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Lanning, Scott. “Concise Guide to Information Literacy“. 2nd. ed.  Santa Barbara, California : Libraries Unlimited, 2017 | Download

 

Guía concisa de Alfabetización informacional

Referência: Guía concisa de Alfabetización informacional. (2018). Universo Abierto. Retrieved 5 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/03/27/guia-concisa-de-alfabetizacion-informacional/amp/

 

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 DownloadPrimera edición 2013

 

Tenemos un yacimiento —un tesoro— de literatura que se remonta a los egipcios, a los griegos, a los romanos. Todo está allí, esta abundancia de literatura por descubrir una y otra vez para quien tenga la suerte de encontrarla. Un tesoro. Supongamos que no existiera. Qué empobrecidos, qué vacíos estaríamos.

 

Poseemos una herencia de idiomas, poemas, cuentos, relatos, que jamás se agotará. Podemos disponer de ella, siempre.

 

Tenemos un legado de cuentos, relatos de los antiguos narradores, algunos cuyos nombres co- nocemos y otros no. Los narradores retroceden más y más en el tiempo hasta un claro del bos- que donde arde una enorme hoguera, y los antiguos chamanes bailan y cantan, porque nuestro patrimonio de cuentos se originó en el fuego, la magia, el mundo de los espíritus. Y es allí donde permanece, hasta el presente.

 

Si consultamos a algún narrador moderno, nos dirá que siempre existe un momento de contacto con el fuego, con aquello que nos gusta llamar inspiración y que se remonta al pasado remoto, hasta el origen de nuestra raza, al fuego, al hielo y a los fuertes vientos que nos dieron forma y que conformaron nuestro mundo.

 

El narrador vive dentro de todos nosotros. El creador de historias siempre va con nosotros. Su- pongamos que nuestro mundo padeciera una guerra, los horrores que todos podemos imaginar con facilidad. Supongamos que las inundaciones anegaran nuestras ciudades, que el nivel de los mares se elevara..., el narrador sobrevivirá, porque nuestra imaginación nos determina, nos sus- tenta, nos crea: para bien o para mal y para siempre. Nuestros cuentos, el narrador, nos recrearán cuando estemos desgarrados, heridos e incluso destruidos. El narrador, el creador de sueños, el inventor de mitos es nuestro fénix, nuestra mejor expresión, cuando nuestra creatividad alcanza su punto máximo.

Doris Lessing Premio Nobel de Literatura 2007

 

Anon

(2018). Bibliotecas-cra.cl. Retrieved 30 March 2018, from http://www.bibliotecas-cra.cl/sites/default/files/publicaciones/avivavoz_web.pdf

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Sinopse

 

Sinopse

Os números têm de ser interrogados. Sem isso, são apenas uma sucessão inerte de algarismos e uma potencial fonte de equívocos. Partindo de tal premissa, este livro apresenta, em 22 tópicos, questões essenciais para o bom uso das estatísticas nas notícias, auxiliando na sua interpretação e comunicação.

 

Um guia prático, de fácil leitura e que se espera útil para o dia-a-dia dos jornalistas, mas também para todos os interessados em escrever sobre a sociedade em que vivemos com base em factos.

 

Referência:

este?, Q., este?, Q., Rosa, M., Garcia, R. and Santos, F.

este?, Q., este?, Q., Rosa, M., Garcia, R., & Santos, F. (2017). Que número é este? | Publicações | FFMSFundação Francisco Manuel dos Santos. Retrieved 30 March 2018, from https://ffms.pt/publicacoes/detalhe/1963/que-numero-e-este

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 Visto aquiDownload

 

Ensinar a ler na Europa

 

Boa parte dos que nos dedicamos ao ensino estamos de férias ou estamos a ponto de começar as férias da Páscoa. Pois se alguém  quer aproveitar o tempo para ler, apresenta-se um livro que temos consultado estes días. Intitula-se Teaching reading in Europe. Contexts policies and practices (tal como se pode inferir, está escrito em inglês). Foi publicado em 2011 pelo Eurydice e estrutura-se em três capítulos:

  1. Enfoques no ensino da leitura.
  2. Conhecimentos e competências para ensinar a ler.
  3. Promoção da leitura fora da escola.

Cada um dos capítulos estrutura-se em três partes. Na primeira, faz-se uma breve revisão da literatura académica sobre o tema. Na segunda apresentam-se dados obtidos de avaliações internacionais e, na terceira, reveem-se as políticas dos distintos países da Comunidade Europeia.

 

Enseñar a leer en Europa

Enseñar a leer en Europa. (2018). Comprensión lectora basada en evidencias. Retrieved 28 March 2018, from https://clbe.wordpress.com/2018/03/28/ensenar-a-leer-en-europa/

 

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médiation-numérique-des-savois-des-enjeux-aux-

 

Este livro está disponível gratuitamente e na integra em linha.

 

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Notre livre Médiation numérique des savoirs en accès libre et gratuit -. (2018). Bibliobsession.net. Retrieved 21 February 2018, from http://www.bibliobsession.net/2018/02/20/livre-mediation-numerique-savoirs-acces-libre-gratuit/

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Normas APA.  Sexta Edición. [e-Book]   Bogotá, Centro de Escritura Javeriano, 2018.

 

Para elaborar um trabalho académico, é necessário utilizar fontes de informação de acordo com o tema que se deseje trabalhar.

 

Do mesmo modo, é necessário que na apresentação dos documentos académicos se citem todas as fontes consultadas. É muito importante ter em conta que a citação para o desenvolvimento de alguns escritos é obrigatória, de outra forma, o texto poderia-se considerar como plágio. Esta falta refere-se à utilização de produções escritas ou orais de outras pessoas dentro de um texto sem as citar devidamente. De acordo com o anterior, existem vários tipos de normas que regulam  a apresentação de textos académicos. Uma das mais utilizadas internacionalmente são as Normas APA, desenvolvidas pela Associação Americana de Psicologia, que indica  requerimentos específicos de trabalhos científicos no que se refere a conteúdo, estilo, edição, citação, referenciação, apresentação de tabelas e imagens, etc.

 

Que fique claro que as normas APA estão concebidas para a apresentação de artigos científicos, de maneira que se devem adaptar com as mínimas alterações necessárias para a apresentação de textos como ensaios ou teses.

 

No texto apresentam-se as considerações mais relevantes da sexta edição das normas APA (2010), pelo que se deve entender que o conteúdo exposto no presente documento é produto do Centro de Escritura Javeriano para facilitar o seu uso. Se o utilizador quer mais informação sugere-se que recorra ao manual completo ou a http://www.apastyle.org

 

Tradução livre do espanhol.

 

Fonte:

Arévalo, J. (2018). Normas APA.  Sexta EdiciónUniverso Abierto. Retrieved 13 February 2018, from https://universoabierto.org/2018/02/12/normas-apa-sexta-edicion/

 

Conteúdo relacionado:

 

 

 

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 Artigo sobre o livro|


"Boom digital? Crianças (3-8 anos) e ecrãs"
foi lançado neste Dia da Internet Segura, com os resultados do projecto Crescendo entre Ecrãs, coordenado por Cristina Ponte para a ERC.

 

O estudo em formato e-Book apresenta muitos ângulos do desafio que é crescer e educar, hoje.

Está disponível aqui.

 

Pode descarregar o livro completo também em PDF.

 

 

 

 

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 por Aline Flor | Público | Download Guiões

 

CIG publica quinto Guião de Educação, dirigido ao ensino secundário, para ajudar os professores a ensinar com uma perspectiva de género. Aos docentes de oito disciplinas pede-se que sublinhem o contributo de mulheres para cada uma das áreas.

 

“Muitas vezes falo-lhes, por exemplo, em termos de poesia do facto de haver mais homens nos manuais, mesmo quando temos imensas poetisas com muita qualidade. Por que é que os manuais estão cheios de homens? Eu discuto isso com os alunos e noto que às vezes as miúdas se viram para os colegas e dizem ‘Estás a ver? Eu bem tinha razão!’”.

 

Trazer uma perspectiva de género para a sala de aula é um desafio para muitos educadores, mas para Sara Barbosa, professora do ensino secundário no Agrupamento de Escolas Monte da Lua, em Sintra, é um trabalho que compensa. “Eles normalmente gostam de debater os assuntos, sobretudo as raparigas. Elas sentem-se muito validadas.”

 

(...)

 

Ler mais >>

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 Download |

 

Como usar este manual

 

O Manual “Compreender os Direitos Humanos” foi concebido como uma ferramenta de apoio, para educandos e educadores, dos países associados da Rede de Segurança Humana e outros, nos seus esforços para a educação e aprendizagem de direitos humanos, em vários contextos culturais, enquanto estratégia para melhorar a segurança humana. Tal como está desenhado, o Manual poderá ser um ponto de partida útil para compreender os direitos humanos e as suas violações, para formar futuros formadores e para abrir um fórum de debate, no âmbito do intercâmbio e consciencialização interculturais. (...)

 

O Manual consiste em quatro partes principais, a saber, uma introdução geral aos fundamentos dos direitos humanos, uma parte especial com temas essenciais selecionados, distribuídos por módulos, que deverão ajudar a compreender o funcionamento dos direitos humanos na vida diária, e uma terceira, denominada de “parte dos recursos adicionais”, que contém dicas metodológicas, informação útil, referências bibliográficas suplementares e fontes online. Por fim, a quarta parte inclui referências bibliográficas e informação adicional em língua portuguesa. (...)

 

(2018). Pfdc.pgr.mpf.mp.br. Retrieved 23 January 2018, from http://pfdc.pgr.mpf.mp.br/atuacao-e-conteudos-de-apoio/publicacoes/direitos-humanos/livro-compreender-os-direitos-humanos

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 Durant, David. “Reading in a Digital Age“. 

The Charleston Briefing, Ann Arbor, Michigan:

University of Michigan, 2017

 

Como está a mudar a leitura no ambiente digital? Como continuará a mudar? Caminhamos para um futuro completamente digital? O livro impresso tem apesar de tudo um lugar no ambiente de leitura digital? Importa o formato? Que nos dizem os leitores que querem? Esta breve monografia oferece a bibliotecários, editores, provedores e outros, uma descrição geral destes temas chave, assim como conselhos sobre como as suas instituições devem abordar a controvérsia impresso vs. digital.

 

Tradução livre do espanhol.

 

Visto aqui:

Arévalo, J. (2018). La lectura en la era digital. Universo Abierto. Retrieved 12 January 2018, from https://universoabierto.org/2018/01/06/la-lectura-en-la-era-digital/

 

 

 

 

 

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