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Planificar, realizar e difundir vídeos educativos: diretrizes e sugestões para os professores, é o título de um dossiê informativo muito interessante, concebido por 4 professores do Quebec e publicado em setembro de 2017 (descarregar aqui em PDF).

 

Índice de matérias do dossiê : produzir vídeos educativos

  1. État de la question : facteurs à considérer pour des vidéos éducatives efficaces
    1.    Quelques avantages associés à l’usage de la vidéo
    2.    La charge cognitive
    3.    La participation active des étudiants
    4.    L’apprentissage actif
  2. Dans la pratique pédagogique : quelques conseils pour l’élaboration des capsules vidéo
    1. Choix des contenus
    2. Planification des vidéos
    3. Longueur des vidéos
    4. Styles possibles
    5. Outils de création de contenu
    6. Outils de distribution
  3. Conclusion
  4. À propos des auteurs
  5. Références utiles

 

(Via e-learning Bretagne)

 

Licence : Lire la licence dans une nouvelle fenêtre Creative Commons by-nc-sa
Géographie : International

 

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O portal RTP Ensina apresenta um conjunto de recursos - para alunos e professores - que podem contribuir para a educação para a cidadania.

 


A RTP apresentou, ao longo das últimas décadas, rubricas e programas que podem auxiliar estudantes e professores a complementar os seus conhecimentos de cidadania.

 

Na área de cidadania do portal recuperam-se alguns desses documentos com o objetivo de ajudar a cumprir as metas dessas disciplinas: “contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, tendo como referência os valores dos direitos humanos”:

 

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 por Sébastien Turbot* | Fonte: Porvir |


Como a chegada de novas ferramentas e algoritmos pode transformar a experiência mão na massa e tornar a aprendizagem mais profunda e relevante

 

“A combinação de humanos com máquinas não é o futuro, é o presente”, disse o xadezista russo Garry Kasparov numa recente palestra TED.

 

E esse “presente” está a transformar o mundo da educação em ritmo acelerado. Com as crianças cada vez mais a usar tablets e a programação a ser incluída nos currículos nacionais por todo o mundo, a tecnologia está a tornar-se parte integrante das salas de aula, tal como o giz e o quadro negro.

 

Já testemunhámos o aumento e o impacto da tecnologia da educação, especialmente através de uma multiplicidade de plataformas de aprendizagem adaptativa, como Khan Academy e Coursera, que permitem aos alunos aprimorar as suas habilidades e conhecimento.

 

E agora a realidade virtual (VR, na sigla em inglês) e a inteligência artificial (AI, também em inglês) estão a ganhar força. Um recente relatório do grupo editorial britânico Pearson decifra como a inteligência artificial transformará positivamente a educação nos próximos anos. Segundo os autores do relatório, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está a ocorrer, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

 

Na verdade, os altos custos continuam a ser um desafio, mas o dia em que as ferramentas de inteligência artificial e realidade virtual serão tão acessíveis quanto os smartphones e os computadores de mesa não está longe.

 

 

 

 

adapatdo do português do Brasil.

 

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!
Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!. (2017). PORVIR. Retrieved 19 September 2017, from http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/

 

*Sébastien Turbot é o curador e diretor de programas globais no WISE (World Innovation Summit for Education) da Qatar Foundation. Siga-o no Twitter: @sturbot

 

 

 

 

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 Fonte | Documento |

A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania vai ser implementada, este ano letivo, em 235 escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, através da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento lecionada nos anos iniciais de cada ciclo de ensino.

Pretende-se que os estudantes desenvolvam e participem ativamente em projetos que promovam a construção de sociedades mais justas e inclusivas, no quadro da Democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos direitos humanos.

A inclusão desta área no currículo justifica-se pelo reconhecimento, inscrito na Lei de Bases do Sistema Educativo e no Perfil dos Alunos, de que compete à escola garantir a preparação adequada para o exercício de uma cidadania ativa e esclarecida, bem como uma adequada formação para o cumprimento dos objetivos para o Desenvolvimento Sustentável.

A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania vem, assim, reforçar a implementação da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento em todos os níveis de educação e ensino, respeitando os princípios, valores e áreas de competências enunciados no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. (...)

 

Portugal, G.
Portugal, G. (2017). Estratégia Nacional de Educação Para a Cidadania. Portugal.gov.pt. Retrieved 17 September 2017, from http://www.portugal.gov.pt/pt/ministerios/madj/docs/20170915-madj-medu-estrategia-nacional-educacao-cidadania.aspx

 

Ler o documento na íntegra:

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania Tipo: PDF, Peso: 302,80Kb

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Teresa Calçada nas Jornadas pedagógicas da Escola Secundária Leal da Câmara. 6/9/2017.

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Castañeda, L. y Adell, J. (eds.). (2013).

Entornos personales de aprendizaje:

claves para el ecosistema educativo en red.

Alcoy: Marfil.

 

Presentación

El interés de los Entornos Personales de Aprendizaje (PLE, por sus siglas en inglés) no reside tanto en su novedad conceptual o tecnológica, como en la asunción de una perspectiva sobre la educación que intenta responder al gigantesco cambio tecnológico y cultural que ha tenido lugar en las últimas dos décadas en nuestra sociedad.

 

Desde nuestra perspectiva, el tema de los PLE es un nodo, y esperemos que un punto de inflexión, en el que confluyen el pensamiento, los debates y las prácticas sobre qué aprender y cómo aprender -y enseñar- a principios del siglo XXI. Una ocasión magnífica para reflexionar sobre cómo paliar la pobreza didáctica de algunas iniciativas supuestamente disruptivas (como los xMOOCs) o cómo integrar la tecnología en el aprendizaje formal más allá de proporcionar materiales de estudio digitales a los estudiantes. Si los PLE son "aprender a aprender con tecnología", integrar los PLEs en la educación es contribuir a desarrollar competencias imprescindibles en un mundo complejo y cambiante como el nuestro. (...)

 

Ler mais >>

Adell, J.
Adell, J. (2017). Entornos Personales de Aprendizaje: claves para el ecosistema educativo en red. Um.es. Retrieved 15 September 2017, from http://www.um.es/ple/libro/

 

 

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O "Da Capa à Contracapa" analisa o que mudou na educação em Portugal ao longo dos últimos anos. Os convidados são dois antigos ministros da Educação: Eduardo Marçal Grilo e David Justino. Oiça-os conversar com o jornalista José Pedro Frazão sobre a Educação que temos e a que queremos para os nossos filhos.

Clique na imagem para ouvir.

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 in PORVIR |

 

A tecnologia permite o acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para isso é preciso que os professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para os seus alunos. Eles devem estar alinhados com os objetivos de aprendizagem previstos no currículo, ter consistência e fidedignidade, além de serem simples e intuitivos.

Levando em conta estes parâmetros, elencam-se 9 fatores que devem ser levados em conta ao longo do processo de seleção:

 

1) O conteúdo possui alinhamento com o currículo?
Aqui o professor precisa definir previamente o conteúdo pedagógico para o qual necessita dos recursos e delimitar os objetivos de aprendizagem que deseja alcançar. Feito isso, ele deve analisar se o recurso responde claramente aos objetivos, se está adequado ao público-alvo, se é relevante, preciso e confiável. Por fim, é preciso verificar se as atividades fazem sentido para os objetivos traçados.

 

2) O conteúdo é de qualidade e adequado ao propósito?
Para responder a essa questão, o professor deve verificar se o conteúdo é central e relevante dentro da experiência de aprendizagem. Objetos como imagens, áudio e vídeos devem ser adequados ao público e ao contexto de uso. Eles também devem ser de qualidade gráfica e sonora que permitam fácil entendimento nas diferentes plataformas. O documento do CIEB alerta, ainda, que devem ser evitados recursos com conteúdos com parcialidade política, religiosa ou étnica, preconceitos, material ofensivo ou omissões.

 

3) Possibilita métodos pedagógicos inovadores, promovendo engajamento e facilitando a aprendizagem?
Um dos benefícios dos conteúdos digitais é a grande variedade de tipos (texto, áudio, vídeo, imagens, páginas de internet interativas, aplicativos e jogos), que oferecem múltiplas oportunidades de escolha para aprender. O professor é quem deve planear a melhor forma de aproveitar essa diversidade, baseado no perfil dos alunos. Isso pode acontecer por meio de métodos como ensino híbrido, sala de aula invertida, ensino adaptativo, aprendizagem através de desafios, projetos, aprendizagem personalizada, dentre outros. Na seção glossário, do Porvir, encontra a definição de cada uma dessas estratégias.

 

4) Possui formas efetivas de avaliar a aprendizagem?
Um recurso educacional deve mostrar se o aluno conseguiu ou não alcançar os objetivos de aprendizagem propostos. Isso pode ser feito através de pequenas atividades incorporadas em diferentes etapas, de uma avaliação informal no final, de uma autoavaliação ou através de atividades em pares e em grupos. Também é possível fazer uma avaliação formal, que mede o nível de desenvolvimento alcançado pelo aluno durante e/ou após o uso do recurso em comparação ao seu conhecimento prévio.

 

 

 

Adaptado do português do Brasil.

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Os Recursos Educativos Abertos (REA) fazem referência a materiais de ensino, aprendizagem e investigação em suporte digital de caráter gratuito, pois são publicados com uma licença aberta (Creative Commons) que permite o seu uso, adaptação e redistribuição por outros sem nenhuma restrição ou com restrições limitadas. O fenómeno dos REA é considerado de grande importância e interesse no futuro do ensino e da educação, em todos o níveis de ensino.

 

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El término competencias se ha utilizado desde 1970 en el ámbito laboral, asociándolo generalmente al desarrollo de las habilidades que requiere un profesionista para desempeñar un trabajo. Sin embargo, fue hasta 1980 que el término empezó a ser utilizado en el ámbito de la educación, y a partir de 1990, se comenzó a elaborar modelos para implementar competencias en diferentes niveles educativos, hasta abarcar todos los niveles. En años recientes este concepto ha tomado mayor relevancia dentro del ámbito educativo, por su gran potencial para transformar y hacer más eficiente el proceso de aprendizaje. (...)

 

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