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Título: Atas do 3.º Encontro sobre Jogos e Mobile Learning


Autor: Carvalho, Ana Amélia Amorim
Cruz, Sónia
Marques, Célio Gonçalo
Moura, Adelina
Santos, Idalina Lourido
Zagalo, Nelson


Data: 7-Mai-2016


Editora: Universidade de Coimbra. Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, LabTE
URI: http://hdl.handle.net/10316/31171
ISBN: 9789729559594

 

Atas-3º-EJML-2016.pdf (16.87 MB) | Ver/Abrir

 

Ligações relacionadas:

3º Encontro sobre Jogos e Mobile-Learning

2º Encontro sobre Jogos e Mobile Learning na Universidade de Coimbra

Encontro sobre Jogos e Mobile Learning na Universidade de Coimbra (2012)

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Ir para a escola sem objetos pesados, como livros e cadernos, é um sonho para muitos alunos, mas é a realidade de uma turma do 12.º ano da Escola Secundária Quinta do Marquês, em Oeiras, que já se habituou a um modelo de ensino livre de papel, e não só.

Na aula a que o Correio da Manhã assistiu, professores e estudantes escrevem nos ecrãs dos tablets e de quadros interativos, onde o acesso à Internet é permanente. (...)

A escola aceitou o convite para participar no Creative Classrooms Lab, um projeto-piloto europeu que tem como objetivo avaliar as potencialidades da utilização de tablets nas salas. Além da inexistência de papel, um aluno sair do lugar para ir resolver um problema ao quadro tornou-se obsoleto, uma vez que todos os dispositivos estão ligados em rede e o professor pode escolher qual deles quer projetar no quadro interativo. Os custos dos 32 tablets distribuídos entre os 25 alunos e os sete docentes da turma foram suportados por uma marca tecnológica. O projeto inicia agora o seu segundo ano. Júlia Tainha, diretora da escola, diz ao CM que este "tem evoluído de forma bastante positiva", considerando-o uma mais-valia para os estudantes.

 

Ler mais no Correio da Manhã, 19 out >>

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Vai decorrer nos dias 24 e 25 de outubro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, o I Congresso de Leitura Digital, que abordará  temas da maior pertinência para o presente e futuro da leitura: novos suportes de leitura; promoção da leitura em ambientes digitais; recursos educativos digitais; segurança nos ambientes digitais; ebooks e bibliotecas; mercado de ebooks; criação de ebooks; leitura e dispositivos móveis. O Congresso é promovido pelo Agrupamento de Escolas Leal da Câmara, em parceria com o Centro de Formação da Associação de Escolas de Sintra e a Rede de Bibliotecas Escolares.

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Um texto esclarecedor sobre a leitura em suporte digital:

 

Soon after Maryanne Wolf published “Proust and the Squid,” a history of the science and the development of the reading brain from antiquity to the twenty-first century, she began to receive letters from readers. Hundreds of them. While the backgrounds of the writers varied, a theme began to emerge: the more reading moved online, the less students seemed to understand. There were the architects who wrote to her about students who relied so heavily on ready digital information that they were unprepared to address basic problems onsite. There were the neurosurgeons who worried about the “cut-and-paste chart mentality” that their students exhibited, missing crucial details because they failed to delve deeply enough into any one case. And there were, of course, the English teachers who lamented that no one wanted to read Henry James anymore.As the letters continued to pour in, Wolf experienced a growing realization: in the seven years it had taken her to research and write her account, reading had changed profoundly — and the ramifications could be felt far beyond English departments and libraries. She called the rude awakening her “Rip van Winkle moment,” and decided that it was important enough to warrant another book. What was going on with these students and professionals? Was the digital format to blame for their superficial approaches, or was something else at work?

 

Ler mais no The New Yorker >>

 

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Para saber mais sobre booktubers (e livros), clique na imagem.

 

(...) En realidad, los booktubers no se limitan a publicar video reseñas, aunque éste sea el formato más habitual. Algunos refieren elaborar booktags, vídeos en los que plantean una serie de preguntas sobre una temática concreta para que sus seguidores propongan lecturas; otros se inclinan por el bookhaul, vídeo mensual en el que muestran los libros adquiridos en ese período y explican por qué los compraron; por el unboxing, mostrando la emoción que les embarga antes de desempaquetar los libros comprados; por el TBR (to be read), formato en el que presentan los libros que esperan leer próximamente; o por elwrap up, exponiendo su experiencia de lectura a lo largo del último mes. (...)

 

 

Este vídeo integra o artigo e foi produzido por um booktuber: "Aquí les traigo mi trabajo final para una clase que llevo en la escuela que se llama Laboratorio de video. El trabajo final consistía en hacer un documental ¿y que mejor que hacerlo de Booktube? ¡Espero te guste!" Alberto R.

 

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Nas 135 bibliotecas municipais que têm OPAC (online public access catalog) a funcionar, conforme dados que divulgámos na semana passada, os sistemas utilizados distribuem-se deste modo:

  • Gib (Libware) = 31
  • Bibliopac + Biblionet (Bibliobase) = 27
  • RBE-ISIS = 22
  • Pacweb (Mind) = 17
  • Horizon + WinLib + Nyron (Novabase) = 13
  • Koha = 5

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Nos 278 municípios de Portugal continental, existem 127 bibliotecas municipais (45,7%) sem catálogo disponível online, segundo os dados recolhidos este mês pelo coordenador interconcelhio Paulo Izidoro, através da consulta a todos os sítios de bibliotecas municipais e autarquias, a listagens de clientes de software OPAC (online public access catalog) e outras pesquisas cruzadas. Mas o número de bibliotecas municipais com catálogo na internet -  135, ou seja, 48,6% - poderá aumentar rapidamente se as 16 bibliotecas com sistemas OPAC desligados procederem à sua ativação.

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O Ensino e Divulgação da Ciência no Mundo Digital do Início do Século XXI é o vetor estruturante do II Encontro Internacional da Casa das Ciências, que terá lugar no Instituto Superior de Engenharia do Porto, de 14 a 16 de Julho de 2014. Dizem os organizadores:  "O tema que escolhemos este ano de 2014 (...), surge na sequência de todo o debate que se realizou em 2013 sobre os RED (Recursos Educativos Digitais) em contexto de sala de aula, expandindo-o para a divulgação científica com finalidade educativa e para os necessários reenquadramentos que a evolução de programas e metas educacionais desenhados pela tutela, sempre originam. Assim sendo, os objetivos fundamentais que se propõem para o conjunto de atividades que constituem o programa do Encontro, passam pela constatação de uma realidade digital, envolvente de todos os segmentos organizativos da sociedade, desde a família à escola onde, de uma forma mais ou menos estruturada, ou desestruturada, o acesso à informação, toda a informação, passou a ter custos irrelevantes e, como tal, contribui de forma decisiva para a construção dos saberes de forma universal." Toda a informação aqui >> .

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Manuel Castells, sociólogo espanhol e um dos maiores especialistas sobre a atual sociedade em rede e o que designa por galáxia internet, numa entrevista ao Fronteiras do Pensamento, reproduzida na  Obvious Magazine, refere-se ao fim da educação tal como a conhecemos hoje:

 

"Todo o sistema da escola está organizado para não dar poder, para fazer dos estudantes objetos submissos que tenham que aprender a informação que seu professor aprendeu na semana passada. Os professores sempre tiveram um livro à frente dos estudantes historicamente. Agora não. Agora, os estudantes sabem mais do que os professores. Não porque saibam, tenham lido mais, mas porque estão mais na internet e sabem mais o que acontece. Muitas universidades hoje em dia proíbem os estudantes de utilizarem o computador e estarem conectados à internet durante a aula, porque dizem que se distraem. Não é isso. Acontece que lhes fazem desafios constantes."

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