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 Luso-Livros |

 

Autor: Alexandre Herculano
Ano de lançamento: 1843
Género: Romance Histórico

 

Número de Páginas: 263
Formatos Disponíveis: .epub .pdf
Idioma: Português Europeu (Pt-Pt)

 

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Está disponível o guia para o desenvolvimento de coleções de recursos eletrónicos em bibliotecas da IFLA.

 

O documento, está disponível para download em língua portuguesa, com tradução de Tatiana Sanches.

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 Visão Júnior | por Liliana Lopes Monteiro | A campanha eleitoral |

 

Há mais de cem escolas, espalhadas por todo o país, que estão ativamente a participar na campanha eleitoral de 'Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?'

 

A 17 de março, há eleições nacionais nas escolas que participam em Miúdos a Votos! Escolhidos os livros que vão a votos, chegou a hora dos alunos defenderem perante os outros a obra que querem que ganhe. Há quem já tenha feito cartazes, há quem esteja a preparar programas de televisão, há quem pense em gravar tempos de antena para a rádio.

 

Os alunos do Agrupamento de Escolas D. Carlos I, em Sintra, escolheram ao todo nove livros, e, entre os vários materiais que produziram, destacam-se os cartazes. Vê se te deixas convencer pelos argumentos deles!

 

Os alunos da EB2,3 Dr. Guilherme Correia de Carvalho, em Seia, querem muito que um dos seus livros favoritos - o Harry Potter e a Pedra Filosofal e Robinson Crusoé - vença as eleições do Miúdos a Votos. Para convencerem os colegas da sua escola e as crianças e os jovens de todo o país que não há livros tão fixes quanto estes, juntaram forças e já produziram cartazes, marcadores de livros e até porta-chaves!

 

Os alunos da Escola Básica do Bonfim, na Guarda, reuniram-se na biblioteca e, decididos a conquistarem os teus votos, desenharam cartazes de propaganda eleitoral muito fixes!

 

Os alunos do 4.D da Escola Miquelina Pombo, na Sobreda, concelho de Almada, representaram a história de 'Teatro às três Pancadas', para convencerem os seus colegas que é nesse livro que devem votar em 'Miúdos a Votos'. Venham espreitar!

 

Pode seguir a campanha eleitoral, em curso nas Escolas, no Facebook da RBE.

No Facebook use a hashtag #miudosavotos para aceder ao conjunto das publicações.

 

 

 

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 janeiro 2017versão online | fonte |

 

O seminário Alargamento da Escolaridade Obrigatória: contextos e desafios teve como objetivo identificar e refletir sobre as várias dimensões da escolaridade obrigatória e assinalar problemas e desafios, nomeadamente:

 

Equidade e sucesso e inclusão de crianças e jovens com necessidades educativas especiais

Mobilização social para o sucesso educativo

Diferenciação de percursos e aprendizagens

Orientação escolar e profissional/decisão

Organização escolar

 

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Educa RTP | Dossiê Agostinho da Silva |

 

O pensamento de Agostinho da Silva

Agostinho da Silva é apontado como um dos grandes pensadores portugueses, mas foi também poeta, ensaísta e, acima de tudo, um amante da liberdade. Conheça a forma como este homem olhava para a vida...

Contexto

Nascido em 13 de Fevereiro de 1906 e logo aos 16 anos começou a colaborar no Jornal “Comércio do Porto”. Com 22 anos terminou o curso de Filologia Clássica da Faculdade de Letras do Porto com 20 valores e, um ano depois, doutorou-se com a mesma classificação.

Foi bolseiro em Paris, colaborador da revista Seara Nova, e em 1935, foi impedido de continuar a lecionar no ensino público depois de se recusar a assinar uma declaração pública sobre Associações secretas.

Dedica-se durante algum tempo ao ensino privado, mas depressa se dedica à realização de conferências e a projeto editorial onde se podem encontrar nomes sonantes daquela geração.

Em 1944, e depois de ter estado preso no Aljube, resolve abandonar o país em direção ao Brasil, onde vai desenvolver vasta atividade durante as décadas seguintes ligado à investigação e ao ensino universitário. Em 1960 foi mesmo conselheiro do presidente da república brasileira Januário Quadros.

A chegada da ditadura militar veio colocar a sua situação em perigo e, aproveitando o período marcelista resolve regressar a Portugal onde vai insistir na sua mensagem libertária até à sua morte que ocorreu em 1994.

 

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No âmbito do projeto Ideias com mérito, "Literacias na escola: formar os parceiros da biblioteca", os professores bibliotecários estão a promover um MOOC (Massive Open Online Course) subordinado ao tema "Referências Bibliográficas".

 

 

Alojado na plataforma Moodle do Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, este recurso está disponível a todos, bastando entrar como visitante.

 

O curso está organizado para alunos do ensino básico, mas é útil para qualquer interessado, podendo ser um precioso instrumento de apoio para que os alunos consolidem a aprendizagem na elaboração de referências bibliográficas com a norma APA - 6.ª edição.

 

Isabel Nina

Coordenadora interconcelhia

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 Ensina RTP |

 

As primeiras experiências de radiodifusão, feitas por Marconi em 1894, abriram caminho para as inúmeras emissões Rádio dos nossos dias. Em Portugal no ano 1923 foi criada a Sociedade Portuguesa de Amadores de Telefonia sem Fio, precursora das rádios de hoje.

 

Em Portugal as experiências com este novo meio começaram nos anos 20 do século passado. Em 1935 nasceu a Emissora Nacional de Radiodifusão, atual Antena 1. Um ano mais tarde começam as emissões experimentais da Rádio Renascença.

Após a revolução de 25 de Abril de 1974, são nacionalizadas todas as rádios em Portugal, com excepção da Rádio Renascença.

Em 1976 a Emissora Nacional passa a chamar-se Rádio Difusão Portuguesa (RDP). Desde então muitas outras rádios foram criadas em Portugal, e passaram também a ocupar um lugar importante nas emissões pela internet.

Fica a saber a história da rádio em Portugal num minuto.

 

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Charles Darwin

12.02.17

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 De Rerum Natura | por José Cerca de Oliveira |

 

Nascido em 1809, Charles Darwin tornou-se uma das mais proeminentes referências científicas de todos os tempos; hoje seria o seu 208º aniversário.

 

Contrariamente ao que é geralmente pensado, o tópico da «transmutação» dos organismos já andava nos círculos científicos da época. O avô do famoso Darwin, Erasmus Darwin, membro da «Lunar Society» (um dos mais famosos ciclos de discussão científica do século XVIII) retrata este controverso tópico na sua obra “The Botanical Garden”. Entre outras figuras mais ou menos esquecidas pela história destaca-se o curador de invertebrados do Muséum National d'Histoire Naturelle de Paris, também conhecido por cunhar o termo «biologia», o famoso Jean-Baptiste Pierre Antoine de Monet, ou Chavelier de Lamark. O feito que destaca os nomes de Charles Darwin e Alfred Russel Wallace, este último co-descobridor da teoria da selecção natural, na história é a sugestão de um mecanismo para a «transmutação» – a selecção natural.

 

Darwin e Wallace sugeriram que os organismos melhor adaptados reproduzir-se-iam mais, passando assim as suas características à próxima geração. Em contrapartida, organismos pouco adaptados reproduzir-se-iam menos (morrendo em idades mais juvenis ou esforçando-se e gastando mais recursos em actividades básicas) e as suas características seriam purgadas das espécies com o passar do tempo. A ideia para este mecanismo parece ter surgido independente a ambos os investigadores – a Darwin como resultado da sua viagem (e leituras durante ela) pelo globo a bordo do HMS Beagle; e a Wallace através de um delírio febril no meio de uma floresta tropical (nota: Wallace enviou o seu manuscrito a Darwin antes de publicar e alguns historiadores sugerem a possibilidade de Darwin se ter aproveitado de algumas ideias). No dia 1 de Junho de 1858 ambos leem um manuscrito conjunto numa reunião da Linnean Society “On the Tendency of Species to form Varieties; and on the Perpetuation of Varieties and Species by Natural Means of Selection”. Quis a história reconhecer Darwin pela publicação da “On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life” (título completo). Esta obra reúne, num argumento de mais de 500 páginas, uma argumentação estruturada a favor da ideia de selecção natural, descrevendo de experiências conduzidas por Darwin ao longo de 20 anos e ideias suas em torno dos fósseis, selecção artificial, deriva de continentes, ocorrência de subespécies e variedades, padrão de desenvolvimento, hibridização de espécies, entre outros tópicos. Em 1870 Darwin escreve a Wallace que poucas coisas o deixaram mais satisfeito do que a amizade entre os dois, pois nunca nenhum havia sentido inveja, apesar de um certo sentido de rivalidade. (...)

 

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 Público | foto de Nuno Ferreira Santos |

 

São 10 as áreas de competências que passarão a nortear aquilo que um aluno deve conhecer quando chega ao fim da escolaridade obrigatória.

 

Não aos monólogos, sim à interacção! Esta será, em resumo, uma das consequências práticas em sala de aula que o Ministério da Educação (ME) espera alcançar com o novo perfil de competências de alunos, que se prepara para adoptar, segundo apontou o jurista Guilherme d’Oliveira Martins.

 

O também ex-ministro da Educação do PS, entre 1999 e 2000, presidiu ao grupo de trabalho a quem o ME encarregou de definir quais as competências que os alunos devem ter no final de escolaridade obrigatória até aos 18 anos. O documento foi apresentado neste sábado.

 


É preciso saber que estudante se quer antes de fazer uma revisão curricular

“A assumpção de princípios, valores e competências-chave para o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória implica alterações de práticas pedagógicas e didácticas”, afirma-se no documento, que irá agora para consulta pública. E estas alterações, defende-se, passam em muito por recentrar o lugar do aluno na aprendizagem.

 

Por exemplo, criando na escola “espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente” e também promovendo, “de forma sistemática, na sala de aula e fora dela, actividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores”. Os professores, acrescenta-se, também deverão “abordar os conteúdos de cada área de saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural em que insere”.

 

Avaliação também muda

“Trata-se de um momento-chave porque o alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos [aprovado em 2009 e concretizado a partir de 2012/2013] foi apenas um acto administrativo. A partir de agora passa a ser também um acto educativo que dá resposta à seguinte pergunta: porquê estar na escola até aos 18 anos?”, frisou o secretário de Estado da Educação, João Costa. (...)

 

 

Transcrição da notícia do jornal Público de 11/02/. Alterado o título.

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Conselho Nacional da Educação

 

António Dias Figueiredo - Contribuição para o debate sobre o "Perfil dos Alunos para o Século XXI":

 

Jaime Silva - Contribuição para o debate sobre o "Perfil dos Alunos para o Século XXI":

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Ler na fonte |

 

http://www.uem.br/acta
ISSN printed: 1983-4675
ISSN on-line: 1983-4683
Doi: 10.4025/actascilangcult.v38i3.31138

 

Diana Navas (1) e Ana Margarida Ramos (2)

(1)Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Rua Monte Alegre, 984, 05014-901, Perdizes, São Paulo, São Paulo, Brasil. (2)Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal. 

 

RESUMO. Este estudo tem como objetivo investigar uma tendência crescente na literatura juvenil contemporânea: o recurso à intertextualidade e a estratégias metaficcionais como forma de complexificação da narrativa, desafiando a linearidade, e de alargamento das leituras possíveis dos textos, potencializando o diálogo com outros textos e, até, outros universos artísticos.

 

Para tal, debruça-se sobre dois romances contemporâneos, um português e um brasileiro, respectivamente: Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz, e A audácia dessa mulher, de Ana Maria Machado. Pretende analisar o modo como esses romances, de evidente cunho metaficcional, retomam textos alheios e com eles, ao mesmo tempo em que revelam ao leitor seu processo de poiesis, encenam o processo de construção ficcional, fazendo do processo de leitura um desafio.

 

Palavras-chave: literatura juvenil, romance contemporâneo, estratégias metaficcionais, intertexto.

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