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Mais uma newsletter, a nº 73, e um estudo fundamental para conhecermos a relação dos portugueses com a internet, que o Observatório da Comunicação (Obercom) acaba de publicar: A internet em Portugal 2012.


A primeira edição da série A Sociedade em Rede de 2012 dá conta daquele que é um dos temas de mais complexa abordagem. Se a internet é, cada vez mais, um meio de comunicação particular, é, também, o mais o mais forte media canibalizador.
Como se poderá verificar pelo conteúdo deste relatório, cada vez mais os portugueses se relacionam com os restantes meios de comunicação e com outros formatos de visualização através da Internet.
Da relação com o audiovisual à própria projecção do Eu nas redes sociais, a questão é complexa e será um dos temas a aprofundar, pelo Observatório da Comunicação, no decorrer deste ano.

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Imagem: CNET





Os indivíduos que mais lêem livros em formato digital e eletrónico são também os que mais lêem livros impressos, como revelou um estudo levado a cabo pelo Pew Research Center, agora também em destaque na última newsletter do Observatório da Comunicação (Obercom).


Uma conclusão que contraria a recente tendência para encarar a tecnologia como o fator determinante na criação do gosto e hábitos de leitura. A tecnologia surge sempre ligada a um contexto social e cultural, cujas variáveis influenciam os seus diversos modos de utilização, como também acontece na criação de hábitos de leitura.

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A Casa das Ciências entregou [ontem], dia 30 de Maio de 2012, em cerimónia pública realizada na Fundação Calouste Gulbenkian, os prémios Casa das Ciências 2012, aos professores portugueses que se distinguiram na produção de recursos educativos digitais para o ensino das ciências.


Destacamos algumas das declarações, ao jornal Público, do coordenador da Casa das Ciências e professor catedrático de Química da Universidade do Porto, José Ferreira Gomes:

Temos um feedback notável dos professores que usam o portal (...). Tivemos connosco professores notáveis! Interessados pelo ensino e pelos seus alunos; interessados pela melhoria dos métodos de ensino; disponíveis para participar, muitas vezes com custos pessoais significativos; abertos às críticas que os avaliadores fazem e que levam a que os materiais sejam melhorados para finalmente serem publicados (...).

Os vencedores Prémio Casa das Ciências 2012 podem ser conhecidos aqui >>

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Amanhã, dia 1 de Junho, pelas 21h30, vai realizar-se no Pavilhão Multiusos de Gondomar a cerimónia de entrega de prémios da VIII edição do concurso de poesia Poemas Sol tos_12. Foi organizado pelas Bibliotecas Escolares / Centros de Recursos Educativos das Escolas do concelho de Gondomar, coordenado pelo Agrupamento de Escolas de Rio Tinto n.º2 e pelo Agrupamento de Escolas de Baguim, e contou com o apoio da Câmara Municipal de Gondomar/ Pelouro da Cultura. O concurso dirigiu-se à população escolar de todos os níveis de ensino do Município – 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino Básico, ensino secundário e educação e formação de adultos. 
A VIII edição do concurso registou a participação de 15 estabelecimentos do ensino público e privado do município, tendo sido rececionados 1063 trabalhos, dos cinco escalões de participação: escalão A – alunos do 1.º CEB – com 401 textos a concurso; escalão B – alunos do 2.º CEB – 322 textos; escalão C – alunos do 3.º CEB – 237 textos; escalão D – alunos do ES –  55 textos; e escalão E – alunos EFA – a concurso com 48 textos.

Esta iniciativa contribuiu, em larga medida, para uma mobilização das Escolas no incentivo à leitura e, sobretudo, à produção literária infantil, juvenil e adulta, estimulando a participação e a criatividade. 


Os resultados do concurso estão disponíveis aqui >>


Fernanda Freitas
Coordenadora interconcelhia

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A escritora Margarida Fonseca Santos visitou três escolas do Agrupamento de Escolas do Mindelo: EB1/JI de Areia, EB1/JI do Facho e EB1/JI do Real. Em todas elas foi recebida por alunos e professoras muito entusiasmados com os trabalhos que fizeram, com as dramatizações que apresentaram, com os presentes que fizeram questão de oferecer à escritora e com os livros que adquiriram e que quiseram que fossem autografados. Margarida Fonseca Santos exprimiu, em cada escola, a sua maior satisfação em estar com meninos e meninas que tanto a sensibilizaram com as leituras que dos seus livros fizeram.


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Escrever não dói 


Artigo da psicóloga Rosely Saião, inicialmente publicado na Folha de São Paulo (Brasil, 29/05/2012) e reproduzido no blogue Sou Professor :

 

A escrita digital não substitui a manual; as duas formas são importantes para o exercício da cidadania Uma professora de segundo ano que trabalha com alfabetização me contou que, na sala em que ela dá aulas, há alguns alunos que não querem, de maneira alguma, escrever. Eles dizem que dá muito trabalho, que cansa as mãos etc. Eles dão todo tipo de justificativa para evitar o exercício da escrita. E não se trata de crianças que ainda não alcançaram o domínio da leitura. Apesar de não serem leitores fluentes, eles já conseguem ler e entender o sentido do que leem. E gostam de ler. Mas escrever….


A professora, corajosa e batalhadora, não desiste: cria todo o tipo de estratégia para fazer com que esse grupo de alunos enfrente o trabalho da escrita. Frente à insistência da professora, um aluno a desafiou. Crianças dessa idade são sagazes, criativas, audazes e absolutamente antenadas com o contexto do mundo atual, principalmente o tecnológico, que usam com intimidade. O garoto, usando a linguagem própria de crianças, disse que aprender a escrever era um trabalho desnecessário, porque ao apertar a tecla do computador ou ao tocar a tela do tablet ele escrevia do mesmo jeito e isso não fazia a mão doer. “Professora, se eu só vou escrever em computador e em tablet, por que tenho que aprender a fazer essas letras desenhadas?”. E você pensa, caro leitor, que o menino parou aí? Não! Ele prosseguiu. “E no computador tem corretor de palavras, então eu nem preciso escrever tudo certinho porque ele corrige quando eu escrevo errado.” Foram essas perguntas do aluno que fizeram a professora me procurar. Ela está em busca de argumentos para convencer os alunos da importância da escrita.

O problema é que ela não tem uma boa resposta. Isso me lembrou uma informação que foi notícia no ano passado e que rendeu muitas análises e discussões, pelo menos no meio acadêmico. Nos Estados Unidos, alguns estados já aboliram a obrigatoriedade do ensino da letra cursiva no ensino fundamental. E tudo indica que o próximo passo será banir de vez a prática. A escrita é um meio de comunicação. Por meio dela expressamos nossos pensamentos e nos comunicamos com eles. Esse é um tipo de linguagem que coloca as pessoas em contato umas com as outras: pode ser um recado, a manifestação de um sentimento, pode ser muita coisa. Mas, se a escrita pode ser digital, por que é importante a escrita à mão?


Em primeiro lugar, porque a substituição de uma pela outra empobrece o mundo e a variedade das linguagens. Se podemos ter os dois tipos, porque vamos escolher ficar apenas com um deles? A existência da arte digital, um tipo de linguagem, não nos faz pensar na substituição dos quadros, não é verdade? Ficamos com as duas formas de expressão. Em segundo lugar, porque a escrita digital restringe sobremaneira as possibilidades de comunicação com as pessoas. Quantas delas há no mundo, em nosso país, em nossa cidade, em nosso grupo de convivência, que não têm acesso a essa tecnologia? A linguagem escrita e seu aprendizado são partes integrantes e importantes do exercício da cidadania. Não se trata apenas, portanto, da aprendizagem de um código. É bem mais do que isso. Nossos novos alunos terão menos dificuldades para se esforçar na aprendizagem da escrita se perceberem que nós temos convicção da importância desse tipo de comunicação.

 

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Restaurar as condições para a prática da contemplação é o fio condutor desta publicação da separata políticas de informação e tecnologia da ALA American Library Association (Office for Information Technology Policy), Restoring contemplation, de Jennifer A. Mannisto (2011) . Defende a necessidade e a utilidade da ação das bibliotecas, dos seus profissionais, dos formecedores de software e dos investigadores para apoiar o pensamento crítico e analítico enquanto condição de uma melhor qualidade de vida para todos, mitigando consequências negativas do excesso de informaçao e de conetividade, que a profusão de meios digitais acentua.

Estas ideias, próximas das que vem defendendo Steven Bernstein no seu saboroso artigo Embracing the shhhhtereotype (25.05.2012), alertam para o papel decisivo das bibliotecas numa economia de conhecimento, de forma a garantir não apenas o acesso mas a capacidade de seleção e processamento crítico da informação, e a qualidade de vida, ameaçada pelo excesso de conexões e de conectividade no quotidiano.

Uma boa recensão crítica do livro, em espanhol, pode ser lida neste Think Thank do LecturaLab da Fundación Germán Sánchez Ruipérez, de onde também retirámos a imagem.



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Biblioteca Escolar: presente!
E-book disponível para descarregar.


Promovido pelo Forum Gaucho pela Melhoria das Bibliotecas Escolares, foi publicado em 2011 com o apoio do Goethe Institut de Porto Alegre. O Instituto Alemão promove, regularmente, o intercâmbio entre profissionais sobre bibliotecas escolares, no Brasil, e noutros países da América Latina. Um exemplo que o Instituto Camões poderia seguir?
Informação acedida via Dicas de Leitura, onde também podemos saber mais sobre este Forum, que reune diferentes parceiros, e é coordenado pelo CRB-10 (Conselho Regional de Bibliotecários).

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Pode aceder aqui ao suplemento da última revista da ALA - American Library Association, sobre conteúdos eletrónicos e digitais.

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