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Os Recursos Educativos Abertos (REA) fazem referência a materiais de ensino, aprendizagem e investigação em suporte digital de caráter gratuito, pois são publicados com uma licença aberta (Creative Commons) que permite o seu uso, adaptação e redistribuição por outros sem nenhuma restrição ou com restrições limitadas. O fenómeno dos REA é considerado de grande importância e interesse no futuro do ensino e da educação, em todos o níveis de ensino.

 

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 Fonte | Saber mais |

 

título:  Jornadas LCD: avaliação formativa em contextos digitais no ensino não superior
autor:  Loureiro, Maria João (coord.)
Balula, Ana
Guerra, Cecília
Machado, Eusébio André
Oliveira, Lia
Pombo, Lúcia
Loureiro, Maria José
Alves, Palmira
Sá, Patrícia
data de publicação:  Jul-2017
editor:  UA Editora
resumo:  As tecnologias digitais estão cada vez mais presentes no quotidiano de alunos e professores. Apesar do potencial transformador que lhes é reconhecido, não é consensual o impacte que a sua exploração tem na aprendizagem e no desenvolvimento profissional de professores. Uma possível razão para a disparidade de opiniões e de resultados da investigação parece prender-se com os modelos e práticas de avaliação explorados em contextos educativos (digitais ou não). Se, por um lado, a investigação na área da avaliação educativa tem mostrado que as práticas de avaliação vigentes continuam arreigadas à certificação, que importa alterar, por outro, são muito reduzidos os trabalhos em que as tecnologias digitais são usadas com fins avaliativos (em particular no que respeita à avaliação formativa). No entanto, recentemente, têm surgido trabalhos e projetos em que a avaliação formativa tem sido explorada enquanto estratégia de melhoria dos processos e dos recursos de ensino e de aprendizagem, o que facilita, entre outros, a autoavaliação, a avaliação por pares e a metacognição, competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida. (...)
URI:  http://hdl.handle.net/10773/18168
ISBN:  978-972-789-513-7
versão do editor/DOI:  http://cms.ua.pt/editora/

 

ficheiros deste registo

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Mayer-Schnberger, V. and K. Cukier [e-Book]  

A summary of the book Big Data:

A revolution that will transform how we live, work and think,

Kimhartman, 2013.

 

En la era de los grandes datos estamos empezando a cosechar algunos beneficios y posibilidades derivados de la gestión, utilización, procesamiento y análisis de esta ingente cantidad de dato, tales como: el seguimiento de los signos vitales para prever infecciones mortales, la predicción de incendios, conocer el mejor momento para comprar un billete de avión, viendo la inflación en tiempo real y el control de los medios de comunicación social con el fin de identificar las tendencias. Pero hay un lado oscuro de los datos grandes. ¿Serán las máquinas, y no las personas, las que toman las decisiones? ¿Cómo se regula un algoritmo? ¿Qué pasará con la privacidad? ¿Serán castigados los individuos por actos que todavía aún no  cometieron? Dos de los más respetados expertos en datos del mundo revelan la realidad de un gran mundo de datos y delinean pasos claros y realizables que equiparán al lector con las herramientas necesarias para esta próxima fase de la evolución humana.

 

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Personal Learning Network. Rede de Aprendizagem Pessoal. Para aprender e ensinar de forma colaborativa em linha. As competências do utilizador (por exemplo, dos educadores) dependem da riqueza da sua “Personal Learning Network”.

 

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Visto aqui.

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Este software de inteligência artificial consegue automatizar tarefas rotineiras. Facebook e Microsoft prometem investir em força nesta tecnologia nos próximos anos.

por Paulo Matos (jornalista)

 

Apesar de já existirem há muito, os bots vieram recentemente para a ribalta, uma vez que tanto Facebook como Microsoft revelaram que vão apostar forte nesta tecnologia nos próximos anos. Algo que fez várias pessoas levantar o sobrolho e perguntar: mas, afinal, o que é um bot? É um software de inteligência artificial concebido para automatizar tarefas repetitivas e que seguem um padrão, ou seja, como se fossem desempenhadas por um robot. Alguns exemplos práticos: adicionar um compromisso ao calendário ou fazer uma reserva para jantar.

 

Atualmente, os bots estão a ser utilizados pelas empresas para lidar com uma variedade de pedidos dos clientes que anteriormente requeriam uma chamada telefónica para um interlocutor humano. No futuro, deverá assistir-se a um incremento exponencial dos chatbots, que estão inseridos dentro das apps de mensagens e simulam conversas, isto é, respondem de uma forma que dá a ilusão de que se está a interagir com um humano.

 

Por exemplo, Mark Zuckerberg revelou recentemente que vai abrir o código da app Messenger para que programadores possam criar chatbots que se integram neste serviço de mensagens. «Nunca mais terão de ligar para call centers», salientou o CEO. Mas a Microsoft promete não ficar atrás e Satya Nadella, o líder da empresa, afirmou que «os bots são as novas apps», revelando que a assistente pessoal Cortana irá facilitar a integração de bots de terceiros.

 

Mas o mundo dos bots não é um mar de rosas, pois a capacidade de simular uma conversa com um humano faz com que esta tecnologia também seja utilizada para manipulação na Internet. Por exemplo, ao navegar online é provável que se depare com alguns bots que são usados para gerar comentários automaticamente, promover discussões ou tentar redirecionar para outros sites. É por isso que, muitas vezes, temos de recorrer ao sistema CAPTCHA (aquele que nos obriga a digitar uma determinada palavra antes de consumarmos uma ação), que é uma forma de teste de Turing usado para distinguir humanos de bots com pouca inteligência artificial.

 

Nota: Este conteúdo foi originalmente publicado na Exame Informática nº 252

 

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Adelina Moura lidera o projeto "Viciados em Livros" (Ler por prazer) que promove a leitura através da produção de trailers de livros. Veja-os aqui.

 

 

 

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A 'app' da Smartify permite que os visitantes dos museus tenham acesso a informação adicional e multimédia sobre a obra que têm à frente.

 

A organização Smartify tem como propósito enriquecer as visitas a museus e centros de arte aplicando tecnologias de reconhecimento de imagem e de realidade aumentada. Esta combinação permite que os visitantes tenham acesso a informação adicional e multimédia acerca da obra que estão a ver, em qualquer momento e em qualquer lugar, diretamente no ecrã do seu telefone móvel. 

 

A realidade aumentada consiste em potenciar a realidade, acrescentando em tempo real informação digital que se torna visível através de um ecrã (como o do teléfone móvel, a forma mais habitual) ou projetando a informação sobre objetos reais. A realidade aumentada é parecida com a realidade virtual, mas integra a experiência virtual com o espaço físico que rodeia o espectador. *

(...)

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Download:

 

*Tradução livre do artigo do jornal espanhol El País.

 

 

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Webinar DGE, com Carlos Pinheiro

 

O desenvolvimento, nas últimas décadas, da capacidade de computação e o aparecimento de dispositivos eletrónicos dedicados (consolas de videojogos) tornou os jogos digitais extremamente populares e expandiu o fenómeno da ludificação para faixas etárias habitualmente arredadas do jogo como forma de entretenimento (a média de idades dos jogadores de videojogos é hoje de 37 anos). Com uma média de crescimento anual 40% nos últimos anos, a indústria de videojogos é atualmente a principal indústria cultural, tendo ultrapassado o cinema e a música. O volume de negócios estimado para 2017 de 102 mil milhões de dólares.

 

 

A aquisição de competências físicas e cognitivas associada aos videojogos tem sido demonstrada em inúmeros estudos nos últimos anos. Comprovou-se, por exemplo, que melhoram a atenção, o foco e o tempo de reação, desenvolvem a capacidade de processar e avaliar uma grande quantidade de informações num curto período de tempo, melhoram a motricidade fina e otimizam a coordenação olho/mão. Jogos de ação e estratégia em tempo real exigem habitualmente a capacidade de, perante um fluxo constante de informações, escolher a informação relevante e usar imediatamente essa informação na tomada de decisões. Para além dos benefícios físicos e cognitivos, estão também amplamente comprovados os benefícios motivacionais e emocionais e o reforço de competências sociais.

 

É portanto indiscutível que os jogos poderão assumir um papel importante na aquisição e consolidação de aprendizagens. Iremos assim debater as vantagens dos videojogos na educação e demonstrar como a introdução de elementos e dinâmicas do jogo na conceção de estratégias de aprendizagem poderão ter um impacto positivo significativo no sucesso escolar.

 

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Abstract

CAETANO, Ana Paula et al. Emoções no cyberbullying: um estudo com adolescentes portugueses. Educ. Pesqui. [online]. 2016, vol.42, n.1, pp.199-212. ISSN 1517-9702.  http://dx.doi.org/10.1590/S1517-9702201603138125.

 

Neste artigo, apresenta-se uma parte do estudo extensivo do projeto Cyberbullying – um diagnóstico da situação em Portugal, com a aplicação de um questionário a 3.525 adolescentes no 6.º, 8.º e 11.º níveis de escolaridade. Com vista à caracterização do cyberbullying, pretendeu-se contribuir para a identificação e interpretação das emoções experienciadas pelos jovens envolvidos, quer como vítimas, quer como agressores em situações de cyberbullying. Os dados revelam que a tristeza, a vontade de vingança e o medo são as emoções mais frequentes das vítimas, enquanto a satisfação, a indiferença e o alívio são aquelas que os agressores mais vivenciam. Revelam ainda diferenças significativas entre as emoções experienciadas pelas vítimas e aquelas que os agressores lhes atribuem, o que, podendo ser um indicador da falta de empatia destes últimos, requer o desenvolvimento de uma educação emocional dos jovens. Verificam-se algumas diferenças significativas em relação ao nível de escolaridade, sexo, escola e município, nomeadamente: na maior incidência de emoções como a tristeza, o medo, a insegurança e a vontade de vingança nas vítimas do sexo masculino; mais sentimentos de insegurança, de alívio, de confusão e desorientação nas jovens agressoras; emoções associadas a impotência e falta de apoio, experimentadas pelos jovens no papel de vítimas, mais numas escolas do que noutras. Esses dados levam-nos a refletir sobre formas de agir no sentido da prevenção do cyberbullying.

 

Keywords : Emoções; Cyberbullying; Emoções morais; Competências emocionais.

 

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Ler na Rede

20.01.17

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 por Felipe Zayas | Download |

Os meios de comunicação e os textos disponíveis na Rede têm características que os diferenciam notavelmente dos tradicionais.

 

O écran não significa só uma mudança de suporte, mas também uma modificação profunda no modo de organização dos conteúdos.

 

 

No écran lemos sobretudo hipertextos, quer dizer, “uma série de fragmentos textuais vinculados entre si de tal modo que as unidades podem ler-se em distintas ordens, permitindo assim que os leitores acedam à informação seguindo distintas rotas”.

 

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