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Citações bibliográficas seguindo as normas APA, Harvard, Chicago e MLA de qualquer página web que se visite, é o que faz a extensão para o Google Chrome de Citethisforme.com, um portal com ferramentas úteis para criar uma bibliografia completa.

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Esta extensão para Google Chrome é útil para citar páginas web pois faz a sua função de forma automática, com apenas um clique no respetivo botão  “Cite This For Me: Web Citer” na barra de extensões do navegador. Reconhece automaticamente as etiquetas de autor, títulos, data e o URL. O que fica por fazer é copiar e colar a citação ou exportá-la para Citethisforme.com para uma melhor gestão.

 

Esta é uma ferramenta útil para os alunos se habituarem a citar as fontes, em linha, que usam nos trabalhos académicos. O administrador da rede da escola pode, facilmente, instalá-la nos computadores da biblioteca escolar equipados com o navegador Chrome. Pode ainda servir como pretexto para se falar da importância da citação e para se determinar, de forma efetiva, a norma a seguir na escola/ agrupamento. 

 

Instalar a extensão (Google Chrome)

 

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Tecnologias Educativas. PLE – Entornos Personales de Aprendizaje © UPV (Universitat Politècnica de València)

 

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 Download | Guten |

 

O estudo “Práticas de leitura digital em sala de aula” reune uma série de artigos com o intuito de mapear, disseminar e inspirar práticas de leitura digital em sala de aula.

Um dos destaques apresentados neste documento é o artigo "Uso de tecnologias digitais em sala de aula", elaborado pela especialista em multiletramento e leitura, Roxane Rojo.

*** 

 

in Apresentação:

 

O programa “Leitura digital em sala de aula” nasceu da observação da realidade de educadores cujo objetivo é desenvolver competências e o prazer da leitura nos seus alunos.

 

Como empresa com foco na área de letramento, a Guten interage diariamente com escolas e professores, além de discutir quais as principais preocupações que esses educadores têm nas suas rotinas. Nessa jornada, deparamo-nos diariamente com angústias e questões: “Como faço com que os meus alunos leiam mais?”, “Como desenvolver o hábito leitor frente a tantos “distratores” tecnológicos?”, “Por que é que eles se distanciam dos livros ao longo do tempo?”, “Será que os meus alunos leem mais ou menos que a geração anterior?”, “O que é ler no mundo digital?”.

 

Ao mesmo tempo, percebemos que a comunidade escolar ainda precisa de modelos e relatos de casos reais nos quais possa espelhar-se para inovar e, assim, começar a responder às perguntas acima. A vontade de mudança é facilmente detetada. A dificuldade maior está no momento do planeamento e execução: “O que fazer?”, “Como começar?”.

 

Foi assim que decidimos contribuir e mostrar à comunidade educadora alguns exemplos de quem está a começar ou já utiliza recursos tecnológicos voltados para a melhoria da leitura dos alunos. O objetivo do Programa é, assim, fomentar o ecossistema de experimentações na área do letramento digital, trazendo à luz as práticas de professores reais, lidando, nos seus contextos reais, com as suas limitações reais e potencialidades reais. Priorizamos o “real”, as contradições e os impasses imanentes à prática, mesmo quando em busca do “ideal”.

Procuramos disseminar experiências inspiradoras, transformações e reflexões realizadas por um grupo de educadores na sua busca por potencializar a aprendizagem e prover uma experiência leitora mais rica aos seus educandos. Dessa forma, o foco maior do Programa esteve na experimentação de aulas planeadas com recursos tecnológicos relacionados com a leitura e o letramento digital. Não promovemos um curso, mas um grupo de partilha e experimentações. (...)

 

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Adaptado do português do Brasil

(2017). Gallery.mailchimp.com. Retrieved 20 September 2017, from https://gallery.mailchimp.com/c34e670c72aa0ade921b7c20d/files/be24fb62-35ee-4603-8362-091d6d3dc92f/Praticas_em_Leitura_Digital_em_Sala_de_Aula.pdf

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 por Sébastien Turbot* | Fonte: Porvir |


Como a chegada de novas ferramentas e algoritmos pode transformar a experiência mão na massa e tornar a aprendizagem mais profunda e relevante

 

“A combinação de humanos com máquinas não é o futuro, é o presente”, disse o xadezista russo Garry Kasparov numa recente palestra TED.

 

E esse “presente” está a transformar o mundo da educação em ritmo acelerado. Com as crianças cada vez mais a usar tablets e a programação a ser incluída nos currículos nacionais por todo o mundo, a tecnologia está a tornar-se parte integrante das salas de aula, tal como o giz e o quadro negro.

 

Já testemunhámos o aumento e o impacto da tecnologia da educação, especialmente através de uma multiplicidade de plataformas de aprendizagem adaptativa, como Khan Academy e Coursera, que permitem aos alunos aprimorar as suas habilidades e conhecimento.

 

E agora a realidade virtual (VR, na sigla em inglês) e a inteligência artificial (AI, também em inglês) estão a ganhar força. Um recente relatório do grupo editorial britânico Pearson decifra como a inteligência artificial transformará positivamente a educação nos próximos anos. Segundo os autores do relatório, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está a ocorrer, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

 

Na verdade, os altos custos continuam a ser um desafio, mas o dia em que as ferramentas de inteligência artificial e realidade virtual serão tão acessíveis quanto os smartphones e os computadores de mesa não está longe.

 

 

 

 

adapatdo do português do Brasil.

 

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!
Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!. (2017). PORVIR. Retrieved 19 September 2017, from http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/

 

*Sébastien Turbot é o curador e diretor de programas globais no WISE (World Innovation Summit for Education) da Qatar Foundation. Siga-o no Twitter: @sturbot

 

 

 

 

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 Fonte | por Laura Fleming | Edutopia |

 

A hashtag can help you create a community within and around your school library, as well as help you widen your reach beyond the school.

 

It was once known as the pound sign, but in the Digital Age # has been rebranded as the universal symbol known as the hashtag. Use of the hashtag dates back to 1988 and Internet Relay Chat (IRC) where it was used to categorize items and content into groups. Although just one simple character, the hashtag has proven to be one of the most powerful digital tools out there and is recognized globally. That’s why you should create a hashtag for your school library -- as a way to communicate with your community and extend your reach beyond your school.

 

Social media offers almost limitless opportunities to connect with people all around the world. But how do we know where to go to find people with similar goals and interests? The hashtag has been adopted by the social networks Twitter, Instagram, Facebook, Google+, Pinterest, and more. It enables groups of people who use these platforms to find like-minded people. Hashtags have become ubiquitous, and we now see them everywhere -- on screens, in businesses, and even in our schools.

The hashtag and other tools have allowed even the most connected schools to break out of their digital silos and tell their stories to audiences beyond just those who follow them on a specific social media platform. For example, two school hashtags that I follow are #leydenpride (the hashtag for Leyden High School District 212 in Illinois) and #engage109 (the hashtag for Deerfield Public School District 109, also in Illinois). It was because of their hashtags that I learned of the amazing, innovative things taking place in these two districts, and so it was from them that I learned the power of the hashtag as well. Now I follow both hashtags regularly even though I am not part of either school community.

Why Have a Hashtag?

As a thought partner for the Future Ready Librarians initiative, I know firsthand how important leading and learning with social media are for a modern-day librarian. As more and more libraries move into the Digital Age, many are turning to social media as a way to create a positive brand presence and to promote their library programs and resources. In addition to having a presence on social media platforms, there is value in creating a hashtag for your school’s library, including allowing you to expand your library’s reach. School librarians are well positioned to lead the charge of these digital efforts.

 

 

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Os Recursos Educativos Abertos (REA) fazem referência a materiais de ensino, aprendizagem e investigação em suporte digital de caráter gratuito, pois são publicados com uma licença aberta (Creative Commons) que permite o seu uso, adaptação e redistribuição por outros sem nenhuma restrição ou com restrições limitadas. O fenómeno dos REA é considerado de grande importância e interesse no futuro do ensino e da educação, em todos o níveis de ensino.

 

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 Fonte | Saber mais |

 

título:  Jornadas LCD: avaliação formativa em contextos digitais no ensino não superior
autor:  Loureiro, Maria João (coord.)
Balula, Ana
Guerra, Cecília
Machado, Eusébio André
Oliveira, Lia
Pombo, Lúcia
Loureiro, Maria José
Alves, Palmira
Sá, Patrícia
data de publicação:  Jul-2017
editor:  UA Editora
resumo:  As tecnologias digitais estão cada vez mais presentes no quotidiano de alunos e professores. Apesar do potencial transformador que lhes é reconhecido, não é consensual o impacte que a sua exploração tem na aprendizagem e no desenvolvimento profissional de professores. Uma possível razão para a disparidade de opiniões e de resultados da investigação parece prender-se com os modelos e práticas de avaliação explorados em contextos educativos (digitais ou não). Se, por um lado, a investigação na área da avaliação educativa tem mostrado que as práticas de avaliação vigentes continuam arreigadas à certificação, que importa alterar, por outro, são muito reduzidos os trabalhos em que as tecnologias digitais são usadas com fins avaliativos (em particular no que respeita à avaliação formativa). No entanto, recentemente, têm surgido trabalhos e projetos em que a avaliação formativa tem sido explorada enquanto estratégia de melhoria dos processos e dos recursos de ensino e de aprendizagem, o que facilita, entre outros, a autoavaliação, a avaliação por pares e a metacognição, competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida. (...)
URI:  http://hdl.handle.net/10773/18168
ISBN:  978-972-789-513-7
versão do editor/DOI:  http://cms.ua.pt/editora/

 

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Mayer-Schnberger, V. and K. Cukier [e-Book]  

A summary of the book Big Data:

A revolution that will transform how we live, work and think,

Kimhartman, 2013.

 

En la era de los grandes datos estamos empezando a cosechar algunos beneficios y posibilidades derivados de la gestión, utilización, procesamiento y análisis de esta ingente cantidad de dato, tales como: el seguimiento de los signos vitales para prever infecciones mortales, la predicción de incendios, conocer el mejor momento para comprar un billete de avión, viendo la inflación en tiempo real y el control de los medios de comunicación social con el fin de identificar las tendencias. Pero hay un lado oscuro de los datos grandes. ¿Serán las máquinas, y no las personas, las que toman las decisiones? ¿Cómo se regula un algoritmo? ¿Qué pasará con la privacidad? ¿Serán castigados los individuos por actos que todavía aún no  cometieron? Dos de los más respetados expertos en datos del mundo revelan la realidad de un gran mundo de datos y delinean pasos claros y realizables que equiparán al lector con las herramientas necesarias para esta próxima fase de la evolución humana.

 

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Personal Learning Network. Rede de Aprendizagem Pessoal. Para aprender e ensinar de forma colaborativa em linha. As competências do utilizador (por exemplo, dos educadores) dependem da riqueza da sua “Personal Learning Network”.

 

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Visto aqui.

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Este software de inteligência artificial consegue automatizar tarefas rotineiras. Facebook e Microsoft prometem investir em força nesta tecnologia nos próximos anos.

por Paulo Matos (jornalista)

 

Apesar de já existirem há muito, os bots vieram recentemente para a ribalta, uma vez que tanto Facebook como Microsoft revelaram que vão apostar forte nesta tecnologia nos próximos anos. Algo que fez várias pessoas levantar o sobrolho e perguntar: mas, afinal, o que é um bot? É um software de inteligência artificial concebido para automatizar tarefas repetitivas e que seguem um padrão, ou seja, como se fossem desempenhadas por um robot. Alguns exemplos práticos: adicionar um compromisso ao calendário ou fazer uma reserva para jantar.

 

Atualmente, os bots estão a ser utilizados pelas empresas para lidar com uma variedade de pedidos dos clientes que anteriormente requeriam uma chamada telefónica para um interlocutor humano. No futuro, deverá assistir-se a um incremento exponencial dos chatbots, que estão inseridos dentro das apps de mensagens e simulam conversas, isto é, respondem de uma forma que dá a ilusão de que se está a interagir com um humano.

 

Por exemplo, Mark Zuckerberg revelou recentemente que vai abrir o código da app Messenger para que programadores possam criar chatbots que se integram neste serviço de mensagens. «Nunca mais terão de ligar para call centers», salientou o CEO. Mas a Microsoft promete não ficar atrás e Satya Nadella, o líder da empresa, afirmou que «os bots são as novas apps», revelando que a assistente pessoal Cortana irá facilitar a integração de bots de terceiros.

 

Mas o mundo dos bots não é um mar de rosas, pois a capacidade de simular uma conversa com um humano faz com que esta tecnologia também seja utilizada para manipulação na Internet. Por exemplo, ao navegar online é provável que se depare com alguns bots que são usados para gerar comentários automaticamente, promover discussões ou tentar redirecionar para outros sites. É por isso que, muitas vezes, temos de recorrer ao sistema CAPTCHA (aquele que nos obriga a digitar uma determinada palavra antes de consumarmos uma ação), que é uma forma de teste de Turing usado para distinguir humanos de bots com pouca inteligência artificial.

 

Nota: Este conteúdo foi originalmente publicado na Exame Informática nº 252

 

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