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O portal RTP Ensina apresenta um conjunto de recursos - para alunos e professores - que podem contribuir para a educação para a cidadania.

 


A RTP apresentou, ao longo das últimas décadas, rubricas e programas que podem auxiliar estudantes e professores a complementar os seus conhecimentos de cidadania.

 

Na área de cidadania do portal recuperam-se alguns desses documentos com o objetivo de ajudar a cumprir as metas dessas disciplinas: “contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, tendo como referência os valores dos direitos humanos”:

 

Conteúdo relacionado:

 

 

 

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Competencias de YALSA para bibliotecarios que trabajan con los
jóvenes: Los adolescentes se merecen lo mejor. Chicago: Yalsa, 2010

 

Yalsa ([Associação de Serviços Bibliotecários para Jovens] ) desenvolveu este conjunto de competências a primeira vez em 1981, foram revistos em 1998, em 2003 e novamente em 2010. Essas competências podem ser usadas como indicadores de avaliação, como uma ferramenta para melhorar o serviço, como base para o desenvolvimento do programa de estudos bibliotecários escolares, tanto num ambiente de formação de pessoal, como um conjunto de diretrizes para usar ao falar sobre a importância de serviços de biblioteca, para os adolescentes.

 

Outros recursos de interesse para as bibliotecas escolares e jovens

 

Traduzido do espanhol, com adaptações.

Visto aqui.

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 Inscrições | Programa |

 

A AJUDARIS, IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social, em parceria com a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, a Escola Superior de Educação Paula Frassinetti, Instituto Politécnico de Santarém, Instituto Politécnico de Bragança, a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, a Universidade de Lisboa – Instituto de Educação, Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura, tem a honra de anunciar o IV Colóquio Internacional Ler e Ser: Leitura e Vida, que se realizará no dia 14 de outubro de 2017, no Auditório da Fidelidade, e que congregará representantes das áreas que melhor se cruzam com os princípios e os objetivos da AJUDARIS.

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ES de Educação de Viseu | 17 de novembro | Saber mais |

 

A Área Disciplinar de Português da Escola Superior de Educação de Viseu está a promover um Encontro subordinado à Literatura para a Infância: “Imaginários Iluminados: era uma vez...a literatura para a infância”, a ter lugar no dia 17 de novembro de 2017.

 

Este encontro abre espaço à participação de professores, educadores, investigadores que possam estar interessados em partilhar as suas pesquisas, na chamada de trabalhos que se apresenta. Pretende-se um encontro de debate, de reflexão e imaginação a partir do qual se redimensione a literatura para a infância em espaços educativos, em cenários inclusivos e em espaços de ilustração e em representações e estereótipos mais ou menos iluminados. A submissão de resumos para Comunicações livres e Posters está aberta até ao dia 17 de outubro de 2017, propondo como eixos temáticos:

 

1. Literatura para a infância e espaços educativos

2. Literatura para a infância e ilustração na era global

3. Representações na Literatura para a infância ilustrada

4. Literatura para a infância em cenários inclusivos

 

(...)

 

 

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El programa de Comunicación e Información. [e-Book] Paris, Unesco. 

 

Prólogo

El mundo cambia rápidamente y surgen nuevos desafíos que afectan la capacidad de nuestras sociedades para crecer y prosperar. Sin embargo, para enfrentar estos desafíos en constante aumento asistimos a una creciente movilización humana y a un compromiso renovado por parte de las organizaciones internacionales como la UNESCO, que actúan para fomentar el desarrollo sostenible y ayudar a las personas a alcanzar sus aspiraciones y esperanzas.

 

Para ello ha sido necesario concentrarse en la edificación de sociedades del conocimiento sólidas en las que los ciudadanos tengan un acceso libre e igual a la información y al conocimiento, y puedan utilizarlas para liberar el potencial económico y social en cualquier parte del mundo, incluso en el pueblo más remoto de la montaña más alta. En estas sociedades, los estudiantes e investigadores tienen acceso al material educativo y a la investigación científica; las personas con discapacidad no se quedan fuera de la autopista de la información; las mujeres y las niñas se empoderan para crear la nueva generación de aplicaciones TIC que se utilizarán para luchar contra los males sociales que nos acechan; el conocimiento se preserva para las generaciones futuras; los ciudadanos tienen la libertad de expresarse en línea y fuera de ella; y los periodistas pueden tomar su pluma para difundir la verdad sin temor a represalias.

 

La combinación de estos elementos impulsará la innovación y el desarrollo. La UNESCO se moviliza por todo el planeta para asegurarse de que la edificación de estas sociedades prosiga sin descanso. Desde la fundación de la UNESCO en 1945, millones de personas se han beneficiado de su acción y la han sostenido. Sus voces, que se expresan a lo largo de estas páginas, nos recuerdan que la UNESCO es tan relevante hoy como lo fue a mediados del siglo XX y que sigue transformando vidas y comunidades a través del mundo.

Getachew Engida - Director General Adjunto de la UNESCO

 


(2017). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 21 September 2017, from http://unesdoc.unesco.org/images/002

 

Visto aqui.

 

Conteúdo relacionado:

 

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 Download | Guten |

 

O estudo “Práticas de leitura digital em sala de aula” reune uma série de artigos com o intuito de mapear, disseminar e inspirar práticas de leitura digital em sala de aula.

Um dos destaques apresentados neste documento é o artigo "Uso de tecnologias digitais em sala de aula", elaborado pela especialista em multiletramento e leitura, Roxane Rojo.

*** 

 

in Apresentação:

 

O programa “Leitura digital em sala de aula” nasceu da observação da realidade de educadores cujo objetivo é desenvolver competências e o prazer da leitura nos seus alunos.

 

Como empresa com foco na área de letramento, a Guten interage diariamente com escolas e professores, além de discutir quais as principais preocupações que esses educadores têm nas suas rotinas. Nessa jornada, deparamo-nos diariamente com angústias e questões: “Como faço com que os meus alunos leiam mais?”, “Como desenvolver o hábito leitor frente a tantos “distratores” tecnológicos?”, “Por que é que eles se distanciam dos livros ao longo do tempo?”, “Será que os meus alunos leem mais ou menos que a geração anterior?”, “O que é ler no mundo digital?”.

 

Ao mesmo tempo, percebemos que a comunidade escolar ainda precisa de modelos e relatos de casos reais nos quais possa espelhar-se para inovar e, assim, começar a responder às perguntas acima. A vontade de mudança é facilmente detetada. A dificuldade maior está no momento do planeamento e execução: “O que fazer?”, “Como começar?”.

 

Foi assim que decidimos contribuir e mostrar à comunidade educadora alguns exemplos de quem está a começar ou já utiliza recursos tecnológicos voltados para a melhoria da leitura dos alunos. O objetivo do Programa é, assim, fomentar o ecossistema de experimentações na área do letramento digital, trazendo à luz as práticas de professores reais, lidando, nos seus contextos reais, com as suas limitações reais e potencialidades reais. Priorizamos o “real”, as contradições e os impasses imanentes à prática, mesmo quando em busca do “ideal”.

Procuramos disseminar experiências inspiradoras, transformações e reflexões realizadas por um grupo de educadores na sua busca por potencializar a aprendizagem e prover uma experiência leitora mais rica aos seus educandos. Dessa forma, o foco maior do Programa esteve na experimentação de aulas planeadas com recursos tecnológicos relacionados com a leitura e o letramento digital. Não promovemos um curso, mas um grupo de partilha e experimentações. (...)

 

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Adaptado do português do Brasil

(2017). Gallery.mailchimp.com. Retrieved 20 September 2017, from https://gallery.mailchimp.com/c34e670c72aa0ade921b7c20d/files/be24fb62-35ee-4603-8362-091d6d3dc92f/Praticas_em_Leitura_Digital_em_Sala_de_Aula.pdf

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 Programa | InscriçõesLocal: Auditório Municipal Casa da Música de Óbidos |20,21 e 22 de outubro |

 

Evento formativo

Revoluções, Revoltas, Rebeldias, Educação, Leitura, e Literatura. ­ III Seminário Internacional FOLIO EDUCA
Registo: CCPFC/ACC-92425/17, Nº Créditos: 0.6
Modalidade: Curso de Formação, Destinado a: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

 

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Horrigan, Y. J. B. (2017). [e-Book] How People Approach Facts and Information. New York, Pew Research, 2017.

 

Além do interesse das pessoas em tópicos particulares, a pesquisa analisou a confiança das pessoas em oito fontes de informação. Bibliotecas e prestadores de cuidados de saúde estão no topo da lista das fontes mais confiáveis ​​entre os consultados, enquanto os medias sociais estão na parte inferior.

 

Quando as pessoas consideram envolver-se com factos e informações, muitos fatores entram em jogo. Quão interessados ​​estão no tópico? Quanto confiam nas fontes de informação relacionadas com o tópico? Que necessidade têm de aprender outra coisa? Que outros aspetos das suas vidas podem estar a competir pela sua atenção e a sua capacidade de obter informações? Que acesso têm à informação?

 

Uma nova pesquisa do Pew Research Center explora esses cinco aspetos do compromisso das pessoas com a informação e descobre que um par de elementos se destacam particularmente quando se trata do seu entusiasmo: o seu nível de confiança nas fontes de informação e o seu interesse na aprendizagem. Acontece que há momentos em que ambos os fatores se alinham, ou seja, quando as pessoas dependem de fontes de informação e estão ansiosas por aprender, ou quando desconfiam das fontes e têm menos interesse em aprender. Há outros momentos em que esses fatores apontam em direções opostas: as pessoas desconfiam das fontes de informação, mas estão entusiasmadas com a aprendizagem.

 

 

Arévalo, J. (2017). Las bibliotecas y bibliotecarias son los proveedores de información en que más confían las personas. Universo Abierto. Retrieved 19 September 2017, from https://universoabierto.org/2017/09/19/las-bibliotecas-y-bibliotecarias-son-los-proveedores-de-informacion-en-que-mas-confian-las-personas/

 

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 por Sébastien Turbot* | Fonte: Porvir |


Como a chegada de novas ferramentas e algoritmos pode transformar a experiência mão na massa e tornar a aprendizagem mais profunda e relevante

 

“A combinação de humanos com máquinas não é o futuro, é o presente”, disse o xadezista russo Garry Kasparov numa recente palestra TED.

 

E esse “presente” está a transformar o mundo da educação em ritmo acelerado. Com as crianças cada vez mais a usar tablets e a programação a ser incluída nos currículos nacionais por todo o mundo, a tecnologia está a tornar-se parte integrante das salas de aula, tal como o giz e o quadro negro.

 

Já testemunhámos o aumento e o impacto da tecnologia da educação, especialmente através de uma multiplicidade de plataformas de aprendizagem adaptativa, como Khan Academy e Coursera, que permitem aos alunos aprimorar as suas habilidades e conhecimento.

 

E agora a realidade virtual (VR, na sigla em inglês) e a inteligência artificial (AI, também em inglês) estão a ganhar força. Um recente relatório do grupo editorial britânico Pearson decifra como a inteligência artificial transformará positivamente a educação nos próximos anos. Segundo os autores do relatório, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está a ocorrer, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

 

Na verdade, os altos custos continuam a ser um desafio, mas o dia em que as ferramentas de inteligência artificial e realidade virtual serão tão acessíveis quanto os smartphones e os computadores de mesa não está longe.

 

 

 

 

adapatdo do português do Brasil.

 

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!
Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!. (2017). PORVIR. Retrieved 19 September 2017, from http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/

 

*Sébastien Turbot é o curador e diretor de programas globais no WISE (World Innovation Summit for Education) da Qatar Foundation. Siga-o no Twitter: @sturbot

 

 

 

 

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Horizon Report K12 (and how we’re leading these changes!), NHC, 2017.

Download | Download the Digital Toolkit | Fonte |

 

“As bibliotecas cumprem a sua promessa quando alimentam a curiosidade, nutrem a paixão e fomentam a experimentação. Desta maneira, as bibliotecas escolares podem servir como incubadoras naturais para programas inovadores, ampliando assim as capacidades das suas instituições.”

Mark Dzula

 

"Las nuevas pedagogías que aprovechan la tecnología están afectando el diseño de los espacios de aprendizaje. El aprendizaje combinado incluye una variedad de actividades tales como trabajo en grupos pequeños, actividades prácticas y trabajo individual con dispositivos informáticos. . . Las bibliotecas escolares también están en el nexo para repensar los espacios de aprendizaje porque son los espacios más grandes y a menudo menos utilizados. El aprendizaje experiencial a través de la robótica, la impresión 3D y la realidad virtual ocurre a menudo en los centros de medios de la biblioteca, requiriendo el expurgo de algunas de las obras de referencia para crear más sitio para estas actividades. 

El informe anual de K12 Horizon identifica y perfila regularmente seis tendencias clave, seis desafíos significativos y seis desarrollos en tecnología educativa que probablemente afectarán la enseñanza y el aprendizaje.

10 Tendencias clave:

 

1. Avanzar en los enfoques de aprendizaje progresivo requiere una transformación cultural . Las escuelas deben estar estructuradas para promover el intercambio de ideas e identificar modelos exitosos con un objetivo hacia la sostenibilidad.

 

2. Los estudiantes son creadores. El llegada de los espacios de fabricación (makerspaces), permiten el aprendizaje activo y la inclusión de la programación y la robótica que están proporcionando a los estudiantes oportunidades para crear y experimentar a través de formas que estimulan el pensamiento complejo. Así, los estudiantes están diseñando sus propias soluciones a los desafíos del mundo real.

 

3. El aprendizaje inter y multidisciplinario. Los currículos escolares están haciendo cada vez más conexiones claras entre temas como la ciencia y las humanidades y la ingeniería y el arte, demostrando a los estudiantes que una perspectiva y un conjunto de habilidades completas son vitales para el éxito del mundo real.

 

4. El uso generalizado de la tecnología no se traduce en el logro igual del alumno. La tecnología es un facilitador pero no por si sola compensa las brechas en el compromiso y desempeño de los estudiantes atribuibles al estatus socioeconómico, raza, etnia y género.

 

5. La medición continua del aprendizaje es esencial para comprender mejor las necesidades de los alumnos . Las tecnologías analíticas están proporcionando a los maestros, escuelas y distritos opiniones tanto individuales como holísticas sobre el aprendizaje de los estudiantes, informando de estrategias para servir a las poblaciones en riesgo e infradotadas.

 

6. La fluidez en el ámbito digital es más que entender cómo usar la tecnología . El aprendizaje debe ir más allá de la adquisición de habilidades tecnológicas aisladas para generar una comprensión profunda de los entornos digitales, permitiendo la adaptación intuitiva a nuevos contextos y la co-creación de contenido con otros.

 

7. El aprendizaje autónomo no es una tendencia – es una necesidad . Las experiencias prácticas que permiten a los estudiantes aprender haciendo cultivan la autoconciencia y la autosuficiencia a la vez que desarrollan la curiosidad. La realidad virtual y los espacios de fabricación son sólo dos vehículos para estimular estas oportunidades de inmersión.

 

8. No hay reemplazo para una buena enseñanza – el rol está evolucionando . No importa cuán útil y difundida sea la tecnología, los estudiantes siempre necesitarán guías, mentores y entrenadores para ayudarles a navegar en proyectos, generar significado y desarrollar hábitos de aprendizaje a lo largo de la vida. Las culturas escolares deben fomentar, recompensar y escalar prácticas de enseñanza eficaces.

 

9. Las escuelas priorizan el pensamiento computacional en el plan de estudios .Desarrollar habilidades que permitan a los estudiantes utilizar computadoras para recolectar datos, dividirlos en partes más pequeñas y analizar patrones será una necesidad cada vez mayor para tener éxito en nuestro mundo digital. Mientras que la programación es un aspecto de esta idea, incluso aquellos que no se dedicarán ala informática necesitarán estas habilidades para trabajar con sus futuros colegas.

 

10. Los espacios de aprendizaje deben reflejar nuevos enfoques en la educación . La omnipresencia de las pedagogías activas del aprendizaje está requiriendo un cambio en cómo se están diseñando los ambientes de aprendizaje. Las tecnologías emergentes como la creación, la realidad mixta y la Internet de las Cosas están requiriendo planes más flexibles y conectados."

 

 

Arévalo, J.
Arévalo, J. (2017). Tendencias sobre tecnologías educativas en bibliotecas escolares. Universo Abierto. Retrieved 18 September 2017, from https://universoabierto.org/2017/09/12/tendencias-sobre-tecnologias-educativas-en-bibliotecas-escolares/

 

 

 

 

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