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No passado dia 19 de fevereiro foi assinado um protocolo entre o Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz e a Rede de Bibliotecas Escolares, no âmbito do Projeto SOBE.

 

O referido protocolo tem por objeto enquadrar a colaboração entre a Direção-Geral da Saúde, a Rede de Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Leitura 2027 e a Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL, no âmbito do referido projeto. 

 

O objetivo da colaboração é o desenvolvimento do projeto SOBE e traduz-se na colaboração técnica e especializada, bem como para o apoio à edição e distribuição de materiais lúdico-pedagógicos pelas bibliotecas escolares, materiais estes que têm contribuído para a melhoria dos conhecimentos, comportamentos e literacia em saúde oral, junto das crianças e jovens, bem como facilitado a integração da temática da saúde oral nos currículos escolares.

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O projeto “Literacias na escola: formar os parceiros da biblioteca”, concebido pelos professores bibliotecários dos três agrupamentos de escolas públicas do concelho de Cantanhede e em implementação desde 2013, consiste na planificação e implementação de um programa, sistémico e de longo prazo, de desenvolvimento de competências em literacias da informação e digital. “Saber transformar a informação em conhecimento e ser capaz de mobilizar e de atualizar de forma útil e flexível o conhecimento continuam a ser finalidades fundamentais de qualquer sistema de ensino”, eis a ambição dos seus mentores que o promovem através das 8 bibliotecas escolares que integram a Rede Concelhia de Bibliotecas de Cantanhede (RBC).

 

Apoiado pela RBE, em 2015, no âmbito da candidatura Ideias com Mérito, o projeto integra duas dimensões: uma já decorrida, a formação creditada de educadores e professores, e a contínua produção de recursos. Concebidos para promover e consolidar competências em literacia da informação e literacia digital, assumem vários formatos: guias, tutoriais, tutoriais em vídeo, infografias, listas de verificação e fichas de atividades, sendo pesquisáveis por tipo de literacia, por ciclo de ensino, por assunto e por tipo de documento.

 

Em 2017 começaram a desenvolver-se ações de formação para os alunos sob a forma de MOOC (Massive Open Online Course), encontrando-se já disponíveis cinco: “Respeitar os direitos de autor: as referências bibliográficas”; “Direitos de autor e referências bibliográficas – nível avançado”; “Apresentar os resultados de uma investigação | Os trabalhos escritos”; “Segurança digital” e “Conhecer o livro”.

 

Estes cursos de formação online, que abrangem vários níveis de ensino, desde o 1.º CEB até ao Ensino Secundário, encontram-se alojados na plataforma Moodle do AE Lima-de-Faria e acessíveis a qualquer utilizador, de forma autónoma, flexível e gratuita.

 

***

 

Aqui fica o notável trabalho desenvolvido pelos professores bibliotecários de Cantanhede, nomeadamente os seus MOOCs que estão ao alcance de todos (por favor, entre como visitante):

e o sítio web,

Aprendiz de Investigador - Aprender no século XXI | Literacias na escola: formar parceiros da biblioteca

 

Isabel Nina

Coordenadora interconcelhia

 

 

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por Cristóbal Cobo

 

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 por Vítor Tomé - CIAC - Universidade do Algarve Download |

 

Redes sociais: perceções de aprendizagem em ambiente formal, não‑formal e informal por parte de jovens, seus encarregados de educação e seus professores 

 

Resumo

 As redes sociais online (RSO) são ferramentas com potencial no desenvolvimento da literacia digital, focada na aquisição de competências técnicas, de análise crítica e de práticas de formação, contextualmente situada em contextos de aprendizagem formal e informal complementares.

 

Apresentamos neste artigo os resultados de uma investigação que visou compreender se há condições para concretizar o potencial das RSO, pelo que inquirimos jovens portugueses (10‑16), seus professores e encarregados de educação (EE), a que se seguiram entrevistas de grupos focais e entrevistas semiestruturadas, seguindo o design dos métodos mistos.

 

Os professores reconhecem potencial pedagógico às RSO, mas consideram, tal como os alunos e os EE, que a aprendizagem com recurso às RSO ocorre sobretudo no contexto informal, que veem como quase estanque em relação ao formal, não se sentindo preparados para os integrar no caso específico das RSO.

 

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No dia 30 de novembro decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian a apresentação pública e a "entrega" do projeto MILD (Manual de Instruções para a Literacia Digital) à Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Do evento destacamos a conferência de Cristóbal Cobo.

Numa sucessão de narrativas curtas, sustentadas por dados quantitativos, mostrou o poder que as histórias continuam a ter, seduzindo por completo a plateia. Falou da sociedade, da tecnologia e de multiliteracias.

 

Deixamos aqui os últimos vinte minutos da sua conferência.

  

 

Blogue: e-rgonomic

Cristóbal Cobo no Twitter: https://twitter.com/cristobalcobo

C. Cobo no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/ccobo/

 

***

 

Daniel Cassany marcou presença no evento. Falou do seu papel e consequente contributo na construção do MILD.

 

Web pessoal de Daniel Cassany

Internet en el aula | Rede social docente

10 chaves para ensinar a interpretar | Daniel Cassany 

 

***

 

A experiência do MILD em contexto escolar | Carlos Pinheiro

 

 

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A aprendizagem da leitura e da escrita começa muito antes da escolaridade formal, através dos contactos diários que a criança vai tendo com a linguagem escrita, nomeadamente em contexto familiar.

 

O envolvimento em práticas de literacia permite à criança desenvolver, desde muito cedo e de forma contínua, um conjunto de conhecimentos, atitudes e competências relativas à linguagem escrita que antecedem e preparam a aprendizagem formal da leitura e da escrita e que se denomina Literacia Emergente.

 

As novas orientações curriculares para o pré-escolar são muito claras nas propostas que fazem para o desenvolvimento da literacia emergente quer em contexto de sala quer na articulação com as famílias.

 

Não se querendo escolarizar o pré-escolar, é fundamental que os educadores-de-infância sejam capazes de intencionalmente identificar oportunidades para que, de modo contextualizado, lúdico e significativo para a criança, esta possa desenvolver estas competências, de que faz parte a motivação para aprendizagem da leitura e da escrita.

 

Também os professores de 1.º ciclo deverão estar a par do processo de descoberta e aquisição da leitura e da escrita, já que as competências de literacia emergente não remetem para a ideia de pré-requisitos, pelo contrário, baseiam-se na certeza de que o desenvolvimento da literacia se faz de forma continua e que beneficia de uma maior articulação e congruência entre as experiencias de aprendizagem no pré-escolar e no 1.º ciclo.

 

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 por Ingrid Mosquera Gende | Fonte |


Podemos destacar duas formas essenciais de usar os jornais na aula. Por um lado, mediante a leitura, manipulação e trabalho com jornais existentes e, por outro lado, mediante a criação de jornais por parte dos alunos. Duas atividades complementares que podem ser tratadas individualmente, dadas as possibilidades que permitem.

 

jornal como instrumento de trabalho ou recurso didático serve para desenvolver uma aprendizagem global e transversal, podendo englobar, como veremos, distintos assuntos e levando a que os estudantes sejam capazes de observar a realidade desde diferentes pontos de vista, assim como refletir, igualmente, sobre a objetividade e a subjetividade das informações. A quantidade de atividades que podem realizar-se a partir dele são muito variadas.

 

Portanto, centrando a nossa atenção na introdução dos jornais na aula, talvez a primeira pergunta que pode surgir é que jornais utilizar e em que idades começar com este tipo de atividades. (...)

 

Ler mais >>

 

Guía básica para utilizar el periódico como recurso didáctico en el aula

Guía básica para utilizar el periódico como recurso didáctico en el aula. (2017). El Blog de Educación y TIC. Retrieved 17 October 2017, from http://blog.tiching.com/guia-basica-utilizar-periodico-recurso-didactico-aula/

 

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Competencias de YALSA para bibliotecarios que trabajan con los
jóvenes: Los adolescentes se merecen lo mejor. Chicago: Yalsa, 2010

 

Yalsa ([Associação de Serviços Bibliotecários para Jovens] ) desenvolveu este conjunto de competências a primeira vez em 1981, foram revistos em 1998, em 2003 e novamente em 2010. Essas competências podem ser usadas como indicadores de avaliação, como uma ferramenta para melhorar o serviço, como base para o desenvolvimento do programa de estudos bibliotecários escolares, tanto num ambiente de formação de pessoal, como um conjunto de diretrizes para usar ao falar sobre a importância de serviços de biblioteca, para os adolescentes.

 

Outros recursos de interesse para as bibliotecas escolares e jovens

 

Traduzido do espanhol, com adaptações.

Visto aqui.

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UNESCO.png

El programa de Comunicación e Información. [e-Book] Paris, Unesco. 

 

Prólogo

El mundo cambia rápidamente y surgen nuevos desafíos que afectan la capacidad de nuestras sociedades para crecer y prosperar. Sin embargo, para enfrentar estos desafíos en constante aumento asistimos a una creciente movilización humana y a un compromiso renovado por parte de las organizaciones internacionales como la UNESCO, que actúan para fomentar el desarrollo sostenible y ayudar a las personas a alcanzar sus aspiraciones y esperanzas.

 

Para ello ha sido necesario concentrarse en la edificación de sociedades del conocimiento sólidas en las que los ciudadanos tengan un acceso libre e igual a la información y al conocimiento, y puedan utilizarlas para liberar el potencial económico y social en cualquier parte del mundo, incluso en el pueblo más remoto de la montaña más alta. En estas sociedades, los estudiantes e investigadores tienen acceso al material educativo y a la investigación científica; las personas con discapacidad no se quedan fuera de la autopista de la información; las mujeres y las niñas se empoderan para crear la nueva generación de aplicaciones TIC que se utilizarán para luchar contra los males sociales que nos acechan; el conocimiento se preserva para las generaciones futuras; los ciudadanos tienen la libertad de expresarse en línea y fuera de ella; y los periodistas pueden tomar su pluma para difundir la verdad sin temor a represalias.

 

La combinación de estos elementos impulsará la innovación y el desarrollo. La UNESCO se moviliza por todo el planeta para asegurarse de que la edificación de estas sociedades prosiga sin descanso. Desde la fundación de la UNESCO en 1945, millones de personas se han beneficiado de su acción y la han sostenido. Sus voces, que se expresan a lo largo de estas páginas, nos recuerdan que la UNESCO es tan relevante hoy como lo fue a mediados del siglo XX y que sigue transformando vidas y comunidades a través del mundo.

Getachew Engida - Director General Adjunto de la UNESCO

 


(2017). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 21 September 2017, from http://unesdoc.unesco.org/images/002

 

Visto aqui.

 

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 Kids and Family Reading Report, [e-Book]  Scholastic, 2017 | Download |

 

En la celebración del Día Internacional de la Alfabetización, Scholastic tiene una gran noticia: los niños están leyendo.  la encuesta indica que hasta el 86% de los niños  piensan que la lectura es una clave importante para su metas futuras. Además, tanto los niños como los padres mostraron cierto grado de conciencia sobre la diversidad al seleccionar libros, y los hogares desglosados ​​por raza y etnia tuvieron números favorables cuando se trata elegir una amplia variedad de opciones de lectura.

 

En el año 2016, Scholastic, junto a YouGov, llevó a cabo su investigación biannual para explorar las actitudes y los comportamientos en torno a los libros de lectura para niños y familias. Los resultados esta investigación, basados en un muestreo de muestras de 2,718 padres y niños, incluyendo 632 padres de niños de edad 0-5; padres de niños de 6 a 6 años; y de 6 a 17 de la misma vivienda. (...)

 

Ler mais >>

Texto de Julio Alonso Arévalouniversoabierto.org

 

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