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Um concerto destinado a sensibilizar crianças e jovens para a música, a promover o lançamento da futura Casa do Museu das Crianças e a apresentar a Vocalizze.

Amanhã, no Centro Cultural de Belém, às 19,30 h.






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Cartaz do 2º Encontro de Bibliotecas Escolares do Algarve, que irá decorrer a 25 de Maio no Hotel Vila Galé Tavira.

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Da programação de Maio da Biblioteca Municipal de São João da Madeira, destacamos, no dia 27, À Conversa com … Alexandra Lucas Coelho e O Caderno Afegão. O livro constitui um relato lúcido e incisivo de uma jornalista que viveu, entre 31 de Maio e 28 de Junho de 2008, no Afeganistão.



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O último Relatório do Banco de Portugal (Primavera 2010) é dedicado à discussão do tema -  O investimento em educação em Portugal: retornos e heterogeneidade. Citamos os dois parágrafos iniciais, embora todo o documento mereça a nossa atenção:

A educação assume um papel crucial no processo de desenvolvimento económico e social moderno. O crescimento económico sustentável nas economias desenvolvidas requer uma população de trabalhadores, empresários e gestores com um elevado nível de escolaridade. Apenas desta forma se potencia a criação e adopção de novas ideias. Ao longo do século XX o crescimento económico português foi relativamente contínuo, se bem que de forma mais consistente depois da década de 50, mas o seu desenvolvimento educacional foi muito descontínuo. Ao longo de mais de dois terços do século XX o nível educativo mediano dos portugueses não foi além de quatro anos de escolaridade. Apesar dos progressos registados nas últimas décadas, a estrutura educacional em Portugal permanece muito frágil quando comparada com a das restantes economias avançadas. Este facto constitui um entrave ao crescimento da economia portuguesa no presente e no futuro.

O desenvolvimento tecnológico registado ao longo de todo este período foi sempre utilizador intensivo de qualificações. Essas qualificações comandam o aparecimento e a utilização de inovações tecnológicas. As economias que mais progrediram ao longo do século foram aquelas que aliaram uma população activa com elevada escolaridade às instituições promotoras do crescimento, tais como o tipo de governo e a garantia dos direitos de propriedade (Katz e Goldin, 2008). Entre vários países destacam-se os EUA, que lideraram ao longo do século XX a promoção da educação generalizada a toda a população. Mais recentemente, alguns países realizaram progressos assinaláveis no domínio educativo, como por exemplo o Japão e a Irlanda, que têm hoje níveis de escolaridade bastante elevados. O resultado desses investimentos, individuais e colectivos, foi a criação de uma vantagem competitiva na área da inovação e um forte crescimento económico. Em contraste, Portugal iniciou o Século do Capital Humano, como é designado o século XX, com uma redução do número de anos de escolaridade obrigatória, de 5 anos em 1919, para 3 anos em 1930. Esta situação perdurou durante mais de 30 anos e Portugal entrou no último quarto de século com a população activa menos escolarizada de entre todos os países da OCDE.

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O Instituto de Apoio à Criança inaugurou um novo sítio que permite, entre outros, o acesso a várias publicações em linha sobre os direitos da criança e a todos os números do Infocedi editados.

Pode consultar aqui >>

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Entrevista a John Kotter, autor da fábula O nosso icebergue está a derreter, que conta a história de uma colónia de pinguins na Antártida.

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O nosso iceberg está a derreter é uma fábula simples sobre ser-se bem sucedido num mundo em constante mudança. Baseada no trabalho premiado de John Kotter, da Harvard Business School, esta história tem sido utilizada para ajudar milhares de pessoas e organizações a gerirem a constante e vertiginosa mudança em que vivemos.

A resistência à mudança, os obstáculos aparentemente inultrapassáveis e as tácticas mais inteligentes para lidar com esses mesmos obstáculos são temas abordados neste livro.

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Foto: becre-esct.blogspot.com

Aproveitando a sugestão de um dos nossos leitores a propósito do excerto da entrevista de António Barreto que publicámos,  deixamos o convite à leitura das notas sobre a conferência proferida por Olga Pombo, Escola, Ensino e Instrução,   na Biblioteca da Escola Secundária de Cacilhas-Tejo,  publicadas aqui >>



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Bernardo Carvalho venceu o Prémio Nacional de Ilustração 2009 pelas ilustrações do livro Depressa, Devagar, com texto de Isabel Minhós Martins, editado pela Planeta Tangerina. (...)

Nesta 14ª. edição do Prémio Nacional de Ilustração foram analisadas 117 obras, que reuniram 76 ilustradores, publicadas por 35 editoras.
O Júri, constituído por Cristina Taquelim, conceituada especialista em promoção da leitura e criadora do Projecto “Palavras Andarilhas” da Biblioteca Municipal de Beja, João Paulo Cotrim, jornalista e escritor de livros para a infância, em representação da APPLIJ/IBBY, e Assunção Mendonça, em representação da DGLB, reconheceu a elevada qualidade da ilustração das obras a concurso, o aparecimento de primeiras obras auspiciosas, a evolução e a capacidade de inovação presente no trabalho de ilustradores já com obra feita e o aparecimento de novas editoras com produções de qualidade
Após análise de todas as obras e de muita reflexão em conjunto, o Júri decidiu, por unanimidade, atribuir o Prémio Nacional de Ilustração ao conjunto de ilustrações da obra Depressa, devagar, da autoria de Bernardo Carvalho, com texto de Isabel Minhós Martins, da editora Planeta Tangerina. As duas menções especiais foram atribuídas às ilustrações da obra Livro dos medos, da autoria de Marta Madureira, com texto de Adélia Carvalho, da editora Trampolim, e às ilustrações da obra Andar por aí, da autoria de Madalena Matoso, com texto de Isabel Minhós Martins, da editora Planeta Tangerina.
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Um surpreendente vídeo sobre o futuro da edição:

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