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Como criar e organizar uma exposição na biblioteca? (PDF, 27 páginas) É um novo guia prático posto em linha pela ARL PACA (Agence Régionale du Livre) no início de 2016.

 

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Rainie, L. (2016). [e-Book]  How the public grades libraries – and uses libraries. New York, Pew Research. 2016

 

  • O público pensa que as bibliotecas são importantes, especialmente para as comunidades
  • O público gosta dos bibliotecários e tem confiança neles
  • O público pensa que as bibliotecas são muito importantes para as pessoas com poucos recursos
  • O público crê que as bibliotecas se reiventaram a si mesmas como centros de tecnologia
  • O público todavia lê livros

 

 

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Comunidades multiculturales: directrices para el servicio bibliotecario. [e-Book]  3ª edición, 2009

 

 

Estas directrices constituyen la tercera edición del documento titulado Comunidades multiculturales: directrices para el servicio bibliotecario de la Federación Internacional de Asociaciones de Bibliotecarios y Bibliotecas (IFLA en sus siglas en inglés). Esta revisión se basa en los planes estratégicos 2006-2010 de la Sección de Servicios Bibliotecarios para Poblaciones Multiculturales, los cuales tienen por objeto examinar y revisar las directrices, tomando en consideración las nuevas tecnologías, así como los avances profesionales y sociales que hayan repercutido en la prestación de los servicios y las orientaciones. En el Plan estratégico 2009-2010 también se establece que las directrices revisadas deben traducirse, publicarse y difundirse a través de la página web de la IFLA en todas las lenguas oficiales de la IFLA y en tantas otras lenguas como se desee. (...) in Prólogo

 

Visto aqui.

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Foto: Douro hoje

 

«Quem somos nós, quem é cada um
de nós senão uma combinatória de experiências,
de informações, de leituras, de
imaginações? Cada vida é uma enciclopédia,
uma biblioteca, um inventário de objetos,
uma amostragem de estilos, onde tudo
pode ser continuamente remexido e reordenado
de todas as maneiras possíveis.»
Italo Calvino
Porque… «Somos habitados por
livros e amigos.» Daniel Pennac

 

     «…Importa igualmente garantir que a biblioteca escolar se constitui como suporte fundamental não só para as atividades letivas mas também para o desenvolvimento de projetos pedagógicos bem como para a promoção de outras atividades complementares e de interação com a comunidade (…); Apoiar as atividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e práticas de leitura e das literacias da informação e dos média, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento de escolas (…); Apoiar atividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de atividades ou projeto educativo do agrupamento de escolas (…); Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projetos de parceria com entidades locais; (…)» Portaria n.º 192-A/2015 de 29 de junho. Falar em livros e em leituras obriga-nos hoje a falar em Rede de Leituras de abrangência educacional, social e nacional. O enquadramento do referencial “Aprender com a biblioteca escolar” nas práticas formativas e curriculares exigiu que fossem perspetivadas atividades transversais que se associassem ao trabalho da biblioteca.

 

 

Ler artigo | DOUROhoje |

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IFLA

 

Pode descarregar a sua versão original em PDF num dos sete idiomas da IFLA.

 

Este plano estratégico define as orientações estratégicas e objectivos da Federação Internacional de Associações de Bibliotecários e Bibliotecas (IFLA) para o período 2016-2021. A sua finalidade é orientar a governança e as atividades da organização.

 

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Conteúdo relacionado:

Directrices IFLA sobre bibliotecas (resumo das normas atuais da IFLA)

Manifiesto de las IFLA/UNESCO Sobre las Bibliotecas Digitales

 

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3 e 4 de junho de 2016

 

   O II Encontro da Rede de Bibliotecas de Bragança - Ler o Mundo: passaporte para o futuro - visa abordar questões relacionadas com a problemática da promoção da leitura e o desenvolvimento de diferentes literacias como condição do pensamento crítico e consequente participação enquanto cidadãos na sociedade atual. Este Encontro inclui, para além do debate, outras formas de abordagem, que incluem partilha de boas práticas desenvolvidas por diferentes bibliotecas em torno da promoção e desenvolvimento da leitura e literacias, condição para o sucesso escolar e académico e base para a formação de futuros cidadãos.

 

O II Encontro da Rede de Bibliotecas de Bragança está acreditado para 14 horas - 0,6 créditos. todas as informações em: http://rbb.cfaebn.pt/

Registo: CCPFC/ACC-87074/16, Nº Créditos: 0.6

Modalidade: Curso de Formação, Destinado a: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Estado: C/ Despacho - Acreditado

 

Programa e inscrições

 

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Universidade do Algarve | 10 de maio | anfiteatro Teresa Júdice Gamito (edifício 1) | Campus de Gambelas.

 

Dedicado ao tema «Leitura Digital», o encontro dirige-se a bibliotecários, professores-bibliotecários, técnicos de biblioteca, professores, educadores e todos os interessados na temática.

A iniciativa é organizada pela Biblioteca Municipal de Faro, a Rede de Bibliotecas Escolares e a Biblioteca da UAlg.

 

A entrada é gratuita, com inscrição obrigatória aqui.

Consulte o programa aqui.

 

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Nos 20 anos do edifício da Biblioteca Municipal de Oeiras registaram-se os testemunhos dos seus utilizadores...

 

A Rede de Bibliotecas Escolares saúda a Biblioteca Municipal de Oeiras por estes magníficos 20 anos!

 

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 Arcadia | Por Camila Gómez Caro y Carlos Sánchez Rangel

 

A Johan Esteven nadie le dice qué hacer. Sabe bien, pese sus 11 años, cómo invertir el tiempo libre en su barrio. Arborizadora Alta es una zona alejada de los centros culturales y recreativos de Bogotá; además del fútbol y la charla ociosa al borde del andén, no hay mucho para hacer.

 

Pero en una inclinada calle de Ciudad Bolívar, desde donde se ve toda Bogotá, hay una pequeña biblioteca pública. Y el primero en estar a sus puertas, cada mañana, es Johan. La primera vez llegó por curiosidad, exploró los libros, y un día solicitó el préstamo de un computador, que jamás había usado. Al principio no sabía encenderlo. Hoy navega con agilidad. “Aprendí yo solito”, cuenta orgulloso. Johan podría estudiar en su hogar, pero le gusta hacerlo en la biblioteca. “La verdad, me siento un poquito mejor que en casa. Algunos niños cogen calle de una, pero que haya una biblioteca hace que otros vengan para acá”, dice. (...)

 

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foto de Daniel Rocha. artigo de Nicolau Ferreira no PÚBLICO.

 

É a primeira sistematização da censura de livros médicos pela Inquisição em Portugal - um dos casos expurgados foi o de uma freira que se dizia ter engravidado no banho. Está também em marcha um inventário dos livros de ciência nas bibliotecas dessa altura. O lugar deste objecto na cultura científica nacional começa a ser desvendado

 

O "lápis" da censura nos séculos XVI e XVII era a tinta ferrogálica. Se estivesse muito concentrada, a tinta utilizada na expurgação de uma obra podia queimar o papel. Se fosse em menor quantidade, as palavras censuradas voltavam a ser legíveis. De qualquer forma, esta vertente da Inquisição afectava a leitura das obras, dando-lhes uma conotação insidiosa de pecado e culpa. A literatura técnica e científica em Portugal não escapou a este controlo, como os livros de Amato Lusitano, médico judeu português que fugiu da Península Ibérica.

 

"Qualquer expurgação perturba a confiança na leitura de livros de ciência - um acto que passa pelo desejo de querer saber mais", defende Hervé Baudry, do Centro de História da Cultura da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. O efeito que a censura teve no desenvolvimento científico e cultural do país é ainda difícil de contabilizar, diz o historiador francês, orador num workshop sobre as bibliotecas e livros científicos dos séculos XV a XVIII na Biblioteca Nacional, em Lisboa. Mas Hervé Baudry está apenas no início de um projecto de investigação sobre aquilo a que chama de "biblioteca limpa", ou seja, a expurgação de livros dos séculos XVI e XVII.

 

 

 

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