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 Sol |

 

O que os rankings não mostram, por João Costa

 

Os rankings que são disponibilizados pelos media habitualmente hierarquizam as escolas de acordo com as médias dos exames nacionais. Embora, nos últimos anos, se tenham vindo a integrar variáveis de contexto, esta seriação de escolas compara, por vezes, o que não é comparável e oferece um retrato bastante parcelar do trabalho desenvolvido.

 

Não tenho dúvidas de que é interessante para a comunidade saber qual o alinhamento da sua escola com um perfil nacional ou regional de desempenho. Tenho a certeza de que o interesse de uma lista ordenada de escolas é nulo. Mal comparado, é interessante para uns pais conhecerem o percentil de desenvolvimento do seu filho, mas é irrelevante saber qual a sua posição relativa em relação aos bebés todos do país.

Conhecer a qualidade de uma escola implica um olhar muito mais abrangente, pelo que são precisos mais indicadores e é necessário um olhar sistémico. Para isso, o Ministério da Educação tem vindo a disponibilizar mais indicadores, de que destaco: os Percursos Diretos de Sucesso, que medem o quanto a escola contribuiu para a progressão dos alunos; o indicador de desigualdades, que mede a dispersão de notas numa mesma escola; os indicadores por disciplina, que permitem uma análise comparada entre as disciplinas da mesma escola, estabilizando assim variáveis sociodemográficas, que a comparação entre escolas não permite controlar.

Mas há muito mais no trabalho das escolas que não tem sido valorizado e que os rankings não mostram. Trabalho que é essencial para o cumprimento da missão da educação:

1. Inclusão: há escolas que se destacam pelo trabalho absolutamente notável que fazem com alunos com deficiência, valorizando-os e incluindo-os. (...)

 

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 in Expresso | texto de Katya Delimbeuf | Download do manual |

 

Foi apresentada esta quinta-feira, na Fundação Gulbenkian, a versão portuguesa do manual do Conselho da Europa destinado a combater o discurso de ódio na internet. O Expresso falou com Claúdia Reis e com Margarida Saco, do Instituto Português do Desporto e da Juventude, para perceber o alcance deste recurso

 

É um manual de 214 páginas, que a partir de sexta-feira estará acessível ao público no site do Instituto Português do Desporto e da Juventude. O Expresso antecipa-o. Neste livro grosso está impressa a preocupação da Europa com um fenómeno crescente que inquieta todos: o discurso de ódio, onde se inclui, por exemplo, o 'ciberbullying'.

 

Insultar, discriminar, acossar, atacar, ameaçar através da internet em geral e das redes sociais em particular é, infelizmente, uma realidade que tomou proporções alarmantes: “6% dos utilizadores da internet entre os 9 e os 16 anos na Europa já reportou ter sido alvo de bullying 'online’”, explica Claúdia Reis, responsável do departamento de informação e comunicação do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), que trabalhou de perto na tradução para português do manual. “Portugal não tem ainda estatísticas concretas sobre esta temática, mas trabalha nesse sentido, em conjunto com a Polícia Judiciária”. (...)

 

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 Outubro 2016 | Download | FFMS |

 

Sinopse:

O objectivo deste trabalho é medir o impacto resultante do facto de se obrigar um aluno a repetir um ano no seu desempenho académico subsequente. Pretende-se responder à seguinte questão: para os alunos que ficaram retidos, como é que os seus resultados académicos se comparam com os resultados académicos que teriam tido se não tivessem ficado retidos?

 

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O Cyberbullying

12.12.16

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Ilustração de Alex Gozblau | Texto de Carolina Reisin Expresso |

 

 

 

 

O medo tinha hora marcada. Começava e terminava com a campainha da escola. Adriana sabia que era ali que a paralisia facial mais se notava. Durante dez anos aguentou sozinha os comentários de gozo feitos em todas as aulas, os empurrões e insultos durante os intervalos. Não lhe valeu o irmão, que assistia a tudo ali mesmo ao pé e que, também com medo, ficava em silêncio. De certa forma, ela fez o mesmo. Aguentou até ter coragem para contar à mãe o que se passava. A vida desta família alentejana já se encaminhava para rumar mais a sul, o bullying foi a gota de água.

 

Adriana mudou de cidade, fez terapia, cresceu, recuperou das mazelas. Sentiu-se “curada”. Mas, dez anos depois da primeira vez em que os miúdos da escola a rodearam para lhe cuspir e gritar que ela era “feia, pequena, deficiente, um verme” que não merecia viver, os insultos voltaram. Agora, não existiam círculos no recreio, nem aparecia ninguém, de repente, para lhe dar uma palmada na cabeça, nem lhe roubavam a roupa depois do treino de educação física. Os insultos e ameaças chegavam através do Facebook e do telemóvel, constantemente. Ali, sem ver a cara dos agressores, ela voltava a ser “feia, pequena, deficiente, um verme” que não merecia viver. Como se nunca tivesse saído da primeira escola onde o assédio começou. (...)

 

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 Download livro | Cartaz |

 

A biblioteca escolar é uma plataforma de saberes, de trabalho e de inovação que se constrói e se reinventa diariamente em cada escola. O seu sucesso resulta dos esforços de todos, e todos estamos convocados para a procura conjunta de contributos, num percurso colaborativo que conjuga continuidade e mudança.

 

O espaço Biblioteca ativa abordará temáticas de natureza diversa, procurando refletir, inquietar, discutir e apresentar propostas que reforcem e consolidem o percurso das bibliotecas escolares e as tornem núcleos ativos de acolhimento, aprendizagem e construção pessoal.

 

A propósito do Dia Internacional dos Direitos Humanos que se celebra a 10 de dezembro, lançamos mais um número da Biblioteca ativa com a publicação de Leitura, Liberdade e Direitos Humanos e de um cartaz com personalidades ligadas a esta temática. 


Veja também: Biblioteca ativa

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Educação inclusiva, deficiência e contexto s

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Índice de conteúdos |

 

Organizer:Díaz, Félix et al.

Publisher:EDUFBA

Language:Portuguese

Year:2009

Pages:354

ISBN:9788523206512

eISBN:9788523209285

DOI:http://dx.doi.org/10.7476/9788523209285

O enfoque desta obra decorre da relevância que o contexto sociocultural em que a pessoa está inserida serve de parâmetro para classificá-la como normal e anormal, além de enfatizar o ensino e a escola, bem como as formas e condições de aprendizado. Esta perspectiva, ao invés de procurar no aluno a origem de um problema, define o tipo de resposta educativa e de recursos e apoios que a escola deve proporcionar a esse aluno para que ele obtenha o sucesso escolar.

Visto aqui.

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 Porto, C. and E. O. d. Santos (2014). [e-Book] Facebook e educação: publicar, curtir, compartilhar. São Paulo, EDUEPB Scielo, 2014.

 

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A obra apresenta elementos capazes de instigar a reflexão sobre a mídia social Facebook nos mais diversos contextos e situações, envolvendo os usos que as pessoas fazem dessa mídia; os temas que surgem e como esses se configuram enquanto objeto de estudo num ambiente de diálogo; os potenciais sociotécnicos e educacionais da rede, enquanto espaços de subjetivação, sociabilidade e diferença; bem como os usos do Facebook no ensino superior e na formação continuada de professores.

 

Visto aqui.

 

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 Foram ontem (6/12) publicados os resultados da sexta edição do teste internacional PISA, desenvolvido pela OCDE, com o intuito de avaliar a literacia de jovens de 15 anos de todo o mundo nas áreas da Leitura, Matemática e Ciências, contribuindo assim para a recolha de informação sobre o desempenho e características dos sistemas educativos de vários países e economias.

Na edição do PISA 2015, os alunos portugueses melhoram os resultados em todas as áreas (Matemática, Leitura e Ciências), confirmando a consistência da evolução positiva dos resultados em Portugal que se verifica desde 2000 (a primeira edição do teste internacional PISA). Considerando apenas os 35 países/economias que integram a OCDE, dos 72 participantes no estudo, Portugal alcança agora as seguintes posições: 17.º a Ciências com 501 pontos, 18.º em Leitura com 498 pontos e 22.º a Matemática com 492 pontos, ficando acima da média da OCDE em todos os domínios.

Para mais informações e dados sobre os resultados PISA 2015 pode visitar o site da OCDE sobre o PISA e respetivos relatórios.

Para outras análises e resultados dos sucessivos testes PISA de 2000 a 2012, pode também consultar o projeto resultante da parceria entre o Conselho Nacional de Educação e a Fundação Francisco Manuel dos Santos, que se dedica ao estudo e análise dos dados PISA: Projeto aQeduto.

 

Notícia publicada no sítio web do CNE e reproduzida com a devida vénia aqui, na íntegra, com ligeiríssimas alterações.

 

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La innovación pendiente from Ineverycreamx on Vimeo.

 

Comparto esta entrevista realizada por @ineverycrea en #BETTLatam además de un extracto de la entrevista publicada en la Revista Mexicana de la Comunicación (@MexComunicacion). Ambas entrevistas giran en torno a la nueva publicación de acceso abierto: “La Innovación Pendiente: Reflexiones (y Provocaciones) sobre educación, tecnología y conocimiento“.

 

Es fácil pensar que la irrupción de nuevos gadgets como las tabletas y los smartphones puede ayudar en los salones de clases. Y en parte es verdad. El problema es que muchas veces las políticas educativas solo se centran en dichas tecnologías dejando de lado lo más sustancial: La era digital ha cambiado los usos sociales, las formas de aprender y las formas de generar conocimiento. La educación que realmente coadyuve a generar una sociedad del conocimiento tiene como gran pendiente innovar en la forma de evaluar a los alumnos.

 

En entrevista para RMC, Cristóbal Cobo habla sobre el concepto de la sociedad del conocimiento, los retos de América Latina en materia de educación y su más reciente libro La innovación pendiente. Reflexiones sobre educación, tecnología y conocimiento. Se trata de uno de los académicos que más ha ahondado en la coyuntura de estos tres elementos. Sus libros Aprendizaje Invisible. Hacia una nueva ecología de la educación y Planeta Web 2.0. Inteligencia colectiva o medios fast food son libros de referencia en el campo. (...)

 

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Neste vídeo, patrocinado por Bill Gates, "As 71 inovações mais surpreendentes de todos os tempos" são descritas cronologicamente.

 

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