Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



rgpd.png

 Fonte: RGPD - TSF |

 

Que direitos têm os titulares dos dados?

O RGPD vem precisamente reforçar os direitos dos titulares sobre os seus dados, permitindo-lhes ter conhecimento sobre que dados seus estão a circular, quem os conhece e para que fins serão utilizados. O Regulamento estabelece um conjunto de direitos como:

 
1. Direito à transparência – Os titulares dos dados têm o direito de saber que tratamentos são efetuados sobre os seus dados.
Por exemplo, no caso de estarem a ser recolhidas imagens e som (ou poderem vir a sê-lo) deverá existir informação visível que informe os titulares sobre a realização das gravações.

 
2. Direito à informação – Os titulares têm o direito de solicitar ao responsável pelo tratamento dos dados, informações sobre o tipo de tratamento a que os seus dados estão a ser sujeitos. As informações devem ser prestadas por escrito. Se o titular assim o solicitar, a informação poderá ser prestada oralmente, desde que a identidade do titular seja comprovada por outros meios.
Por exemplo, no momento da recolha dos dados, o titular deve ser informado sobre o tratamento de que os mesmos serão alvo.

 
3. Direito de acesso – Os titulares têm o direito de saber se os seus dados são ou não objeto de tratamento por parte de uma organização. Caso sejam alvo de tratamento, o titular tem o direito a aceder aos seus dados pessoais e às seguintes informações:

    • Finalidade do tratamento;
    • Categorias dos dados pessoais em questão;
    • Destinatários ou categorias de destinatários a quem os dados são, foram ou serão divulgados;
    • Prazo previsto de conservação de dados, ou se tal não for possível, os critérios para fixar esse prazo;
    • Garantias de conhecimento e tratamento adequado sempre que os dados forem transferidos para um país terceiro ou uma organização internacional;
    • Acesso a uma cópia dos dados pessoais em fase de tratamento. Se o pedido for apresentado por meios eletrónicos, a informação deverá ser fornecida num formato eletrónico de uso corrente.

 
4. Direito de retificação – Direito de solicitar a retificação de dados incorretos e preenchimento de dados incompletos. Cada retificação efetuada pelo responsável pelo tratamento implica a comunicação dessa alteração às entidades a quem os dados tenham sido transmitidos, salvo se essa comunicação se revelar impossível ou implicar um esforço desproporcionado.

 
5. Direito ao apagamento – Os titulares dos dados têm o direito de solicitar o apagamento dos mesmos, o que deverá decorrer sem demora injustificada.
O apagamento dos dados é ainda obrigatório nas seguintes situações:

    • Quando os dados deixam de ser necessários para a finalidade que motivou a sua recolha ou tratamento;
    • Quando o titular retira o consentimento para o tratamento (desde que não exista outro fundamento para esse tratamento);
    • Quando o titular se opõe ao tratamento e não existem interesses legítimos prevalecentes que justifiquem esse tratamento;
    • Quando os dados foram tratados ilicitamente;
    • Para dar cumprimento a uma obrigação jurídica decorrente do direito da União Europeia ou de um Estado Membro a que o responsável esteja sujeito;
    • Quando os dados foram recolhidos no contexto da oferta de serviços da sociedade da informação.
    • O direito ao apagamento tem de ser conciliado com as obrigações jurídicas que o responsável pelo tratamento de dados deve assegurar relativamente às entidades oficiais, que nesse caso se sobrepõem. Por exemplo, o dever de manutenção de faturas emitidas.

 
6. Direito à limitação do tratamento – O titular pode opor-se ao apagamento dos seus dados pessoais e solicitar a limitação do seu tratamento (inserção de uma marca nos dados pessoais conservados para limitar o seu tratamento no futuro). Neste contexto, o titular tem direito a que o responsável faça a limitação do tratamento num dos seguintes casos:

    • i. Durante o período em que o responsável de proteção de dados valida a exatidão dos mesmos, após contestação de incorreção por parte do titular.
    • ii. Quando existe tratamento ilícito e o titular se opõe ao apagamento, pode solicitar a limitação da utilização.
    • iii. Quando o responsável já não precisa dos dados para tratamento, mas os mesmos são requeridos pelo titular para efeitos de declaração, exercício ou defesa de um direito num processo judicial.
    • iv. No caso do titular se opor ao tratamento nos termos do 21.º, n.º 1 até se verificar que os motivos legítimos do responsável se sobrepõem aos do titular.
    • v. Opor-se, a qualquer momento, ao tratamento de dados que lhe digam respeito para efeitos de comercialização.

O responsável pelo tratamento tem de comunicar a cada destinatário, a quem os dados tenham sido transmitidos, qualquer limitação de tratamento que tenha feito, salvo se essa comunicação se revelar impossível ou implicar um esforço desproporcionado.

Em todas estas situações, os dados podem ser conservados, mas o seu tratamento só poderá decorrer mediante consentimento do titular, para efeitos de declaração, para exercício ou defesa de um direito em processo judicial, para defesa de outra pessoa singular ou coletiva ou por motivos de interesse público da União Europeia ou do Estado Membro.

 
7. Direito de oposição – O titular poderá opor-se à utilização dos seus dados para efeitos de comercialização direta.

 
8. Direito à notificação – Os titulares dos dados devem ser notificados ou ser-lhes dado conhecimento nos casos em que os seus dados pessoais estejam a ser recolhidos ou tratados.

Por exemplo:
Os colaboradores das empresas têm o direito de ser informados sobre as situações em que existe algum tipo de monitorização de equipamentos de trabalho ou geolocalização. No caso de viaturas, quando não se sabe quem conduz, deve ser colocado um dístico na viatura a informar que é efetuada a geolocalização da mesma. Se existir algum tipo de monitorização dos equipamentos/instrumentos de trabalho usados pelo funcionário o mesmo tem de ser informado/notificado disso.

 
9. Direito à não sujeição a decisões automatizadas – O titular dos dados tem o direito de solicitar intervenção humana em processos habitualmente automáticos.

Por exemplo:
Nos casos em que existem mecanismos de profiling, o titular pode exigir que haja uma intervenção humana nesse processo automatizado para que a decisão não seja tomada de forma exclusivamente automática. Porém, se tiver dado o seu consentimento explícito nesse sentido, esse tratamento automatizado já será possível.

 
10. Direito à portabilidade – O titular dos dados pode solicitar que os mesmos sejam transferidos para outra empresa/entidade (à semelhança do que acontece com as operadoras de telecomunicações). Pode querer transferir os seus dados clínicos, créditos de formação ou outros. Nestes casos, deve ser usado um formato de uso corrente.

 

Direitos dos Titulares

Referência: Direitos dos Titulares. (2018). RGPD. Retrieved 12 April 2018, from http://rgpd.tsf.pt/2018/02/01/direitos-dos-titulares/

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

ami.png

 

“Envelhecer Ativamente” é o nome do projeto vencedor desta 8ª edição do “Linka-te aos Outros”. Dirigido a alunos do 7º ao 12º ano, este prémio da AMI visa potenciar a consciência social da juventude, incentivando a criatividade e o voluntariado.

 

Apresentado pela Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento de Marco de Canavezes (EPAMAC), este projeto tem como beneficiária a população idosa local.

 

A ideia é a aquisição de recursos /equipamentos que permitam dinamizar o dia-a-dia dos idosos, com atividades e dinâmicas que promovam um envelhecimento ativo e de qualidade, proporcionando o bem estar diário e a manutenção de algumas capacidades motoras e sociais, e por consequência, a autonomia individual dos beneficiários do projeto. (...)

 

Ler mais >>

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Como todos os revolucionários, Tony Wagner eliminou a palavra "medo" do seu vocabulário. E incentiva professores, educadores e instituições a fazer o mesmo. Devemos reinventar a educação e dar um sentido moral a tudo o que fazemos.

 


Tony Wagner é um revolucionário. Mas para isso não precisa de levantar a voz, fazer comícios ou recitar slogans. Ele prefere a análise rigorosa e a honestidade intelectual. Não é em vão que é um dos maiores especialistas do mundo em educação.

 

Diretor do Laboratório de Inovação da Universidade de Harvard, Wagner é assessor de inúmeras instituições educacionais e agências públicas. E quando fala sobre educação, sabe do que está a falar, pois trabalhou como professor do ensino secundário e catedrático.

 

Ou seja, não é um teórico, mas alguém que esteve na sala de aula. (...)

 

Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

lvros.png

 por Aline Flor | Público | Download Guiões

 

CIG publica quinto Guião de Educação, dirigido ao ensino secundário, para ajudar os professores a ensinar com uma perspectiva de género. Aos docentes de oito disciplinas pede-se que sublinhem o contributo de mulheres para cada uma das áreas.

 

“Muitas vezes falo-lhes, por exemplo, em termos de poesia do facto de haver mais homens nos manuais, mesmo quando temos imensas poetisas com muita qualidade. Por que é que os manuais estão cheios de homens? Eu discuto isso com os alunos e noto que às vezes as miúdas se viram para os colegas e dizem ‘Estás a ver? Eu bem tinha razão!’”.

 

Trazer uma perspectiva de género para a sala de aula é um desafio para muitos educadores, mas para Sara Barbosa, professora do ensino secundário no Agrupamento de Escolas Monte da Lua, em Sintra, é um trabalho que compensa. “Eles normalmente gostam de debater os assuntos, sobretudo as raparigas. Elas sentem-se muito validadas.”

 

(...)

 

Ler mais >>

Autoria e outros dados (tags, etc)

compreender_os_direitos_humanos.png

 Download |

 

Como usar este manual

 

O Manual “Compreender os Direitos Humanos” foi concebido como uma ferramenta de apoio, para educandos e educadores, dos países associados da Rede de Segurança Humana e outros, nos seus esforços para a educação e aprendizagem de direitos humanos, em vários contextos culturais, enquanto estratégia para melhorar a segurança humana. Tal como está desenhado, o Manual poderá ser um ponto de partida útil para compreender os direitos humanos e as suas violações, para formar futuros formadores e para abrir um fórum de debate, no âmbito do intercâmbio e consciencialização interculturais. (...)

 

O Manual consiste em quatro partes principais, a saber, uma introdução geral aos fundamentos dos direitos humanos, uma parte especial com temas essenciais selecionados, distribuídos por módulos, que deverão ajudar a compreender o funcionamento dos direitos humanos na vida diária, e uma terceira, denominada de “parte dos recursos adicionais”, que contém dicas metodológicas, informação útil, referências bibliográficas suplementares e fontes online. Por fim, a quarta parte inclui referências bibliográficas e informação adicional em língua portuguesa. (...)

 

(2018). Pfdc.pgr.mpf.mp.br. Retrieved 23 January 2018, from http://pfdc.pgr.mpf.mp.br/atuacao-e-conteudos-de-apoio/publicacoes/direitos-humanos/livro-compreender-os-direitos-humanos

Autoria e outros dados (tags, etc)

rgpd.png

 Autora: Joana de Sá | Fonte: JDS Advogados

 

Aplica-se a todas as empresas que tratem de dados pessoais, ou seja, que realizem operações que envolvam dados de pessoas singulares. Estas alterações afetam também todas as empresas que façam o seu negócio com cidadãos da UE, mesmo que a empresa esteja sediada fora da União.

 

Qualquer organização/empresa responsável pelo tratamento de dados responde pelos danos causados por um tratamento que viole o regulamento, sendo obrigado a indemnizar a pessoa que tenha sofrido danos materiais ou imateriais devido a essa violação. 

 


DE QUE DADOS ESTAMOS A FALAR?


Informação relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável. Inclui dados genéticos e dados biométricos. Conceito de identificável inclui o nome, número de identificação, dados de localização, identificadores por via eletrónica, bem como um ou mais elementos específicos da identidade física, fisiológica, genética, mental, económica, cultural ou social dessa pessoa singular. Tratamento inclui não só a recolha, mas também todo o “manuseamento”. 

 

ALTERAÇÕES AO REGULAMENTO


Algumas das inovações do sobredito diploma – Regulamento (EU) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27/04/2016:

 

Coimas máximas de 20 milhões de euros ou 4% do volume de negócios anual do grupo empresarial;


Substituição das notificações à CNPD por um sistema onde são as empresas que têm de decidir sozinhas se determinado tratamento é legal ou não, os conceitos de privacy by design e privacy by default;


Obrigação de implementação de medidas de segurança adequadas, como por exemplo mecanismos de encriptação;


Obrigação de designar um encarregado para a proteção de dados, a alteração das regras sobre obtenção de consentimento, novos direitos atribuídos aos titulares dos dados;


Implementação do direito de portabilidade, a criação de obrigações acrescidas para os subcontratados;


Obrigações de notificação relativas a violações de dados pessoais. 

 

NOVOS TERMOS DE SEGURANÇA


Privacy by design
Privacidade desde a conceção, significa que a cada novo processo de negócios ou serviço que use dados pessoais, deve-se ter em conta a proteção desses mesmos dados. Na prática, significa que o departamento tecnologias e informação (TI) tem de dar importância à privacidade durante todo o ciclo de vida do desenvolvimento ou processos de tratamento de dados pessoais.

 

Privacy by default
Significa que as configurações de privacidade aplicam-se automaticamente quando um cliente adquire um novo produto ou serviço. Noutras palavras, não deverá ser necessária qualquer alteração manual para que as configurações de privacidade sejam aplicadas a todos os novos titulares de dados pessoais de um determinado sistema. 

 

Accountability
Exige que seja implementado um programa de conformidade capaz de monitorizar a conformidade em toda a organização e demonstrar às autoridades de proteção de dados e aos titulares dos dados que toda esta informação pessoal está em segurança.

 

Oposição ao profiling
Os titulares dos dados têm direito a opor-se ao uso de profiling, ou seja, qualquer forma automatizada de processamento de informação pessoal, com o objetivo de avaliar e tipificar indivíduos com base nos seus dados pessoais.

 

Privacy impact assessments
Permite que a organização encontre problemas nas fases iniciais de qualquer projeto, reduzindo os custos associados e danos à reputação que poderiam acompanhar uma violação das leis e regulamentos de proteção de dados.

 

 

PASSOS A SEGUIR PARA O CUMPRIMENTO DO RGPD

 

desafios.png

 

 

AS VERIFICAÇÕES QUE DEVEMOS FAZER

 

  • Onde estão os dados pessoais?
  • Sistemas? Papel? Estão atualizados?
  • Possuímos um registo organizado?
  • Temos consentimento dos titulares de dados com todos os requisitos do RGPD?
  • Estamos preparados para dar resposta a todos os direitos dos titulares de dados?
  • Os sistemas garantem a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados?
  • Conseguimos detetar qualquer violação de dados logo que ocorra e comunicá-la em 72 horas?
  • Temos políticas e procedimentos que permitam avaliar e gerir os riscos?
  • Conseguimos recolher evidências e demonstrar que cumprimos com o RGPD?
  • E enquanto processador de dados por conta de terceiros, cumprimos o RGPD?
  • Já nomeámos um Encarregado da Proteção dos Dados (DPO)? 

 

SABIA QUE...

grafico.png

 

Tal como referido, a aplicação da legislação comunitária em análise está agendada já para Maio, pelo que se revela urgente a consciencialização e formação dos principais sujeitos abrangidos por este novo regulamento, bem assim como que se iniciem as operações tendentes à implementação das boas práticas e regras de regulação e funcionamento que permitam o cumprimento do RGPD.

 

JDSadvogados | Janeiro 2018

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

es.png

 Lisboa, 2017 | Comissão para a cidadania e igualdade de género

 

Ficha Técnica

Título: Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário

Autoria: Cristina C. Vieira (coord.), Conceição Nogueira, Fernanda Henriques, Fernando M. Marques, Filipa Lowndes Vicente, Filomena Teixeira, Lina Coelho, Madalena Duarte, Maria Helena Loureiro, Paula Silva, Rosa Monteiro, Teresa-Cláudia Tavares, Teresa Pinto, Teresa Toldy e Virgínia Ferreira.

Consultoria Científica: Ângela Rodrigues e Teresa Joaquim

Revisão técnica e preparação da edição: Teresa Alvarez (CIG)

Edição: Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género

1.ª ed., 2017

Design gráfico e paginação: Mafalda Matias

ISBN: 978-972-597-416-2 (PDF)

 

Nota prévia

Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário é o quinto Guião de Educação produzido pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade (CIG) no âmbito de um projeto, iniciado em 2008, de produção e edição de materiais científico-pedagógicos destinados à integração da igualdade de género nos currículos dos diferentes ciclos dos ensinos básico e secundário.

À semelhança dos Guiões anteriores, a presente publicação, cuja conceção teve início em 2014 e contou com o apoio do POPH através do Eixo 7 – Igualdade de Género, e foi acompanhada pela Direção Geral da Educação. 

(...)

Este Guião destina-se a docentes do ensino secundário, dos cursos científico-humanísticos e dos cursos profissionais, e atende ao facto de este último ciclo de ensino preparar quer para o prosseguimento de estudos, quer para a entrada no mercado de trabalho.

As propostas contidas neste Guião pretendem contribuir para esses objetivos. Por um lado, permitem a apropriação de um olhar crítico sobre a vida e as relações de homens e de mulheres nas alunas e nos alunos que seguem a via de ensino e, eventualmente, a via da investigação científica. Por outro lado, o conhecimento, por parte dos alunos e das alunas que optarem pela integração no mercado de trabalho, dos direitos e deveres laborais, dos fatores que põem em risco e condicionam esses mesmos direitos, no atual quadro atual da mobilidade geográfica. (...)

Autoria e outros dados (tags, etc)

logo_project_YOUROPE.png

AE de Colmeias |


Encontra-se em fase inicial no Agrupamento de Escolas de Colmeias o projeto Erasmus+ “Yourope: You in Europe”, que envolve escolas de outros quatro países, a saber: Finlândia, Hungria, Roménia e Turquia. Destina-se a alunos de 3º ciclo e decorre de 2017 a 2019, sendo a escola portuguesa a coordenadora internacional do projeto. O mesmo visa promover nos alunos uma atitude esclarecida e proativa face à Europa, tendo em conta o que esta representa/influi na vida de cada um de nós. A ênfase vai para o desenvolvimento de competências, conhecimentos e valores relacionados com a Cidadania/Pertença Europeia, trabalhando aspetos interdisciplinares do currículo, numa dimensão de trabalho cooperativo transnacional, com enfoque na utilização integrada das TIC e das línguas no processo de aprendizagem.O envolvimento das bibliotecas escolares neste projeto encontra-se também garantido, uma vez que a maioria dos professores participantes são professores bibliotecários nos respetivos países.

 

A primeira Reunião Transnacional decorreu em Portugal, entre 15 a 19 de novembro. O objetivo principal deste encontro era a definição pormenorizada de cada etapa do projeto, tendo sido apresentadas as diferentes escolas e sistemas educativos; traçadas em pormenor as atividades a serem levadas a cabo durante o primeiro ano; finalizados os inquéritos de avaliação prévia do projeto para alunos e docentes; selecionado o logotipo final do projeto, após elaboração de propostas pelos alunos de todos os países parceiros; esclarecidas dúvidas e apresentadas sugestões de melhoria, atendendo à realidade de cada país.

 

A visita contou também com o apoio do Município de Leiria, tendo um dos dias de trabalho decorrido na Biblioteca Municipal da cidade, onde, para além da disponibilização do espaço para reunião, os colegas estrangeiros tiveram oportunidade de conhecer, numa visita guiada, a biblioteca (incluindo a belíssima biblioteca de Afonso Lopes Vieira) e conhecer os projetos em curso a nível concelhio.

 

Os colegas estrangeiros louvaram o nível de organização do evento, bem como o espírito acolhedor da comunidade educativa. Todos reconheceram o potencial da parceria em termos da cooperação internacional e de um maior envolvimento dos nossos alunos nas causas/destinos europeus.

 

Saber mais: [http://erasmusplusyourope.com/ ] [https://www.facebook.com/groups/117482255606326/?ref=bookmarks]

Boletim de apresentação do projeto: [https://padlet.com/yourope2017/vopcni3slgk2]

 

As professoras dinamizadoras,

Cláudia Mota e Bernardete Francisco

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

guia.png

TProtección de Datos: Guía para centros educativos.  [e-Book]  Madrid, Agencia Española de Tratamiento de Datos, 2016.

 

La Agencia Española de Protección de Datos (AEPD), en el ejercicio de sus competencias, realizó, con un espíritu preventivo de impulso y fomento de la cultura de la protección de datos, el Plan Sectorial de Oficio sobre la enseñanza reglada no universitaria para conocer el grado de cumplimiento de la normativa de protección de datos en el sector educativo.

 

El Plan recogió la práctica llevada a cabo por los centros docentes y estableció una serie de conclusiones y recomendaciones de actuación publicadas en 2006 para que cada responsable realizase un análisis de cuál era su nivel de cumplimiento de la normativa de protección de datos.

 

Posteriormente, en 2015, se publicó el informe de la Inspección sectorial de oficio sobre servicios de cloud computing en el sector educativo realizada por la Agencia, y que obedece a la necesidad de dar respuestas a las cuestiones que se le plantean ante la cada vez más extendida utilización de plataformas de gestión educativa y de aprendizaje o entornos virtuales de aprendizaje.

 

Su objetivo, además de verificar el grado de cumplimiento de la normativa de protección de datos, es el de facilitar la evolución de la educación hacia un entorno digital y contribuir a que el desarrollo de nuevos modelos de estos servicios respeten los derechos de los afectados. 

 

Además, hay que tener presente la especial consideración que se debe prestar a los menores, particularmente por los poderes públicos, que ha llevado a la Agencia Española de Protección de Datos a incluir la protección de los menores entre las líneas de actuación prioritarias de su Plan Estratégico 2015-2019, a través de una serie de medidas dirigidas, entre otros sectores, al educativo con la finalidad de reforzar y garantizar la protección de sus derechos y libertades.

 

Arévalo, J. (2017). Protección de Datos: Guía para centros educativosUniverso Abierto. Retrieved 4 December 2017, from https://universoabierto.org/2017/12/04/proteccion-de-datos-guia-para-centros-educativos/

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

cidadania.png

 

 

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_