceria, da Câmara Municipal de Condeixa, do Agrupamento de Escolas de Condeixa, da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Formação Nova Ágora.

 

*** 

 

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 Artigo sobre o livro|


"Boom digital? Crianças (3-8 anos) e ecrãs"
foi lançado neste Dia da Internet Segura, com os resultados do projecto Crescendo entre Ecrãs, coordenado por Cristina Ponte para a ERC.

 

O estudo em formato e-Book apresenta muitos ângulos do desafio que é crescer e educar, hoje.

Está disponível aqui.

 

Pode descarregar o livro completo também em PDF.

 

 

 

 

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 Durant, David. “Reading in a Digital Age“. 

The Charleston Briefing, Ann Arbor, Michigan:

University of Michigan, 2017

 

Como está a mudar a leitura no ambiente digital? Como continuará a mudar? Caminhamos para um futuro completamente digital? O livro impresso tem apesar de tudo um lugar no ambiente de leitura digital? Importa o formato? Que nos dizem os leitores que querem? Esta breve monografia oferece a bibliotecários, editores, provedores e outros, uma descrição geral destes temas chave, assim como conselhos sobre como as suas instituições devem abordar a controvérsia impresso vs. digital.

 

Tradução livre do espanhol.

 

Visto aqui:

Arévalo, J. (2018). La lectura en la era digital. Universo Abierto. Retrieved 12 January 2018, from https://universoabierto.org/2018/01/06/la-lectura-en-la-era-digital/

 

 

 

 

 

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Millán Berzosa. Youtubers y otras especies: El fenómeno que ha cambiado la manera de entender los contenidos audiovisuales. Madrid: Fundación Telefónica, 2017 

 

Youtubers y otras especies é uma aproximação à realidade que há por detrás do êxito do Youtube, o canal da Internet que transformou a forma de criar e consumir conteúdo audiovisual. É uma oportunidade para compreender o trabalho dos youtubers e saber mais sobre os diferentes tipos de público e temáticas que triunfam na Internet, e para descobrir o papel transformador da tecnologia através dos conteúdos em vídeo.

 

Uma publicação cuidada e documentada onde a secção de histórias é chave para uma visão transversal e uma aprendizagem prática através do relato dos própios youtubers, sem ficar-se no fenómeno fan. Um instantâneo da situação do novo panorama audiovisual na Internet, com eixo principal na rede social Youtube.

 

Tradução livre a partir da língua espanhola.

 

 

Visto aqui:

Arévalo, J. (2017). Youtubers y otras especies: El fenómeno que ha cambiado la manera de entender los contenidos audiovisualesUniverso Abierto. Retrieved 8 January 2018, from https://universoabierto.org/2017/12/14/youtubers-y-otras-especies-el-fenomeno-que-ha-cambiado-la-manera-de-entender-los-contenidos-audiovisuales/

 

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Edição Eletrónica: setembro de 2017 
ISBN: 978-989-8841-14-8 | Download

 

Nota prévia

(...)

Nos anos oitenta do séc. XX foi lançado um grande projeto de introdução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nas escolas.

O Projeto Minerva, que decorreu entre 1985 e 1994, constituiu o primeiro e mais amplo projeto alguma vez realizado em Portugal na área das TIC, envolvendo escolas de todos os níveis de ensino, institutos politécnicos e universidades, na promoção da utilização do computador como uma ferramenta educacional.

Com um percurso de trinta anos no sistema educativo português, as TIC continuam a ser um desafio permanente, quer pelo surgimento de novas plataformas, aplicações ou dispositivos móveis, quer pela discussão sobre as suas vantagens e formas de operacionalizar e mobilizar estratégias para a sua utilização, como verdadeiras ferramentas de aprendizagem.

Os projetos, programas e iniciativas que têm sido implementados nas últimas décadas, nacional e internacionalmente, destacam a importância cada vez maior da utilização das TIC em contexto educativo com o objetivo fundamental de inovar as práticas, tornando-as mais atuais e, sobretudo, que tenham uma influência positiva relevante nas aprendizagens dos alunos.

O desenvolvimento de projetos inovadores centrados na promoção e aquisição de competências digitais potenciam a melhoria das qualificações dos cidadãos nas e para as TIC, contribuindo para uma sociedade digital mais inclusiva e reduzindo as desigualdades de forma a promover a participação mais autónoma.

O ensino da computação e da linguagem de programação gráfica, desde os primeiros anos de escolaridade, ajudam a desenvolver o pensamento criativo, a literacia digital e a adquirir conceitos matemáticos e computacionais.

A discussão em torno da temática abrange diversas dimensões: histórica, axiológica, escolar, curricular, didática, contextos de aprendizagem e formação de professores, nas quais intervêm questões como a igualdade de oportunidades e a inclusão, a literacia digital, a segurança, a utilização das TIC nas diferentes disciplinas, estilos de aprendizagem e estilos de ensino, gestão e sustentabilidade das tecnologias nas escolas. (...)

 

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TProtección de Datos: Guía para centros educativos.  [e-Book]  Madrid, Agencia Española de Tratamiento de Datos, 2016.

 

La Agencia Española de Protección de Datos (AEPD), en el ejercicio de sus competencias, realizó, con un espíritu preventivo de impulso y fomento de la cultura de la protección de datos, el Plan Sectorial de Oficio sobre la enseñanza reglada no universitaria para conocer el grado de cumplimiento de la normativa de protección de datos en el sector educativo.

 

El Plan recogió la práctica llevada a cabo por los centros docentes y estableció una serie de conclusiones y recomendaciones de actuación publicadas en 2006 para que cada responsable realizase un análisis de cuál era su nivel de cumplimiento de la normativa de protección de datos.

 

Posteriormente, en 2015, se publicó el informe de la Inspección sectorial de oficio sobre servicios de cloud computing en el sector educativo realizada por la Agencia, y que obedece a la necesidad de dar respuestas a las cuestiones que se le plantean ante la cada vez más extendida utilización de plataformas de gestión educativa y de aprendizaje o entornos virtuales de aprendizaje.

 

Su objetivo, además de verificar el grado de cumplimiento de la normativa de protección de datos, es el de facilitar la evolución de la educación hacia un entorno digital y contribuir a que el desarrollo de nuevos modelos de estos servicios respeten los derechos de los afectados. 

 

Además, hay que tener presente la especial consideración que se debe prestar a los menores, particularmente por los poderes públicos, que ha llevado a la Agencia Española de Protección de Datos a incluir la protección de los menores entre las líneas de actuación prioritarias de su Plan Estratégico 2015-2019, a través de una serie de medidas dirigidas, entre otros sectores, al educativo con la finalidad de reforzar y garantizar la protección de sus derechos y libertades.

 

Arévalo, J. (2017). Protección de Datos: Guía para centros educativosUniverso Abierto. Retrieved 4 December 2017, from https://universoabierto.org/2017/12/04/proteccion-de-datos-guia-para-centros-educativos/

 

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Dempsey, L. (2014). [e-Book]  The Network Reshapes the Library:

Lorcan Dempsey on Libraries, Services, and Networks. Chicago, ALA.

 

Desde que comenzó a publicar en 2003, Dempsey ha utilizado su blog para explorar casi todas y cada una de las cuestiones importantes en relación con la tecnología aplicada a las biblioteca, aspectos que cubren la aparición de la Web 2.0 como un concepto de código abierto hasta el desarrollo de los sistemas de gestión de bibliotecas a escala Web, ofreciendo a los lectores una valiosa perspectiva y visión, así como un enfoque único para el futuro de las bibliotecas.

 

El libro recoge una selección experta de las entradas del blog de Dempsey. Mostrando lo que ha acontecido en las bibliotecas durante la última década y también proporcionando indicios de incalculable valor sobre hacia dónde se dirigen ahora.

 

Ler mais >>

 

Arévalo, J. (2016). La Red cambia el concepto de bibliotecaUniverso Abierto. Retrieved 15 November 2017, from https://universoabierto.org/2016/04/18/la-red-cambia-el-concepto-de-la-biblioteca/

 

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