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Em homenagem a Rómulo de Carvalho, que nasceu a 24 de Novembro de 1906 e no âmbito da Semana da Ciência e da Tecnologia, celebra-se hoje o Dia Nacional da Cultura Científica. Desde o dia 21 que  está a decorrer um grande número de actividades de divulgação científica  organizadas por diferentes instituições, incluindo escolas.
Ciência Viva 
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Completam-se hoje 150 anos sobre a publicação da 1ª edição de A Origem das Espécies de Charles Darwin. Citamos, sobre o tema, o biólogo Paulo Gama Mota: os mil duzentos e cinquenta exemplares da primeira edição, publicada a 24 de Novembro de 1859, esgotaram no primeiro dia. E havia boas razões para isso: o livro era polémico, propunha uma revolução na perspectiva como encarávamos a natureza viva que nos rodeia, abria o caminho para uma perspectiva radicalmente nova sobre as nossas origens e evolução e revelou ser um dos mais importantes livros de sempre. Nele, Darwin sustenta que as espécies evoluíram, não foram criadas, como se pensava então, e propõe o mecanismo de selecção natural para explicar essa evolução e as adaptações dos organismos.
 De Rerum Natura >>

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As famílias portuguesas estão cada vez mais empenhadas no sucesso escolar dos filhos e é natural que confiem no manual recomendado pelo professor, mas a tendência é para um formato digital, defende a investigadora Ana Nunes de Almeida,  comissária e oradora da Conferência  "Infância, crianças e internet: desafios na era digital" que encerra hoje na Fundação Calouste Gulbenkian.

Diário de Notícias, 11 Novembro >>

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O investigador e docente José Afonso Furtado, que acompanha desde o início a evolução dos livros e dos dispositivos de leitura electrónicos, alerta que estes aparelhos ainda levantam problemas de usabilidade e que convém ponderar antes de os adquirir.

Diário de Notícias, 10 Novembro >>
                                                                                                         
                                                                                     Ler mais sobre J. A. Furtado >>

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Já se encontra disponível o relatório da 1ª fase do estudo Crianças e internet: usos e representações: a família e a escola, coordenado por Ana Nunes de Almeida, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, comissária  e interveniente na conferência "Infância, Crianças e Internet," a decorrer na Gulbenkian .
Para a realização do estudo foi aplicado um questionário a  3039 crianças e jovens dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico, maioritariamente entre os 10 e os 15 anos de idade. Estiveram envolvidas 50 escolas, públicas e privadas, pertencentes às 5 Direcções Regionais de Educação.
Um estudo fundamental para o conhecimento e reflexão sobre o uso da Internet no meio familiar e na escola, do qual citamos, aqui, algumas notas conclusivas:

A introdução das novas tecnologias de informação e comunicação no quotidiano das crianças é um facto incontornável. Os resultados do inquérito ilustram um quase universal acesso ao computador com ligação à internet. Contudo, apesar desta notável inovação que parece atingir largas franjas de população infantil, descobrem-se alguns sinais de diferença no interior da tendência marcante. Na perspectiva das crianças, e apesar da presença e até por vezes abundância de equipamentos na escola (ex.: nº de computadores, nº computadores ligados à internet, existência de banda larga), os usos da internet no processo de ensino-aprendizagem ficam bem aquém do retrato desenhado pelas estatísticas oficiais ou pelos testemunhos recolhidos junto dos próprios dirigentes dos estabelecimentos de ensino. No campo educativo, as crianças dizem usar pouco a internet na sala de aula, na relação com a escola ou com os professores; muito raramente é introduzida no ensino de disciplinas curriculares que não as TIC ou a Área de Projecto. A internet é utilizada sobretudo como complemento ou enriquecimento de tarefas e de trabalhos escolares que, antes, se faziam sem ela. Na escola, na sala de aula, a navegação na net é directivamente feita sob encomenda (do professor), enquadrada em objectivos pré-definidos, com restrições de tempo. A exploração a céu aberto, o deambular nómada e sem horário entre sites e conteúdos, o ensaio experimental de novas competências ou funcionalidades podem certamente em alguns casos ocorrer na escola, aliás sobretudo fora das aulas. Porém, estas actividades concentram-se, por excelência, no espaço extra-escolar.
A casa é, assim, um lugar estratégico de aprendizagens – onde a internet constitui não só um recurso educativo, mas também informativo, lúdico e comunicacional. A partir de casa a criança entra no espaço global, exercitando-se como indivíduo activo, decisor e investigador por conta própria, tirando partido e construindo o seu lugar na cultura de pares. (…). É muito expressiva a parcela de inquiridos que afirma ter aprendido a navegar “sozinho”; por outro lado, a esmagadora maioria das crianças declara ser a pessoa que mais a usa a internet em casa, como também se considera auto-suficiente na gestão dos seus canais de comunicação e informação, nas modalidades de descoberta e visita de páginas Web.
Fora da escola continua a jogar-se muita da aquisição da literacia digital, dos seus usos mais sofisticados, gratificantes e multifacetados; e também a modernidade da condição infantil. Daí o facto de as formas mais persistentes de clivagem digital continuarem a actuar a partir de casa, distinguindo crianças escolarizadas, cujos pais são eles próprios consumidores intensivos destes bens e serviços, utilizadores profissionais e competentes de novas TIC, os quais as iniciam e acompanham no seu uso, das crianças com origens sociais desfavorecidas, residentes em áreas não-urbanas do País, cujos pais mais dificilmente suportam (ou compreendem) a relevância da compra do acesso doméstico à internet (a que se somarão as deficiências de cobertura dos serviços de acesso à internet por parte dos diversos operadores comerciais). E daí a urgência de a escola repensar o lugar e o estatuto da internet no sistema de ensino-aprendizagem, de modo a proporcionar a todas as crianças, no espaço escolar, os seus diversificados níveis de domínio. (…) Se a escola, para além do acesso, não oferecer a todos os seus alunos esse uso de qualidade e plurifacetado estará a vedar às crianças com origens familiares desfavorecidas o acesso a novas oportunidades de aprendizagem, de consolidação de competências digitais criativas e, até, de integração na cultura dominante de pares.

Crianças e internet: usos e representações: a família e a escola >>

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Infância, crianças e internet: desafios na era digital
Conferência Internacional

23 e 24/11/2009 - 10h00

Entrada livre
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A versão portuguesa  do cartaz elaborado pelo Conselho da Europa no âmbito das comemorações dos  20 anos da Convenção dos Direitos da Criança, adoptada precisamente em 20 de Novembro de 1989.

Público, 20 Novembro >>

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Fernando Pinto do Amaral, escritor, poeta, professor e crítico literário, é o novo comissário do Plano Nacional de Leitura.

Público, 19 Novembro>>


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A revista Noesis oferece-nos sempre razões de sobra para uma leitura atenta das suas páginas. No dia de hoje, em que se comemoram os 20 anos da Convenção dos Direitos da Criança, destacamos, do último nº da revista, a entrevista a Marta Pais. A entrevistada  colaborou na redação da Convenção dos Direitos da Criança, acompanhou a sua aplicação em diversos países e é, desde Maio de 2009, representante do secretário-geral da ONU para o combate à violência contra as crianças.

 Noesis, Julho/Setembro 2009 >>

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Intel Reader

20.11.09
A Intel iniciou a comercialização de um leitor electrónico, do tamanho de um livro de bolso, que permite converter texto impresso em formato digital e, a seguir, converter a escrita em voz. O aparelho permitirá a invisuais, amblíopes e outras pessoas com dificuldades de visão, ultrapassar os obstáculos em relação à leitura.



Público, 13 de Novembro >>

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