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O Programa RBE tem vindo a promover nos últimos anos, em articulação com a DGIDC, as Direcções Regionais e os Centros de Formação, uma série de acções de formação em diferentes domínios de intervenção das bibliotecas escolares, orientadas quer para os coordenadores das bibliotecas e docentes em geral, quer para os coordenadores inter-concelhios e formadores da área.
É no contexto deste trabalho sobre a formação que o Programa RBE irá participar entre 3 e 5 de Setembro num Workshop da Unesco em Ankara intitulado "Training the Trainers in Information Literacy" .
No âmbito deste Workshop serão apresentadas algumas boas práticas em literacia de informação de escolas dos diferentes países participantes.
No caso português serão divulgadas as experiências de duas escolas já beneficiadas em anos anteriores pela Candidatura de Mérito, fazendo jus ao trabalho desenvolvido pelas suas bibliotecas escolares desde a primeira hora, e ao valor desta candidatura no reconhecimento, valorização e disseminação de boas práticas: EB1 de Castro Verde e EB23 Galopim de Carvalho (Sintra).
Os dois exemplos que serão relatados têm em comum o facto de terem feito uso da Área de Projecto como área curricular privilegiada para o desenvolvimento das competências de informação.

A EB1 de Castro Verde promoveu em 2005-06 e 2006-07 um Projecto intitulado “Vamos contar…História”, através do qual as turmas puderam realizar inúmeras aprendizagens relacionadas com diferentes períodos, episódios e personalidades da História de Portugal. Em 2007-08 a escola decidiu seguir a mesma estratégia, escolhendo um novo tema _ “Portugal, o nosso país”, através do qual se propôs estudar o património natural e cultural das diferentes regiões de Portugal, tendo este tema funcionado mais uma vez como ideia-chave aglutinadora e mobilizadora de toda a escola. O Jardim de Infância e outras escolas do Agrupamento foram também envolvidos no Projecto, que este ano contou com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, através do Projecto THEKA.
A Biblioteca Escolar assumiu neste propósito um papel de liderança, geri
ndo o Projecto, apoiando a realização de todas as actividades e suportando todos os processos de pesquisa, processamento e produção de informação que lhes estiveram subjacentes.
As actividades realizadas foram muitas: cada turma estudou uma região e apresentou-a às outras turmas, aos pais e à comunidade local em “serões culturais” organizados para o efeito. Um Coro escolar foi constituído com o apoio do Conservatório do Baixo Alentejo para interpretar canções do Cancioneiro Popular Português. Danças tradicionais foram ensaiadas pelas diferentes turmas. Foi realizada uma Feira de Gastronomia regional. Um programa na Rádio local transmitiu mensalmente o trabalho dos alunos sobre cada região e um Espectáculo final animou através de encenações, canções e danças as representações do País em “Vem ver passar Portugal II”.
A EB23 Galopim de Carvalho desenvolve desde 2006/07 um Projecto intitulado “Da Informação ao Conhecimento”, através do qual vem implementando um Programa para a Literacia da Informação, integrado na Área de Projecto e coordenado pela biblioteca escolar em articulação com os professores responsáveis.
Diferentes estratégias e actividades foram realizadas, entre as quais se destacam a produção e discussão com os professores das Áreas de Projecto de uma Guia sobre “Como fazer um trabalho de pesquisa”, para ser utilizado com os alunos. Um pequeno vídeo ajudou à divulgação deste Guia. A biblioteca organizou ao longo do ano seis workshops de formação para os mesmos professores, no sentido de os munir dos conhecimentos e competências necessárias para saberem integrar a literacia de informação na sua prática docente. Uma equipa constituída pela coordenadora da biblioteca e docentes dos diferentes níveis ensino elaborou e apresentou ao Conselho Pedagógico uma proposta de um Currículo de Literacia da Informação, a integrar o Projecto Curricular do Agrupamento, do 3º ao 9º ano de escolaridade. A biblioteca planeou com os professores das Áreas de Projecto as actividades e recursos a utilizar em função dos temas escolhidos pelas diferentes turmas ou anos e colaborou no desenvolvimento dessas actividades, entre as quais se contaram a produção de pequenos filmes e apresentações, sessões de leitura, debates, exposições, convite a personalidades, etc. Visitas à biblioteca e sessões de formação de utilizadores para os novos alunos e professores foram ainda dinamizadas, com o apoio de alunos monitores, para além do apoio regular e informal dado a todos, sempre que necessário.
Esperamos com a disseminação destas boas práticas contribuir para uma maior projecção no exterior, do trabalho das escolas, do Programa RBE e de outros parceiros no sentido da melhoria dos níveis de literacia dos nossos jovens e estimular internamente a que mais escolas criem e suportem Planos de Acção eficazes para a Literacia de Informação, a qual constitui hoje uma das áreas de intervenção mais importantes das bibliotecas escolares no cumprimento da sua missão educativa, pedagógica e cultural.

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O Ministério da Educação oferece um livro a cada aluno do 1º ano de escolaridade, no início do ano lectivo 2008-2009 (Ensino Público e Ensino Privado).Sendo a entrada no 1º ano de escolaridade um momento importante na vida das crianças, e também na vida das famílias, procura-se que fique associada à importância da leitura através da oferta de um livro a cada um dos 115 mil alunos que irão chegar à escola para o primeiro dia de aulas, em Setembro de 2008.
A operação envolve a aquisição de um total de 115 000 livros, a distribuição a cerca 1 500 agrupamentos, que abrangem 6 500 escolas de 1º ciclo da rede pública, e a 600 escolas da rede privada, até 28 de Agosto de 2008.
Ver Projecto [PDF]

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Um novo caminho para as bibliotecas?

Apareceram recentemente algumas notícias que dão conta de uma nova forma de funcionamento da biblioteca pública, recorrendo aos recursos da web 2.0 e abrindo novos caminhos ao papel das bibliotecas no futuro. Os factos ocorrem em bibliotecas americanas e, em síntese, são assim noticiados:

"Na esperança de atrair leitores, as bibliotecas expandiram imensamente as suas listas de livros, música e filmes em formato digital que podem ser importados pelos seus frequentadores para computadores ou aparelhos de MP3. E tudo isso a custo zero, o que difere, por exemplo, do conteúdo obtido a partir do iTunes, da Apple, ou da Amazon.com .
Em Phoenix, por exemplo, as bibliotecas da cidade uniram-se e criaram uma biblioteca digital que no momento tem cerca de 50 mil títulos de livros electrónicos, audiolivros, música e vídeos que podem ser obtidos, via Internet, de qualquer lugar.
Disponíveis em milhares de bibliotecas dos Estados Unidos, os programas funcionam assim: primeiro, é preciso um cartão de biblioteca e acesso à Web, e alguns softwares que podem ser importados facilmente -- Adobe Digital Editions, Mobipocket Reader ou OverDrive Media Console. Depois disso, basta visitar o site da biblioteca, selecionar alguns títulos, acrescentá-los ao cesto digital de livros e descarregá-los de seguida. Caso o título não esteja disponível, o nome pode ser arquivado para uma futura importação.
De acordo com a biblioteca e o título, o item continua no computador de uma a três semanas antes de desaparecer, o que significa que o utilizador não tem o trabalho de devolver o livro, CD ou DVD à biblioteca."
Texto adaptado a partir de um artigo de Paul Thomasch inserido no "Portal Exame"

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Estará para breve o lançamento oficial da Biblioteca Digital Europeia, embora esteja já acessível o portal de acesso. A Europeana vai ser a porta de entrada para milhões de documentos hoje depositados nas bibliotecas nacionais europeias, nos arquivos nacionais ou nas bibliotecas universitárias.
A Biblioteca Nacional dispõe, neste momento, de cerca de 10.000 documentos digitalizados, a que correspondem 383.510 imagens, que podem ser consultados em "Biblioteca Nacional Digital"


Está também disponível um portal da Biblioteca Europeia que permite a pesquisa simultânea nas bibliotecas nacionais de 35 países.

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Depois de dois anos paradas, voltaram às ruas de Lisboa as bibliotecas itinerantes - duas carrinhas com livros e com dois computadores com acesso à Internet.
Os utilizadores, para além dos livros presentes, podem, através do catálogo em linha, pesquisar os livros que desejam e que lhes serão entregues na próxima visita, podendo, durante 15 dias deliciar-se com a sua leitura.

Imagem retirada do sítio da Câmara Municipal de Lisboa

Actualmente existem duas Bibliotecas Itinerantes que têm dois percursos diferentes, estacionando em 13 locais, de 15 em 15 dias.
Para mais informações ver

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Uma abordagem interessante e reflexiva sobre a web 2.0
que ocorreu na Jornada hacktivista, em Bilbau, a 26 de Abril de 2008.


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Em substituição do Dia Internacional da Biblioteca Escolar, a IASL criou o "Mês Internacional da Biblioteca Escolar" que será celebrado no mês de Outubro de cada ano.


A alteração para Mês Internacional da Bibliotecas Escolar foi aprovada pelo Comité da IASL em Dezembro de 2007. O anúncio foi feito pelo coordenador, Rick Mullholland do Canadá - "No princípio de Janeiro de 2008, o director executivo da IASL, sobre a recomendação do Comité do Dia Internacional da Biblioteca Escolar, aprovou a alteração do Dia Internacional da Biblioteca Escolar para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar, o mês de Outubro, a partir de 2008. Esta alteração coincide com o décimo aniversário da IASL a celebrar as bibliotecas escolares. O Mês Internacional da Biblioteca Escolar permitirá aos responsáveis pelas bibliotecas escolares, em todo o mundo, escolher um dia, em Outubro, que melhor se adeque à sua situação de forma a celebrar a importância das bibliotecas escolares.
James Henri, President da IASL, afirmou "O Dia Internacional da Biblioteca Escolar terá outra dimensão. De facto, torna-se no Mês Internacional da Biblioteca Escolar. Isto significa que se pode escolher o dia, a semana ou mesmo todo o mês com actividades dedicadas à biblioteca escolar e a toda a comunidade."
O Logo do Mês Internacional da Biblioteca Escolar foi redesenhado por Peter Rugendyke, da Austrália.
Clique aqui para ter uma visão do Logo do Mês Internacional da Biblioteca Escolar e poder usar nos materiais que pretende promover. Este Logo é para ser usado para publicitar o Mês Internacional da Biblioteca Escolar e não para fins comerciais.

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